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SAGE

Sage Enterprise Management

5 formas de manter os vossos colaboradores felizes

Há muitas peças no puzzle do negócio de sucesso. Uma das mais importantes é a satisfação dos vossos funcionários. Colaboradores felizes e envolvidos são mais produtivos e dedicados a dar o seu melhor. Por isso, façam uma pausa e considerem como podem maximizar a satisfação da vossa equipa.

  1. Paguem os ordenados a tempo

Enquanto empregador, esta é uma parte essencial do vosso lado do contrato de trabalho. Os vossos colaboradores esperam receber a tempo, por inteiro e sem problemas. A automatização de processamento de ordenados diminuirá o erro humano e trará mais eficiência. É fundamental que considerem soluções que contemplem esta necessidade.

  1. Estudem os dados oferecidos pelos vossos colaboradores

Devem compreender quem empregam e aquilo que os incentiva. Apostem em sistemas de gestão de força de trabalho e de tecnologias de análise de dados, com o intuito de ganharem conhecimento sobre necessidades e feedback dos vossos colaboradores. A partir daí, tornar-se-á mais fácil implementar alterações que ajudem o trabalho, ou reforcem equipas, ou ofereçam formação, de acordo com a informação direta da fonte: os vossos funcionários. Vão ganhar lealdade.

  1. Coloquem os colaboradores nas funções certas

Todos queremos trabalhar onde sentimos que fazemos um impacto positivo para o negócio e onde podemos utilizar as nossas competências. Sistemas de automatização podem libertar muitas funções de tarefas demoradas e oferecer tempo para facetas mais humanas e valiosas do vosso trabalho. Por isso, ouçam as questões dos vossos colaboradores sobre potencial desperdiçado e redesenhem equipas ou proporcionem formação, para que todos possam seguir a sua paixão.

  1. Criem a vossa comunidade de trabalho

As vossas equipas passam muito tempo em conjunto e, por isso, é ideal que haja bem-estar no local de trabalho e entre todos os colaboradores. Encorajem o trabalho colaborativo e assegurem as ferramentas necessárias para que a comunicação circule escorreitamente.

  1. Revejam os vossos benefícios

A retenção de talento é um processo proativo. E não devem esquecer: a remuneração financeira nem sempre é o fator decisivo. Considerem o que interessa aos vossos colaboradores – e potenciais colaboradores – hoje em dia. Podem ser: trabalho remoto ou com horários flexíveis, oportunidades de desenvolvimento profissional ou o ambiente e cultura da vossa empresa. Devem apontar para estabelecer um equilíbrio entre incentivos e prioridades do negócio.

 

Gestão de Pessoas

Os benefícios e dificuldades de avaliações de desempenho

Uma avaliação de desempenho é a melhor forma de analisar a performance de um colaborador, permitindo celebrar os seus sucessos e planear formas de melhoria. O objetivo mais prático deve ser de maximizar o seu desempenho, para benefício tanto do colaborador, como para a empresa.

Como fazer a avaliação de desempenho ideal

Uma avaliação correta e eficaz oferece feedback de valor sobre desempenho concreto e reconhece o esforço no período de tempo que está a ser avaliado. É também um momento para clarificar quais as expetativas sobre o seu trabalho, identificar necessidades de formação e compreender quais os planos e aspirações do colaborador, no futuro. Numa conversa franca, ao discutirem soluções que funcionaram e problemas com os quais se depararam, estarão a fortalecer a relação humana com o vosso colaborador e surgirão muitas oportunidades para reconhecer potencial.

Com uma solução de Gestão de Recursos Humanos Sage, pode agilizar a calendarização de formação e registos históricos de colaboradores, na Cloud, com toda a segurança e acessibilidade.

Trabalho não deve ser apenas avaliado antes desta época

Não encarem, no entanto, uma avaliação de desempenho como o único momento de comunicação. Transmitam informação sempre que surja desempenho fraco e ofereceram sempre críticas construtivas, de forma a não desmotivar. Por outro lado, mantenham discussões salariais separadas de avaliações de desempenho para que essa conversa não se torne o foco.

