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As empresas e Big Data: o desafio da interpretação

Uma das questões que as empresas colocam neste momento, envolve a utilização de Big Data. Apesar das empresas terem investido de forma substancial na aquisição de Big Data, as decisões tomadas não se tornaram mais corretas, nem mais inovadoras.

Tricia Wang, trabalha em etnografia relacionada com tecnologia, e recorda os antigos gregos na forma como se dirigiam ao Oráculo em busca de respostas, com a nossa presente obsessão para alcançar decisões corretas tendo por base a Big Data.

As questões humanas transformam-se mas não mudam completamente, continuamos a não querer errar nas decisões que tomamos, continuamos a desejar sentir segurança em relação às consequências das ações.

A fragilidade da Big Data.

Esta autora cita uma experiência pessoal,  enquanto trabalhou para o gigante da Nokia em 2009. Embora tivesse reunido informação de que mesmo nos mercados emergentes como o da China, a grande ambição a nível tecnológico para a maioria das pessoas, era adquiri um IPhone.

A Nokia terá ignorado o seus relatórios por não ter informação estatística que colaborasse as suas observações, o que se explica por a reunião de informação estar a ser realizada no sentido de otimizar o modelo de negócio existente e de a autora estar a relatar algo que ainda não tinha efeitos quantificáveis. Com este exemplo, Tricia Wang ilustra como muitas vezes as empresas descartam informação que não encaixa no contexto conhecido.

O comportamento humano, o grande desafio.

Os sistemas mais difíceis de quantificar relacionam-se com o comportamento humano. As condições ambientais mudam o  tempo todo, criando um ciclo inacabado. É comum as empresas terem a ilusão de que o acesso a Big Data lhes dá toda a informação. Para alem da informação recolhida o grande desafio será sempre interpretar os dados e harmonizar com informação qualitativa.

Temos uma crença quase inabalável em toda a informação quantificável mas pouca fé em dados qualitativos, ou thick data. Esta tendência é bastante perigosa para as organizações, por vezes cegas ao desconhecido e excessivamente confiantes, acabam por tomar decisões erradas.

O grande desafio passa por conseguir integrar dados qualitativos juntos dos quantitativos, pensar sobre o que falta nos modelos construídos. O Big Data é uma grande conquista para as empresas, agora segue-se uma segunda fase do desafio que passa por usar melhor estes instrumentos.

O software Sage X3 é adaptável à realidade de cada empresa e que pode incluir o Sage X3 Data Management and Analytics, que oferece aos utilizadores um hub para a gestão de informações a partir de todas as fontes e modelos de dados incorporados para a elaboração de relatórios e para que seja mais fácil a tarefa de interpretação dos dados reunidos.

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Implementar a inteligência artificial: alguns elementos a considerar

A implementação de tecnologia deve ter como objetivo satisfazer as necessidades da empresa, procurando uma melhoria na eficiência. As inovações tecnológicas implicam sempre um investimento financeiro avultado e antes de tomarem uma decisão devem ter em conta cinco pontos.

Para organizações que considerem o uso de Inteligência Artificial, faz sentido apostar também na tecnologia em Cloud para parte ou mesmo para alojar todos os elementos, a estratégia da empresa deve ser pensada como um todo quando abordamos temas ligados à inovação tecnológica.

Gerir riscos de segurança.

Quer na recolha de dados, seu armazenamento, acesso e a forma como os dados vão ser gerido pela I.A, deve ser sempre considerada a questão da segurança. Deve ser tido em conta desde o inicio de que forma pensam proteger os dados, os ataques e roubos de informação são cada vez mais eficientes e sofisticados.

Cumprir as obrigações legais.

Conhecer bem as questões legais associadas é muito importante, perceber como afetam o tratamento de dados e toda a gestão da I.A. Algumas empresas já dedicaram algum tempo a estas questões, desenvolvendo um código de ética que pode ser um exemplo para outras empresas.

Controlo de custos e retorno de investimento.

No investimento em I.A deve ter tido em conta o retorno de investimento. A estrutura comercial envolvida irá ter um impacto significativo tanto no controlo de custos, quer a nível de retorno de investimento.

Alinhamento de estratégias.

