A navegar na categoria

Recursos Humanos

Gestão de Pessoas Recursos Humanos

Os riscos de desvalorizar a importância dos Recursos Humanos

A entrada da geração millennial no mercado de trabalho, obrigou as empresas a reavaliarem a forma como devem cuidar dos seus colaboradores.

As empresas começaram a optar pela expressão “Gestão de Talentos” substituindo a expressão “Recursos Humanos”, sem compreenderem que as funções de RH continuam a ser necessárias para o sucesso das empresas.

RH – uma área de conhecimento essencial.

Os empresários por vezes não reconhecem a importância de ter um departamento na área de Recursos Humanos. A legislação laboral é bastante extensa e implica um conhecimento aprofundado para que não se cometam erros, e a empresa não incorra em penalizações.

Um departamento de Recursos Humanos também faz um acompanhamento da equipa, monitorizando o seu desenvolvimento. Adequando as oportunidades de formação às necessidades, analisando a adequação ao posto de trabalho, pensando conjuntamente as opções futuras.

São processos multifacetados e quando bem conduzidos levam a uma maior satisfação e a uma consequente retenção dos colaboradores. Para tal é necessário conseguir reunir e analisar a informação relativa aos colaboradores.

Analisar a informação reunida.

Um software de RH permite reunir toda a informação sobre férias, dias de compensação, bónus, toda a informação com um impacto nos pagamentos e na produtividade.

O software Sage de Recursos Humanos, permite fazer este acompanhamento e reduzir os custos de forma significativa, identificando onde pode existir poupança, e as áreas em que é necessário um reforço de pessoal.

Contratar pessoas para o lugar certo, envolve o gasto de recursos em ações de recrutamento e em formação inicial. A produtividade de um novo colaboradores é sempre um pouco mais baixa nos meses iniciais, e os custos associados aumentam no caso de trabalhadores especializados.

Reconhecer a importância da gestão de talentos e RH tradicional.

É fundamental gerir talento de uma forma articulada com os sistemas tradicionais de Recursos Humanos, beneficiando tanto a empresa como os colaboradores, alcançando uma taxa de retenção superior.

Os lideres empresariais devem reconhecer que os seus colaboradores são efetivamente a empresa, e como tal devem investir no planeamento desta área, ajustando as politicas de contratação aos objetivos da empresa a longo prazo.

 

 

 

 

 

 

.

 

Gestão de Pessoas Recursos Humanos

Como criar equipas criativas

A inovação nunca foi tão determinante como hoje em dia, no contributo para o sucesso ou fracasso de um projeto. Gestores questionam-se sobre os fatores que afetam a inovação e como potenciar o surgimento de novas ideias

Perfil psicológico dos inovadores.

Tradicionalmente os gestores associam a criatividade a pessoas energéticas e dinâmicas. Longas pesquisas vieram desmontar esta ideia do criativo com uma personalidade expansiva, mas na verdade a maioria dos criativos são pessoas amáveis e modestas. Algumas delas poderiam mesmo ser caraterizadas como introvertidas.

Motivação intrínseca: um elemento transformador.

A motivação intrínseca é fundamental. Quantas vezes assistimos a casos de colaboradores que parecem pouco criativos numa empresa, e ao mudarem de funções ou de empresa, começam a evidenciar a sua criatividade?

As ideias não surgem num vazio, são respostas a problemas. Um primeiro passo na criação de equipas criativas, passa por recrutar colaboradores interessados na resolução dos problemas que a empresa enfrenta e que sintam um envolvimento emocional com o tema.

Promover um ambiente são.

Um estudo da Google sobre o que torna as equipas mais criativas teve dificuldade em encontrar padrões que permitissem determinar o sucesso. A liberdade de expressão de opiniões, sem receio de represálias, foi o único fator identificável presente em todos os casos.

Um ambiente mais saudável no centro da equipa, promove a capacidade de aprendizagem e o descobrir de soluções criativas.

