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Como fazer recrutamento sem preconceitos

Muitos gestores têm o intuito de tornar as suas equipas mais inclusivas e reconhecem o valor da diversidade e a necessidade de empregarem equipas inclusivas. No entanto, nem sempre sabem como o fazer.

Atualmente, algumas empresas já investem em treinos e workshops para chefias que os devem ajudar a identificar os seus próprios preconceitos, através de uma autoanálise consistente. Infelizmente, esta técnica de reconhecer tendências mais intolerantes leva, a longo prazo, a que algumas pessoas retornem à estaca zero.

De acordo com um estudo na Stanford Womens’s Leadership Lab, analisado num artigo da Harvard Business Review, existem duas formas práticas de gestores combater os seus próprios preconceitos.

A primeira técnica passa por redefinir os vossos padrões de sucesso. As estruturas que sustentam uma sociedade preconceituosa dependem de padrões muito restritivos de êxito. Desta forma, acabamos por favorecer certos grupos ao invés de outros, mesmo que tenham iguais probabilidades de suceder.

Em entrevistas, tendemos a querer saber se um candidato frequentou certas escolas, porque sempre foram encaradas como as “escolas certas” a frequentar. No entanto, nem sempre nos questionamos sobre a facilidade de acesso a essas “ditas escolas ideais”.

Assim, o processo de recrutamento para uma função pode enveredar muito facilmente pela “aposta segura”, pelo candidato que tenha um percurso mais familiar e que seja mais similar aos dos seus futuros colegas. Este fenómeno tem o nome de “princípio da autosemelhança” e torna equipas demasiado homogéneas para inovarem facilmente.

Por outro lado, equipas mais diversas superam equipas menos diversas em desafios de inovação pois trazem riqueza de pontos de vistas, de experiências e de ideias. Quando fluem ideias diferentes e surgem novas questões, uma equipa inclusiva analisa tudo mais profundamente e produze melhores decisões.

A segunda prática para lutar contra o preconceito internalizado implica que analisemos de que tipo de contribuição complementar andamos à procura. Podemos contratar alguém cujo currículo não difira da restante equipa mas como é a que sua colaboração enriquecerá o vosso negócio? Questionem quais as competências e traços que verdadeiramente podem trazer inovação à vossa equipa de trabalho. Como consequência, podem criar uma equipa mais inclusiva e mais bem-sucedida.

Aqui vão algumas sugestões sobre como determinar as contribuições complementares de um candidato.

Estabeleçam critérios claros do que é o sucesso.

Considerem a equipa em questão e de que forma trabalham bem, seja através de competências, experiências ou pensamentos. Assim, podem desvendar as formas menos evidentes em como a vossa equipa já trabalha com sucesso ou quais são as faltas a colmatar.

Considerem o benefício que o candidato trará à vossa equipa.

Questionem a vós próprios como é o que o candidato em questão melhorará decisões ou discussões, como acrescentará valor à vossa equipa.

Façam uma análise de lacunas.

Considerem que competências e experiências estão em falta na vossa equipa, sem caírem no erro de se focarem em características que tornam o candidato unidimensional. No entanto, se as vossas contratações se basearem em análises unidimensionais dos candidatos, esse mau hábito pode ter repercussões nas vossas equipas.

Estudem o percurso do candidato.

Analisem os altos e baixos da sua carreira profissional e como lidou com adversidades. Nas lições de vida que terão aprendido, estará o valor complementar que podem trazer à vossa equipa.

O intuito principal da diversificação da equipa de qualquer empresa é a inovação, além da atração, retenção e promoção de talento e de outras habilidades. Para chegarem a este objetivo, devem examinar as vossas próprias predisposições e considerar o verdadeiro valor que cada candidato trará para a vossa equipa. Pequenas mudanças no processo do recrutamento fazem grandes efeitos, como é o caso de das empresas lideradas por mulheres que têm, em média, retornos duas vezes e meia maiores.

Uma solução de Recursos Humanos permite um crescimento organizado, com as ferramentas adequadas para cuidar das pessoas, o vosso potencial mais importante.

 

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Apresentação de Sage Institute

O Sage Institute é a área de formação da Sage Portugal!

