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Gestão de Pessoas

Gestão de Pessoas Sage Enterprise Management

Como gerir uma equipa passivo-agressiva

Há dias de trabalho que antecipamos que sejam calmos mas nos surpreendem. A vossa equipa deveria ser apresentar resultados, como acordado, mas não estão a responsabilizar-se pelo projeto. As suas ações não coincidem com o seu discurso, ou seja, a descrição clássica de comportamento passivo-agresssivo.

Estejam atentos às seguintes atitudes: sabotagem dos esforços do outro; procrastinação; entrega de trabalho medíocre; desvalorização de urgência do trabalho; falta de compromisso; queixas ou distribuição não fundamentada de culpa.

Lidar com este tipo de equipas é desafiante. Este tipo de situações exigem um tratamento direto e aqui temos algumas ações a tomar.

  1. Olhem-se no espelho

Deem um passo atrás para compreender e analisem o vosso comportamento, como gestores. Comecem com um momento de introspeção. Analisem como podem ter contribuído para o comportamento negativo da vossa equipa.

  1. Criem um ambiente seguro

Quando as pessoas sentem que não podem expressar os seus sentimentos e pensamentos, tendem a conter emoções – impactando as suas ações ou inações. Garantam um ambiente de trabalho seguro, em que os vossos colaboradores se sintam confortáveis.

  1. Ouçam os vossos colaboradores

A passivo-agressividade pode nascer em colaboradores que não sejam consultados. Comunicação direta com a vossa equipa deve dar-vos uma noção clara daquilo que contribuiu para a vossa situação. Não devemos esquecer que sentir que a sua própria voz é ouvida contribui para um compromisso maior.

  1. Comuniquem o porquê, além do quê

Normalmente, a comunicação de objetivos nunca falha. No entanto, nem todos os gestores comunicam bem as razões por detrás de projetos. A realidade é que, quando os colaboradores reconhecem as razões por que um plano é importante, conseguem investir-se de corpo e alma.

  1. Giram expetativas

Disparidade de expetativas pode também ser causa de passivo-agressividade. Quando a informação não flui corretamente e as expetativas não são bem delineadas para cada colaborador, torna-se difícil de atingir um objetivo desfocado. Criem um ambiente em que se possa sempre clarificar e negociar expetativas de trabalho.

  1. Giram comportamento negativo

Comportamento passivo-agressivo pode acontecer tanto ao nível de equipa, como individualmente. Este tipo de atitude tem de ser apontada e, os autores, responsabilizados. Os gestores não podem ceder à passividade, pois têm que impor consequências caso as expetativas não sejam cumpridas.

  1. Fomentem a comunicação

A melhor forma de estarem informados sobre problemas e situações relativas à vossa equipa é manter todos os canais de comunicação abertos e manter relações próximas. Acompanhem de perto o trabalho e as relações, para resolverem situações assim que surjam.

  1. Não participem neste tipo de comportamento

Gestores podem espelhar o comportamento das suas próprias equipas, com os mesmos padrões negativos. Mantenham uma atitude aberta e comportamentos construtivos.

Propiciem a produtividade e colaboração das vossas equipas de trabalho, com uma solução Sage Gestão e beneficiem de um desconto de 30% na compra, até 6 de dezembro. Ajudará o serviço ao cliente e permitirá aos vossos colaboradores dar sempre o seu melhor. Ganhem tempo para promover um ambiente de trabalho saudável que alimente a estrutura da vossa equipa!

 

Gestão de Empresas Gestão de Pessoas

Impacto das propostas do Orçamento do Estado nas empresas

O Orçamento do Estado para o ano de 2019 está a ser discutido e é já no dia 29 de novembro que acontecerá a votação final. Para empresários e empreendedores, as alterações mais interessantes passam pelos incentivos propostos ao investimento no interior do país, além do fim da entrega não opcional do PEC e alterações nos escalões de derrama estatual.

Abandono da obrigatoriedade de entrega do Pagamento Especial por Conta

O novo orçamento prevê a substituição da entrega do Pagamento Especial por Conta (PEC) por um conjunto de outros instrumentos, de forma a manter o cumprimento de obrigações fiscais. A dispensa deste pagamento antecipado exige um pedido à Autoridade Tributária e Aduaneira, até ao final do terceiro mês do respetivo período de tributação. Assim, pode assegurar a sua dispensa de entrega deste documento durante três anos de tributação.

Fim das isenções para energias renováveis pode estar a chegar

A discussão sobre a extensão da Contribuição Extraordinária sobre o Setor Energético (CESE) assenta na proposta do fim da isenção deste imposto. Está ainda a ser debatido a redução do IVA para a potência contratada e o abatimento no défice tarifário, “através das contribuições das empresas para o fundo da sustentabilidade do sistema energético”.

