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Gestão de Empresas

Gestão de Empresas Sage Enterprise Management

4 desafios que as empresas devem enfrentar quando começam a crescer

À medida que as empresas crescem, surgem novos desafios que têm de ser ultrapassados. Alcançar o crescimento e conseguir manter o equilíbrio da estrutura é fundamental.

A expansão da empresa permite todo o tipo de novas oportunidades, tanto para o negócio, como para os colaboradores. Neste artigo, vamos ver algumas sugestões para ultrapassarem os desafios.

Necessidades a nível de Recursos Humanos

É essencial não sobrecarregar a equipa com trabalho, procurando encontrar reforços adequados às necessidades da empresa. Um aumento do número de funcionários implica uma melhor organização administrativa, para que não existam falhas.

Diferentes necessidades dos consumidores

O crescimento traz, de forma inevitável, um leque mais variado de clientes, cada um com as suas necessidades e expectativas particulares. Devem analisar constantemente a informação disponível, de forma a identificar corretamente estas necessidades. Uma boa comunicação possibilita uma melhor relação entre clientes e empresa.

Um software de gestão

Um software de ERP facilita o acompanhamento de todos os processos da empresa que, com o crescimento, se tornam cada vez mais complexos. Uma das soluções de ERP Sage permite maximizar a eficiência da empresa, para que exista uma visão de 360°.

Enfrentar a competição

É normal que o crescimento origine novos competidores. É importante acompanhar os passos das empresas que lutam pelo mesmo espaço, desenvolvendo estratégias que permitam manter clientes e, simultaneamente, angariar novos.

Em conclusão:

De todos os pontos referidos, é provável que o mais importante seja a salvaguarda da cultura da empresa. É essencial que a organização mantenha vivo aquilo que a torna especial e partilhe esses valores com colaboradores e clientes.

 

 

 

 

 

 

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Liderança: aprenda a tomar decisões de forma mais eficaz

Fazer escolhas faz parte de ser adulto, mas nem sempre é fácil tomar decisões que afetam os outros. Ocupar uma posição de liderança implica aprender a lidar com sentimentos de culpa ou de generosidade, que surgem no decorrer da tomada de decisão.

Um novo estudo da Universidade de Ohio sugere uma abordagem que permitirá minimizar sentimentos negativos associados à tomada de decisão.

Um quadro mental favorável à tomada de decisão

De acordo com um estudo levado a cabo pelo investigador Paul Stillman, existe geralmente um conflito entre o que parece ser a melhor decisão e a decisão que mais nos favorece. A melhor decisão é aquela que contempla um quadro lato de informação, com um resultado que beneficia os envolvidos.

No estudo, envolvendo 100 alunos, foi pedido que tomassem decisões tendo por base dois quadros diferenciados. Numa das experiências, solicitou-se aos alunos que tomassem decisões baseadas em dados mais imediatos e, numa segunda experiência, foi-lhes pedido que decidissem tendo em conta uma visão global. Deveriam procurar formas de aumentar um investimento e de o dividir de forma equilibrada pelo grupo.

As decisões que visavam o bem-estar comum, num quadro geral, também eram as que beneficiavam mais o decisor.

Passar da experiência à aplicação nas empresas

O passo seguinte é: como implementar esta forma de tomar decisões dentro de uma empresa? Quase sempre as escolhas são feitas com pouco tempo e escassez de dados.

Contar com um software de ERP também pode ajudar na tomada de decisão. O acesso a relatórios de gestão permite obter dados atualizados constantemente. Sage ERP tem várias opções adaptadas às diferentes dimensões das empresas.

É necessário criar algum distanciamento em relação ao problema, como se fosse algo que se observa ao longe. Quanto maior o afastamento, mais fácil será a tomada de decisão, conseguido uma opção equilibrada que beneficie todos os envolvidos (incluindo o próprio). Uma das formas de criar este espaço é imaginar que se trata de um problema de outra pessoa, sobre o qual nos foi pedido conselho.

Em conclusão:

Tomar decisões de forma equilibrada permite diminuir a ansiedade associada à tarefa decisória. Melhore a sua liderança, decida com uma postura de distanciamento e tendo por base dados quantitativos fornecidos por um software de confiança.

 

 

 

 

 

 

 

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Levi’s Strauss: uma nova estratégia – segunda parte

No artigo de hoje, acompanhamos a nova estratégia em cinco partes que permitiu à empresa Levi’s Strauss recuperar de um momento de crise.

O novo CEO estabeleceu a necessidade de identificar e reforçar o Core Business, expandir o negócio, apostar nas vendas online, aumentar a eficiência nas operações e investir na inovação.

Core business

 Um dos pontos mais importantes passa por reconhecer qual é o core business. No caso da Levi’s Strauss, os artigos mais vendidos são as jeans masculinas. Identificar os pontos principais de vendas (cadeias como Sears, Macy’s) e os mercados de exportação.

Mesmo que não exista espaço para um grande crescimento, é essencial que esta parte do negócio se mantenha saudável.

Expandir o negócio

Identificar as áreas mais fracas e concretizar uma estratégia de expansão. No caso desta marca, as vendas de roupa feminina tinham valores baixos. Em países como o Brasil, Rússia ou Índia, a oportunidade de expansão era óbvia.

Aumentar vendas online

Outra das aprendizagens realizadas baseia-se na necessidade de liderar nas vendas online. A capacidade de controlar a apresentação dos produtos, quer nas lojas físicas próprias, quer online, tem um efeito muito positivo no aumento das vendas.

