A navegar na categoria

Gestão de Empresas

Gestão de Empresas Sage Enterprise Management

Identificar quais os fatores que prejudicam um negócio

Ver um projeto fracassar pode ser muito frustrante e nem sempre é fácil perceber o que falhou. É essencial conseguir fazer um diagnóstico correto e neste artigo, vamos ver algumas das causas mais comuns na origem de um projeto fracassado.

Fatores externos.

Nem sempre é possível prever todas as adversidades numa estratégia de negócios, mas é um importante ter planos alternativos. Imaginar os piores cenários e pensar em estratégias que possam ser utilizadas para os mitigar é algo recomendável.

Em casos extremos pode ser necessário mudar o modelo de negócio da empresa. Tenham em mente que é necessário ter uma estratégia flexível e prever alternativas.

Falta de consenso na equipa.

Apesar de se definir uma estratégia clara para a empresa, nem sempre a equipa está sintonia. Falta de comunicação entre setores, ou por não existir o envolvimento necessário dos colaboradores, geraram desentendimentos e uma má aplicação da estratégia.

Estratégia inadequada.

A estratégia é selecionada por instinto, não tendo por base dados suficientes. Devem recolher o máximo de informação possível, e se necessário procurem conselho junto de pessoas qualificadas.

Recursos Humanos.

Todos os projetos devem necessitam de recursos humanos adequados para a sua correta implementação. Profissionais insuficientemente preparados, ou em inúmero insuficiente impedem a aplicação correta do modelo de negócio.

Definir claramente tarefas permite ter uma noção do desenvolvimento do trabalho e atribuir responsabilidade pela sua execução.

O potencial de um software de ERP.

Um software em Enterprise Management permite acompanhar a evolução das tarefas, permitindo uma visão abrangente de todos os setores e uma tomada de decisão informada. A Sage tem várias soluções de ERP adaptadas às diferentes necessidades das empresas, consulte todas as opções aqui.

 

 

Gestão de Empresas Sage Enterprise Management

O que torna a humanidade inimitável? A Inteligência Artificial em discussão

A Inteligência Artificial (I.A.) está cada vez mais presente nas nossas vidas. Cresce o número de áreas em que o trabalho está a ser transformado por esta inovação.

As tarefas relacionadas com análise de dados e operações de retalho foram as primeiras a serem tratadas deste modo e pensa-se que, em breve, ela abrangerá também a condução automóvel.

O fim do trabalho?

A principal preocupação quando se fala de I.A. é o desaparecimento de postos de trabalho e profissões existentes. Analistas tentam prever quais os trabalhos que irão permanecer com atividade humana e quais os que serão tomados pela I.A.

A experiência de vida de um investigador de I.A.

O investigador Kai-Fu Lee é uma das figuras mais importantes no desenvolvimento da I.A. e, numa conferência recente sobre este tema, partilhou a sua rotina de trabalho de 12 horas diárias, 6 dias por semana. A sua motivação era conseguir reduzir os trabalhos rotineiros, deixando espaço para as tarefas mais criativas. Ou seja, inovar de forma cada vez mais rápida com vista a um futuro melhor.

Para muitos empreendedores, o trabalho é algo que ocupa quase todo o seu tempo e a ideia de terem menos trabalho, ou serem substituídos pela inteligência artificial, é profundamente perturbadora.

Mudar de perspetiva.

O mesmo investigador contou nesta conferência como a sua perspetiva mudou com a descoberta de que estava doente. Padecia de linfoma e teria apenas alguns meses de vida. Perante a morte, apercebeu-se que, à beira do fim da vida, ninguém lamenta não ter trabalhado mais.

Kai-Fu Lee entrou em remissão da doença e esta experiência levou-o a pensar sobre a importância de criarmos trabalhos em que as nossas características humanas sejam plenamente aproveitadas. O amor e a compaixão são funções que não podem ser realizadas pela I.A.

Trabalhos com amor e compaixão.

Trabalhos em áreas de cuidados de saúde, ensino, assistência social e outras dependem fortemente de características, como por exemplo a empatia, que a I.A. não consegue reproduzir. Mas também todas as tarefas mais complexas que assentam na criatividade, sejam artísticas ou de gestão estratégica, não poderão também ser substituídas.

Adeus tarefas repetitivas.

