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A tecnologia define uma empresa?

A Permacultura é cada vez mais uma realidade a nível de agricultura com um modelo de empresa com uma enorme dependência da tecnologia.Em Portugal ainda não é notória esta ligação tão próxima nesta forma de produção à tecnologia mas nos Estados Unidos, os dois elementos são indissociáveis.

Ao mesmo tempo existe uma apetência cada vez maior por produção local que diminua a pressão sobre os recursos do planeta e muitos destes centros produtores nos Estados Unidos situam-se dentro de grandes centros populacionais e de cidades. Pensa-se que a agricultura com permacultura será responsável pela produção de 50% das vendas nos próximos 10 anos.

Papel da tecnologia.

Várias startups desenvolveram tecnologia própria, adequada às suas necessidades de monitorização do desenvolvimento dos vegetais cultivados. Acompanhar o desenvolvimento, se as plantas estão a receber os nutrientes necessários às suas necessidades.

O uso da tecnologia veio beneficiar o desenvolvimento desta agricultura mas colocou também uma pressão a nível financeiro. A tecnologia tem custos elevados, a produção inicial ficava por vezes aquém das expetativas nos primeiros anos de aprendizagem,  e devido aos preços, o retorno do investimento era lento. Esta situação teve como consequência a falência em poucos anos de muitas destas empresas.

Custos elevados e retorno lento.

A juntar a estas dificuldades as empresas americanas situavam-se em espaços urbanos com custos de aluguer elevados, o que acabou por estimular um ainda melhor aproveitamento do espaço, com soluções engenhosas como as da empresa Freshbox.

Esta empresa criou um sistema com em que as plantas crescem no contentor em que vão ser entregues mais tarde. Grupos de 9 contentores formam por sua vez um Mod, e cada modulo tem as condições adaptadas a cada espécie vegetal.

Aprender com o exemplo.

Esta forma de agricultura economiza bastante em espaço e recursos e apesar das dificuldades financeiras que algumas destas empresas enfrentaram, o interesse por esta forma de produção não pára de crescer.

Há que aprender com as experiências desta empresas e contar com um software que facilite toda a gestão integrada, de forma a não comprometer a parte financeira das empresas, para que consigam um desenvolvimento harmonioso.

 

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Cinco dicas para analisar a evolução da empresa

A análise de dados é indispensável à vida das empresas no contexto atual, apenas com acesso a analyticals é possível aumentar a produtividade, melhorar processos para alcançar mais eficácia.

Um primeiro passo consiste numa organização da informação, mas tal não é suficiente para gerar insights.

Sistema de gestão personalizado.

Os softwares de ERP como o SageX3 permitem uma personalização, adaptando-se às necessidades de cada empresa e permitindo visualizar os resultados atentamente.

As empresas devem apostar na contratação de um chief analytics officer, alguém com competências específicas, apto a interpretar a Big Data. Não é uma tarefa tão simples como pode parecer, e a analise dados de forma eficiente

Rentabilizar os dados.

Geralmente vários setores trabalham estes dados , é essencial terem um bom controle sobre esta informação, de forma a conseguirem identificar quais os dados relevantes e os indicadores que devem seguir de forma mais atenta.

Tomar decisões em tempo real.

Um software de gestão também permite identificar acompanhar o ritmo da produção em tempo real, acompanhando o desenvolvimento dos processos. Analisar a capacidade produtiva e gerar novas ideias fundamentais à inovação e constante melhoramento das empresas.

Integrar diferentes áreas.

Todos os setores de uma empresa devem estar interligados, possibilitando um diálogo dentro do sistema de gestão.Testem novas funcionalidades antes de implementarem estas modificações em toda a empresa, é uma forma de perceberem se o investimento é razoável, com significativa economia de tempo e investimento.

A gestão de uma empresa com software de ERP abre um mundo de possibilidades e perante um mercado altamente competitivo, é a única forma de as médias e grandes empresas conseguirem atingir bons resultados.

 

 

 

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A inteligência emocional como aliado da boa gestão

Todos os empresários se questionam sobre se a Universidade está a preparar os seus futuros colaboradores com o conhecimento necessário para desempenharem funções nas suas empresas.

No entanto as questões mais preocupantes prendem-se com aspetos de desenvolvimento pessoal, uma vez que os conhecimentos técnicos são relativamente fáceis de adquirir. Neste artigo vamos analisar algumas das características mais importantes para os empresários de hoje e que parecem existir de forma insuficiente.

Gerir projetos.

É importante a versatilidade, a capacidade de conseguir ter uma visão global da empresa e de encontrar soluções para as dificuldades encontradas ao longo do percurso. O acesso a um programa de ERP como o Sage X3, rápido e simples, e com capacidade de se adaptar às exigências da empresa, constitui um verdadeiro aliado.

