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Inovação e Tecnologia

Cursos de Verão Inovação e Tecnologia

Cursos de Verão: uma oportunidade a não perder!

O Sage Institute realiza pelo décimo ano consecutivo os cursos de Verão Sage em IT (Tecnologias de Informação. Estes cursos englobam vários temas e dividem-se em duas partes.

Um dos momentos é dedicado à aprendizagem sobre produtos de software da Sage (Faturação, Contabilidade, ERP) e outro é dedicado a aspetos mais teóricos, como questões legais associadas (SAFT, IVA ou outro tema sensível).

Estes cursos dirigem-se a recém-licenciados à procura de integração no mercado de trabalho ou desempregados. No artigo de hoje, vamos entrevistar um dos ex-alunos deste curso, para percebermos melhor os benefícios desta experiência de aprendizagem. Conversámos com Bruno Fraga, que há um ano trabalha como Support Services Consultant.

Como tomaste conhecimento dos cursos de IT dinamizados pelo Sage Institute?

Através da uma formadora do curso Profissional de Sistemas de Gestão e a Aplicações Informáticas de Gestão que frequentei no CESAE. O próprio curso englobava um módulo sobre aplicações de gestão, em que trabalhámos com o NEXT e nessa altura ela informou-nos que a SAGE ministrava um curso de Verão que permitia dar a conhecer mais aplicações e que era bastante acessível do ponto de vista financeiro.

Que motivos te levaram a procurar uma formação complementar em tecnologias de Informação?

Sempre gostei das tecnologias de informação porque para além de vir de uma área académica profundamente ligada à tecnologia, sempre me fascinaram as linguagens de programação e mais recentemente a gestão de dados. Queria também consolidar alguns conceitos e adquirir novos conhecimentos numa área sobremaneira importante, estrutural e transversal a todos os sectores da Economia.

Estes cursos têm cerca de 40h nos quais se abordam vários aspetos: quais são os pontos que te pareceram mais importantes?

A demonstração – com exemplos práticos – da adequação das funcionalidades das aplicações aos procedimentos técnicos e legais para a gestão do negócio. Aprender a trabalhar com vários módulos específicos para a gestão dedicada à contabilidade, recursos humanos e gestão comercial e achei também muito útil a informação sobre a informática mais quotidiana – como por exemplo do visualizador de eventos e da firewall – porque apesar de vivermos rodeados de tecnologia é sempre importante continuar relembrar e até aprender o básico, para se poder ter uma  verdadeira cultura tecnológica, permitindo deste modo um aproveitamento mais eficiente dos recursos à nossa disposição.

Que benefícios sentes que o curso de Sage Junior Technician te trouxe?

É um chavão, mas o conhecimento encerra em si mesmo um benefício, porque aprender e reaprender são essenciais para o desenvolvimento de qualquer pessoa. Para além disso este curso permitiu-me estar mais consciente para a gestão global de um negócio e sobre os desafios que pequenas/médias empresas enfrentam no seu dia-a-dia e o tipo de ferramentas necessárias para serem mais eficientes e produtivas.  A “cereja no topo do bolo” foi o surgimento de um novo desafio profissional numa área fascinante e que me tem permitido crescer humana e profissionalmente. Obrigado SAGE!

Os cursos de verão Sage realizam-se nos meses de julho e setembro e decorrem em regime presencial e online. Consulta a nossa página e descobre as várias opções que temos para ti.  Aproveita o Verão para ganhar novas competências numa área cada vez mais requisitada, as novas tecnologias! Consulta toda a informação aqui.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Inovação e Tecnologia

Porque são as mulheres essenciais para a Inteligência Artificial?

No decorrer dos últimos anos, a Inteligência Artificial (IA) tem sido reconhecida como uma peça chave na resolução de alguns dos problemas mais complexos do mundo, desbloqueando um nível de crescimento e inovação nunca antes visto.

Governos de todo mundo estão já a elaborar ativamente abordagens de investimento e a discutir os atuais quadros reguladores para ajudar os seus países a manterem um lugar de destaque nesta indústria emergente.

