A navegar na categoria

Inovação e Tecnologia

Gestão de Clientes Inovação e Tecnologia

Um mundo em transformação: como a inteligência artificial vai mudar o trabalho

As transformações nunca foram tão rápidas, com o advir da inteligência artificial, alguns trabalhos tornam-se obsoletos, mas novas profissões emergem ligadas às tecnologias de informação.

Neste artigo vamos analisar o impacto da I.A em profissões como a medicina e a área financeira, tidas como profissões seguras e rentáveis. Embora a educação superior e especializada continue a possibilitar o acesso a uma vida com mais qualidade e com remunerações mais elevadas, algumas profissões surgem de forma inesperada ameaçadas.

Efeitos da robótica.

Os rápidos avanços da robótica, automatização e I.A , as profissionais liberais (chamados colarinho branco) estão também em risco, um estudo realizado pela Universidade de Oxford aponta para uma diminuição de 47 dos trabalhos nos próximos 20 anos. Ou seja, a segurança é uma ilusão perante as rápidas transformações que observamos.

Finanças.

A área financeira, especialmente a relacionada com a bolsa, é conhecida por ser uma das melhores remuneradas, com atribuição de bónus generosos e com fortunas a serem construídas em poucos anos. As profissões ligadas a finanças são das  mais pressionadas. A Bridgewater Associates, que gerem fundos milionários, anunciou que nos próximos anos irá reduzir pessoal em favor da automatização.

Vários programas surgiram utilizando a I.A, Betterment ou Wealhfront são alguns deles. Existem também muitas startups financeiras que trabalham ativamente para conquistarem o seu espaço, fazendo uso da inovação tecnológica adaptada à área financeira.

Para quem tem apetência por números, talvez seja mais sensato optar por uma carreira em data science, onde os salários começam a crescer nesta função e são considerados como verdadeiras estrelas rock da tecnologia.

Medicina.

Algumas áreas da Medicina estão mais vulneráveis à automatização, diminuindo o número de erros. A imagiologia, e os campos da patologia, radiologia, ou a dermatologia. O IBM Watson utiliza I.A e alcança um diagnóstico, enquanto analisa um numero muito elevado de informação.

A telemedicina, e aconselhamento por telemóvel também abrir espaço nos últimos anos, em que muitas pessoas se aconselham primeiramente por este meio e só depois se deslocam em busca de cuidados médicos. A medicina vai ser sempre uma necessidade humana, mas nem todas as áreas vão ser necessárias da mesma forma.

A programação.

Se não podemos vencer as máquinas, podemos sempre encontrar trabalho a melhorá-las e sem dúvida que uma das carreiras melhor remuneradas e com futuro é a de programador.

O tipo de linguagem mais procurada não para de mudar, logo um programador deve ter por isso uma grande capacidade de aprendizagem ou até cruzar conhecimentos com outras áreas de forma a conseguir desenvolver programas que vão de encontro às necessidades.

Estamos a assistir a muitas mudanças,  quer a nível individual, quer a nível das empresas e devemos tentar acompanhar a inovação se queremos alcançar o sucesso. O programa de gestão de empresas Sage X3, assegura uma gestão integrada das finanças, do abastecimento e do o processo de produção, para que o futuro das empresas não seja uma incógnita.

Inovação e Tecnologia

Inteligência Artificial: cinco passos para a implementar de forma ética

Neste momento uma das grandes discussões passa pelas questões éticas relacionadas com a aplicação da Inteligência Artificial a um nível empresarial. Nesta quarta revolução industrial devemos considerar atentamente as implicações de Chatboots, e programas de Inteligência Artificial que começaram a fazer parte da vida das grandes empresas, desde startups às grandes empresas. A Sage resolveu fazer parte ativa desta reflexão elaborando um código ético de forma a que a I.A seja aplicada de forma segura, que passamos a resumir neste artigo.

A Inteligência Artificial deve refletir a diversidade.

Tanto a indústria como a comunidade tecnólogica deve desenvolver mecanismos eficazes para filtrar sentimentos e tendências negativas dos dados recolhidos pela Inteligência Artificial. Isto servirá para garantir que a IA não memoriza estereótipos de forma errada.

A Inteligência Artificial deve prestar contas (tal como fazem os utilizadores).

Os utilizadores constroem uma relação de confiança com a IA após diversas e significativas interações. Depois de adquirir confiança, vem a responsabilidade e a IA tem de ser responsabilizada pelas ações e decisões que fornece, tal como acontece com os seres humanos. Se não aceitamos este tipo de comportamentos de outros profissionais ‘especializados’, porque deveríamos abrir uma excepção para a tecnologia?

Recompensar a Inteligência Artificial pelos seus progressos.

Qualquer sistema de IA que baseie a aprendizagem de acordo com maus exemplos, poderá ser socialmente inadequada. Atualmente, os sistemas de IA que ampliem o seu campo de análise e recolha de dados são a solução para progredirem na sua aprendizagem.

Um dos desafios é o desenvolvimento de um mecanismo de recompensa. As medidas de aprendizagem e reforço devem construir-se não apenas no que a IA ou os robots fazem para obter um resultado, mas sim como estas se alinham com os valores humanos para obter esse mesmo resultado.

