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Inovação e Tecnologia

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Porque são as mulheres essenciais para a Inteligência Artificial?

No decorrer dos últimos anos, a Inteligência Artificial (IA) tem sido reconhecida como uma peça chave na resolução de alguns dos problemas mais complexos do mundo, desbloqueando um nível de crescimento e inovação nunca antes visto.

Governos de todo mundo estão já a elaborar ativamente abordagens de investimento e a discutir os atuais quadros reguladores para ajudar os seus países a manterem um lugar de destaque nesta indústria emergente.

Por mais relevância que o tema da Inteligência Artificial tenha, há também alguns relatórios menos positivos sobre o efeito que a IA pode ter sobre o atual perfil demográfico da força de trabalho, muito mais iminente que a narrativa de Hollywood que refere “robôs a dominar o mundo” – se isto fosse verdade, poderia destruir a intensa luta das mulheres por ocupar o devido lugar na ascensão profissional. Tudo isto é demonstrado numa recente pesquisa da PwC, que indica que os trabalhos realizados por mulheres podem ser afetados pela automação durante a próxima década – com potencialmente 23% dos trabalhos das mulheres em risco, cerca de 7% mais do que os dos homens. Num momento em que o mundo se encontra a debater e a projetar o modo como a IA irá alterar a forma como trabalhamos, o maior risco de deslocação sentido por alguns membros da sociedade deve tornar-se mais visível e abordado em conjunto com a grave escassez de competências que verificamos entre as mulheres no setor tecnológico.

A Sage acredita que este é o momento para investir no aumento do acesso às oportunidades na carreira, a competências e no incentivo a mulheres de todas as áreas a avaliarem as portas que a IA pode abrir pelo seu futuro. Esta é a altura certa para qualquer mulher se envolver, e aqui estão as cinco razões pelas quais a Sage considera que devem fazê-lo:

1. Sensibilizar e informar a opinião e compreensão pública

Se alguma vez utilizou a pesquisa preditiva do Google, perguntou à Siri sobre a meteorologia ou pediu que a Alexa tocasse a sua música preferida, então já utilizou a IA.

No entanto, uma pesquisa realizada pela Sage demonstra que a compreensão pública atual da IA é extremamente limitada, o que prejudica a perceção e o sentimento sobre esta tendência. Conclusões revelam que 43% dos inquiridos nos Estados Unidos e 46% no Reino Unido admitiram “não saber o que é a Inteligência Artificial”. Dado que a maioria das pessoas estão a utilizar esta tecnologia todos os dias, é essencial que a indústria se responsabilize por dissipar os rumores e apresente o verdadeiro potencial da IA de forma compreensível a todos.

2. Não precisa de um doutoramento em ciências informáticas

A beleza da IA é o facto de ser desenvolvida para aumentar a inteligência humana nas mais variadas formas. A vida como a conhecemos não foi construída em torno de hardware e de tecnologia – somos artistas, filósofos, prestadores de cuidados, inventores e muito mais. E por isso, há uma grande quantidade de oportunidades fora dos empregos de ciência e de tecnologia quando se trata de construir IA útil. Precisamos de grupos compostos por homens e mulheres, por indivíduos otimistas, dedicados às oportunidades que esta tecnologia lhes pode oferecer, com conhecimento em resolução de problemas, psicologia, linguagem, design, storytelling, antropologia e direito, entre outros. A única forma de criar Inteligência Artificial verdadeiramente inteligente é se esta for ensinada a trabalhar, a reagir e a entender a linguagem tal como nós.

3. O preconceito é a maior das ameaças e só irá diminuir o progresso

Enquanto que a criação de personas famosas através de IA, como a Alexa e a Siri, são fortemente baseadas em estereótipos femininos, o número de engenheiras mulheres continua a ser muito baixo entre o grupo de engenheiros que as criam nos dias de hoje. Este é um problema sério que precisa de ser corrigido se quisermos perceber os grandes benefícios científicos e económicos desta tecnologia – e isso começa nas escolas e em casa. É necessário demonstrar às jovens desde novas que nenhuma carreira está fora do seu alcance.

