A navegar na categoria

Gestão de Pessoas

Gestão de Pessoas

Como dar as boas vindas a novos colaboradores

A integração de um novo colaborador numa empresa é um momento crítico no seu percurso. São confrontados com novas formas de trabalho e com novas dinâmicas de equipa. Agora é o momento de darem as melhores boas vindas ao vosso negócio!

Hora da aula

O maior custo de introdução de um novo elemento numa equipa é o tempo de formação. O período de aprendizagem até o vosso colaborador se tornar produtivo é o momento mais dispendioso. No entanto, este instante não deve ser apressado pois pode ter um valor acrescido. Ao aprender novos procedimentos, podem questionar métodos e dar novas ideias que venham inovar o vosso negócio.

Envolver os vossos colaboradores mais séniores na formação dos juniores é uma ótima forma de demonstrar confiança no seu trabalho e potenciar uma aprendizagem prática e de qualidade.

Ofereçam benefícios

Até para atraírem os candidatos durante o recrutamento, devem estruturar uma oferta de benefícios para os colaboradores. Podem ser também esses benefícios que retêm o talento que o vosso negócio já tem.

Apresentem regalias de acordo com cada pessoa. Alguns preferem dinheiro, outros perspetivas de carreira, ou ainda envolvimento na gestão do negócio. Por fim, não descartem a vertente humana de melhorar as condições do escritório ou de se manterem interessados na família dos vossos colaboradores.

Envolvimento direto

É essencial que os colaboradores sintam que fazem parte do negócio pois são a sua alma. Podem ter o melhor produto do mundo mas, sem pessoas apaixonadas pelos vosso negócio, o entusiasmo e esforço diminuirão.

A Sage oferece várias soluções de Recursos Humanos para providenciar a melhor experiência de trabalho para a vossa equipa.

 

Gestão de Pessoas

Mitos sobre a motivação dos colaboradores

Os dias são frios e curtos e as férias já terminaram. A terceira segunda-feira de cada janeiro foi classificada como o dia mais triste do ano e consequentemente um dia menos produtivo e criativo a nível profissional. Mas, em janeiro, podemos fugir ao desespero e encará-lo como uma tábua rasa inspiradora!

O início do ano civil pode ser um momento de reagrupar esforços e ideias para motivar os vossos colaboradores, com um ambiente de trabalho mais atrativo, e trazer mais empenho. Vamos primeiro desmistificar algumas lendas sobre aquilo que traz motivação aos vossos colaboradores.

  1. Com oito letras apenas se agradece um trabalho bem feito

Mais de dois terços dos inquiridos pela Sage, no estudo “Qual é a razão para os seus colaboradores não trabalharem?”, pretendem sentir valorização e reconhecimento no seu local de trabalho. Dizer “obrigado” é um primeiro passo ideal mas considerem implementar outros sistemas de reconhecimento. Como, por exemplo, e-mails aos colaboradores destacando o desempenho conjunto, juntamente com o envio dos resultados do trimestre, ou incorporando o elogio do trabalho nas vossas reuniões.

  1. A flexibilidade do trabalho remoto desencaminha o trabalhador

Horários flexíveis ou trabalho fora do escritório são opções equacionadas num esquema de trabalho moderno e, por isso, nem sempre bem-encaradas. No entanto, os vossos colaboradores concordarão com a maioria: 81% dos nossos inquiridos afirmam que um local de trabalho maleável traz muita produtividade e empenho. Havendo margem de manobra no vosso negócio para estas alterações, os vossos colaboradores podem adaptar os seus horários às suas necessidades e até às suas próprias horas de maior produtividade.

  1. Janeiro é o único mês para se implementar resoluções de melhoria

O Ano Novo é uma excelente razão para equacionarmos mudanças pessoais na nossa vida, para aumentar o nosso bem-estar. Este entusiasmo pode transferir-se de uma forma saudável para o local de trabalho mas não permitam que estas iniciativas percam balanço enquanto o ano se desenrola.