Neste momento, muitas tarefas mais repetitivas já foram substituídas graças a softwares de ERP. Para responder aos desafios do futuro, é necessário que as empresas se reinventem constantemente, explorem todo o potencial que lhes é oferecido pela tecnologia, descobrindo novas possibilidades para produtos e serviços.

Sage Enterprise Management oferece soluções adaptadas a cada empresa, para que ganhem tempo para os vossos negócios. Sem esquecer a importância da vida privada, com tempo para a família e para o desenvolvimento pessoal.

 

 

 

 

 

 

Gestão de Empresas Sage Enterprise Management

Lidar com situações de crise: as estratégias de 4 empresas

Recentemente, o Facebook viveu aquele que foi talvez o maior escândalo desde a criação da empresa. Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, foi chamado a prestar declarações perante o Congresso dos Estados Unidos.

Todo este incidente com a Cambridge Analytica levantou questões, tanto ao nível da segurança de dados pessoais dos utilizadores das redes sociais, quanto sobre a forma como a empresa lidou com a situação.

Uma resposta lenta.

O CEO do Facebook levou cinco dias a fazer uma declaração, dando uma imagem distante e nada esclarecedora. Em crises desta magnitude, a visibilidade de um CEO é fundamental. Uma declaração curta, reconhecendo a existência de um problema, teria sido o suficiente num momento inicial.

Embora um cenário desta magnitude fosse difícil de imaginar, a verdade é que as empresas devem ter planos de emergência, pois só isso permite dar uma reposta mais célere. Neste artigo, vamos analisar o comportamento de quatro grandes empresas perante momentos de crise e o que podemos aprender com elas.

A BP e o derrame no Golfo do México.

A 20 de abril de 2010, a plataforma Deepwater Horizon, pertencente à BP, explodiu no Golfo do México. Este acidente causou 11 vítimas mortais e foi o maior desastre ambiental resultante de um derrame de petróleo. Algumas semanas depois do acidente, o CEO da empresa lamentou-se publicamente, afirmando, de forma egoísta, que desejava ter de volta a sua vida anterior. As reações negativas foram imediatas e o CEO teve de se desculpar pela insensibilidade da sua declaração. Passados alguns meses, deixou a empresa.

Apesar deste facto, a BP demonstrou, ao longo de todo o incidente, uma atitude de assunção de responsabilidades pela tragédia ambiental e assumiu as tarefas de limpeza e os encargos de compensação dos afetados. Após o incidente, a empresa voltou ao seu perfil de comunicação discreto, focando-se no sucesso das suas operações e resultados financeiros, conseguindo retirar o foco da condenação por “conduta irresponsável e negligente”.

A United Airlines e o passageiro expulso.

Em abril de 2016, um passageiro de 69 anos foi literalmente arrastado para fora de um avião da United Airlines. Uma situação de overbooking e o subsequente protesto do passageiro levaram à sua expulsão do avião. O vídeo realizado por outro passageiro tornou-se viral nas redes sociais, com milhares de partilhas e comentários negativos.

A companhia aérea e o seu CEO não pediram desculpas ao passageiro logo que o vídeo foi divulgado. Limitaram-se a lamentar de forma vaga o incidente, sem assumirem a responsabilidade pela forma como lidaram com a situação.

A Uber e o ano negro de 2017.

O ano de 2017 foi especialmente acidentado para a Uber. Escândalos de sexismo no seio da empresa e insultos do CEO a um dos seus motoristas, foram apenas alguns dos muitos momentos negros no decorrer do ano passado.

Um dos aspetos mais surpreendentes, ou intrigantes, destes incidentes é a empresa não parecer especialmente afetada por eles. A verdade é que continuam a oferecer um produto altamente competitivo e as polémicas, aparentemente, não afetaram de forma significativa o seu sucesso.

É possível que exista um paralelo entre a Uber e o Facebook. Quando se oferece um serviço único, a empresa fica menos vulnerável quando exposta a situações polémicas.

Um software de Enterprise Management.

Não é possível prever tudo o que acontece, mas controlar os processos internos da empresa permite diminuir problemas inesperados e dar respostas eficazes.

O software de ERP Sage permite acompanhar as vossas empresas numa visão de 360°, integrando os processos empresarias, desde as compras às vendas, assistência ao cliente e gestão financeira, numa única solução coesa. Evitem surpresas desagradáveis, conheçam bem as vossas empresas e tenham um plano de contingência sempre preparado.