Por esse motivo, é fundamental ter a capacidade de captar os consumidores, oferecendo a melhor experiência online possível.

Excelência operacional

É extremamente importante que a nível operacional todos os processos estejam apurados. Um software de ERP da Sage permite um controle das operações e uma visão de 360° da empresa.

Investir na inovação

Por último, continuar a apostar na inovação. Desde 2013, os maiores sucessos foram gerados graças ao Laboratório de Inovação. A linha feminina, pensada para ser mais confortável, numa época em que a roupa desportiva ganhou espaço, foi uma das inovações mais bem-sucedidas.

Passado e Futuro

Deve existir sempre um equilíbrio entre passado e futuro quando se trata de uma marca com uma história tão relevante. Este caso destaca-se como exemplo para outras empresas, que se encontram num momento de estagnação e declínio. É sempre possível alterar a situação, basta uma análise aprofundada e um pensamento crítico sobre os problemas a resolver.

Leia a primeira parte do artigo aqui.

 

 

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Levi’s Strauss: como uma empresa icónica recuperou de uma crise profunda

Poucas marcas de roupa conseguem ser tão icónicas como a Levi’s Strauss, uma empresa histórica que, em 1870, alcançou um enorme sucesso. A patente das calças de ganga reforçadas com tachas metálicas tornou-se a roupa de trabalho por excelência pela sua elevada resistência.

Apesar deste passado glorioso, entre 2001 e 2010 a empresa passou por dificuldades, com faturação extremamente irregular. Um novo CEO foi contratado com a complicada missão de recuperar a empresa.

Problemas estratégicos

A maioria dos diretores não estavam a trabalhar em conjunto, seguindo uma estratégia comum. Não existia uma estratégia transversal aos vários departamentos da empresa, nem havia a consciência de que se passava por um momento difícil. A ausência de uma cultura de disciplina financeira prejudicava profundamente a empresa.

Conhecer o consumidor

O novo CEO, com um passado numa grande empresa, a Procter & Gamble, procurou interagir novamente com os consumidores, tentando perceber como as mudanças podiam ter afetado a relação com o produto. Esta abordagem, mesmo gerando dados essencialmente qualitativos, foi extremamente útil.

Foi na sequência destes encontros que uma consumidora lhe disse a frase: “You wear other jeans, but you live in Levi’s.” Um resumo perfeito da essência da marca.

Nova estratégia em cinco partes

Era claro para o novo CEO que a empresa necessitava de uma nova estratégia. Foi delineada uma abordagem tendo por base cinco partes. Identificar e reforçar o Core Business, expandir o negócio, apostar nas vendas online, aumentar a eficiência nas operações (nomeadamente com um software de ERP) e investir na inovação.

Não deixe de ler a segunda parte deste artigo, onde vamos analisar estes cinco pontos da estratégia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Amazon: protestos e críticas

No passado dia 16 de julho, os trabalhadores da Amazon na Europa estiveram em greve protestando contra as más condições de trabalho que enfrentam há anos. A diferença a assinalar neste protesto é o facto de ter reunido trabalhadores da empresa em vários locais diferentes, e como também consumidores.

 A data escolhida também é emblemática: 16 de julho é o chamado Prime Day, por ser um dos dias com maior número de encomendas. Este protesto reuniu trabalhadores em Espanha, Itália, França, Inglaterra, Alemanha e Polónia.

Principais críticas

 Horários longos, condições de trabalho duras e pressão elevada nos períodos críticos de maiores vendas. Turnos extenuantes, sem as devidas compensações, em claro incumprimento da legislação laboral.

Nos Estados Unidos, as críticas incluem temperaturas muito elevadas nos locais de trabalho, tempo não remunerado passado em revistas de segurança e impedimento de fazerem pausas para necessidades básicas.

Alguns dos exemplos mais chocantes acontecem em França, onde os trabalhadores são obrigados a cumprir prazos para processamento de encomendas que não lhes permitem pausas para se deslocarem à casa de banho ou, em caso de doença/gravidez, receberem penalizações mesmo quando justificam as faltas.

A importância das Redes Sociais

O protesto cresceu e divulgou-se em grande parte nas redes sociais, reunindo o apoio de jornalistas e de diversas páginas com a hashtag #AmazonStrike. Os apelos a um boicote incluíram o serviço de streaming da plataforma Twitch.

Um CEO no centro das críticas

No centro de todas as críticas está o CEO da Amazon, Jeff Bezos. A Amazon está ligada a vários escândalos relacionados com a forma como lida com a concorrência, fuga a impostos e desrespeito pelos seus trabalhadores.

A verdade é que a Amazon promove ações de filantropia, mas o comportamento da empresa parece demonstrar que as preocupações sociais e éticas não se aplicam às corporações. Os colaboradores não são mais do que peças na engrenagem tecnológica.

Um futuro diferente, inovação e ética

A Sage considera fundamental para o equilíbrio da sociedade que as empresas invistam na constante inovação, sem esquecer a importância de uma postura ética. Os produtos de ERP Sage permitem um acompanhamento da evolução de todos os processos da empresa, para que seja mais simples tomar as decisões certas.

Não existem números concretos sobre as perdas da Amazon com a greve/boicote, a que se somou uma série de problemas técnicos nas primeiras horas do Prime Day. Estima-se que tenha perdido cerca de 90 milhões de euros, embora a empresa se tenha recusado a admitir qualquer estimativa.