Por mais relevância que o tema da Inteligência Artificial tenha, há também alguns relatórios menos positivos sobre o efeito que a IA pode ter sobre o atual perfil demográfico da força de trabalho, muito mais iminente que a narrativa de Hollywood que refere “robôs a dominar o mundo” – se isto fosse verdade, poderia destruir a intensa luta das mulheres por ocupar o devido lugar na ascensão profissional. Tudo isto é demonstrado numa recente pesquisa da PwC, que indica que os trabalhos realizados por mulheres podem ser afetados pela automação durante a próxima década – com potencialmente 23% dos trabalhos das mulheres em risco, cerca de 7% mais do que os dos homens. Num momento em que o mundo se encontra a debater e a projetar o modo como a IA irá alterar a forma como trabalhamos, o maior risco de deslocação sentido por alguns membros da sociedade deve tornar-se mais visível e abordado em conjunto com a grave escassez de competências que verificamos entre as mulheres no setor tecnológico.

A Sage acredita que este é o momento para investir no aumento do acesso às oportunidades na carreira, a competências e no incentivo a mulheres de todas as áreas a avaliarem as portas que a IA pode abrir pelo seu futuro. Esta é a altura certa para qualquer mulher se envolver, e aqui estão as cinco razões pelas quais a Sage considera que devem fazê-lo:

1. Sensibilizar e informar a opinião e compreensão pública

Se alguma vez utilizou a pesquisa preditiva do Google, perguntou à Siri sobre a meteorologia ou pediu que a Alexa tocasse a sua música preferida, então já utilizou a IA.

No entanto, uma pesquisa realizada pela Sage demonstra que a compreensão pública atual da IA é extremamente limitada, o que prejudica a perceção e o sentimento sobre esta tendência. Conclusões revelam que 43% dos inquiridos nos Estados Unidos e 46% no Reino Unido admitiram “não saber o que é a Inteligência Artificial”. Dado que a maioria das pessoas estão a utilizar esta tecnologia todos os dias, é essencial que a indústria se responsabilize por dissipar os rumores e apresente o verdadeiro potencial da IA de forma compreensível a todos.

2. Não precisa de um doutoramento em ciências informáticas

A beleza da IA é o facto de ser desenvolvida para aumentar a inteligência humana nas mais variadas formas. A vida como a conhecemos não foi construída em torno de hardware e de tecnologia – somos artistas, filósofos, prestadores de cuidados, inventores e muito mais. E por isso, há uma grande quantidade de oportunidades fora dos empregos de ciência e de tecnologia quando se trata de construir IA útil. Precisamos de grupos compostos por homens e mulheres, por indivíduos otimistas, dedicados às oportunidades que esta tecnologia lhes pode oferecer, com conhecimento em resolução de problemas, psicologia, linguagem, design, storytelling, antropologia e direito, entre outros. A única forma de criar Inteligência Artificial verdadeiramente inteligente é se esta for ensinada a trabalhar, a reagir e a entender a linguagem tal como nós.

3. O preconceito é a maior das ameaças e só irá diminuir o progresso

Enquanto que a criação de personas famosas através de IA, como a Alexa e a Siri, são fortemente baseadas em estereótipos femininos, o número de engenheiras mulheres continua a ser muito baixo entre o grupo de engenheiros que as criam nos dias de hoje. Este é um problema sério que precisa de ser corrigido se quisermos perceber os grandes benefícios científicos e económicos desta tecnologia – e isso começa nas escolas e em casa. É necessário demonstrar às jovens desde novas que nenhuma carreira está fora do seu alcance.

Além disso, a Inteligência Artificial precisa de ser desenvolvida de forma a refletir a diversidade dos seus utilizadores. Mulheres e homens trabalham, vivem e pensam de forma diferente – é necessário captar o máximo de perspetivas diferentes para produzir um produto de alta qualidade e com o máximo potencial. E isto não é apenas uma questão de género, é necessário pensar globalmente e garantir que as máquinas estão a aprender sobre diferentes etnias, raças, linguagens e idades – todas as características que nos tornam únicos.

4. A indústria de tecnologia reconhece a necessidade de mudança imediata

Estatísticas da ONS (Instituto Nacional de Estatísticas do Reino Unido) demonstram que apenas 14% das funções STEM1 no mercado de trabalho do Reino Unido são ocupadas por mulheres. Este número representa uma ameaça grave para a futura competitividade global do setor da tecnologia do país. Nunca houve uma necessidade tão grande para a mudança e a indústria está pronta para isso. Universidades e empresas já estão a apresentar desenvolvimentos positivos para ajudar a lidar com esta necessidade, tendo influenciadores e acionistas dedicados a melhorar estes números.

