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Lean Manufacturing: o que é?

O conceito de Lean Manufacturing apareceu num contexto de pós Segunda Guerra Mundial, com as metas apontadas ao aumento da produtividade, mediante a redução de custos com excedentes de produção e de gestão de stocks. Este modelo começou por se tornar referência na organização dos processos de produção, primeiro em empresas sediadas no mundo oriental e mais recentemente,  pelo processo de globalização, em todo o mundo.

A grande necessidade de implementar o conceito de Lean Manufacturing nas empresas está na possibilidade de identificar os pontos fracos na produção, uma função que se tem vindo a simplificar com a utilização de softwares de gestão apropriados. Ter todas as informações sobre cada fase da produção numa única fonte de dados tem sido uma valência importante para os negócios se tornarem, ao mesmo tempo, mais eficientes e produtivos ao melhor custo.

Quais são as melhores práticas de Lean Manufacturing?

  • Reduzir o desperdício. É difícil melhorarem aquilo que não sabem que existe. Assim é com as dificuldades no processo produtivo. Quando utilizam um software de gestão integrada, agregam no mesmo lugar os dados e registos de todas as atividades do negócio, ao mesmo tempo que dispõem de sistemas próprios de medição e análise que vos permitem detetar onde estão as oportunidades de melhoria.
  • Continuar a melhorar. O processo de Lean Manufacturing nunca termina: há sempre outras melhorias a atingir, eficiências, refinamento de processos. À medida que estas alterações vão sendo implementadas e introduzidas na solução de gestão, torna-se possível comparar resultados antes e depois das mudanças.
  • Serviço ao cliente. Este deve ser sempre o foco de qualquer negócio. Por em marcha uma estratégia de Lean Manufacturing não deve significar a redução de esforços neste sentido, mas sim em oferecer um atendimento cada vez melhor ao cliente. Procurem eliminar os atrasos, erros e custos no processo de serviço ao cliente.
  • Fluxo de produção em ordem. Um dos objetivos do Lean Manufacturing é otimizar todo o fluxo de produção. Ter o fluxo de trabalho controlado é por demais importante se a procura pelo vosso negócio oscila entre contratos de longa duração e pequenas encomendas de curto prazo. As ferramentas de planeamento do fluxo de produção estendem-se ao tempo de entrega de cada encomenda, através de sinais eletrónicos que alertam para a necessidade de peças e suprimentos.
  • Colaboração. Os princípios do Lean Manufacturing devem ser aplicados para lá das paredes das fábricas e dos escritórios. Do lado da procura, quanto melhores forem as previsões, melhor poderão planear e produzir o que o cliente pretende, quando ele quiser. A melhor forma de ter previsões acertadas é partilharem informações e conhecimento com vendedores, distribuidores e outros agentes que façam parte do processo – incluindo os clientes.
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Otimizar a análise de dados

Uma das temáticas recorrentes para os profissionais que lidam com tecnologia, informação e gestão é o Big Data, ou seja, ter à disposição das empresas dados provenientes de diferentes origens, que ajudam a ter informação em tempo real. Mais importante do que a quantidade de dados empresariais, é a sua capacidade de análise e de integração das informações de todos os setores.

É, por isso, fundamental para as empresas armazenar e fazer a análise de dados sempre em prol do negócio. Progressivamente, tem-se vindo a tornar mais simples obter informações de origens diferentes que servem o propósito de incentivar o desempenho do negócio.

Criem modelos de análise

Utilizar um software de gestão integrada e fazer usufruto do Big Data acaba por ser um processo parecido: as empresas optam por uma solução acessível e que se adapta ao negócio, fazendo uma gestão transversal de toda a empresa com a simplificação de processos integrados de gestão.

O que começa a diferenciar as empresas que apostam nesta gestão dos dados é a capacidade analítica de interpretar os dados de quem está à frente do negócio. A intuição continua a ser um fator importante para os gestores – especialmente no entendimento dos problemas da empresa -, mas pode, agora, ser suportada por informações concretas que apontam o caminho a seguir.

A importância da análise

Avaliar todos os dados pode tornar-se numa tarefa complexa e árdua: devem apostar numa amostragem que seja representativa. Assim, simplificam o trabalho, a velocidade da análise empresarial cresce e tornam o processo mais eficaz.

Ao apostarem numa base de dados menor, a relação entre os dados torna-se mais clara. Isto permite que os gestores comecem a detetar tendências e estabelecer novas oportunidades para o negócio. Ao optarem por uma solução de gestão integrada, terão acesso aos dados através de uma única fonte, o que vos facilitará muito a tomada de decisões.

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Como a tecnologia mudou a tomada de decisões

Ultimamente, as empresas que trabalham com grandes quantidades de informação começam a debater-se com duas situações: por um lado, procuram incessantemente a agilidade do seu negócio, por outro querem incluir no seu dia a dia todas as partes interessadas no sucesso da empresa. Os consumidores e clientes procuram nas empresas agilidade, os colaboradores e parceiros exigem cada vez mais o crescimento das capacidades da empresa e das condições de trabalho.

A tomada de decisões cada vez mais rápida e assertiva tem, na sua base, o suporte que as empresas têm encontrado nos softwares de gestão integrada, que permitem um tratamento de dados e de informações em tempo real. Todo este processo de digitalização e o acesso imediato aos dados tornou-se numa oportunidade para as empresas – veio, também, mudar o jogo quanto à tomada de decisões, mais conscientes e informadas.

Claro que ter informações em tempo real é uma ferramenta fundamental para as empresas, mas tornou-se necessário estabelecer um conjunto de normas para que a gestão das decisões funcione de forma apropriada.

