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Gestão de Pessoas

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Como os Recursos Humanos podem aumentar a produtividade do vosso negócio

Segundo do estudo da Sage, “Why your workforce is not working”, realizado em 2017, a maior parte dos ambientes de trabalho têm um problema de produtividade. A boa notícia é que uma experiência de trabalho positiva impacta e otimiza a produtividade, de acordo com 78% dos inquiridos, percentagem que sobe para 92%, nas gerações mais jovens.

O estudo inquiriu 3 500 trabalhadores nos EUA, Canadá e RU, de empresas de todas as dimensões, e mais de 33% admitiu que eram produtivos menos do que 30 horas por semana. 66% dos colaboradores também concederam estar apenas parcialmente ou nada envolvidos no trabalho que desenvolvem. O problema da motivação e também da produtividade pede a vossa atenção.

Infelizmente, 50% dos colaboradores admitem que nunca foram consultados sobre melhorias que beneficiariam o seu ambiente de trabalho. Enquanto os empresários imaginam que zonas de jogos no escritório são importantes para os colaboradores, os mesmos indicam a flexibilidade e demonstração de apreço como essenciais para um bom ambiente de trabalho (66%). Para isso, as empresas devem tornar-se em empresas de Pessoas, que reconheçam o valor dos seus colaboradores e ambicionem oferecer a melhor experiência de trabalho possível.

Recursos Humanos (RH) estão na posição ideal para implementarem as melhores mudanças. Atualizem a vossa solução de gestão de capital humana, para uma das opções Sage. Calendarizem formações, com monitorização de frequência, giram os vossos colaboradores independentes de forma tão organizada como os dependentes, e honrem as necessidades de cada um com um histórico de colaboradores.

Grande parte dos inquiridos gostariam de os departamentos de RH melhorassem a comunicação entre os colaboradores e as equipas de liderança. A ponte entre os dois apenas pode ser feita se os RH reconhecerem por inteiro as necessidades de cada lado. Ouçam o feedback e os dados valiosos que os vossos colaboradores vos oferecem para fazerem decisões informadas. Assim, podem manter os sistemas de RH flexíveis para se adaptarem a novas formas de trabalho. Está nas vossas mãos melhorar o ambiente de trabalho do vosso negócio!

 

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Como gerir uma equipa passivo-agressiva

Há dias de trabalho que antecipamos que sejam calmos mas nos surpreendem. A vossa equipa deveria ser apresentar resultados, como acordado, mas não estão a responsabilizar-se pelo projeto. As suas ações não coincidem com o seu discurso, ou seja, a descrição clássica de comportamento passivo-agresssivo.

Estejam atentos às seguintes atitudes: sabotagem dos esforços do outro; procrastinação; entrega de trabalho medíocre; desvalorização de urgência do trabalho; falta de compromisso; queixas ou distribuição não fundamentada de culpa.

Lidar com este tipo de equipas é desafiante. Este tipo de situações exigem um tratamento direto e aqui temos algumas ações a tomar.

  1. Olhem-se no espelho

Deem um passo atrás para compreender e analisem o vosso comportamento, como gestores. Comecem com um momento de introspeção. Analisem como podem ter contribuído para o comportamento negativo da vossa equipa.

  1. Criem um ambiente seguro

Quando as pessoas sentem que não podem expressar os seus sentimentos e pensamentos, tendem a conter emoções – impactando as suas ações ou inações. Garantam um ambiente de trabalho seguro, em que os vossos colaboradores se sintam confortáveis.

  1. Ouçam os vossos colaboradores

A passivo-agressividade pode nascer em colaboradores que não sejam consultados. Comunicação direta com a vossa equipa deve dar-vos uma noção clara daquilo que contribuiu para a vossa situação. Não devemos esquecer que sentir que a sua própria voz é ouvida contribui para um compromisso maior.

  1. Comuniquem o porquê, além do quê

Normalmente, a comunicação de objetivos nunca falha. No entanto, nem todos os gestores comunicam bem as razões por detrás de projetos. A realidade é que, quando os colaboradores reconhecem as razões por que um plano é importante, conseguem investir-se de corpo e alma.

  1. Giram expetativas

Disparidade de expetativas pode também ser causa de passivo-agressividade. Quando a informação não flui corretamente e as expetativas não são bem delineadas para cada colaborador, torna-se difícil de atingir um objetivo desfocado. Criem um ambiente em que se possa sempre clarificar e negociar expetativas de trabalho.

