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Levi’s Strauss: uma nova estratégia – segunda parte

No artigo de hoje, acompanhamos a nova estratégia em cinco partes que permitiu à empresa Levi’s Strauss recuperar de um momento de crise.

O novo CEO estabeleceu a necessidade de identificar e reforçar o Core Business, expandir o negócio, apostar nas vendas online, aumentar a eficiência nas operações e investir na inovação.

Core business

 Um dos pontos mais importantes passa por reconhecer qual é o core business. No caso da Levi’s Strauss, os artigos mais vendidos são as jeans masculinas. Identificar os pontos principais de vendas (cadeias como Sears, Macy’s) e os mercados de exportação.

Mesmo que não exista espaço para um grande crescimento, é essencial que esta parte do negócio se mantenha saudável.

Expandir o negócio

Identificar as áreas mais fracas e concretizar uma estratégia de expansão. No caso desta marca, as vendas de roupa feminina tinham valores baixos. Em países como o Brasil, Rússia ou Índia, a oportunidade de expansão era óbvia.

Aumentar vendas online

Outra das aprendizagens realizadas baseia-se na necessidade de liderar nas vendas online. A capacidade de controlar a apresentação dos produtos, quer nas lojas físicas próprias, quer online, tem um efeito muito positivo no aumento das vendas.

Por esse motivo, é fundamental ter a capacidade de captar os consumidores, oferecendo a melhor experiência online possível.

Excelência operacional

É extremamente importante que a nível operacional todos os processos estejam apurados. Um software de ERP da Sage permite um controle das operações e uma visão de 360° da empresa.

Investir na inovação

Por último, continuar a apostar na inovação. Desde 2013, os maiores sucessos foram gerados graças ao Laboratório de Inovação. A linha feminina, pensada para ser mais confortável, numa época em que a roupa desportiva ganhou espaço, foi uma das inovações mais bem-sucedidas.

Passado e Futuro

Deve existir sempre um equilíbrio entre passado e futuro quando se trata de uma marca com uma história tão relevante. Este caso destaca-se como exemplo para outras empresas, que se encontram num momento de estagnação e declínio. É sempre possível alterar a situação, basta uma análise aprofundada e um pensamento crítico sobre os problemas a resolver.

Leia a primeira parte do artigo aqui.

 

 

Gestão de Empresas Sage Enterprise Management

Levi’s Strauss: como uma empresa icónica recuperou de uma crise profunda

Poucas marcas de roupa conseguem ser tão icónicas como a Levi’s Strauss, uma empresa histórica que, em 1870, alcançou um enorme sucesso. A patente das calças de ganga reforçadas com tachas metálicas tornou-se a roupa de trabalho por excelência pela sua elevada resistência.

Apesar deste passado glorioso, entre 2001 e 2010 a empresa passou por dificuldades, com faturação extremamente irregular. Um novo CEO foi contratado com a complicada missão de recuperar a empresa.

Problemas estratégicos

A maioria dos diretores não estavam a trabalhar em conjunto, seguindo uma estratégia comum. Não existia uma estratégia transversal aos vários departamentos da empresa, nem havia a consciência de que se passava por um momento difícil. A ausência de uma cultura de disciplina financeira prejudicava profundamente a empresa.

Conhecer o consumidor

O novo CEO, com um passado numa grande empresa, a Procter & Gamble, procurou interagir novamente com os consumidores, tentando perceber como as mudanças podiam ter afetado a relação com o produto. Esta abordagem, mesmo gerando dados essencialmente qualitativos, foi extremamente útil.

Foi na sequência destes encontros que uma consumidora lhe disse a frase: “You wear other jeans, but you live in Levi’s.” Um resumo perfeito da essência da marca.

Nova estratégia em cinco partes

Era claro para o novo CEO que a empresa necessitava de uma nova estratégia. Foi delineada uma abordagem tendo por base cinco partes. Identificar e reforçar o Core Business, expandir o negócio, apostar nas vendas online, aumentar a eficiência nas operações (nomeadamente com um software de ERP) e investir na inovação.

Não deixe de ler a segunda parte deste artigo, onde vamos analisar estes cinco pontos da estratégia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Faturação Sage Faturação

Influencers: nova tendência do marketing digital

São cada vez mais as empresas que recorrem aos pequenos influenciadores para promoverem as suas marcas. Os influenciadores podem estar ligados a áreas muito diferentes, têm um número elevado de seguidores e, ao partilharem o seu quotidiano nas redes sociais, divulgam conteúdos sobre marcas.

Não é necessário que sejam figuras públicas que, em regra, exigem altas remunerações para serem contratadas. Os pequenos influenciadores alcançam um nicho de seguidores leal e interativo que pode ser muito importante.

Alinhamento com a marca

É importante que a escolha seja consciente e cuidadosa, em alinhamento com as propostas da marca. Assim, por exemplo, se temos uma marca desportiva, não faz sentido escolher uma influenciadora ligada ao mundo da moda.