Um outro estudo realizado pelo MIT, descobriu que as equipas em que todos os elementos participam em grau semelhante, alcançam melhor resultados que as dominadas por um ou dois elementos criativos.

Criar equipas com diversidade.

A tendência na contratação geralmente leva à seleção de pessoas com as quais o recrutador sente empatia e com os quais encontra semelhanças de personalidade. Selecionar pessoas com quem temos coisas em comum pode ser ótimo para uma atmosfera de camaradagem, mas não contribui para a inovação.

As equipas com elementos diferentes entre si, são mais inteligentes e observadoras. Retiram informação diferenciada, de acordo com a sua personalidade. As tensões são elemento natural no processo criativo e numa equipa demasiado homogénea as tensões são eliminadas.

Valorizar o trabalho de equipa.

Para valorizarmos o trabalho de equipa, é importante conseguir realizar um bom acompanhamento. O software da Sage de Recursos Humanos Sage X3 People auxilia as empresas no acompanhamento de equipas, seja através de uma politica de formação, melhorando a gestão de talentos ou identificando o colaborador certo para cada função.

Em conclusão podemos afirmar que as melhores equipas não dependem de um elemento brilhante, mas da colaboração entre diferentes elementos.  Há que identificar o talento dentro de cada empresa, oferecendo condições para o seu crescimento, e aceitando que por vezes são os colaboradores mais discretos que trazem os contributos mais importantes.

 

 

.

 

 

Recursos Humanos

O que define os trabalhadores millennials

 

A geração conhecida como millennial acompanhou uma tremenda alteração tecnológica, e viveu eventos que transformaram profundamente o mundo em que vivemos.

Em termos demográficos ocupam neste momento um lugar preponderante e como tal, é fundamental que as empresas compreendam as suas motivações, de forma a melhor gerirem o seu trabalho.

Constante aprendizagem.

Esta é uma geração curiosa, com apetência por novos conhecimentos e que investe tempo pessoal para aprender novas ferramentas que os tornem melhores colaboradores. Ao contrario da geração anterior, não estão dispostos a esperar muito tempo na mesma empresa por uma oportunidade de promoção.

As empresas que queiram reter os seus melhores colaboradores, terão de criar formas alternativas que garantam o seu crescimento profissional.

Acompanhamento Individual.

Os colaboradores desta geração parecem acreditar que são únicos e que o seu contributo é também especial, colocando um novo desafio aos Recursos Humanos: fazer com que todos estes colaboradores sintam reconhecimento pelo seu trabalho.

Em troca do empenho e tempo e dedicação na aprendizagem de novas ferramentas, este grupo espera que as empresas ofereçam apoio individualizado ao desenvolvimento dos seus talentos.

Trabalho associado a causas sociais.

Esta geração é sensível a causas sociais, constituindo uma parte importante na sua motivação. São cada vez mais as empresas que incentivam à participação em voluntariado, nomeadamente em tempo da empresa. A Sage acaba por ser um bom exemplo, incentivando os seus colaboradores a dedicar pelo menos 3 dias em ações de voluntariado.

Inovações tecnológicas.

Trata-se da geração digital, que cresceu com a internet e onde computadores pessoais e telemóveis tornaram-se acessíveis. Tudo o que esteja relacionado com esta área, ou empresas que demonstrem uma ligação a estes temas, são um foco de atração para esta geração.

Acompanhar a geração Millennial – Recursos Humanos

É difícil imaginar a gestão de Recursos Humanos sem o apoio de software de Recursos Humanos desenvolvido para esta área. Automatizando todas as tarefas relacionadas com processamento de salários, obrigações legais e permitindo acompanhar e desenvolver plenamente o capital humano.

Acompanhar e reter talento, é um dos elementos mais importantes para o sucesso de um negócio. É importante manter um ambiente que seja estimulante, divertido e inovador.