As vossas equipas de Recursos Humanos devem estar sempre atualizadas e em contato consistente com os vossos colaboradores. A resposta para uma maior produtividade não está em pressentimentos mas na análise do feedback dos vossos empregados. As soluções de Gestão de Recursos Humanos da Sage oferecem as ferramentas ideais para o desenvolvimento e implementação de alterações nas condições de trabalho das vossas equipas. Criem o melhor ambiente de trabalho possível com a contribuição dos vossos colaboradores!

 

Gestão de Pessoas

Como os Recursos Humanos podem aumentar a produtividade do vosso negócio

Segundo do estudo da Sage, “Why your workforce is not working”, realizado em 2017, a maior parte dos ambientes de trabalho têm um problema de produtividade. A boa notícia é que uma experiência de trabalho positiva impacta e otimiza a produtividade, de acordo com 78% dos inquiridos, percentagem que sobe para 92%, nas gerações mais jovens.

O estudo inquiriu 3 500 trabalhadores nos EUA, Canadá e RU, de empresas de todas as dimensões, e mais de 33% admitiu que eram produtivos menos do que 30 horas por semana. 66% dos colaboradores também concederam estar apenas parcialmente ou nada envolvidos no trabalho que desenvolvem. O problema da motivação e também da produtividade pede a vossa atenção.

Infelizmente, 50% dos colaboradores admitem que nunca foram consultados sobre melhorias que beneficiariam o seu ambiente de trabalho. Enquanto os empresários imaginam que zonas de jogos no escritório são importantes para os colaboradores, os mesmos indicam a flexibilidade e demonstração de apreço como essenciais para um bom ambiente de trabalho (66%). Para isso, as empresas devem tornar-se em empresas de Pessoas, que reconheçam o valor dos seus colaboradores e ambicionem oferecer a melhor experiência de trabalho possível.

Recursos Humanos (RH) estão na posição ideal para implementarem as melhores mudanças. Atualizem a vossa solução de gestão de capital humana, para uma das opções Sage. Calendarizem formações, com monitorização de frequência, giram os vossos colaboradores independentes de forma tão organizada como os dependentes, e honrem as necessidades de cada um com um histórico de colaboradores.

Grande parte dos inquiridos gostariam de os departamentos de RH melhorassem a comunicação entre os colaboradores e as equipas de liderança. A ponte entre os dois apenas pode ser feita se os RH reconhecerem por inteiro as necessidades de cada lado. Ouçam o feedback e os dados valiosos que os vossos colaboradores vos oferecem para fazerem decisões informadas. Assim, podem manter os sistemas de RH flexíveis para se adaptarem a novas formas de trabalho. Está nas vossas mãos melhorar o ambiente de trabalho do vosso negócio!

 

Gestão de Pessoas Sage Enterprise Management

Como gerir uma equipa passivo-agressiva

Há dias de trabalho que antecipamos que sejam calmos mas nos surpreendem. A vossa equipa deveria ser apresentar resultados, como acordado, mas não estão a responsabilizar-se pelo projeto. As suas ações não coincidem com o seu discurso, ou seja, a descrição clássica de comportamento passivo-agresssivo.

Estejam atentos às seguintes atitudes: sabotagem dos esforços do outro; procrastinação; entrega de trabalho medíocre; desvalorização de urgência do trabalho; falta de compromisso; queixas ou distribuição não fundamentada de culpa.

Lidar com este tipo de equipas é desafiante. Este tipo de situações exigem um tratamento direto e aqui temos algumas ações a tomar.

  1. Olhem-se no espelho

Deem um passo atrás para compreender e analisem o vosso comportamento, como gestores. Comecem com um momento de introspeção. Analisem como podem ter contribuído para o comportamento negativo da vossa equipa.

  1. Criem um ambiente seguro

Quando as pessoas sentem que não podem expressar os seus sentimentos e pensamentos, tendem a conter emoções – impactando as suas ações ou inações. Garantam um ambiente de trabalho seguro, em que os vossos colaboradores se sintam confortáveis.

  1. Ouçam os vossos colaboradores

A passivo-agressividade pode nascer em colaboradores que não sejam consultados. Comunicação direta com a vossa equipa deve dar-vos uma noção clara daquilo que contribuiu para a vossa situação. Não devemos esquecer que sentir que a sua própria voz é ouvida contribui para um compromisso maior.

