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Qual é o tipo de sociedade mais indicado para o vosso negócio? – Parte I

No momento de dar o pontapé de saída no vosso negócio, há algo que devem ter em conta: qual é o tipo de sociedade mais indicado para suportar a vossa estrutura empresarial?

Neste artigo, vamos abordar os tipos de sociedade mais habituais e apontar as vantagens e desvantagens de cada um deles, para que possam tomar a melhor decisão sobre o tipo de sociedade a constituir. Seja qual for a vossa escolha, as soluções de Faturação Sage são a escolha determinante para assegurar a vossa faturação.

Empresas constituídas individualmente

Empresário em Nome Individual: usa-se para empresas formadas por apenas uma pessoa, que por norma afeta os bens pessoais à sua atividade económica e empresarial. A responsabilidade deste sócio é ilimitada.

Entre as vantagens deste tipo de sociedade, contam-se o controlo total do proprietário, a redução de custos fiscais, a facilidade em implementar ou dissolver o negócio e a dispensa de capital social mínimo. Do lado menos positivo, devem ter em mente o risco associado à fusão de patrimónios (pessoal e empresarial) e a maior dificuldade na obtenção de crédito.

Sociedade Unipessoal por Quotas: caracterizam-se por ter um único sócio com responsabilidade limitada ao valor da quota subscrita. É também obrigatório que a vossa empresa tenha no nome a expressão “Sociedade Unipessoal”, ou apenas Unipessoal antes da palavra limitada (ou a sua abreviação Lda.).

Embora só possam ser estabelecidas com capital social mínimo e as vantagens fiscais sejam inexistentes, as sociedades unipessoais por quotas permitem ao proprietário manter total controlo sobre o negócio.

Neste tipo de sociedades, o património pessoal permanece separado da empresa, pelo que não responderá pelas dívidas contraídas pela empresa.

Empresas constituídas por mais do que uma pessoa

Sociedades em nome coletivo: são sociedades constituídas por mais do que um sócio. Estes partilham de uma responsabilidade ilimitada, mas também subsidiária e solidária. Ou seja, cada sócio responde não só pelas suas dívidas, mas também pelas dívidas de todos os outros sócios.

Sociedades por quotas: as sociedades por quotas necessitam no mínimo de dois sócios para serem constituídas e o nome da empresa deverá terminar com a palavra “Limitada”. Estas sociedades obrigam ainda a um capital mínimo de 5 000€, divididos por quotas mínimas de 100 €. A responsabilidade dos sócios é limitada ao capital social, já que é este que responde perante as dívidas da sociedade.

As sociedades por quotas são particularmente vantajosas do ponto de vista da separação do património pessoal e da empresa. E, ao implicar um número maior de sócios, é mais fácil também a captação de fundos e investimentos.

Do outro lado da balança, pesam argumentos como a ausência de controlo totalitário por apenas um empresário, a possibilidade de um sócio ser chamado a responder pela totalidade do capital e uma maior complexidade na constituição e dissolução da empresa.

Sage Enterprise Management

Quais os atrativos escondidos numa internacionalização?

A internacionalização do vosso negócio pode trazer-vos muitas surpresas. No entanto, para fazer a decisão de dar o primeiro passo, devem conhecer todas as vantagens. Mesmo as mais inesperadas!

Expandir o vosso negócio: para quê?

Os grandes atrativos de levar o vosso negócio para o estrangeiro são aumentar a competitividade da vossa atividade e encontrar as melhores oportunidades de negócio, num mercado maior. Podem fortalecer a vossa produção, garantindo mercado em locais diferentes, e assim escapar a desacelerações económicas em mercados específicos. Ao diversificar os vossos serviços ou produtos, também podem garantir mais variedade de receitas.

Recursos Humanos, força insubstituível

O fator humano também tem muito a ganhar com a introdução do vosso negócio noutros negócios! Caso a vossa internacionalização cresça nesse sentido, podem lançar produção noutros países e avançar com recrutamento nesses locais. Colaboradores que conhecem o mercado local terão conhecimento particular e imprescindível. Trazer diversidade à vossa força de trabalho potenciará inovação de processos e práticas. Com novos desafios, vêm novos conhecimentos e podem ainda aproveitar a aprendizagem que surge com o contacto com novas empresas.

Reduzir custos de produção, distribuição ou deslocação

Trabalhar em mercados internacionais é, muitas vezes, uma total mudança de paradigma. Podem procurar reduções de custos com materiais nativos aos novos mercados onde lancem produções. Por outro lado, podem descobrir que certos processos de trabalho embaratecem substancialmente em países diferentes. Sem falar dos custos de produção que tendem sempre a baixar quando o volume aumenta. Sage X3 é a solução certa para extrapolar o seu negócio para uma escala global!

Sage One

Como assegurar pagamentos no vosso negócio

As questões que preocupam as pequenas empresas são, muitas vezes, as mesmas que preocupam as grandes empresas. No início de cada negócio, passamos mais tempo à procura de trabalho e dedicados a assegurar o pagamento do mesmo! Sabemos que o fluxo de caixa de uma startup é um dos fatores mais importantes. E o vosso fluxo de caixa depende das vossas receitas. Vamos estudar como contrariar as más práticas de pagamento no mercado.