Delineiem objetivos

A melhor prática para garantir o sucesso do vosso negócio é a instituição de objetivos. Não devem criar demasiados objetivos pois pode levar a desorganização e a uma má priorização dos mesmos.

Utilizem a abordagem S-M-A-R-T, que ajuda a desenhar objetivos de forma a permitir que sejam cumpridos.

  • Specific, ou seja, específico: os objetivos devem ter uma definição clara para que os colaboradores saibam identificar progresso e sucesso;
  • Measurable, ou seja, mensurável: incluam forma de calcular o progresso;
  • Attainable, ou seja, atingível: os objetivos devem ser realistas, para gerarem resultados e não alimentarem desmotivação;
  • Relevant, ou seja, relevante: os vossos colaboradores devem compreender o propósito de cada objetivo dentro da estratégia do vosso negócio;
  • Time-bound, ou seja, com prazo: estabeleçam um limite saudável para o cumprimento dos objetivos, que ajudará a planear processos.

 

Sage Enterprise Management

7 formas de expandir o vosso negócio sem investimento extra

Parece mentira mas é possível expandir a vossa empresa sem investir!

  1. Contratar talento qualificado e diverso

Antes de pensarem em novos recrutamentos, examinem as vossas necessidades e considerem os vossos colaboradores. Estudem a opção de contratar trabalhadores independentes para projetos específicos.

  1. Usar o software certo para gestão

Revejam os softwares em uso no vosso negócio. Escolham soluções inteligentes que vos permitam faturar automaticamente, por exemplo, e ofereçam mais eficiência através de uma visão abrangente.

  1. Aumentar o fluxo de caixa

Experimentem oferecer benefícios aos clientes que queiram pagar as faturas antes da data de vencimento, por exemplo. Às deias inovadores, juntem uma Solução de Faturação com relatórios completos para identificarem áreas de melhoria.

  1. Planear, planear, planear

Mantenham sempre o vosso plano de negócios atualizado! Monitorizem o crescimento do vosso negócio para se assegurem que corre de acordo com o plano, para que a vossa infraestrutura esteja sempre preparada.

  1. Falar com os clientes

Estudos demonstram que 68% dos clientes estão dispostos a deixar uma crítica, se for solicitado.

Comunicação direta com os vossos clientes trará informação crucial e deixará os clientes confiantes no vosso compromisso com oferecer o melhor produto ou serviço.

  1. Criar uma lista de e-mail

Para além das redes sociais, lançar correspondência via e-mail para potenciar vendas futuras de clientes atuais. Aproveitem para comunicar ofertas especiais e podem alimentar relações mais próximas com os vossos clientes.

  1. Educar com as vendas

Para manterem confiança nos vossos produtos, usem os novos canais de comunicação para oferecerem conhecimento extra sobre os vossos produtos ou conselhos sazonais. Demonstrem interesse prático no seu bem-estar!

 

Sage One

Os melhores conselhos para o sucesso do vosso negócio

  1. Identifiquem as características dos vossos clientes

No caso de pequenos negócios ou B2B, é altamente provável que conheçam os vossos clientes pelo nome. Atribuam características a cada um, para estabelecer quem devem contactar e quando, para novas encomendas, por exemplo.

  1. Desafiem os vossos clientes a comunicar a marca

Um cliente satisfeito que conte ao seu círculo de amigos a sua experiência de compra positiva pode gerar muitas compras futuras! Encorajem avaliações de produto, nas redes sociais, para que o vosso negócio ganhe visibilidade.

  1. Usem publicidade nas redes sociais

Um dos maiores benefícios das redes sociais é permitir que os anúncios sejam direcionados a pessoas específicas, através de critérios como educação, localidade ou eventos de vida. Estreitar o grupo de pessoas que vão interagir com o vosso anúncio pode parecer contraproducente mas vai levar-vos até às pessoas que vão apreciar o vosso produto.

