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Alerta, julho: nova versão do documento SAF-T!

Com o aproximar do mês de Julho, as empresas devem estar preparadas para a mudança que se aproxima com a nova versão dos ficheiros SAF-T.

Estes ficheiros XML são exportados todos os meses até dia 20 para a Autoridade Tributária e contêm toda a informação sobre a faturação da empresa.

A nível da obrigação também existe uma mudança, com todos os sujeitos passivos de IRC que exerçam atividade comercial, industrial, agrícola em território português a estarem obrigados a exportarem estes ficheiros.

É fundamental que estes ficheiros estejam atualizados para que a exatidão da informação submetida não seja colocada em causa.

Consequências do uso de ficheiros SAF-T desatualizados.

As penalizações na lei são sempre de evitar e podem oscilar entre os 200€ e os 10 000€. Outro efeito grave é o consequente mau preenchimento dos anexos A e/ou IES, o que pode levar a auditorias tributárias a todas as operações da empresa.

Software certificado.

Poder contar com um software certificado é importante mais do que nunca, para que receba as atualizações necessárias ao longo do tempo.

Validador.

A Sage criou o Sage e-Audytor, um validador onde é possível verificarem se os vossos ficheiros possuem a nova atualização. Apenas com esta ferramenta é possível converter os ficheiros XML numa forma legível, testando a compatibilidade com a solução de faturação.

Caso obtenham um relatório de erros, o segundo passo será contactarem o vosso contabilista ou a empresa de software. Até dia 1 de Julho estejam preparados e evitem dificuldades para as vossas empresas: saibam como aqui.

 

 

 

 

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Validador Sage: saibam se o software está atualizado com a nova versão SAF-T

No próximo dia 1 de Julho os ficheiros SAF-T sofrem uma alteração e passam a uma nova versão 1.04. São muitas as empresas que por diferentes motivos, não possuem um software atualizado, o que irá originar situações graves.

Estima-se que mais de 40% dos empresários tenham um software com ficheiros SAF-T desatualizados, originando erros na exportação de dados para a Autoridade Tributária.

O que muda.

A partir desta data também se dá uma mudança a nível de obrigação, sendo que todos os sujeitos passivos de IRC que exerçam atividade comercial, industrial agrícola em território português estão obrigados à exportação destes ficheiros com os seus dados de faturação.

Consequências de Ficheiros SAF-T desatualizados.

As empresas incorrem em penalizações previstas na lei que podem chegar aos 10 000 euros e o mau preenchimento automático dos anexos A e/ou do IES pode conduzir a auditoria tributárias a todas as operações da empresa.

Como garantir a qualidade dos dados:

A Sage criou um validador, o Sage e-auditor onde podem averiguar a integridade da estrutura do ficheiro SAF-T. Podem testar a compatibilidade da estrutura técnica da solução de faturação, validar os ficheiros SAF-T do mesmo NIF e obter um relatório de erros.

Proteja a sua empresa, saiba mais sobre a mudança assistindo a uma formação da Sage. Saiba mais aqui.

 

 

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Novo documento SAF-T: o vosso software está atualizado?

Os ficheiros SAF-T são ficheiros em formato XML, que são exportados a dia 20 de cada mês com a informação relativa a faturação, recibos ou guias de transporte.

No próximo dia 1 de julho entra em vigor uma nova versão destes ficheiros, a 1.04_01 e caso o software de contabilidade não esteja atualizado, pode causar inúmeros problemas às empresas.

O que muda.

Em termos de obrigação, todos os sujeitos passivos de IRC que exerçam atividade comercial, industrial e/ou agrícola em território português estão obrigados a fornecer esta informação.

A principal mudança passa pelo alargamento da obrigação a todos os sujeitos passivos e não apenas ao que tinham uma contabilidade com meios informáticos. De certa forma torna obrigatória a adoção de programas informáticos para execução da contabilidade e exportação de ficheiros SAF-T.

Esta nova versão e alterações constituem mais um passo na adoção de tecnologias céleres e da normalização e simplificação dos procedimentos tributários.

Quais os efeitos.

Caso o software instalado não tenha a última versão dos ficheiros SAF-T as empresas arriscam-se a várias penalizações legais, com coimas que podem variar entre 200 e os 10.000€.

Uma coima dificulta a vida de uma empresa de forma desnecessária e é por este motivo que é importante poder contar com parceiros produtores de programas informáticos que sejam credíveis e  que demonstrem experiência na aplicabilidade destas alterações fiscais de forma a que as empresas fiquem totalmente confiantes.

Outra consequência passa pelo incorreto preenchimento dos anexos A e /ou I do IES o que pode suscitar auditorias tributárias a todas as operações.