Liderança.

Esta capacidade é a mais valiosa para cerca de 66% dos empresários, que buscam colaboradores que consigam colocar em prática um intraempreendedorismo, proativo e capaz de resolver questões de forma criativa.

Comunicação.

Conseguir selecionar a informação que deve ser comunicada a colaboradores e parceiros, alimentando um bom entendimento e motivação da equipa. Situações em que a informação é transmitida de forma deficiente, criam muitas vezes mal entendidos e desconforto entre os colaboradores.

Solução de conflitos.

Dependendo das situações, saber avaliar e resolver os conflitos com uma atitude paciente ou com firmeza.

Adaptabilidade.

Apesar dos conhecimentos técnicos adquiridos, manter uma abertura de mente às necessidades que surjam na empresa e às capacidades que possuem.

Atitude Positiva.

Colaboradores que consigam não se focar no problema mas na resolução, otimizando o setor com uma atitude positiva e ultrapassando as dificuldades a qualquer nível.

Cada vez é mais importante para as empresas, que os colaboradores possuam características, muitas ligada a inteligência emocional, em vez de apenas conhecimentos que qualquer um pode ser sempre adquirir.

 

 

 

 

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Um software de gestão integrada: investimento ou custo?

Um software é fundamental para uma empresa, seja qual for a área de negócio. Importante para reduzir custos, aumentar a produtividade com um melhor controlo de todos os processos.

Por vezes existem dúvidas sobre o retorno do investimento em software, perante os custos da implementação. Coloca-se a questão se pode ser descrito como um custo ou investimento essencial.

Um software de gestão integrada ou ERP é um investimento a longo prazo, e a introdução de um software não traz consigo a mudança, é necessário mudar também a mentalidade no seio da empresa.

Um ERP comporta uma maior capacidade produtiva e organizacional, um valor acrescido para empresa mas apenas se existir uma preparação prévia à implementação do software e um acompanhamento posterior.

Software como salvador.

Muitas vezes as empresas consideram o software como uma espécie de salvação, sem se debruçarem sobre os problemas. Caso desejem investir e maximizar esse investimento, então é importante que considerem algumas questões primeiramente:

– O que a empresa deseja alcançar.

– Que constrangimentos enfrenta a organização naquele momento.

– Como um software de ERP pode diminuir custos e aumentar lucros.

Se não conseguirem responder a nenhuma destas questões, então um ERP vai ter um pequeno impacto na transformação da empresa e provavelmente este software não é adequado ao tipo de negócio.

O desejo de mostrar que se está na vanguarda e não um verdadeiro desejo de melhoraria da gestão. A tecnologia aplicada de forma correta pode reduzir os custos operativos em 73% mas implicam um conhecimento da ferramenta.

 

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Como preparar a sua empresa para o desafio global: 4 pontos a ter em conta

O site de uma empresa é de certa forma uma porta para o mundo e permite oportunidades de negócio e vendas de qualquer ponto do mundo.

A aposta numa expansão global deve ser algo pesado com consciência de que as dificuldades são muitas, há que ter conta desafios como o idioma, diferente cultura, moedas e mesmo leis. Tudo isto cria variáveis que importa considerar antes do iniciar a aventura da globalização.

Preparação prévia.

Devem recolher toda a informação relevante em relação à área de negócio e também a nível de mercado internacional.

Analisar a concorrência em pormenor, uma empresa de sucesso no seu país de origem não alcança necessariamente o mesmo sucesso no estrangeiro. Por vezes os competidores têm um ritmo e competência superior que só com grande esforço é possível alcançar.

Flutuações nas divisas.

As variações a nível de câmbios e das divisas podem ser responsáveis por uma diminuição dos lucros com os produtos e serviços necessários, a encarecerem de forma inesperada.

Por sua vez, a força do euro pode resultar num aumento do preço final noutra economia, o que pode afetar o negócio. Ter uma parceria com uma empresa de comércio de divisas que trabalhe para uma conversão que seja o mais vantajosa possível, pode fazer uma diferença positiva.

Diferentes culturas.

Um bom entendimento das diferentes culturas empresariais e do processo de vendas , com uma adaptação do plano de negócio sempre que necessário.

Software integrado.

É fundamental que a empresa conte com um sistema de software integrado, que com acesso a informação sobre as diferentes moedas e legislação, permita originar informação fiável mesmo com todas as variações. A gestão financeira será muito beneficiada com um software flexível e adaptável, capaz de processar os dados em tempo real.

Ter em atenção estes 4 pontos pode beneficiar em muito a preparação da empresa para esta aventura, uma empresa que não cresce, não se transforma e não corre riscos, encaminha-se para a estagnação e declínio com o passar do tempo.