  • Decisões operacionais. Apenas a possibilidade de tomar decisões com base em dados obtidos em tempo real exige um novo comportamento dos gestores. Mais do que isso, exige que contem com soluções de gestão empresarial que estejam à altura deste desafio.
  • Mudar as regras do jogo. A grande diferença que traz o acompanhamento dos dados em tempo real é a possibilidade de garantir que os resultados serão atingidos. No entanto, isto pode obrigar-vos a alterar os vossos modelos de cálculo e de análise: vão avaliando à medida que for necessário.
  • Contar com a supervisão humana. É certo que a tecnologia e os softwares de gestão fazem grande parte do trabalho – particularmente na compilação dos dados e elaboração dos relatórios de forma quase imediata. Mas a supervisão humana de todo o processo é fundamental para que não existam falhas, especialmente na análise das informações recebidas. Caso isso não seja possível em determinados momentos, uma solução pode ser a inclusão de funcionalidades para parar a produção quando um erro for detetado.
  • Personalizar. As informações dadas em tempo real podem ser mostradas de forma personalizada, conforme o departamento em análise e os objetivos que têm.
  • Criar alertas. Para além de acrescentarem funcionalidades quando não podem contar com supervisão humana, podem ainda criar alertas e avisos para quando os índices em análise estiverem fora do desempenho desejado ou se em algum momento a situação fugir fora do vosso controlo. Desta forma, a análise dos dados e as decisões consequentes podem acontecer quando houver necessidade.
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Resoluções de Ano Novo para as empresas

A chegada de um novo ano é sempre uma boa oportunidade para fazer resoluções para o vosso negócio. Vamos dar-vos algumas dicas para estabelecerem as resoluções do próximo ano!

Primeiro, é importante reavaliar os planos em prática e verificar o progresso do vosso negócio em 2016. E isso implica observar o mercado (analisar as perspetivas económicas da vossa área de negócio para estarem preparados para qualquer cenário), o desempenho da equipa e a relação com os clientes, bem como fazer uma análise SWOT, de forma a compreender quais são as limitações e as oportunidades da vossa empresa.

Assim, vão conseguir perceber que medidas são necessárias para implementar em 2017 de forma a promover o crescimento e o sucesso do vosso negócio, reforçando certas práticas e eliminando outras.

Aprender com a concorrência é também essencial porque, ao observar as principais tendências do vosso mercado, podem trabalhar na competitividade da vossa empresa para 2017. Devem estar sempre informados sobre a atualidade e perspetivas da vossa área de negócio, consultando empresários mais experientes e, claro, bem-sucedidos, publicações específicas e blogs, por exemplo.

Outra dica: não se esqueçam que trabalham em equipa e, como tal, todos os elementos têm de estar a par dos objetivos que traçarem para 2017 de forma a poderem trabalhar em conjunto para os atingir.

Promover a vossa marca e a vossa empresa é um passo essencial para o sucesso. Existem formas de o fazer sem grandes custos através das redes sociais, como Facebook e Twitter. Se a vossa empresa tiver uma página, conseguem dar a conhecer a marca e os produtos/serviços ao público gratuitamente, ao mesmo tempo que estabelecem contacto com os vossos clientes – interatividade é algo imprescindível nos dias de hoje.

Por fim, é importante que os vossos objetivos e as vossas metas para 2017 sejam realistas; têm de compreender o que é que é ou não possível de concretizar. Acima de tudo, manter um espírito otimista é essencial para o sucesso de qualquer empresa!

Uma das resoluções que deve implementar este ano é a utilização de plataformas colaborativas de trabalho e softwares que facilitem a componente administrativa. A Sage oferece-vos soluções que permitem fazer uma gestão integrada do negócio, desde a administração das finanças à gestão de compras, vendas, produção, stock e recursos humanos, sem descurar a relação com os seus clientes. Tudo isto de forma rápida, simples e flexível.

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Como rentabilizar orçamentos baixos?

Seja em relação a novos equipamentos, veículos ou renovações, há alturas em que vão ter que tomar decisões que vão definir o rumo do vosso negócio. Fazer compras em larga escala não é tarefa fácil para quem gere pequenos negócios: exige planeamento prévio. Quando se decidem por uma grande compra, estão a fazer um investimento para a vossa empresa. Quais são os passos que não podem saltar?

  • Definir as necessidades. Planear uma grande compra começa pela perceção das maiores necessidades da empresa. Por vezes, não terão outra escolha senão adquirir rapidamente o item necessário, conforme a urgência do equipamento. Quando assim não for, pensem em como esta aquisição pode contribuir para o vosso negócio antes de avançarem para a compra.
  • Planear com tempo. Pensarem em todos os prós e contras da compra que têm em mente é a solução para que tudo corra como previsto: a margem de erro para quem tem um orçamento mais pequeno é mínima e ultrapassarem o budget  pode ser devastador para a vossa empresa. Para evitarem gastar demais, olhem para todo o historial financeiro da vossa empresa: os vossos padrões de despesas podem dar-vos uma ideia de qual a melhor altura para fazer uma grande compra.
  • Orçamento. Para tomarem uma decisão inteligente, têm que perceber como é que este novo item que vão adquirir vai entrar no vosso fluxo de caixa, ou seja, no dinheiro que entra e sai da empresa durante determinado período. Quando projetarem o fluxo de caixa, considerem o custo do item e a receita que provirá da sua utilização.
  • Gastos. Investir num item dispendioso para o vosso negócio tem um impacto grande nos gastos. Antes de comprarem, estejam certos dos vossos limites e do quanto estão dispostos a gastar!

Tenham uma visão consolidada do vosso negócio, com acesso a todas as informações sempre que quiserem, com as soluções de gestão integrada Sage!