Sage Enterprise Management

Temos que repensar o mercado de influenciadores

Os hábitos dos consumidores mudaram de forma significativa na última década. O aparecimento de ad-blockers veio alterar o mercado, respondendo a um desejo de proteção da parte dos consumidores online.

A abundância de conteúdo pode até ser difícil de conceber; mais de 400 horas de vídeo são carregadas no Youtube por hora e mais que 95 milhões de fotografias e vídeos são publicados no Instagram todos os dias. Esta imensa possibilidade de escolha significa que os consumidores adotaram uma atitude extremamente seletiva sobre aquilo que consumem.

A evolução da opinião pública

Os consumidores procuravam autenticidade, os comerciantes procuravam novos meios de chegar aos consumidores, os influenciadores vieram unir estes dois pólos. Num mundo de anúncios intrusivos, as marcas começaram a usar os influenciadores como seus porta-vozes, que lançam opiniões mais personalizadas sobre os produtos. Em poucos anos, este mercado alcançou movimentos na ordem dos 1.7 mil milhões de euros.

Hoje em dia, três em cada quatro marcas usam marketing através de influenciadores, mas o este investimento crescente teve consequências negativas. 47% de consumidores na Europa estão “cansados” de publicações repetitivas de influenciadores, de acordo com um estudo da empresa Bazaarvoice.

Muitos influenciadores passaram a saltar de marca em marca. A autenticidade em que se baseava a indústria dos influenciadores perdeu-se, e os consumidores passaram a equipará-los a publicidade tradicional.

Na segunda parte deste artigo, apresentaremos formas ideais de incorporar o poder dos influenciadores no vosso negócio.

 

Artigos Relacionados

0 Comentários

Deixe um comentário