O nosso principal objetivo na preparação da oferta formativa da Sage Institute é facultar todas as ferramentas ao nível de conhecimento de software e de complemento fiscal, legal e laboral, para que os nossos clientes impulsionem o seu crescimento e sucesso do seu negócio. A formação da Sage Institute pretende oferecer-lhe os meios necessários para um desempenho ideal da sua empresa, ao ajudá-lo a destacar-se no mercado ou ao aumentar a produtividade dos seus colaboradores com mais competências e motivação.

Somos uma entidade formadora acreditada pela DGERT e também acreditada pela OCC – Ordem dos Contabilistas Certificados. O Sage Institute trabalha com formadores internos e externos, especializados e experientes nas áreas da Gestão Financeira, Fiscal, Legislação Laboral e Ciências Informáticas.

As formações têm diversos formatos:

Soluções Sage – formação em formato online que permite aprofundar conhecimentos nas soluções Sage;

Quick Learning – formação em formato online que possibilita esclarecimentos de um tema específico, em 60 minutos;

Gestão & Tecnologia – formação em formato presencial e online, sobre temáticas ligadas à core do seu negócio;

Outros formatos – formação disponíveis em vários formatos, ajustados às suas necessidades e do seu negócio.

Independentemente do formato ou temática escolhidos, o Sage Institute dispõe ainda do Sage Training Pass. A adesão a este Plano de Formação Anual oferece uma dupla vantagem para empresa pois permite o cumprimento das 35 horas obrigatórias de formação pessoal, além do desenvolvimento, em simultâneo, de novas competências e capacidades dos colaboradores, a preços mais reduzidos.

Para corresponder à agilidade dos dias de hoje, renovámos a imagem do Sage Institute. Através desta ligação, consegue consultar toda a oferta formativa agendada. O conteúdo programático de cada formação está disponível, assim como informações de agendamento e a opção de inscrição direta.

Podemos esclarecer qualquer questão, através do nosso chat direto, através do e-mail [email protected]  ou através do contato telefónico  22 120 24 23.

Conheça-nos aqui!

 

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5 dicas para gerir colaboradores com menos stress

Não há dúvida que os vossos colaboradores são o recurso mais valioso mas a gestão de recursos humanos é uma tarefa complexa. Gerir a vossa equipa de forma a criar participação dos colaboradores é importante pois pode ter um impacto direto nos vossos resultados.

 

Um estudo da Deco, publicado em outubro de 2018, demonstra que um em cada três trabalhadores corre o risco de burnout, ou seja, esgotamento. Metade dos inquiridos indicaram falta de apoio por parte dos supervisores em situações de stress e, nestes casos, o risco de burnout sobe para 50%.

 

Gestão de equipas pode ser stressante mas atentar à cultura de trabalho que estão a criar pode trazer melhorias impactantes na vida da vossa equipa. Uma equipa saudável, equilibrada e apoiada trará melhores resultados. Aqui temos algumas dicas em como melhorar esses processos.

 

  1. Escolham o software certo para as vossas necessidades

 

O software deve trabalhar convosco e não contra vós. Processamento de salários, gestão contratural, de independentes e de obrigações legais pode ser algo entregue à automatização de um software de gestão de Recursos Humanos. A mobilidade de um serviço na cloud oferece mobilidade e acessibilidade a partir de qualquer lugar. O tempo poupado na agilização destes processos pode ser investido de novo na gestão de talento e na dimensão humana deste tipo de gestão, potenciando a felicidade e envolvimento dos vossos colaboradores.

 

A escolha correta de Recursos Humanos pode acelerar muitos processos na vossa empresa. Descubram as ofertas de software da Sage Recursos Humanos.

 

  1. Encorajem a vida fora do escritório

 

Pessoas equilibradas são colaboradores mais felizes, que, por sua vez, serão mais produtivos. Incentivem os vossos colaboradores a retribuírem para a sociedade. Como sabemos, as melhores chefias lideram pelo exemplo portanto considerem apresentar oportunidades de voluntariado em que estejam envolvidos e demonstrar como é gratificante envolver-se na vossa comunidade.

 

  1. Sejam o paladino dos vossos colaboradores

 

Objetivos de trabalho são essenciais para estabelecer necessidades e manter motivação e produtividade. Da mesma forma, é interessante que mantenham metas fora do escritório. Encorajamento deste tipo passa por um conhecimento humano dos interesses individuais dos vossos colaboradores. Num passo seguinte, podem ajudar a criar metas concretas que levem os vossos colaboradores um pouco mais perto dos seus objetivos. Se alguém quer participar numa maratona, por que não propor ao escritório inscrever-se em grupo como companhia?