5. Alguns dos investigadores e developers mais inovadores de IA são mulheres

“Enquanto alguém que desenvolve aplicações de IA todos os dias, como a Pegg, tive o privilégio de trabalhar com algumas das maiores mentes da indústria da IA – muitas das quais mulheres. Temos uma grande riqueza no que toca a modelos a seguir, mas infelizmente até ao momento a história tem sido fortemente dominada apenas por um género. Isto influencia o pressuposto de que há oportunidades limitadas para as jovens que procuram uma carreia nesta área, o que é totalmente falso. É necessário alterar estas perceções prejudiciais”, explica Kriti Sharma, Vice-Presidente de Inteligência Artificial do Grupo Sage.

Segundo a especialista o maior obstáculo da IA é o desenvolvimento de máquinas que não representam realmente todos os seres humanos. Foi por isso que a Sage criou um código de ética inovador, que oferece às empresas cinco orientações chave quando trabalham com a IA. Estas linhas orientadoras abrangem desde como nomear os assistentes virtuais até ao desenvolvimento de diversos conjuntos de dados que ajudam as empresas a contratar quando o género é retirado da equação. “Se nos comprometermos com o objetivo comum de incluir mais diversidade em todos as etapas do design, da programação e da implementação da Inteligência Artificial, acredito que esta tecnologia tem o potencial de transformar para melhor a forma como se fazem negócios e como vivemos as nossas vidas, todos os dias. E todos merecem beneficiar disso”, acrescenta Kriti.

Kriti Sharma é a Vice-Presidente da área de Inteligência Artificial da Sage. Foi responsável pelo lançamento da Pegg, o primeiro assistente de IA do mundo que permite aos utilizadores controlarem e registarem as suas despesas, com utilizadores em 135 países.

Inovação e Tecnologia Sage Sessions

Sage Sessions – O Office 365 por Pedro Reis

O software Sage 50cloud passou a integrar o Office 365, Pedro Reis responsável pela Unidade Negócio de Produtividade e Colaboração, na Microsoft, esteve presente no evento Sage Sessions de Lisboa para nos falar deste software que conta com 500 mil utilizadores empresariais.

 A adesão ao Office 365 continua a aumentar. A transformação digital, a crescente preocupação com a segurança e as mudanças nos hábitos de consumo operada pela geração millennial, contribuíram fortemente para acentuar este crescimento.

O trabalho mudou de forma extrema nos últimos anos, cada vez é mais importante conseguir trabalhar a partir de qualquer lugar, com garantia de segurança. Para as empresas é essencial conseguir reter talento e uma das formas de isso acontecer passa por proporcionar a possibilidade de trabalhar remotamente.

São cerca de 12 mil PME que utilizam o Office 365, com mais de 50% de adesão em cloud. Calculam que cerca de um milhão de estudantes trabalhe com o Office 365, o que facilitará a sua preparação e futuro ingresso nas empresas.

Trabalhar de forma colaborativa.

As empresas têm hoje o objetivo de aumentar a colaboração entre os seus colaboradores, com menor gasto de tempo e com uma maior eficácia. Os recursos em IT começam a ser escassos no país, com muitos profissionais a tornarem-se freelancers e a trabalharem à distância para empresas estrangeiras.

O Office 365 pode ser descrito como uma plataforma de produtividade, com total interação de serviços. As aplicações Office permitem a utilização até 5 devices, entre mobile, PC ou Mac, adaptada a todos os sistemas operativos. Inclui e-mail, armazenamento profissional em OneDrive e outros serviços.

Muitos serviços numa plataforma única.

Serviços como Skype para empresas, Microsoft Teams ou Microsoft Planner vieram transformar a forma de colaborar. Menos deslocações com reuniões por Skype que podem envolver até 200 participantes, a possibilidade de gravar reuniões e criar webinares. Os Recursos Humanos ganharam a possibilidade de realizarem entrevistas à distância.

Microsoft Planner permite atribuir tarefas, percebendo a quem estão alocadas e se estão a ser realizadas dentro do tempo previsto. Passa a ser possível editar documentos em co-autoria, sabendo exatamente quais as contribuições e guardando as várias versões do documento.

Em resumo, Pedro Reis explica como o Office 365 é ideal para aumentar a produtividade das empresas, facilitando o acesso e partilha de documentos com OneDrive, que permite a edição de documentos em tempo real. A partilha informação, sejam calendários ou contactos, sempre com e a máxima segurança.

É todo um mundo de possibilidades que se abre aos utilizadores de Sage 50cloud com Office 365, assistam ao vídeo da apresentação de Pedro Reis e a outros momentos do evento Sage Sessions, aqui.

 

 

 

 

 

 

Gestão de Empresas Inovação e Tecnologia

O que significa a neutralidade da Internet?

Nos últimos meses começámos a ver surgir alguns artigos sobre o tema da neutralidade da Internet, e toda a discussão em volta do processo que está acontecer nos Estados Unidos.

