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Inovação e Tecnologia

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#SageSummit com Sir Richard Branson

Sir Richard Branson, fundador da Virgin Group, passou pelo Sage Summit para motivar 20.000 empreendedores a sonharem mais alto.

Sage Summit 2016: o maior evento do mundo para pequenas e médias empresas. E os empresários reuniram-se no primeiro dia da conferência para ouvirem a conversa inspiradora entre Stephen Kelly – CEO da SAGE – e Richard Branson, sobre o poder de um empreendedor, numa partilha sobre a sua história e como as famílias os incentivaram a seguirem o caminho do empreendedorismo.

“Nunca pensei em ser empreendedor.” Assim se apresentou Richard Branson, que começou o seu primeiro negócio aos 16 anos, numa editora de revistas. “Vi um pedido gritante de ajuda e quis fazer alguma coisa”. O encorajamento aos mais de 20.000 participantes no evento esteve sempre presente nas palavras do fundador do Virgin Group: dar o salto e enfrentar os obstáculos que se atravessam no caminho do empreendedorismo foram os conselhos mais proferidos.

“Podem alcançar o Golias dos negócios, se tiverem um bom produto que se diferencie. Podem ter sucesso.”

Outro tema abordado por Sir Richard Branson foi o balanço que é preciso fazer entre a vida laboral e a vida pessoal. A importância que manter todos os pratos da balança equilibrados tem para tornar os negócios focados na experiência do cliente. “Os empreendedores devem encontrar alguém tão bom ou melhor do que eles, para que se possam concentrar e passar tempo com a família.”

No final, houve tempo para se falar de retribuição à comunidade, na voz de Stephen Kelly e Sir Richard Branson: “Se cada pequeno negócio ajudar à resolução de um problema local, todos os problemas globais podem ser resolvidos.” E tanto a Sage – com o projeto Sage Foundation – como a Virgin Group – com o programa Unite Virgin – assumem este compromisso de colaborar com a comunidade envolvente.

Branson fechou a sua intervenção incentivando todos a infundir nas suas empresas mais louvor: “Procurem o melhor nas pessoas e elas vão florescer.”

Se não teve oportunidade de assistir à intervenção de Sir Richard Branson, pode fazê-lo de forma online e gratuita, aqui!

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#SageSummit2016: as lições dos tubarões

No Sage Summit 2016 tivemos a oportunidade de assistir à intervenção de dois tubarões – do mundo dos negócios e da televisão: Robert Herjavec e Daymond John, magnata da tecnologia e CEO da FUBU, respetivamente. A EVP of Product Marketing, Jennifer Warawa, passou 45 minutos com os dois empresários e aproveitou para partilhar 2o insights dados por eles:

Robert Herjavec 

  • O propósito chega por duas vias: ou são totalmente focados – e sabem-no, ou através da dor/perda.
  • Quando a dor se tornar insuportável, vocês vão mudar.
  • Se quiserem fazer tudo no vosso negócio, ele será sempre pequeno. A única maneira de crescer é com uma grande equipa.
  • Uma grande equipa é constituída não necessariamente por pessoas de quem gostam, mas por pessoas que complementem as vossas competências e que se respeitem entre si.
  • Não podem competir a uma escalada global sendo mais um no mercado. Têm de ser fantásticos – não existe recompensa para a mediocridade.
  • Ponham a cultura sempre em primeiro lugar.
  • Se quiserem atingir os vossos objetivos acima de tudo, vão adquirir as competências necessárias. Se não, vão encontrar desculpas.
  • Tornem-se na pessoa que outros vão querer ter a oportunidade de conhecer um dia.
  • Os grandes empreendedores encontram sempre um caminho. O dinheiro nunca é a barreira que se coloca ao sucesso. As grandes barreiras são, na verdade, falta de criatividade, de vontade, de esforço e de vendas.
  • Sejam excelentes! Só tem uma vida, uma oportunidade. Façam o máximo que puderem com ela. Não sonhem apenas – realizem!