 

 

Recursos Humanos

Recursos Humanos: utilizar a informação para gerir talento

As empresas têm acesso a uma quantidade de informação extremamente valiosa e a organização destes dados permitiu tirar conclusões importantes sobre os clientes.

Hábitos de consumo e estilo de vida são alguns dos dados que permitem desenhar um perfil de consumidor e facilitar a criação de produtos e serviços ajustados às necessidades.

Conhecer os colaboradores tão bem quanto os clientes.

A informação a que temos acesso nos dias de hoje e o acesso a tecnologia inovadora, permitem que se aplique esta mesma estratégia em relação aos colaboradores da empresa. Aproveitar plenamente o potencial de cada colaborador e usar o talento individual em favor da criação de valor para a empresa.

Dados quantitativos e qualitativos.

A informação recolhida só poderá ganhar sentido, com uma maior compreensão do comportamento humano. É essencial estabelecer uma relação entre o comportamento humano e a Data recolhida para encontrar um sentido. O objetivo passa sempre por alcançar um insight que permita tomar melhores decisões sobre os colaboradores.

Sabemos que apenas 34% das empresas utilizam os dados recolhidos para tomarem decisões sobre a sua força de trabalho. Além da recolha de dados e da compreensão do comportamento humanos, é necessário ter acesso a uma solução tecnológica que permita a análise simplificada destes elementos.

Um software de Recursos Humanos.

É importante planificar o trabalho, ter objetivos mensuráveis e conseguir quantificar de forma mais clara o contributo de cada membro da equipa. Quem são os colaboradores mais produtivos, que falhas a nível de formação sentem e em que nível da organização se inserem, são algumas das possibilidades que se colocam.

Um software Sage Recursos Humanos permite dinamizar o capital humano construindo um catálogo de formação onde estão definidas as variadas ações, gerindo o talento e avaliando com dados concretos o desempenho.

Devemos recordar sempre que as empresas só poderão atingir o topo, acompanhando e desenvolvendo o potencial das suas equipas.

 

 

 

Recursos Humanos

Freelancers: mais produtividade com colaboradores externos

Gerir os colaboradores externos, aproveitar plenamente os seus benefícios, a vantagem de comportarem menos custos e de acederem a um trabalho especializado, necessário ao desenvolvimento da empresa.

Construir uma boa relação de trabalho.

Os trabalhadores remotos necessitam de mais tempo para se adaptarem à forma de trabalhar da empresa e para apreenderem a missão da empresa. Será sempre necessário investir na formação de cada colaborador novo, é por isso do interesse  da empresa que esta relação seja duradoura, diminuindo custos.

Flexibilidade laboral.

Devemos encarar os freelancers como empreendedores, uma vez que assumem o risco de gerir o seu próprio trabalho em troca de uma maior liberdade e flexibilidade. Em geral, estão mais aptos para negociar a sua remuneração, e as empresas devem demonstrar abertura para se encontrar um equilíbrio entre as necessidades de ambos.

Quando iniciarem uma negociação, pesquisem primeiro o portfolio, saibam com que gama de clientes trabalharam, e só depois discutam várias possibilidades e remuneração.

Simplificar a adaptação.

O tempo é limitado, é por isso extremamente útil reunir um dossier completo com documentação sobre a empresa,  que irá facilitar a integração destes colaboradores. Devem procurar formas de trabalhar em conjunto e estabelecer um enquadramento claro antes da prestação de serviço ser iniciada.

Período de experiência.

Procurem transmitir com clareza as vossas expectativas e estabeleçam sempre um período de experiência. Ao fim de um ou dois trabalhos será fácil perceber se o trabalho tem qualidade e se tem um custo comportável para a empresa.

Um software de Recursos Humanos permite acompanhar os colaboradores freelancers de uma forma mais completa, com um registo das suas tarefas, despesas associadas, facilitando a analise desse trabalho.  A Sage tem softwares adaptados às diferentes necessidades das empresas, auxiliando no aumento da produtividade destes colaboradores, e permitindo uma vantagem competitiva para a empresa.