Nos Estados Unidos está a ser decidido o futuro da Internet, um organismo chamado FCC – Federal Communications Comission, a autoridade reguladora americana para as comunicações, decidiu eliminar toda a regulamentação relativa à proibição dos fornecedores de Internet de bloquearem ou atrasarem a entrega de conteúdos de acordo com a relação que têm com os criadores de conteúdos.

Ou seja, sem a neutralidade da rede, as operadoras que disponibilizam o acesso à Internet podem vender pacotes que cobram mais para os utilizadores acederem a certo sites em detrimento de outros.

Protestos ao longo de meses.

Apesar dos protestos ao longo de um processo de consulta e da documentação entregue por especialistas da área, a FCC considerou que existia uma excessiva regulamentação e   controlo do Estado.

É uma decisão política, defendida apenas pelas grandes corporações de telecomunicações americanas como a Verizon e a Comcast, segundo as quais a Internet neutra tem atrasado a inovação nesta área. O último recurso passa por uma petição entregue ao Congresso, onde constam os nomes de 21 dos grandes nomes da industria tecnológica, como o criador da internet Tim Berners-Lee, de Vint Cerf criador de/IP , ou Steve Wozniakout – co-fundador da Apple.

Esta petição entregue no congresso, apresenta como critica principal, que a FCC tem um entendimento débil sobre o funcionamento da tecnologia da internet. No entanto não é expectável que este apelo seja diferido.

Portugal é afetado por esta alteração?

Portugal é regido pelas normas europeias nesta matéria, esta alteração não tem impacto na realidade portuguesa na União Europeia existe forte regulamentação e até ao momento não existem indícios que siga o exemplo dos EUA.

No entanto, os sites com maior tráfego online, como o Facebook ou o Twitter podem ser afetados por possíveis mudanças no mercado americano, mas neste momento não é possível prever todos s cenários.

Acompanhar a mudança.

É fundamental para as empresas acompanharem a inovação e todas as alterações que podem afetar as empresas, mesmo de uma forma indireta. Sage 100c permite a integração de Apps para complementar a solução Sage, ajustando-a às necessidades de cada negócio, um ERP disponível em desktop e SaaS é ideal para pequenas e médias empresas.

A Internet chegou e mudou toda a forma como trabalhamos, tudo o que a afeta ou condiciona, terá sempre um impacto para as empresas.

 

 

 

 

Inovação e Tecnologia

Sage Sessions

No próximo dia 23 de novembro realiza-se a primeira Sage Sessions no Pavilhão Carlos Lopes em Lisboa, com o tema “O Futuro Agora, em Lisboa”.

As Sage Sessions são um espaço para network de empresas de pequenas a grandes com o objetivo comum – crescer e perceber as oportunidades de negócio. Para atingirmos essa meta comum, apresentamos conteúdos relevantes para áreas de negócio, e dicas e inspiração de experts. No centro das atenções a transformação digital como chave para atingir o crescimento.

As boas vindas serão dadas por Josep Maria Raventos – Country Manager Sage Portugal. Seguirá uma conversa com a empresária e apresentadora da televisão, Cristina Ferreira com o tema “À boleia do digital: da televisão para o mundo do empreendedorismo”. Cristina Ferreira falará da sua veia de empreendedora, o que a levou a ir além da apresentação em televisão, e sobre o que a motiva a continuar a lançar-se em novos negócios.

Seguidamente teremos Daniel Reis – Sócio Partner da PLMJ, que nos irá falar sobre “O Impacto do Regime Geral de Proteção de Dados”. Este é um tema que ainda suscita dúvidas devido às suas implicações, a rápida evolução tecnológica e a globalização criaram novos desafios exigindo um quadro de proteção sólido e mais coerente na União Europeia.

Segue-se no programa a apresentação “O que o Office 365 pode fazer pelo seu negócio”, a sua integração com o software Sage 50c abre novas possibilidades de conetividade, que em muito poderão ajudar as pequenas empresas a ser ainda mais efetivas e produtivas.

Para terminar contamos com a presença de João Vasconcelos – Senior Adviser Clearwater International e ex-secretário de Estado da Indústria, que nos irá falar sobre a “Quarta Revolução Industrial”.

Para encerrar teremos um cocktail, oportunidade para mais networking e algumas speed demos dos novos produtos Sage. Assista à primeira edição da Sage Sessions em Lisboa, dê um passo na direção certa, prepare o futuro do seu negócio ao lado da Sage.