  1. Comuniquem o porquê, além do quê

Normalmente, a comunicação de objetivos nunca falha. No entanto, nem todos os gestores comunicam bem as razões por detrás de projetos. A realidade é que, quando os colaboradores reconhecem as razões por que um plano é importante, conseguem investir-se de corpo e alma.

  1. Giram expetativas

Disparidade de expetativas pode também ser causa de passivo-agressividade. Quando a informação não flui corretamente e as expetativas não são bem delineadas para cada colaborador, torna-se difícil de atingir um objetivo desfocado. Criem um ambiente em que se possa sempre clarificar e negociar expetativas de trabalho.

  1. Giram comportamento negativo

Comportamento passivo-agressivo pode acontecer tanto ao nível de equipa, como individualmente. Este tipo de atitude tem de ser apontada e, os autores, responsabilizados. Os gestores não podem ceder à passividade, pois têm que impor consequências caso as expetativas não sejam cumpridas.

  1. Fomentem a comunicação

A melhor forma de estarem informados sobre problemas e situações relativas à vossa equipa é manter todos os canais de comunicação abertos e manter relações próximas. Acompanhem de perto o trabalho e as relações, para resolverem situações assim que surjam.

  1. Não participem neste tipo de comportamento

Gestores podem espelhar o comportamento das suas próprias equipas, com os mesmos padrões negativos. Mantenham uma atitude aberta e comportamentos construtivos.

Propiciem a produtividade e colaboração das vossas equipas de trabalho, com uma solução Sage Gestão e beneficiem de um desconto de 30% na compra, até 6 de dezembro. Ajudará o serviço ao cliente e permitirá aos vossos colaboradores dar sempre o seu melhor. Ganhem tempo para promover um ambiente de trabalho saudável que alimente a estrutura da vossa equipa!

 

Gestão de Empresas Gestão de Pessoas

Impacto das propostas do Orçamento do Estado nas empresas

O Orçamento do Estado para o ano de 2019 está a ser discutido e é já no dia 29 de novembro que acontecerá a votação final. Para empresários e empreendedores, as alterações mais interessantes passam pelos incentivos propostos ao investimento no interior do país, além do fim da entrega não opcional do PEC e alterações nos escalões de derrama estatual.

Abandono da obrigatoriedade de entrega do Pagamento Especial por Conta

O novo orçamento prevê a substituição da entrega do Pagamento Especial por Conta (PEC) por um conjunto de outros instrumentos, de forma a manter o cumprimento de obrigações fiscais. A dispensa deste pagamento antecipado exige um pedido à Autoridade Tributária e Aduaneira, até ao final do terceiro mês do respetivo período de tributação. Assim, pode assegurar a sua dispensa de entrega deste documento durante três anos de tributação.

Fim das isenções para energias renováveis pode estar a chegar

A discussão sobre a extensão da Contribuição Extraordinária sobre o Setor Energético (CESE) assenta na proposta do fim da isenção deste imposto. Está ainda a ser debatido a redução do IVA para a potência contratada e o abatimento no défice tarifário, “através das contribuições das empresas para o fundo da sustentabilidade do sistema energético”.

Incentivos ao investimento no interior

Após a comunicação, neste verão, da criação de um fundo de apoio ao investimento no interior, no âmbito do Portugal 2020, o Governo pretende potenciar os benefícios fiscais para os investimentos nesta área do país. Portanto, somando aos 1 700 milhões de euros em incentivos do Portugal 2020, junta-se uma majoração de 20% à dedução máxima de impostos. Foi ainda aprovado o Programa de Valorização do Interior, que trará medidas como um abatimento do IRS em função dos empregos estabelecidos com conexão e territórios do interior.

Alterações nos escalões da derrama estadual

Uma das propostas do Orçamento do Estado implica uma estratificação do escalão intermédio para a derrama estadual. Além de alterações na abrangência entre o primeiro e o segundo escalões, é introduzido mais um escalão, cuja taxa de 7% passará a ser cobrada a lucros tributáveis entre 20 e 35 milhões de euros.

Aumento de impostos sobre carros das empresas

As viaturas de custo inferior a 25 mil euros, as mais populares juntos das pequenas e médias empresas, ganham uma taxa de tributação autónoma de 15%, uma subida de 5%, face ao ano anterior.