Devem ter em conta a atual estratégia de infraestrutura de Tecnologia de Informação, assim com a maturidade a nível de tratamento e analise de dados, no momento de decidirem sobre a aplicação de A.I. É uma área em que não faz sentido compartimentar demasiado, tudo o que está relacionado com IT deve ser visto de forma conjunta.

Modelo de negocio.

É necessário ter conta o modelo de negocio e adapta-lo se necessário, pensar até que ponto este será digital, o que irá resultar  numa estratégia de I.A híbrida.

Gerir a resistencia à implementação.

Assegurem-se de que a escolha por esta solução se baseia em dados racionais e não se baseia numa moda ou cultura empresarial da empresa ou dos investidores. Existem soluções adaptadas às necessidades de cada empresa como SageX3 capazes de acelerar toda a empresa, da aquisição até à produção, stock, vendas, assistência ao cliente e gestão financeira, proporcionando informações mais rápidas sobre os custos e o desempenho em cada etapa.

Importa saber se é realmente relevante para a vossa empresa a implementação da I.A e a partir desse ponto construir o melhor modelo para a sua implementação, ultrapassando a resistência que pode existir em parte dos colaboradores. É uma fase de transição, e com o devido acompanhamento em pouco tempo com o beneficio em eficiência e poupança de tempo, serão os principais defensores da mudança.

 

 

 

 

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Mulheres empreendedoras: mudar de vida, mudar o mundo

Para alguns profissionais a dada altura coloca-se a questão de seguir num mesmo caminho profissional, bem sucedido mas previsível ou embarcar numa aventura, numa mudança de carreira.

Existem estudos que demonstram claramente que mesmo que seja uma diferença cultural, as mulheres doam mais o seu tempo para voluntariado e são também mais generosas nas doações financeiras. Neste artigo vamos falar brevemente de mulheres que deixaram carreiras de sucesso para se dedicarem a trabalhar em organizações não governamentais, conduzidas por um espirito de missão.

Trabalhar numa Organização Não Governamental.

Wendy Foster tornou-se Ceo da Big Brothers Big Sister of Massachusetts, depois de uma carreira no mundo da edição. cedo se apercebeu que trabalhar numa ONG era batalhar de forma mais dura por recursos. A competição entre ONGs é elevada e os recursos mais escassos do que quando se procura financiamento para um projeto puramente comercial.

É uma grande oportunidade ao se competir por uma marca, evidenciando o impacto que ela tem na sociedade para conseguir atrair apoio. neste caso, uma organização que procurava fazer um trabalho de acompanhamento de jovens, através de mentores que os aconselhavam.

Recordar o motivo da mudança nos momentos difíceis.

Perante as dificuldades é fundamental não perder de vista os motivos que levaram a uma mudança de carreira, o desejo de ser parte de uma mudança no mundo e ter um impacto real na vida das comunidades. De certa forma procurar devolver á sociedade com gratidão, toda a boa sorte e sucesso.

Continuar a aplicar o conhecimento empresarial.

As diferenças entre uma ONG e uma empresa são pequenas, mas o envolvimento emocional leva que seja mais difícil manter um equilíbrio. É fundamental não deixar que o lado emocional ocupe todo o espaço, procurando aplicar a aprendizagem realizada ao longo da carreira e não esquecendo o papel da tecnologia no sucesso de qualquer empreendimento.

Gerir com apoio de software adaptado.

Na maioria dos casos uma ONG tem uma escala entre a pequena e média empresa, existindo alguns casos como a UNICEF em que são apenas comparáveis a grandes empresas. Como em qualquer empreendimento comercial é fundamental contar com o apoio da tecnologia para bem gerir.

Convêm lembrar que há uma equipa de colaboradores para gerir, faturação de produtos para angariar financiamento e outras tarefas, pelo que um software integrado pode ser a melhor opção.

 

 

 

 

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A exportação de vinho pela rota da seda: a China e os desafios da globalização

Os produtores de vinho encontraram uma nova opção de exportação na China, o mercado de vinho com crescimento mais acelerado do mundo. Nos últimos anos mudanças econômicas e sociais na China levaram à emergência de uma classe com apetência por produtos de luxo, no qual se insere o vinho.

A JF Hillebrand e o grupo InterRail associaram-se para experimentar o envio por comboio, uma experiência nova que levou 28 dias, atravessou 6 países, percorrendo mais de 11 400 Km. A poupança de 8 dias é importante em termos comerciais mas vários obstáculos se levantaram, nomeadamente o clima.