Incentivos ao investimento no interior

Após a comunicação, neste verão, da criação de um fundo de apoio ao investimento no interior, no âmbito do Portugal 2020, o Governo pretende potenciar os benefícios fiscais para os investimentos nesta área do país. Portanto, somando aos 1 700 milhões de euros em incentivos do Portugal 2020, junta-se uma majoração de 20% à dedução máxima de impostos. Foi ainda aprovado o Programa de Valorização do Interior, que trará medidas como um abatimento do IRS em função dos empregos estabelecidos com conexão e territórios do interior.

Alterações nos escalões da derrama estadual

Uma das propostas do Orçamento do Estado implica uma estratificação do escalão intermédio para a derrama estadual. Além de alterações na abrangência entre o primeiro e o segundo escalões, é introduzido mais um escalão, cuja taxa de 7% passará a ser cobrada a lucros tributáveis entre 20 e 35 milhões de euros.

Aumento de impostos sobre carros das empresas

As viaturas de custo inferior a 25 mil euros, as mais populares juntos das pequenas e médias empresas, ganham uma taxa de tributação autónoma de 15%, uma subida de 5%, face ao ano anterior.

 

Gestão de Pessoas Recursos Humanos

Como combater a desmotivação da equipa

Todos os lideres passam pela situação de se depararem com elementos da sua equipa desmotivados e pouco produtivos. É natural que a primeira reação seja de impaciência e incompreensão para com esses elementos, mas esse sentimento é contra produtivo e não irá alterar a situação.

Há que encarar a situação e tentar perceber porque motivo estes elementos da equipa perderam a motivação. O ser humano naturalmente deseja sentir-se motivado e encontrar um propósito em tudo o que faz.

O cérebro humano.

O nosso cérebro tem o chamado seeking system, que origina a curiosidade, a vontade de descobrir novos temas e experimentar outras tarefas. Seguir este impulso liberta dopamina, um neurotransmissor associado à motivação e ao prazer.

Experimentar, explorar, aprender coisas novas faz parte da nossa natureza e devia fazer parte do trabalho que executamos no dia a dia. Na verdade, a maior parte do trabalho que realizamos está associado à repetição, e em muitas organizações devido ao desejo de controlar todos os processos, a experimentação é inibida.

Encorajar a autoexpressão.

A maioria das pessoas quer inserir no seu trabalho aquilo que está intimamente relacionado consigo. Se conseguirmos detetar os pontos fortes do cada colaborador e permitir que explore essas áreas, o resultado será um enriquecimento do seu trabalho com um contributo pessoal.

Os colaboradores desejam ser reconhecidos pelas suas capacidades únicas, pelo contributo que trazem à empresa, e quanto mais a liderança e recursos humanos conseguirem reforçar este elemento, maior será a motivação da equipa.

Em algumas empresas, os colaboradores são encorajados a escrever a sua própria descrição das suas funções. Dando enfâse aos aspetos para os quais mais contribuem.

Incentivar a experimentação.

Uma outra forma de motivar os colaboradores passa por criar um espaço livre para experimentação criativa junto da equipa. Momentos de descontração e de partilha de criatividade, mesmo em tom de brincadeira, ajudam a diminuir o stress e aumentam a capacidade de inovar.

Experimentar e testar, sem receio de uma avaliação permite a conquista de novas competências de uma forma muito eficaz. As empresas ganham agilidade quando os seus membros são incentivados a pensar de forma criativa, a tentarem novas abordagens para os problemas e a receberem feedback da organização.

A sensação de propósito.

As sensações de utilidade, ao serviço de uma causa ou do progresso da empresa, transmitem uma sensação de motivação que não deve ser ignorada. Saber que o trabalho que se realiza ajuda a melhorar a vida de outras pessoas, gera uma sensação muito positiva.

A Microsoft encoraja os seus colaboradores a passarem tempo com clientes. Percebem não só como os seus produtos podem ser melhorados, mas também como transformam a vida destas pessoas, facilitando o seu trabalho.

Acompanhar as equipas com o auxilio de um software de RH.

Para terem uma visão global da equipa, nada melhor que contar com um software Sage de Recursos Humanos que facilite a gestão dos colaboradores. Dados sobre contratações, férias, ausências e desempenho reunidas em software com três opções adaptadas às necessidades das empresas: Sage PessoalPlus, Sage 100cloud Recursos Humanos e Sage X3 People. Escolha a opção ideal para sua empresa!

 

 

Gestão de Pessoas Recursos Humanos

Os riscos de desvalorizar a importância dos Recursos Humanos

A entrada da geração millennial no mercado de trabalho, obrigou as empresas a reavaliarem a forma como devem cuidar dos seus colaboradores.

As empresas começaram a optar pela expressão “Gestão de Talentos” substituindo a expressão “Recursos Humanos”, sem compreenderem que as funções de RH continuam a ser necessárias para o sucesso das empresas.