Deixem tudo em pratos limpos: legislação e termos de pagamento

Conheçam os vossos direitos e deveres, relativamente ao pagamento por produtos ou serviços prestados. E aquilo que podem fazer para encorajar o pagamento! Por exemplo, podem automatizar e-mails a comunicar faturas a expirar. Caso seja necessário, considerem apoio legal pois, por vezes, uma carta oficial vinda de um advogado pode ser suficiente.

Não permitam que haja qualquer dúvida sobre os vossos termos de pagamento. Para isso, quando lançarem faturas, enviem instruções sobre como proceder ao pagamento, com indicações de prazos. Acompanhem os vossos gastos e receitas com Sage One, a solução de faturação para o vosso negócio crescente.

Defendam-se

Conheçam os vossos clientes. Para isso, familiarizem-se sobre as opções que podem utilizar para pesquisar o histórico de pagamentos dos vossos clientes. Ter conhecimento sobre as suas classificações de crédito podem ajudar o futuro do vosso fluxo de caixa.

Apliquem multas aos clientes que façam pagamentos atrasados. Da mesma forma que os clientes esperam que o serviço ou trabalho seja entregue a tempo e horas, é normal que o vosso negócio espere pagamento no mesmo formato. Apenas com comunicação clara podemos resolver a situação de pagamentos em falta.

Sage Faturação

Os sete erros contabilísticos mais comuns nas pequenas empresas – Parte II

Na segunda parte deste artigo, terminamos o nosso estudo das falhas mais frequentes na contabilidade das pequenas empresas.

  1. Escolher o software de contabilidade inapropriado

Se optarem por usar um software de contabilidade para o vosso negócio, procurem uma solução simples de usar, eficiente e que seja capaz de usar a vossa empresa a funcionar melhor. Se tiverem uma pequena-média empresa, comecem por avaliar as necessidades contabilísticas e façam a vossa escolha com base nas conclusões que tirarem.

  1. Não determinar o fluxo de caixa

Alguns negócios de menor dimensão não estabelecem ou determinam fluxo de caixa mensal. Mas é este fluxo de caixa que vos vai ajudar a determinar qual o rendimento necessário para fazer face às despesas. Além disso, o fluxo de caixa permite-vos perceber facilmente se estão a fazer demasiados gastos e realça as áreas onde terão que fazer reduções de forma a equilibrar as contas. Facilitem as vossas contas com as soluções de Faturação Sage e aproveitem toda a informação necessária em tempo real.

  1. Não fazer reconciliação bancária

A reconciliação bancária é o procedimento que visa assegurar que as transações financeiras de uma empresa estão devidamente registadas na sua contabilidade. Como tal, é através deste processo que poderão detetar e corrigir atempadamente quaisquer falhas na reconciliação. Fazê-lo de forma regular vai também ajudar-vos a evitar entregar declarações incompletas que poderão fazer-vos perder semanas de trabalho a médio/longo prazo.

Sage Enterprise Management

Prontos para introduzir a Contabilidade Ambiental no vosso negócio?

Alguma vez ouviram falar de contabilidade ambiental? Apesar de recente, este é um termo cada vez mais comum e frequente no meio empresarial. De certa forma, pode-se dizer que este conceito surge como consequência direta de uma consciência cada vez mais global do impacto do homem na natureza e nos seus recursos naturais.

Mais concretamente – e aplicado a um cenário empresarial –, este é um ramo da contabilidade destinado a registar e controlar o impacto que certas ações do vosso negócio têm no meio ambiente. O relatório de contabilidade ambiental deve funcionar como um registo do património ambiental, apontando monetariamente os benefícios, prejuízos e resultados da exploração ambiental.

Proponham modelos que incentivem o vosso negócio ou empresa a implementar métodos de gestão focados na proteção ambiental. Considerem também métodos e sistemas que permitam contabilizar e registar de forma detalhada as vossas ações. Por fim, saibam que podem disponibilizar informação monetária sobre as condições ambientais que afetam a situação patrimonial da empresa.

Componentes da contabilidade ambiental

Antes de implementarem a contabilidade ambiental no vosso negócio, importa assimilar alguns conceitos fundamentais para que possam tomar as melhores decisões enquanto empresários.

  • Despesas ambientais: são usadas para fazer uma boa gestão de impacto ambiental e para reportar as despesas feitas pela administração da empresa.
  • Custos ambientais: estão relacionados direta ou indiretamente com a proteção do meio ambiente, como por exemplo o tratamento de resíduos, recuperação de áreas contaminadas, entre outros.
  • Perdas ambientais: como o nome indica, são perdas que não trazem qualquer benefício para a vossa empresa. São, no fundo, gastos com a resolução de acidentes ou outras questões imprevistas – desde que relacionadas com o ambiente.
  • Receitas ambientais: são todas as receitas ligadas à prestação de serviços relacionados com a área de gestão ambiental, bem como a venda de produtos reciclados ou a redução do consumo de água ou energia.
  • Ativos ambientais: são representados por bens e direitos capazes de gerar benefícios no futuro e que estão ligados à preservação ambiental.
  • Passivos ambientais: referem-se aos valores sacrificados pela empresa para preservar ou proteger o meio ambiente, desde que decorram de ações planeadas ou inadequadas da empresa.

Com este pequeno guia introdutório e com a ajuda das soluções de Gestão Sage, estão preparados para introduzir as melhores práticas de gestão ambiental no vosso negócio e potenciar a consciencialização ambiental dos vossos colaboradores.