Garantir a igualdade de condições.

As tecnologias sociais, como os assistentes de voz ou os robots, oferecem soluções de acesso rápido, especialmente indicadas para pessoas incapacitadas, seja por problemas de visão, dislexia ou mobilidade reduzida. A comunidade tecnólogica empresarial precisa de acelerar o desenvolvimento de novas tecnologias para garantir a igualdade de condições e aumentar o número de talentos disponíveis.

Inteligência Artificial irá substituir postos de trabalho, mas também criará novos empregos.

Aparecerão novas oportunidades criadas pela robotização de tarefas e é fundamental que os seres humanos estejam preparados para esta nova realidade. Há que ter em conta que a IA e a empresa trabalham em conjunto, para que a equipa se concentre no que é realmente importante: construir relações e cuidar dos clientes.

Neste contexto, a Sage liderou a revolução da contabilidade financeira com o lançamento do Pegg, o primeiro chatbot de contabilidade do mercado. Criado com a intenção de libertar os clientes de tarefas administrativas tediosas que os impedem de se concentrar em processos mais importantes, o Pegg atua como um assistente inteligente para pequenas e médias empresas, permitindo aos utilizadores controlar os seus gastos e gerir as suas finanças através de aplicações de mensagens tão populares como o Facebook Messenger.

A revolução 4.0 comporta grandes transformações e devemos refletir profundamente sobre elas de forma a que consigamos criar um mundo melhor com as transformações tecnológicas, um espaço mais justo e ético para todos.

 

 

Inovação e Tecnologia

Softwares de gestão: o futuro

Todos os dias surgem novidades relacionadas com a tecnologia e é difícil estar diariamente a par de tudo. Sobretudo porque não se trata apenas de inovações tecnológicas, mas também de reinvenções e novas formas de utilizar aquilo que já existe. Listámos aquelas que se podem tornar sinais de diferenciação num software de gestão, ao incrementarem o fluxo de dados e facilitarem a tomada de decisões.

  • Internet of Things. Trata-se de conectar equipamentos e acessórios à internet e aproveitar para coletar dados sem ser necessário o contacto humano. Ao terem os equipamentos ligados à internet e aos sistemas de gestão integrada, as atualizações em relação ao desempenho são automáticas: isto significa que com uma solução de gestão podem obter dados em tempo real que permitem identificar problemas que afetem a produtividade.
  • Big Data. São milhares de dados que passam diariamente pelas empresas: grande parte dessas informações é pouco valorizada, muito embora possam incluir detalhes importantes para o futuro do negócio. A tendência é para que as soluções de gestão venham facilitar a tomada de decisões a partir de informações na mão, fornecidas em tempo real. Os softwares devem estar alinhados o máximo possível com as necessidades da empresa, para que possam oferecer os dados mais relevantes.
  • Tecnologia. Os novos dispositivos de que todos dispomos vieram simplificar o acompanhamento e a coleta de dados. Quando conectados aos equipamentos, podem dar todos os indicadores sobre a produtividade das operações em marcha.
  • Inovação. O mercado exige que, hoje em dia, se acompanhe diariamente as novas ferramentas e tecnologias que vão sendo disponibilizadas. Um sistema de gestão pode – e deve – ser capaz de antecipar as tendências de mercado, como é o caso da solução Sage X3.
Inovação e Tecnologia

#SageSummit2016: ignite your passion

Foi no McCormick Place, em Chicago, que o Sage Summit 2016 recebeu mais de 15 mil participantes (sem contar com os participantes que tiveram oportunidade de assistir ao Sage Summit Live): entre clientes, colaboradores e parceiros, foram quatro dias de conferências, oportunidades de networking e um evento onde a energia não ficou de fora.

“At Sage we want to help you ignite your passion for business” foram as palavras que Stephen Kelly, CEO da SAGE, proferiu para receber todos os presentes no Sage Summit 2016.

O primeiro dia do evento foi dedicado aos parceiros presentes no evento – contamos com mais de 2000 parceiros espalhados por todo o mundo -, sendo que nos 3 dias seguintes o palco do McCormick Place continuou a sua tradição de receber oradores de excelência, todos ligados ao mundo dos negócios e do empreendedorismo: Sir Richard Branson (fundador do Virgin Group), Robert Herjavec, Daymond John (magnata da tecnologia e CEO da FUBU, respetivamente, ambos investidores do programa Shark Tank), Gwyneth Paltrow e Zooey Deschanel (ambas actrizes e co-fundadoras da goop e da Hello Giggles, respetivamente), Ashton Kutcher (investidor em diversos negócios tecnológicos como a UBER, Airbnb e Spotify…) e Yancey Strickler (CEO da Kickstarter).

Entre sessões e talks acerca das vantagens para parceiros do ecossistema SAGE, evolução e tendências do mercado digital, o papel da giving economy, houve tempo para esclarecer a estratégia na qual a SAGE está a embarcar: a empresa está a atravessar um período de transição para o serviço Cloud.