Daymond John

  • A responsabilidade não pode ser dada, mas sim tomada!
  • No vosso negócio, conheçam sempre o mercado e o marketing.
  • Falhar é parte do processo. Vão falhar mais do que ser bem sucedidos.
  • Desafiem colaboradores a desempenharem cargos que nunca exerceram: na maioria das vezes vão ser positivamente surpreendidos com novas ideias e perspetivas.
  • Vendam com base na pessoas a quem querem vender e não como se fosse para vocês.
  • OPM não significa apenas “Other People’s Money”. O M significa muitas outras coisas, como Marketing, Manufatura, Mentores, etc.
  • Grandes empreendedores dão passos seguros.
  • Façam uma lista daquilo que gostam de fazer e daquilo que não gostam. Depois, solicitem fora tudo aquilo de que não gostam: vai mudar a vossa vida!
  • Determinem aquilo que têm por garantido e aquilo por que têm de ir à luta: por exemplo, capital social.
  • Nunca se dêem ao luxo de adorar algum dos vossos ativos. São as pequenas coisas que acabam por destruir um negócio.

Assista na primeira fila às intervenções, de forma online e gratuita, aqui!

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Controlo Remoto

O advento das tecnologias móveis significa que os nossos empregos se desenvolvem cada vez menos à secretária. Conseguimos resolver tanto expediente com os nossos telemóveis e tablets como com os computadores pessoais. Em consequência, estamos agora mais aptos do que nunca para fazer o nosso trabalho como e quando quisermos.

A ideia de um trabalho baseado em escritório das nove às cinco parecerá estranha à próxima geração de trabalhadores que cresceram com as tecnologias digitais. Eles esperarão práticas de trabalho remoto como sendo a norma, e será com base nisso que provavelmente escolherão o seu próximo emprego.

Examinámos esta cultura de conexão no nosso Estudo de Impacto Económico e constatámos que enquanto os empregadores estão a despertar para a oferta de trabalho flexível muitos de nós ainda estamos a trabalhar principalmente no escritório, o que tem reflexos na produtividade.

Observem o infográfico – construído a partir de dados recolhidos no Estudo, para percebermos como a tendência para o trabalho remoto está a mudar, e como os empreendimentos que o implementam estão um passo à frente.

INFOGRÁFICO – Faça o download aqui.

Controlo remoto – a empresa em todo o lado

Segundo o nosso Estudo de Impacto Económico, 47% dos empregados apoiam o trabalho remoto, apesar de os números do Office of National Statistics mostrarem que 87% de nós ainda trabalham sobretudo no escritório.

A percentagem de empregados que regularmente fazem trabalho remoto difere consideravelmente entre os países da Europa, e parece relacionar-se com as taxas de produtividade. A questão é saber o que as empresas podem fazer para obter o melhor dos seus trabalhadores.

Apesar de o apoio ao trabalho remoto estar a crescer, ainda há uma grande discrepância entre o que se preconiza e o que é realmente praticado. Proporcionar aos trabalhadores flexibilidade entre o trabalho e a vida é fundamental para atrair e conservar os melhores talentos, sobretudo os inúmeros que entram no mercado de trabalho, os quais tendem a prezar um estilo de atividade menos regimental e mais móvel.

É evidente que as empresas têm de atuar agora, para não se arriscarem a perder os maiores talentos para a concorrência. Provou-se que o trabalho remoto aumenta a produtividade da empresa. Uma pesquisa da Universidade de Stanford concluiu que os trabalhadores remotos são 13% mais produtivos e têm menos baixas por doença do que os seus colegas, assim dando mais horas produtivas à empresa. O trabalho remoto permite às empresas abraçarem diferentes maneiras de trabalhar, e a tecnologia móvel revolucionou a capacidade de trabalhar em qualquer lugar.

As empresas precisam de dar aos seus empregados a faculdade de trabalharem como e quando sentirem que são mais produtivos. As novas gerações já procuram isto; arriscará a sua empresa ficar para trás? O apoio ao trabalho remoto está a crescer, tanto entre os empregados como entre os empregadores. Já está provado ser um excelente modo de aumentar a produtividade e de atrair os melhores talentos a juntarem-se à sua organização. Como resultado, as empresas precisam de implementar o trabalho remoto e de encorajar ativamente os empregados a usarem da melhor maneira a oportunidade.

Benoit Gruber – Global Product Marketing at Sage

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As soluções de gestão na transformação digital: dos ASP ao SAAS

No final dos anos 90 os ASP surgiram para as Pequenas e Médias Empresas (PME) como a grande promessa para o acesso a aplicações que usualmente apenas estavam acessíveis a grandes organizações. Segundo vários investigadores e analistas de mercado, os valores estimados para o mercado de ASP oscilariam entre 150 Milhões $US a 132 Mil Milhões $US, entre 1999 e 2006. No entanto, apesar de o conceito de ASP parecer estar destinado a vingar, a questão que se colocava muitas vezes era se realmente os clientes estavam à procura de ASPs.