 

  1. Reconheçam que o reconhecimento é uma moeda valiosa

 

Sejam específicos ao apreciarem um trabalho bem feito. Destacar o sucesso de um colaborador deve ser um momento de celebração para o colaborador em questão, além de ser um momento de aprendizagem para outros. Este tipo de avaliações ajudam a criar uma cultura de trabalho saudável. Colaboradores que se sentem valorizados tendem a trabalhar mais afincadamente.

 

  1. Não sejam investigadores

 

Os vossos colaboradores têm uma função a desempenhar e não é uma microgestão que acelerará o seu trabalho. Confiem que os vossos trabalhadores conseguirão atingir os seus objetivos pois demasiado acompanhamento pode dar a sensação de estarem a ser seguidos por um detetive e pode levar a ressentimento.

 

Estabelecer objetivos concretos é ideal para medir produtividade. Dessa forma, elimina-se desentendimentos sobre ideais e métricas para os medir e os próprios colaboradores conseguem monitorizar a sua performance e ajustar-se face a dificuldades que surjam.

 

Empatia é o traço mais importante num líder e que mais vai refletir nas vidas dos trabalhadores que chefie. Um colaborador que se sinta compreendido e valorizado tem uma dedicação redobrada ao trabalho. Com uma mente aberta e empática e estas dicas, podem acabar com o stress da gestão de equipas.

 

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Como arranjar tempo para fazer exercício

Um novo estudo demonstra que escolher ser ativo é um trabalho mental por si só. Neste artigo, identificamos algumas formas de facilitar a incorporação de exercício no nosso dia-a-dia.

Apesar dos benefícios comprovados do exercício físico para a saúde mental, temos por vezes dificuldades em criar esse hábito. Um novo estudo, publicado na revista Neuropsychologia, descobriu que escolher realizar atividades físicas implica uma maior exigência mental do que escolher atividades sedentárias. Os nossos cérebros parecem orientados para preferir o descanso de estar deitado no sofá, ao invés de correr numa passadeira – ou até correr ao ar livre.

Estas descobertas explicam que é crucial ter estruturas estabelecidas para ajudar a manter-nos ativos. Sugerimos alguns pequenos passos que vos podem ajudar a manter um regime de atividade física.

Trocar uma parte sedentária da rotina diária por uma escolha mais ativa

Uma boa aposta para incorporar esta mudança na vossa rotina é juntá-la a um hábito já familiar. Em vez do elevador, usem as escadas; em vez de ficarem imóveis enquanto lavam os dentes, passeiem-se um pouco pela casa. Como estão anexadas a hábitos que já têm, são mais fáceis de transformar numa rotina.

Identificar a parte mais frustrante e stressante da semana e planear exercício logo a seguir

Comecem por apontar um momento de maior stress na vossa semana, como uma reunião semanal ou uma tarefa em específico. Comprometam-se a fazer algum tipo de atividade física imediatamente a seguir. Pode ser algo tão simples como descer as escadas do escritório e dar uma volta ao quarteirão, ou algo mais estruturado como uma ida ao ginásio ou uma corrida. Sentirão um efeito de relaxamento imediato.

Fazer exercício enquanto veem televisão

Esta proposta é mais indulgente pois contorna a preguiça. Há muitos exercícios que podem fazer enquanto sentados ou deitados a ver um programa de televisão – exercícios de pilates para pernas são particularmente adequados porque não exigem que se mova o torso e não interrompem a vossa série. De cada vez que veem uma hora de televisão, dediquem os primeiros 20 minutos a fazer exercício simultaneamente.

Incorporar exercício no trabalho

O exercício físico não precisa de ficar à porta do local de trabalho. Muitas empresas trazem atividade física para dentro do escritório, com aulas de grupo antes do horário de trabalho, ou encorajam o combate ao sedentarismo, estabelecendo parcerias mais económicas com ginásios.

Uma solução de gestão de Recursos Humanos, como as oferecidas pela Sage, pode facilitar a introdução destes pequenos momentos junto dos vossos colaboradores. É fundamental promover a satisfação da equipa, com um bom acompanhamento constante. Promovam a boa saúde mental e física e surpreendam-se com os efeitos benéficos para a empresa.