Além disso, a Inteligência Artificial precisa de ser desenvolvida de forma a refletir a diversidade dos seus utilizadores. Mulheres e homens trabalham, vivem e pensam de forma diferente – é necessário captar o máximo de perspetivas diferentes para produzir um produto de alta qualidade e com o máximo potencial. E isto não é apenas uma questão de género, é necessário pensar globalmente e garantir que as máquinas estão a aprender sobre diferentes etnias, raças, linguagens e idades – todas as características que nos tornam únicos.

4. A indústria de tecnologia reconhece a necessidade de mudança imediata

Estatísticas da ONS (Instituto Nacional de Estatísticas do Reino Unido) demonstram que apenas 14% das funções STEM1 no mercado de trabalho do Reino Unido são ocupadas por mulheres. Este número representa uma ameaça grave para a futura competitividade global do setor da tecnologia do país. Nunca houve uma necessidade tão grande para a mudança e a indústria está pronta para isso. Universidades e empresas já estão a apresentar desenvolvimentos positivos para ajudar a lidar com esta necessidade, tendo influenciadores e acionistas dedicados a melhorar estes números.

5. Alguns dos investigadores e developers mais inovadores de IA são mulheres

“Enquanto alguém que desenvolve aplicações de IA todos os dias, como a Pegg, tive o privilégio de trabalhar com algumas das maiores mentes da indústria da IA – muitas das quais mulheres. Temos uma grande riqueza no que toca a modelos a seguir, mas infelizmente até ao momento a história tem sido fortemente dominada apenas por um género. Isto influencia o pressuposto de que há oportunidades limitadas para as jovens que procuram uma carreia nesta área, o que é totalmente falso. É necessário alterar estas perceções prejudiciais”, explica Kriti Sharma, Vice-Presidente de Inteligência Artificial do Grupo Sage.

Segundo a especialista o maior obstáculo da IA é o desenvolvimento de máquinas que não representam realmente todos os seres humanos. Foi por isso que a Sage criou um código de ética inovador, que oferece às empresas cinco orientações chave quando trabalham com a IA. Estas linhas orientadoras abrangem desde como nomear os assistentes virtuais até ao desenvolvimento de diversos conjuntos de dados que ajudam as empresas a contratar quando o género é retirado da equação. “Se nos comprometermos com o objetivo comum de incluir mais diversidade em todos as etapas do design, da programação e da implementação da Inteligência Artificial, acredito que esta tecnologia tem o potencial de transformar para melhor a forma como se fazem negócios e como vivemos as nossas vidas, todos os dias. E todos merecem beneficiar disso”, acrescenta Kriti.

Kriti Sharma é a Vice-Presidente da área de Inteligência Artificial da Sage. Foi responsável pelo lançamento da Pegg, o primeiro assistente de IA do mundo que permite aos utilizadores controlarem e registarem as suas despesas, com utilizadores em 135 países.

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Sage Sessions – O Office 365 por Pedro Reis

O software Sage 50cloud passou a integrar o Office 365, Pedro Reis responsável pela Unidade Negócio de Produtividade e Colaboração, na Microsoft, esteve presente no evento Sage Sessions de Lisboa para nos falar deste software que conta com 500 mil utilizadores empresariais.

 A adesão ao Office 365 continua a aumentar. A transformação digital, a crescente preocupação com a segurança e as mudanças nos hábitos de consumo operada pela geração millennial, contribuíram fortemente para acentuar este crescimento.

O trabalho mudou de forma extrema nos últimos anos, cada vez é mais importante conseguir trabalhar a partir de qualquer lugar, com garantia de segurança. Para as empresas é essencial conseguir reter talento e uma das formas de isso acontecer passa por proporcionar a possibilidade de trabalhar remotamente.

São cerca de 12 mil PME que utilizam o Office 365, com mais de 50% de adesão em cloud. Calculam que cerca de um milhão de estudantes trabalhe com o Office 365, o que facilitará a sua preparação e futuro ingresso nas empresas.

Trabalhar de forma colaborativa.

As empresas têm hoje o objetivo de aumentar a colaboração entre os seus colaboradores, com menor gasto de tempo e com uma maior eficácia. Os recursos em IT começam a ser escassos no país, com muitos profissionais a tornarem-se freelancers e a trabalharem à distância para empresas estrangeiras.

O Office 365 pode ser descrito como uma plataforma de produtividade, com total interação de serviços. As aplicações Office permitem a utilização até 5 devices, entre mobile, PC ou Mac, adaptada a todos os sistemas operativos. Inclui e-mail, armazenamento profissional em OneDrive e outros serviços.