RH – uma área de conhecimento essencial.

Os empresários por vezes não reconhecem a importância de ter um departamento na área de Recursos Humanos. A legislação laboral é bastante extensa e implica um conhecimento aprofundado para que não se cometam erros, e a empresa não incorra em penalizações.

Um departamento de Recursos Humanos também faz um acompanhamento da equipa, monitorizando o seu desenvolvimento. Adequando as oportunidades de formação às necessidades, analisando a adequação ao posto de trabalho, pensando conjuntamente as opções futuras.

São processos multifacetados e quando bem conduzidos levam a uma maior satisfação e a uma consequente retenção dos colaboradores. Para tal é necessário conseguir reunir e analisar a informação relativa aos colaboradores.

Analisar a informação reunida.

Um software de RH permite reunir toda a informação sobre férias, dias de compensação, bónus, toda a informação com um impacto nos pagamentos e na produtividade.

O software Sage de Recursos Humanos, permite fazer este acompanhamento e reduzir os custos de forma significativa, identificando onde pode existir poupança, e as áreas em que é necessário um reforço de pessoal.

Contratar pessoas para o lugar certo, envolve o gasto de recursos em ações de recrutamento e em formação inicial. A produtividade de um novo colaboradores é sempre um pouco mais baixa nos meses iniciais, e os custos associados aumentam no caso de trabalhadores especializados.

Reconhecer a importância da gestão de talentos e RH tradicional.

É fundamental gerir talento de uma forma articulada com os sistemas tradicionais de Recursos Humanos, beneficiando tanto a empresa como os colaboradores, alcançando uma taxa de retenção superior.

Os lideres empresariais devem reconhecer que os seus colaboradores são efetivamente a empresa, e como tal devem investir no planeamento desta área, ajustando as politicas de contratação aos objetivos da empresa a longo prazo.

 

 

 

 

 

 

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Gestão de Pessoas Recursos Humanos

Como criar equipas criativas

A inovação nunca foi tão determinante como hoje em dia, no contributo para o sucesso ou fracasso de um projeto. Gestores questionam-se sobre os fatores que afetam a inovação e como potenciar o surgimento de novas ideias

Perfil psicológico dos inovadores.

Tradicionalmente os gestores associam a criatividade a pessoas energéticas e dinâmicas. Longas pesquisas vieram desmontar esta ideia do criativo com uma personalidade expansiva, mas na verdade a maioria dos criativos são pessoas amáveis e modestas. Algumas delas poderiam mesmo ser caraterizadas como introvertidas.

Motivação intrínseca: um elemento transformador.

A motivação intrínseca é fundamental. Quantas vezes assistimos a casos de colaboradores que parecem pouco criativos numa empresa, e ao mudarem de funções ou de empresa, começam a evidenciar a sua criatividade?

As ideias não surgem num vazio, são respostas a problemas. Um primeiro passo na criação de equipas criativas, passa por recrutar colaboradores interessados na resolução dos problemas que a empresa enfrenta e que sintam um envolvimento emocional com o tema.

Promover um ambiente são.

Um estudo da Google sobre o que torna as equipas mais criativas teve dificuldade em encontrar padrões que permitissem determinar o sucesso. A liberdade de expressão de opiniões, sem receio de represálias, foi o único fator identificável presente em todos os casos.

Um ambiente mais saudável no centro da equipa, promove a capacidade de aprendizagem e o descobrir de soluções criativas.

Um outro estudo realizado pelo MIT, descobriu que as equipas em que todos os elementos participam em grau semelhante, alcançam melhor resultados que as dominadas por um ou dois elementos criativos.

Criar equipas com diversidade.

A tendência na contratação geralmente leva à seleção de pessoas com as quais o recrutador sente empatia e com os quais encontra semelhanças de personalidade. Selecionar pessoas com quem temos coisas em comum pode ser ótimo para uma atmosfera de camaradagem, mas não contribui para a inovação.

As equipas com elementos diferentes entre si, são mais inteligentes e observadoras. Retiram informação diferenciada, de acordo com a sua personalidade. As tensões são elemento natural no processo criativo e numa equipa demasiado homogénea as tensões são eliminadas.

Valorizar o trabalho de equipa.

Para valorizarmos o trabalho de equipa, é importante conseguir realizar um bom acompanhamento. O software da Sage de Recursos Humanos Sage X3 People auxilia as empresas no acompanhamento de equipas, seja através de uma politica de formação, melhorando a gestão de talentos ou identificando o colaborador certo para cada função.

Em conclusão podemos afirmar que as melhores equipas não dependem de um elemento brilhante, mas da colaboração entre diferentes elementos.  Há que identificar o talento dentro de cada empresa, oferecendo condições para o seu crescimento, e aceitando que por vezes são os colaboradores mais discretos que trazem os contributos mais importantes.

 

 

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