Desafios da exportação para locais distantes.

Foram vários os desafios na aventura de levar o vinho europeu pela antiga rota da seda até à China. O vinho é um produto sensível a variações climáticas e no percurso enfrentava alterações de temperatura, mesmo durante a Primavera as temperaturas variavam entre os 6ºC e os 35ºC . O vinho não deve aquecer ou arrefecer bruscamente, ou pode sofrer alterações e degradar-se.

Tecnologia ao serviço da proteção do produto.

Como aliado nesta aventura as empresas contavam com o contentor Vin Liner, que permite regular a temperatura e a húmidade no interior. Neste caso confirmou-se que as oscilações de temperatura oscilavam entre 9ºC e os 32ºC no interior do contentor.

Caso o envio fosse realizado durante o verão ou no inverno poderiam usar o Unit 45, outro tipo de contentor que permite controlar oscilações maiores mas que comporta um custo mais elevado.

Observou-se que a agitação causada por linhas de má qualidade entre o Casaquistão e a China, não afetaram o produto. As garrafas de vinho tinham sido bem acondicionadas e e foi possível preservar o vinho em toda a sua qualidade.

Para grandes aventuras e projetos de exportação há que contar com um software integrado que permita monitorizar as operações espalhadas por vários países, um software como o SageX3. Para uma gestão mais rápida, simples a nível financeiro, com um excelente controlo da cadeia de suprimentos e produção, e por apenas uma fração do custo.

 

 

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O que a tecnologia está a fazer pela gestão

Muitos foram os alarmes que soaram quando o advento da Inteligência Artificial (IA) chegou às empresas, especialmente quando falamos em tecnologias que podem substituir postos de trabalho. Empresas de todo o tipo terão que se adaptar aos novos tempos: o mundo administrativo é, agora, dominado pelas máquinas, o que traz ganhos de tempo e financeiros para os gestores.

Dentro deste tema, foram identificadas 5 práticas em que cada gestor de empresa se deve tornar pró:

  • Tarefas administrativas com IA. Gestores de empresas de todas as dimensões perdem mais de metade do seu tempo em tarefas administrativas e controlo de tarefas. Com a Inteligência Artificial, podem automatizar todos estes processos.
  • Foco nas decisões. Muitas são as decisões que requerem mais do que informação e dados recolhidos. Os gestores baseiam-se, também, nos seus conhecimentos prévios e experiência e numa reflexão ponderada sobre cada decisão e as suas implicações. As competências principais que mais vão precisar no futuro são: pensamento criativo, experimentação, análise de dados e respetiva interpretação, bem como o desenvolvimento de estratégias.
  • Tratar as máquinas como “colegas”. Se tomarem esta dica como princípio, vão evitar a resistência à mudança e à adaptação às novas máquinas. Enquanto as decisões tomadas por humanos não são automática, as máquinas podem dar assistência, suporte e dados que ofereçam uma base justificativa a essas decisões. A maioria dos gestores acredita, hoje, que a confiança nos conselhos dados pelos sistema de Inteligência Artificial irão contribuir para a tomada de melhores decisões no futuro.
  • Pensem como um designerTer pensamento criativo é vital: talvez seja das características mais importantes num gestor! Mas para quem tem bases de design é mais fácil trazer para cima da mesa soluções integradas, fazíveis e apelativas, pois incorporam este pensamento nas suas equipas e empresas.
  • Desenvolvam competências de networkingComo gestores, não devem desvalorizar as vossas competências sociais: explicar, colaborar e trabalhar em equipa vai ajudar-vos a destacarem-se num mundo onde a Inteligência Artificial domina as competências administrativas e analíticas. Muito embora possam servir-se da tecnologia para se manterem em contacto com parceiros, clientes e fornecedores, devem ser também capazes de ver o vosso negócio de outras perspetivas.

A Inteligência Artificial já demonstrou ser mais barata, eficiente e potencialmente mais imparcial nas suas ações do que o julgamento humano. Mas este não deve ser um cenário que vos preocupe: apenas significa que os vossos trabalhos vão mudar de foco, para funções que apenas os humanos podem realizar! Conheçam as novas soluções de gestão que vos podem ajudar a focarem-se no que realmente importa.