Muitos serviços numa plataforma única.

Serviços como Skype para empresas, Microsoft Teams ou Microsoft Planner vieram transformar a forma de colaborar. Menos deslocações com reuniões por Skype que podem envolver até 200 participantes, a possibilidade de gravar reuniões e criar webinares. Os Recursos Humanos ganharam a possibilidade de realizarem entrevistas à distância.

Microsoft Planner permite atribuir tarefas, percebendo a quem estão alocadas e se estão a ser realizadas dentro do tempo previsto. Passa a ser possível editar documentos em co-autoria, sabendo exatamente quais as contribuições e guardando as várias versões do documento.

Em resumo, Pedro Reis explica como o Office 365 é ideal para aumentar a produtividade das empresas, facilitando o acesso e partilha de documentos com OneDrive, que permite a edição de documentos em tempo real. A partilha informação, sejam calendários ou contactos, sempre com e a máxima segurança.

É todo um mundo de possibilidades que se abre aos utilizadores de Sage 50cloud com Office 365, assistam ao vídeo da apresentação de Pedro Reis e a outros momentos do evento Sage Sessions, aqui.

 

 

 

 

 

 

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O que significa a neutralidade da Internet?

Nos últimos meses começámos a ver surgir alguns artigos sobre o tema da neutralidade da Internet, e toda a discussão em volta do processo que está acontecer nos Estados Unidos.

Nos Estados Unidos está a ser decidido o futuro da Internet, um organismo chamado FCC – Federal Communications Comission, a autoridade reguladora americana para as comunicações, decidiu eliminar toda a regulamentação relativa à proibição dos fornecedores de Internet de bloquearem ou atrasarem a entrega de conteúdos de acordo com a relação que têm com os criadores de conteúdos.

Ou seja, sem a neutralidade da rede, as operadoras que disponibilizam o acesso à Internet podem vender pacotes que cobram mais para os utilizadores acederem a certo sites em detrimento de outros.

Protestos ao longo de meses.

Apesar dos protestos ao longo de um processo de consulta e da documentação entregue por especialistas da área, a FCC considerou que existia uma excessiva regulamentação e   controlo do Estado.

É uma decisão política, defendida apenas pelas grandes corporações de telecomunicações americanas como a Verizon e a Comcast, segundo as quais a Internet neutra tem atrasado a inovação nesta área. O último recurso passa por uma petição entregue ao Congresso, onde constam os nomes de 21 dos grandes nomes da industria tecnológica, como o criador da internet Tim Berners-Lee, de Vint Cerf criador de/IP , ou Steve Wozniakout – co-fundador da Apple.

Esta petição entregue no congresso, apresenta como critica principal, que a FCC tem um entendimento débil sobre o funcionamento da tecnologia da internet. No entanto não é expectável que este apelo seja diferido.

Portugal é afetado por esta alteração?

Portugal é regido pelas normas europeias nesta matéria, esta alteração não tem impacto na realidade portuguesa na União Europeia existe forte regulamentação e até ao momento não existem indícios que siga o exemplo dos EUA.

No entanto, os sites com maior tráfego online, como o Facebook ou o Twitter podem ser afetados por possíveis mudanças no mercado americano, mas neste momento não é possível prever todos s cenários.

Acompanhar a mudança.

É fundamental para as empresas acompanharem a inovação e todas as alterações que podem afetar as empresas, mesmo de uma forma indireta. Sage 100c permite a integração de Apps para complementar a solução Sage, ajustando-a às necessidades de cada negócio, um ERP disponível em desktop e SaaS é ideal para pequenas e médias empresas.

A Internet chegou e mudou toda a forma como trabalhamos, tudo o que a afeta ou condiciona, terá sempre um impacto para as empresas.

 

 

 

 

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Sage Sessions

No próximo dia 23 de novembro realiza-se a primeira Sage Sessions no Pavilhão Carlos Lopes em Lisboa, com o tema “O Futuro Agora, em Lisboa”.

As Sage Sessions são um espaço para network de empresas de pequenas a grandes com o objetivo comum – crescer e perceber as oportunidades de negócio. Para atingirmos essa meta comum, apresentamos conteúdos relevantes para áreas de negócio, e dicas e inspiração de experts. No centro das atenções a transformação digital como chave para atingir o crescimento.