 

 

 

Gestão de Empresas Sage Enterprise Management

Ser um líder exemplar: cinco pontos a ter em conta

Ser um bom líder significa manter uma postura ética inatacável, estando à altura dos desafios que surgem. No artigo de hoje, vamos ver alguns dos pontos mais importantes para se tornarem exemplos de liderança.

Conhecer bem a equipa.

Importa conseguir ter um relacionamento equilibrado com toda a equipa, atendendo às diferenças de personalidade de cada elemento. Um colaborador tem características únicas e é importante que as críticas e os elogios sejam transmitidos de forma adequada ao seu perfil.

Coerência.

Um líder deve ser um exemplo de coerência entre as suas ações e o seu discurso. Apenas desta forma será possível ter a autoridade moral para exigir a mesma postura aos seus funcionários.

Partilhar conhecimento.

A partilha de informação relevante com os colaboradores transmite um sinal de segurança. Tentem criar um canal de comunicação sempre aberto a sugestões, troca de ideias e esclarecimento de dúvidas.

Em períodos de mudança, no seio das empresas surgem muitas vezes rumores que afetam um bom ambiente de trabalho. Devem por isso manter abertura para dissipar dúvidas e, sempre que necessário, partilhar informações que venham tranquilizar as equipas.

Investir na formação.

O desenvolvimento profissional da equipa é fundamental para a sua motivação. Um líder deve apostar na formação e acompanhar o progresso de novas competências dos colaboradores. É essencial que as empresas tentem reter os maiores talentos das suas equipas e, para tanto, a oferta de uma formação de qualidade é um fator relevante.

Os colaboradores sentem-se apreciados e, ao mesmo tempo, registam e valorizam o investimento que a empresa está a fazer no seu desenvolvimento profissional.

Um software de Enterprise Management.

Um ERP permite uma visão global da empresa através de relatórios sobre as várias áreas e correlacionando dados importantes.

Em conclusão:

A falta de tempo e a pressão levam a que alguns empreendedores esqueçam um ponto essencial: a boa liderança e a motivação são fundamentais para o sucesso de qualquer empresa e não devem ser colocadas em segundo plano.

 

 

Gestão de Empresas Sage Enterprise Management

Efeitos da Internacionalização nas empresas Portuguesas

A internacionalização tem efeitos importantes nas empresas funcionando como uma alavanca fundamental para o seu crescimento.

Perante um período de contração do mercado interno, a internacionalização surgiu como uma alternativa com vista a assegurar o desejável crescimento.

Motivos para apostarem na internacionalização.

Um inquérito realizado pela Câmara do Comércio e Industria, indica que quase metade dos inquiridos procurou a internacionalização como um complemento à sua atividade no mercado interno.

30% das empresas admitem terem apostado na internacionalização no seguimento de um contexto de saturação e declínio no mercado nacional. Cerca de 20% das empresas afirmam ter procurado compensar quebras elevadas no mercado interno.

Internacionalização: caminho para o crescimento.

Em 25% dos casos, as atividades de internacionalização representam cerca de 80% do volume de negócios, o que significa que estas empresas não estão expostas a alterações no mercado nacional, dando ao mesmo tempo um forte impulso ao equilíbrio da balança comercial nacional.

A maturação da internacionalização.

O tempo já decorrido desde que as empresas iniciaram os seus processos de internacionalização traz alterações e tem reflexos na performance das empresas.

Nota-se que as empresas mais expostas aos mercados estrangeiros passam por um processo de consolidação, de ganho de novos mercados de forma progressiva e que a relação com clientes chave se vai consolidando.

As empresas inquiridas, nas quais as atividades de internacionalização atingem cerca de 80% do volume de negócios, iniciaram este processo há 20 anos. Enquanto as empresas em que a internacionalização representa menos de 10% começaram este percurso há menos de um ano.

Expansão para novos mercados.

A expansão para novos mercados aparece sempre associada a uma melhoria dos resultados. As empresas presentes em mais de 5 mercados têm o seu core business na exportação.

Um software preparado para a Internacionalização.

Avançar para os mercados externos significa preparar a empresa com um ERP que consiga suportar o crescimento do negócio à escala global. As soluções de Sage Enterprise Management permitem a colaboração entre diferentes divisões da empresa, em várias línguas e respeitando as legislações em cada país.