  1. Giram comportamento negativo

Comportamento passivo-agressivo pode acontecer tanto ao nível de equipa, como individualmente. Este tipo de atitude tem de ser apontada e, os autores, responsabilizados. Os gestores não podem ceder à passividade, pois têm que impor consequências caso as expetativas não sejam cumpridas.

  1. Fomentem a comunicação

A melhor forma de estarem informados sobre problemas e situações relativas à vossa equipa é manter todos os canais de comunicação abertos e manter relações próximas. Acompanhem de perto o trabalho e as relações, para resolverem situações assim que surjam.

  1. Não participem neste tipo de comportamento

Gestores podem espelhar o comportamento das suas próprias equipas, com os mesmos padrões negativos. Mantenham uma atitude aberta e comportamentos construtivos.

Propiciem a produtividade e colaboração das vossas equipas de trabalho, com uma solução Sage Gestão e beneficiem de um desconto de 30% na compra, até 6 de dezembro. Ajudará o serviço ao cliente e permitirá aos vossos colaboradores dar sempre o seu melhor. Ganhem tempo para promover um ambiente de trabalho saudável que alimente a estrutura da vossa equipa!

 

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Impacto das propostas do Orçamento do Estado nas empresas

O Orçamento do Estado para o ano de 2019 está a ser discutido e é já no dia 29 de novembro que acontecerá a votação final. Para empresários e empreendedores, as alterações mais interessantes passam pelos incentivos propostos ao investimento no interior do país, além do fim da entrega não opcional do PEC e alterações nos escalões de derrama estatual.

Abandono da obrigatoriedade de entrega do Pagamento Especial por Conta

O novo orçamento prevê a substituição da entrega do Pagamento Especial por Conta (PEC) por um conjunto de outros instrumentos, de forma a manter o cumprimento de obrigações fiscais. A dispensa deste pagamento antecipado exige um pedido à Autoridade Tributária e Aduaneira, até ao final do terceiro mês do respetivo período de tributação. Assim, pode assegurar a sua dispensa de entrega deste documento durante três anos de tributação.

Fim das isenções para energias renováveis pode estar a chegar

A discussão sobre a extensão da Contribuição Extraordinária sobre o Setor Energético (CESE) assenta na proposta do fim da isenção deste imposto. Está ainda a ser debatido a redução do IVA para a potência contratada e o abatimento no défice tarifário, “através das contribuições das empresas para o fundo da sustentabilidade do sistema energético”.

Incentivos ao investimento no interior

Após a comunicação, neste verão, da criação de um fundo de apoio ao investimento no interior, no âmbito do Portugal 2020, o Governo pretende potenciar os benefícios fiscais para os investimentos nesta área do país. Portanto, somando aos 1 700 milhões de euros em incentivos do Portugal 2020, junta-se uma majoração de 20% à dedução máxima de impostos. Foi ainda aprovado o Programa de Valorização do Interior, que trará medidas como um abatimento do IRS em função dos empregos estabelecidos com conexão e territórios do interior.

Alterações nos escalões da derrama estadual

Uma das propostas do Orçamento do Estado implica uma estratificação do escalão intermédio para a derrama estadual. Além de alterações na abrangência entre o primeiro e o segundo escalões, é introduzido mais um escalão, cuja taxa de 7% passará a ser cobrada a lucros tributáveis entre 20 e 35 milhões de euros.

Aumento de impostos sobre carros das empresas

As viaturas de custo inferior a 25 mil euros, as mais populares juntos das pequenas e médias empresas, ganham uma taxa de tributação autónoma de 15%, uma subida de 5%, face ao ano anterior.

 

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Como combater a desmotivação da equipa

Todos os lideres passam pela situação de se depararem com elementos da sua equipa desmotivados e pouco produtivos. É natural que a primeira reação seja de impaciência e incompreensão para com esses elementos, mas esse sentimento é contra produtivo e não irá alterar a situação.

Há que encarar a situação e tentar perceber porque motivo estes elementos da equipa perderam a motivação. O ser humano naturalmente deseja sentir-se motivado e encontrar um propósito em tudo o que faz.

O cérebro humano.

O nosso cérebro tem o chamado seeking system, que origina a curiosidade, a vontade de descobrir novos temas e experimentar outras tarefas. Seguir este impulso liberta dopamina, um neurotransmissor associado à motivação e ao prazer.

Experimentar, explorar, aprender coisas novas faz parte da nossa natureza e devia fazer parte do trabalho que executamos no dia a dia. Na verdade, a maior parte do trabalho que realizamos está associado à repetição, e em muitas organizações devido ao desejo de controlar todos os processos, a experimentação é inibida.