  1. Não se prendam a um único mercado

No caso de dificuldades no vosso mercado principal, considerem experimentar outros! Uma localidade diferente ou um foco de marketing diferente pode ser o segredo. Aproveitem a solução de faturação online Sage One, que segue o vosso negócio convosco.

  1. Peçam feedback

Aproveitem quem vos rodeia e conhece o vosso negócio e ouçam a sua opinião! Os vossos colaboradores conhecem de perto os vossos processos e, muitas vezes, tem noções intuitivas sobre os problemas e como os resolver.

  1. Superem a concorrência

Dediquem-se a resolver o problema do cliente melhor do que a concorrência! Invistam em comunicar os benefícios e não as características do vosso produto.

  1. Não baixem o vosso preço, ofereçam mais

Reduzir o preço do vosso produto é uma batalha perdida, principalmente quando a vossa concorrência tem a possibilidade de os baixar ainda mais. Dediquem-se antes a oferecer um serviço superior, com conhecimento de produto melhor e apoio ao cliente superior excelente.

 

Contabilidade

IRS – Modelo 3 – DECLARAÇÃO DE IRS DE 2018 A ENTREGAR EM 2019 – ANEXO B

A declaração de IRS, relativa a rendimentos de 2018, a entregar em 2019, foi objeto de várias alterações.

Na sequência do anterior apontamento hoje abordaremos as alterações ocorridas no ANEXO B.

Devemos referir, em primeiro lugar, que o prazo de entrega da declaração (Modelo 3), este ano, decorre nos meses de Abril, Maio e Junho.

III – ANEXO B – RENDIMENTOS EMPRESARIAIS E PROFISSIONAIS AUFERIDOS POR SUJEITOS PASSIVOS ABRANGIDOS PELO REGIME SIMPLIFICADO OU QUE TENHAM PRATICADO ATOS ISOLADOS

III. 1 – Quadro 4A e 4B

Este quadro destina-se a indicar os rendimentos da Categoria B do IRS ou os Atos Isolados, auferidos em 2018.

As alterações efetuadas neste quadro foram as seguintes:

  1. No campo 407 foi acrescentado ao nome do campo a expressão “,com exceção das mencionadas no quadro 18”.

Neste campo deve ser inscrito o SALDO das Mais e Menos Valias obtidas com a venda de bens que se encontravam afetos à atividade empresarial.

Nos comentários ao novo quadro 18 desenvolveremos este tema.

  1. Nos Quadros 4A e 4B foram criados dois novos campos, 418 e 459, respetivamente.

Nestes campos indicam-se os rendimentos decorrentes de prestações de serviços efetuadas por sócios a sociedades sujeitas ao regime da transparência fiscal previsto no Código do IRC, ou sociedades nas quais, durante mais de 183 dias do ano a que respeita a declaração:

  1. O titular do rendimento detenha direta ou indiretamente, pelo menos 5% das respetivas partes de capital ou direitos de voto;
  2. O titular do rendimento, o cônjuge ou unido de facto e os ascendentes e descendentes destes detenham no seu conjunto, direta ou indiretamente, pelo menos 25% das respetivas partes de capital ou direitos de votos.

III.2 – Quadros 7A e 7E

Aqui as principais alterações são a designação do quadro 7 (que anteriormente se designava apenas por “Encargos”) e a introdução do novo quadro 7E Gastos imputados a explorações silvícolas plurianuais.

Os rendimentos de ato isolado de valor superior a € 200.000 decorrentes de explorações silvícolas plurianuais são determinados de acordo com as regras da contabilidade. Foi criado este quadro que se destina à indicação do número de anos ou fração a que respeitam os gastos imputados ao rendimento inscrito no Campo 457 do Quadro 4B.

III.3 – Quadro 8

Ao título deste quadro foi acrescentada a expressão “DESAFETAÇÃO” e no campo “Tipo” foram também criados/ajustados os respetivos códigos nas instruções de preenchimento para identificar as diversas operações possíveis:

01 – Alienação onerosa;

02 – Afetação de imóvel habitacional do património particular a atividade empresarial ou profissional;

03 – Afetação de imóvel do património particular a atividade empresarial ou profissional que não deva ser mencionado com o código 02;

04 – Desafetação (restituição ao património particular) de imóvel habitacional que seja afeto à obtenção de rendimentos da categoria F;

05 – Desafetação (restituição ao património particular) de bem imóvel que não deva ser mencionado com o código 04.