A SAGE está a estabelecer parcerias com os principais players na área Cloud e tem vindo a apostar progressivamente no esclarecimento e otimização da sua linha de produtos, tendo em conta que muitos dos seus clientes se dizem sentir perdidos perante as diferentes linhas existentes. Paralelamente, foi na edição de 2016 do Sage Summit que Stephen Kelly destacou a nova orientação que a empresa está a tomar, com um rebranding progressivo acompanhado por um maior investimento em R&D (Research&Development) e na otimização de recursos financeiros.

Segundo o website IT Pro Portal, o Sage Summit 2016 foi caracterizado por 3 C’s: Cloud, Charity e Community of Partners. Além dos já abordados Cloud e Community, na edição deste ano a SAGE Foundation esteve presente após o seu lançamento na edição do ano passado, onde doou 50 mil dólares à organização local Brave Initiatives, e anunciou um maior foco na responsabilidade social e corporativa.

No final de quatro intensos dias com centenas de oportunidades que passaram no palco principal de um dos maiores centros de congressos nos Estados Unidos da América, todos os participantes tiveram a oportunidade de assistir a um concerto dos Norte-americanos The Killers.

 

Inovação e Tecnologia

Lições sobre liderança, falhas e mentores.

Foi no Sage Summit de 2016 em Chicago que o Global Chief Markteing Ofificer da Sage, Santiago Solanas esteve à conversa com o ator, tech investor e produtor Ashton Kutcher e com o co fundador e CEO da Kickstarter, Yancey Strickler. Nas suas palavras, ambos foram incrivelmente humildes e ofereceram insights fantásticos sobre o que acarreta liderar um negócio em crescimento. Caso tenha perdido a entrevista, pode ver esta e outras talks em stream, ficando agora também com este artigo que reúne alguns dos insights preferidos de Santiago Solanas da conversa que o CMO teve com Ashton e Yancey sobre a importância de mentores, aprender com o insucesso, lidar com a autenticidade e como construir.

Sobre mentores…

  1. Estejam dispostos a serem orientados por um mentor que respeitem, apesar da sua idade ou experiência.  – Ashton
  2. Todos os meus mentores são mais novos que eu. São pessoas que sabem como lidar com a ansiedade, pressão e com o medo que vem com a liderança.  – Yancey
  3. Grandes mentores estão dispostos a dar-vos qualquer coisa apenas se perguntarem, se estiverem dispostos a dizer “Eu não sei”.  – Ashton

Aprender a partir do insucesso…

  1. Eu aprendi quando sentado em salas onde eu era a pessoa mais tola e apenas a ouvir, a perguntar tantas questões quanto possível e a falhar imenso.  – Ashton
  2. Quando nos lançámos, falhámos repetidamente por anos. Nenhum de nós era uma pessoa de negócios e não pensávamos que precisássemos de conselhos daqueles “homens velhos”. O conselho estava certo mas tivemos de aprender por nós próprios.  – Yancey
  3. O primeiro projeto no Kickstarter (por um dos co-fundadores) na verdade falhou. O nosso primeiro projeto com sucesso e financiado aconteceu quatro dias depois, iniciado por um estranho.  – Yancey

Ser um líder e no que investem as pessoas…

  1. Eu lia a todo o tempo. Um livro, especificamente, deu-me a confiança para me comportar como eu mesmo e mesmo assim ser um líder. O livro chama-se: “The Path”, de Konosuke Matsushita. Eu apercebi-me que não tinha de ser agressivo e disruptivo com toda a gente para ser um grande líder.  Yancey
  2. Os líderes com mais sucesso que eu já vi têm a capacidade de conter as suas emoções, a habilidade de serem extremamente generosos e, mais importante, a humildade de pedir ajuda.  – Ashton
  3. As pessoas ajudam projetos no Kickstarter porque querem fazer parte de uma ideia e investir na paixão de alguém.  – Yancey
  4. Quando escolhi uma empresa para investir baseei em, primeiro, no fundador, e em segundo, na ideia.  – Ashton.
  5. Um grande líder precisa de ser um grande comunicador. Para comunicar a visão e perceber como servir melhor a equipa a cada momento.  – Yancey
  6. Acomodem o vosso ego e tenham um grande auto-controlo.  – Yancey
  7. Perguntem em vez de agir como se estivessem a preencher um “C” aleatório num teste. O instinto pode falhar-nos e criar-nos falsas notas. Não sejam orgulhosos em admitir que não sabem.  – Ashton

Conselhos para empreendedores e construtores de negócios…

  1. Keep building sh*t” – Ashton
  2. Mantenham-se fiéis a vocês próprios.  – Yancey

O que gostariam que as pessoas dissessem daqui a 50 anos sobre vocês…

  1. Ele está vivo! – Ashton.

Os insights e conhecimento partilhados no Sage Summit não pararam: uma vez absorvida a informação, é tempo de começar a implementar a diferença. Voltaremos em 2017 para outro Sage Summit incrível: enquanto o novo ano não chega. reveja as intervenções de Ashton Kutcher e Yancey Strickler aqui!