Software atualizado com parceiros de confiança.

Nestes momentos as empresas devem apoiar-se em parceiros que transmitam segurança. Software certificado, com versões atualizada do ficheiro SAF-T , que garantam  a integridade e exatidão da informação submetida.

 

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O SAF-T – Portaria n.º 302/2016, de 2 de Dezembro – Aspecto Genéricos

Estamos a terminar o mês de Maio; as declarações de IRS e IRC e do trimestre do IVA já devem ter sido entregues. Em anos anteriores, após estas entregas, passávamos a pensar na IES. Como este ano a IES não sofreu alterações, deveremos preocupar-nos com o SAF-T.

Não com o SAF-T que se entrega no e-factura, mas com o SAF-T de facturação e de contabilidade.

Estou convencido que se uma das medidas do Simplex + for implementada (a medida simplificar a IES) os Contabilistas Certificados vão passar a ter um novo tema a que deverão dedicar atenção. Com este propósito proponho reflectir e chamar a atenção para este assunto.

Hoje gostaria de falar em aspectos genéricos e proximamente abordar questões mais específicas.

Os programas de contabilidade e de facturação devem, eles próprios, ter capacidade para exportar um ficheiro com registos da base de dados que produzem, de acordo com a estrutura definida pela Portaria n.º 302/2016, de 2/12;

 

O ficheiro é gerado no formato XML.

 

O ficheiro é gerado para um determinado período (ano ou de Janeiro até ao mês X);

 

No ficheiro existem campos obrigatórios, não obrigatórios e de escolha alternativa. No entanto para os campos não obrigatórios, caso exista informação, a mesma deve ser exportada e constar do ficheiro;

 

O SAF-T da contabilidade deve ser único, mas para o SAFT de facturação é possível existir um para cada estabelecimento, se o sistema de facturação não estiver centralizado;

Recorda-se que a Portaria n.º 302/2016, de 2 de Dezembro, é composta por três Anexos. O primeiro Anexo com a nova estrutura de dados, entrará em vigor em Julho deste ano, mas o Anexo II e o Anexo III, com as “Taxionomias”, já estão em vigor desde um de Janeiro deste ano.

Isto significa que todos os Planos de Contas de 2017 têm de ter associado a cada conta um “Taxnomy Code” (Taxionomia). Finalizaria este primeiro apontamento com a seguinte pergunta: O seu Plano de Contas para 2017 já incorpora a Taxionomia?

 

 

 

 

 

 

Dr. Bruno Lagos – Licenciado em Organização e Gestão de Empresas; Mestre em Auditoria Contabilística; Nos últimos 25 anos técnico superior na Administração Fiscal Portuguesa.

 

 

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Tudo o que vai mudar no ficheiro SAF-T e como afeta a vossa empresa

No dia 1 de julho entra em vigor uma nova versão dos ficheiros SAF-T e neste artigo vamos explicar as principais mudanças e problemas decorrentes que todos queremos evitar.

A experiência recolhida ao longo dos anos pela Autoridade Tributária foi aumentando a compreensão e a necessidade de controlo da informação contabilística, o que levou a diferentes versões do ficheiro SAF-T.

Este ficheiro é a forma comum e legível encontrada para as empresas cumprirem os requisitos legais e fornecerem informação aos serviços de inspeção tributária, sem que para isso seja necessária uma especialização dos inspetores tributários em diferentes sistemas informáticos.

Principais alterações.

A nível de obrigação existe uma mudança fundamental, como consta na portaria de dezembro, para todos os sujeitos passivos de IRC que exerçam atividade comercial, industrial e/ou agrícola em território português.

Constitui uma mudança importante na medida em que a exigência do SAFT de contabilidade é agora obrigatório para todos os sujeitos passivos e não só para aqueles que executam a contabilidade recorrendo a meios informáticos, tornado assim obrigatória a adoção de programas informáticos para a execução da contabilidade na medida em que só desta forma se conseguirá exportar o ficheiro SAFT de contabilidade.

Consequências da alteração.

Caso não tenham a versão atualizada, podem incorrer em penalizações previstas na leis: coimas que podem variar entre 200€ e 10.000€.

Outra consequência passa pelo incorreto preenchimento automático dos anexos A e/ou I do IES, o que pode conduzir a auditorias tributárias a todas as operações da empresa.

Como ficar descansado – Sage e-Audytor

A Sage disponibilizou um validador que permite que qualquer pessoa verifique se o software da sua empresa possui a versão atualizada, evitando o desperdício de tempo em correções e dificuldades com as as autoridades tributárias.