No início de 2000 a percepção era a de que ainda havia muito poucos clientes e o Gartner Group previa que, a prazo, 60 % dos ASP abandonariam este negócio.

Em Portugal também se assistiu ao crescimento do mercado de ASP, a partir de 1999, inicialmente com operadores ligados às principais empresas de telecomunicações e alguns operadores independentes. Cedo se constatou que este era um modelo de negócio para o qual o mercado nacional não estava ainda preparado, pois entre as principais limitações da altura contava-se a diminuta ligação das empresas à Internet ou a capacidade das comunicações. Por outro lado e como se estava nalguns casos a falar de aplicações na área financeira ou de gestão de dados intrínsecos ao negócio, o receio por parte dos gestores das potenciais empresas clientes sobre a localização dos dados e sua privacidade era um obstáculo muito grande à adopção.

Entre os factores de adopção, os fornecedores já consideravam que o controle de custos permitido (previsibilidade sobre o budget de tecnologias de informação (TI)) era um dos principais; mas outros eram também apontados, tais como a falta de recursos qualificados para gerir as TI ou a focalização da empresa no “core” do seu negócio ou a possibilidade de efetuar o “outsourcing” que facilitasse a reengenharia dos processos de negócio. No entanto ao mesmo tempo o receio, por parte dos clientes, de perder o controle sobre as suas aplicações era dado como um fator para a não-adopção.

Sensivelmente uma década depois do emergir dos ASP, começou a generalizar-se a terminologia em torno de “Cloud Computing” e em particular, de “Software as a Service” (SaaS). Comparando o ASP com o SaaS, as principais diferenças situam-se na escalabilidade e no facto de o ASP estar principalmente baseado na instanciação “single-tenant” ao invés da “multi-tenant” mais típica do SaaS, embora muitas vezes se utilize erradamente esta designação quando na realidade o que se está é a fazer “hosting” de uma única aplicação. Na ultima década começou a assistir-se a uma crescente “pressão”, por parte dos fornecedores, para direcionar os clientes no sentido de adotarem este modelo de distribuição, com um conjunto de vantagens e argumentos. Estas têm sido objecto de investigação académica para que possam ser confirmadas e definido o relativo grau de importância.

Acedam ao whitepaper sobre O impacto das aplicações de gestão em “Software as a Service” na Transformação Digital aqui!

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Transformação digital: as vantagens

O contexto atual tem levado as empresas a repensar os seus processos de trabalho e a encontrar, na utilização da tecnologia, a maneira ideal para obter melhorias significativas nas suas operações, criar novos modelos de negócio que podem trazer mais clientes através de experiências satisfatórias, com foco na manutenção da competitividade no mercado.

  • Adoção de novas tecnologias. A adoção de tecnologias digitais em todas as fases da cadeia de valor do negócio (da cadeia de abastecimento à fabricação e distribuição) a fim de aumentar a receita e produtividade. E deve ser combinada com a reorganização meticulosa de processos de trabalho, reestruturação do negócio e a formação de recursos humanos.Aumentar as receitas e a produtividade são duas das vantagens que a adoção das novas tecnologias por parte das empresas
  • Um negócio mais competitivo. A adoção da transformação digital traz a implementação de processos mais fluídos para gerir todos os departamentos da empresa. O foco está na definição, implementação e melhoria dos processos de negócio para uma abordagem cada vez mais prática e que facilite a vida aos empresários. Toda a reorganização do trabalho, do negócio e a formação de novos ativos tornará o vosso negócio mais eficiente e produtivo.
  • Digitalização dos processos. Digitalizar o negócio não é o objetivo final, mas antes o meio para alcançar os objetivos da vossa empresa. Os resultados saltam à vista: empresas mais produtivas, competitivas e inovadores e um mercado em constante transformação. Utilizarem a mobilidade, as redes sociais, a cloud ou a análise de dados em prol da vossa empresa, tenham em conta o vosso modelo de negócio e alinhem tudo por esse prisma.
  • Gerir pessoas e mudanças. Uma gestão eficaz da mudança garante que as pessoas envolvidas no processo de transformação ou atingidas pelos seus resultados se preparem para enfrentar os novos desafios nas áreas onde trabalham.