III.4 – Quadro 17

O OE/2019 veio consagrar um regime transitório que concede, aos sujeitos passivos, a possibilidade de declararem, no anexo B da declaração modelo 3, o valor das despesas e encargos, a que se referem as alíneas b), c) e e) do n.º 13 do artigo 31.º do Código do IRS, em substituição dos que tenham sido comunicados à AT nos termos da lei e relativamente aos quais o sujeito passivo procederia à devida imputação à atividade no Portal das Finanças até 25 de fevereiro.

Por outro lado, existem outras despesas e encargos que a AT não conhece, pelo que têm de ser, necessariamente, declarados pelo sujeito passivo no anexo B da modelo 3.

Assim para refletir estas alterações, foi criado o Quadro 17 “Despesas e encargos (n.º 2 e 13 Art.º 31.º do CIRS)”, o qual permitirá a indicação das despesas e encargos em causa, tendo o mesmo sido dividido nos seguintes termos:

  1. Quadro 17A – Despesas e encargos previstos no n.º 2 e nas alíneas a) e f) do n.º 13 do artigo 31.º do Código do IRS;
  2. Quadro 17B – Identificação das entidades a quem foram pagas contribuições obrigatórias para regimes de proteção social;
  3. Quadro 17C – Este quadro destina-se, ao exercício da opção (Sim – campo 01; Não – campo 02) pela declaração de despesas e encargos, em alternativa aos que foram comunicados à AT, e bem assim, em caso positivo, à indicação do valor das despesas com pessoal e encargos a título de remunerações, das rendas de imóveis afetas à atividade empresarial/profissional, e das outras despesas relacionadas com a atividade que respeitem os requisitos e pressupostos constantes das alíneas b), c) e e) do n.º 13 e da alínea a) do n.º 15, todos do artigo 31.º do Código do IRS. Salienta-se que, podendo a afetação de rendas de imóveis à atividade ser total ou parcial, essa informação mais detalhada constará do Quadro 17D.
  4. Quadro 17D – Rendas de imóveis afetas à atividade empresarial e profissional. Este quadro só deve ser preenchido caso o sujeito passivo tenha optado no Quadro 17C (campo 01) pela declaração das despesas e encargos em alternativa aos valores que foram comunicados à AT. Destina-se a identificar o senhorio e o montante das rendas afetas à atividade exercida pelo sujeito passivo e, bem assim, se essa afetação é total ou parcial.

III.5 – Quadro 18

No OE/2018 as mais-valias resultantes de indemnizações auferidas no âmbito de contratos de seguro, como compensação dos danos causados pelos incêndios florestais ocorridos em Portugal continental nos dias 17 a 24 de junho e 15 e 16 de outubro de 2017, não concorrem para a determinação do rendimento tributável desde que o sujeito passivo pretenda reinvestir o respetivo valor de realização em ativos da mesma natureza até ao final do terceiro ano seguinte ao da realização da mais-valia.

Os sujeitos passivos que reúnam os referidos requisitos devem preencher este quadro, não devendo mencionar a mais-valia obtida no campo 407 do Q4A, motivo pelo qual este campo do Quadro 4A passou a incluir a expressão “…com exceção das mencionadas no quadro 18”. 

As alterações apresentadas encontram-se realçadas a amarelo.

Nos próximos apontamentos abordaremos as alterações introduzidas nos restantes Anexos da Modelo 3.

Fonte: Ofício Circulado N.º: 20207 2019-03-13

Lisboa, 2 de abril de 2019

Bruno Lagos


Bruno Lagos, Licenciado em Organização e Gestão de Empresas; Mestre em Auditoria Contabilística; Nos últimos 25 anos, técnico superior na Administração Fiscal Portuguesa.