Pequenos influenciadores

Um influenciador de pequena escala deverá ter entre 1000 a 50 000 seguidores nas redes sociais.

A definição do número varia com os especialistas e com as áreas em causa. Importa também ter em conta a capacidade de convencimento. Por vezes, um pequeno número de seguidores pode ser extremamente dedicado, partilhando e divulgando a marca.

Tanto as áreas de compras como as de entretenimento registam um crescimento da interação em cerca de 50%, após a divulgação realizada pelos influenciadores.

Marketing Digital – uma realidade incontornável

As empresas de hoje devem estar atentas às novas tendências do marketing, aproveitando todas as oportunidades que surjam.

Simplificar parte das tarefas permite que ganhem mais tempo para o marketing da empresa. Um software de Faturação Sage, simples e eficaz, transforma o quotidiano do negócio.

Invista no futuro da sua empresa, conte com software inovador e não perca possibilidades de divulgação.

 

 

 

 

 

 

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Tesouraria

Casos de sucesso Sage: Grupo TAP

A empresa de aviação Grupo TAP é um símbolo nacional e um dos utilizadores de software Sage mais emblemáticos.

A TAP foi criada a 14 de março de 1945, na altura designada ainda como Secção de Transportes Aéreos, sob a alçada do Secretariado Nacional da Aeronáutica Civil. Em apenas 10 anos, a TAP alcançava 64 mil passageiros, mil trabalhadores e 14 mil quilómetros de rede. Hoje, a companhia voa para 82 destinos e está presente em 35 países.

Toda esta atividade faz com que a empresa lide diariamente com 13 bancos nacionais e 51 internacionais, sentindo a necessidade de uma uniformização da informação financeira. A empresa considerou necessário harmonizar a comunicação e reconciliação bancária e centralizar a informação. Era preciso dar à Tesouraria da TAP ferramentas mais avançadas para conseguir apoiar a gestão, e é neste contexto que surge o software Sage XRT Treasury.

Com o software Sage, a TAP conseguiu otimizar e tornar mais eficientes as suas operações de Tesouraria, integrando a informação que antes estava dispersa por vários módulos numa base de dados única.

Sage XRT Treasury veio dar as condições necessárias ao Grupo TAP para continuar a crescer, mantendo um controlo célere e claro de toda a informação financeira. Assista ao vídeo e saiba mais sobre este caso de sucesso Sage.

 

 

 

 

 

Gestão de Empresas Sage Enterprise Management

Amazon: protestos e críticas

No passado dia 16 de julho, os trabalhadores da Amazon na Europa estiveram em greve protestando contra as más condições de trabalho que enfrentam há anos. A diferença a assinalar neste protesto é o facto de ter reunido trabalhadores da empresa em vários locais diferentes, e como também consumidores.

 A data escolhida também é emblemática: 16 de julho é o chamado Prime Day, por ser um dos dias com maior número de encomendas. Este protesto reuniu trabalhadores em Espanha, Itália, França, Inglaterra, Alemanha e Polónia.

Principais críticas

 Horários longos, condições de trabalho duras e pressão elevada nos períodos críticos de maiores vendas. Turnos extenuantes, sem as devidas compensações, em claro incumprimento da legislação laboral.

Nos Estados Unidos, as críticas incluem temperaturas muito elevadas nos locais de trabalho, tempo não remunerado passado em revistas de segurança e impedimento de fazerem pausas para necessidades básicas.

Alguns dos exemplos mais chocantes acontecem em França, onde os trabalhadores são obrigados a cumprir prazos para processamento de encomendas que não lhes permitem pausas para se deslocarem à casa de banho ou, em caso de doença/gravidez, receberem penalizações mesmo quando justificam as faltas.

A importância das Redes Sociais

O protesto cresceu e divulgou-se em grande parte nas redes sociais, reunindo o apoio de jornalistas e de diversas páginas com a hashtag #AmazonStrike. Os apelos a um boicote incluíram o serviço de streaming da plataforma Twitch.

Um CEO no centro das críticas

No centro de todas as críticas está o CEO da Amazon, Jeff Bezos. A Amazon está ligada a vários escândalos relacionados com a forma como lida com a concorrência, fuga a impostos e desrespeito pelos seus trabalhadores.

A verdade é que a Amazon promove ações de filantropia, mas o comportamento da empresa parece demonstrar que as preocupações sociais e éticas não se aplicam às corporações. Os colaboradores não são mais do que peças na engrenagem tecnológica.

Um futuro diferente, inovação e ética

A Sage considera fundamental para o equilíbrio da sociedade que as empresas invistam na constante inovação, sem esquecer a importância de uma postura ética. Os produtos de ERP Sage permitem um acompanhamento da evolução de todos os processos da empresa, para que seja mais simples tomar as decisões certas.

Não existem números concretos sobre as perdas da Amazon com a greve/boicote, a que se somou uma série de problemas técnicos nas primeiras horas do Prime Day. Estima-se que tenha perdido cerca de 90 milhões de euros, embora a empresa se tenha recusado a admitir qualquer estimativa.