As boas vindas serão dadas por Josep Maria Raventos – Country Manager Sage Portugal. Seguirá uma conversa com a empresária e apresentadora da televisão, Cristina Ferreira com o tema “À boleia do digital: da televisão para o mundo do empreendedorismo”. Cristina Ferreira falará da sua veia de empreendedora, o que a levou a ir além da apresentação em televisão, e sobre o que a motiva a continuar a lançar-se em novos negócios.

Seguidamente teremos Daniel Reis – Sócio Partner da PLMJ, que nos irá falar sobre “O Impacto do Regime Geral de Proteção de Dados”. Este é um tema que ainda suscita dúvidas devido às suas implicações, a rápida evolução tecnológica e a globalização criaram novos desafios exigindo um quadro de proteção sólido e mais coerente na União Europeia.

Segue-se no programa a apresentação “O que o Office 365 pode fazer pelo seu negócio”, a sua integração com o software Sage 50c abre novas possibilidades de conetividade, que em muito poderão ajudar as pequenas empresas a ser ainda mais efetivas e produtivas.

Para terminar contamos com a presença de João Vasconcelos – Senior Adviser Clearwater International e ex-secretário de Estado da Indústria, que nos irá falar sobre a “Quarta Revolução Industrial”.

Para encerrar teremos um cocktail, oportunidade para mais networking e algumas speed demos dos novos produtos Sage. Assista à primeira edição da Sage Sessions em Lisboa, dê um passo na direção certa, prepare o futuro do seu negócio ao lado da Sage.

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4 Tendências a que as empresas devem estar atentas

As novas tecnologia estão constantemente a trazer novidades transformadoras para as empresas, é fundamental estar atento e conseguir perceber de que forma podem ser úteis. Analisar o contexto de cada empresa, perceber se faz sentido aderir e quais as vantagens a ser ganhas.

Chatbots, uma nova forma de apoio ao cliente.

Esta tecnologia traz enormes benefícios a nível de marketing digital, depois do serviço de cliente ter transitado do telefone para o e-mail, agora temos a emergência dos Chatbots. Os clientes são cada vez mais exigentes e requerem respostas rápidas às suas questões, e habituaram-se a procurar essas respostas junto das redes sociais.

Uma resposta rápida é essencial para a satisfação dos clientes, e é esse é um dos motivos do sucesso dos Chatbots. O Facebook Messenger bots são bastante simples de concretizar, e não têm custos.

Redes Sociais focadas na tecnologia móvel.

O Snapchat ou Instagram que foram pensados para telemóveis, e quase não têm utilizadores que acedam de outra forma, mesmo a publicidade do facebook resulta em grande parte por acesso móvel. Os conteúdos que são produzidos devem ter esta realidade em mente, criando conteúdos que instiguem a ação.

Embora o facebook tenha sido criado a pensar em desktop, foi evoluindo progressivamente para adaptar os seus conteúdos aos telefones, tendência que só se espera que continue a crescer.

Não eliminar plataformas semelhantes.

Embora existam várias semelhanças entre as plataformas existentes, estas continuam a apelar a diferentes públicos e diferentes características. Portanto embora seja tentador, é importante manter uma presença. O Facebook e Instagram podem ter imitado algumas possibilidades do Snapchat, mas esta plataforma continua a captar a atenção dos mais jovens.

Mesmo que a evolução das plataformas seja no sentido de criar uma homogeneidade, é sempre um risco deixar de star presente, uma vez que têm utilizadores demograficamente distintos.

A importância do video.

O Facebook recomenda a sua utilização por amplificar a exposição orgânica, Snapchat baseia-se bastante em video, e o Instagram com as stories também incentiva a seu uso. Os negócios que encontrem formas de utilizar o video para transmitir a sua mensagem, estarão a dar um importante passo em frente.

Empresas que desejem manter a sua vantagem devem manter-se atentas a estas novidades e aderir plenamente à revolução digital 4.0. Com  Sage 100c, as empresas ficam libertas do investimento em servidores. A informação da empresa é mantida em cloud com backup garantido, podendo aceder de qualquer lado e com qualquer dispositivo.

Abracem a inovação, são tempos ricos em possibilidades, apenas basta dedicar algum tempo a descobrir o que existe e como pode ser usado em favor das vossas empresas.