Encorajar a autoexpressão.

A maioria das pessoas quer inserir no seu trabalho aquilo que está intimamente relacionado consigo. Se conseguirmos detetar os pontos fortes do cada colaborador e permitir que explore essas áreas, o resultado será um enriquecimento do seu trabalho com um contributo pessoal.

Os colaboradores desejam ser reconhecidos pelas suas capacidades únicas, pelo contributo que trazem à empresa, e quanto mais a liderança e recursos humanos conseguirem reforçar este elemento, maior será a motivação da equipa.

Em algumas empresas, os colaboradores são encorajados a escrever a sua própria descrição das suas funções. Dando enfâse aos aspetos para os quais mais contribuem.

Incentivar a experimentação.

Uma outra forma de motivar os colaboradores passa por criar um espaço livre para experimentação criativa junto da equipa. Momentos de descontração e de partilha de criatividade, mesmo em tom de brincadeira, ajudam a diminuir o stress e aumentam a capacidade de inovar.

Experimentar e testar, sem receio de uma avaliação permite a conquista de novas competências de uma forma muito eficaz. As empresas ganham agilidade quando os seus membros são incentivados a pensar de forma criativa, a tentarem novas abordagens para os problemas e a receberem feedback da organização.

A sensação de propósito.

As sensações de utilidade, ao serviço de uma causa ou do progresso da empresa, transmitem uma sensação de motivação que não deve ser ignorada. Saber que o trabalho que se realiza ajuda a melhorar a vida de outras pessoas, gera uma sensação muito positiva.

A Microsoft encoraja os seus colaboradores a passarem tempo com clientes. Percebem não só como os seus produtos podem ser melhorados, mas também como transformam a vida destas pessoas, facilitando o seu trabalho.

Acompanhar as equipas com o auxilio de um software de RH.

Para terem uma visão global da equipa, nada melhor que contar com um software Sage de Recursos Humanos que facilite a gestão dos colaboradores. Dados sobre contratações, férias, ausências e desempenho reunidas em software com três opções adaptadas às necessidades das empresas: Sage PessoalPlus, Sage 100cloud Recursos Humanos e Sage X3 People. Escolha a opção ideal para sua empresa!

 

 

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Os riscos de desvalorizar a importância dos Recursos Humanos

A entrada da geração millennial no mercado de trabalho, obrigou as empresas a reavaliarem a forma como devem cuidar dos seus colaboradores.

As empresas começaram a optar pela expressão “Gestão de Talentos” substituindo a expressão “Recursos Humanos”, sem compreenderem que as funções de RH continuam a ser necessárias para o sucesso das empresas.

RH – uma área de conhecimento essencial.

Os empresários por vezes não reconhecem a importância de ter um departamento na área de Recursos Humanos. A legislação laboral é bastante extensa e implica um conhecimento aprofundado para que não se cometam erros, e a empresa não incorra em penalizações.

Um departamento de Recursos Humanos também faz um acompanhamento da equipa, monitorizando o seu desenvolvimento. Adequando as oportunidades de formação às necessidades, analisando a adequação ao posto de trabalho, pensando conjuntamente as opções futuras.

São processos multifacetados e quando bem conduzidos levam a uma maior satisfação e a uma consequente retenção dos colaboradores. Para tal é necessário conseguir reunir e analisar a informação relativa aos colaboradores.

Analisar a informação reunida.

Um software de RH permite reunir toda a informação sobre férias, dias de compensação, bónus, toda a informação com um impacto nos pagamentos e na produtividade.

O software Sage de Recursos Humanos, permite fazer este acompanhamento e reduzir os custos de forma significativa, identificando onde pode existir poupança, e as áreas em que é necessário um reforço de pessoal.

Contratar pessoas para o lugar certo, envolve o gasto de recursos em ações de recrutamento e em formação inicial. A produtividade de um novo colaboradores é sempre um pouco mais baixa nos meses iniciais, e os custos associados aumentam no caso de trabalhadores especializados.

Reconhecer a importância da gestão de talentos e RH tradicional.

É fundamental gerir talento de uma forma articulada com os sistemas tradicionais de Recursos Humanos, beneficiando tanto a empresa como os colaboradores, alcançando uma taxa de retenção superior.

Os lideres empresariais devem reconhecer que os seus colaboradores são efetivamente a empresa, e como tal devem investir no planeamento desta área, ajustando as politicas de contratação aos objetivos da empresa a longo prazo.

 

 

 

 

 

 

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