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Sage Enterprise Management

Sage Enterprise Management

Mecwide: A engenharia de fazer uma gestão hábil

Arrancaram em 2009, com capital português e sede em Barcelos. Hoje em dia, estão presentes em mais de 30 países. A Mecwide é uma empresa multidisciplinar, com cinco unidades de negócio: assistência técnica; minas e cimentos; sistemas modulares, oil & gas, indústria e energia. Gerindo 200 colaboradores e mais de mil projetos, pretendem ser uma referência no mercado ao nível das soluções de Engineering, Procurement and Construction (EPC).

Cada empresa do grupo Mecwide tinha o seu próprio ERP, sem informação integrada. Com Sage Business Cloud Enterprise Management, ganharam gestão e acompanhamento financeiro dos projetos, de ordens de compra, receções e faturação. Conquistaram também visão da empresa na sua globalidade, que permite mobilidade de trabalho com acesso rápido a toda a sua informação. O rollout da solução Sage para outros projetos internacionais da Mecwide foi destacada pela sua simplicidade de processos e facilidade de utilização.

Carlos Palhares, fundador da Mecwide, e André Pinto, administrador delegado, explicam por que escolherem esta solução para a gestão do seu negócio internacional:

“Antes, tínhamos um ERP para cada empresa, sem informação integrada e hoje a Sage conseguiu colocar toda a nossa estrutura dentro de um único software, integrando as nossas diversas empresas, nas suas diversas geografias e onde temos tudo o que necessitamos para fazer a gestão financeira dos projetos. Para além da facilidade de utilização desta solução, a Sage permitiu-nos mobilidade e o acesso online a toda a informação, em qualquer lugar. Queremos continuar a crescer com o Sage Business Cloud Enterprise Management.”

Conheça as possibilidades que Sage X3 pode trazer ao seu negócio.

 

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Quais são as possibilidades de exportação das empresas portuguesas?

De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), reportados pelo Eco, em 2017, apenas 6,3 % das empresas não financeiras em Portugal se dedicavam à exportação. Para serem consideradas como empresas exportadoras pelo INE, deveriam ter pelo menos 50% de volume de negócios proveniente da exportação de bens e serviços ou que pelo menos 10% do seu volume de negócios de exportações fosse superior a 150 mil euros.

Apesar serem apenas 24 784 empresas, num grupo de quase 400 mil, foram responsáveis por 34,9% do volume de negócios e de 33% do Valor Acrescentado Bruto (VAB). Relembramos que, em 2017, o Banco de Portugal aponta que as exportações tenham representado 43% do PIB.

Para qualquer negócio assente na escala portuguesa, a exportação pode ampliar o negócio para uma dimensão maior. Mas as alterações não acabam aí. Um avanço para o mercado internacional pode trazer grandes inovações. Ideias e práticas inspiradas noutros mercados podem tornar-se diferenciadoras quando “se joga em casa”.

Para considerarem este passo, devem sentir-se confiantes com o vosso fluxo de caixa. Uma pequena aventura em mercados menores pode ser o primeiro capítulo da exportação. Ponderem começar com distribuidores inicialmente, o que vos permitirá estudar o mercado localmente.

A disciplina será a vossa melhor amiga em mercados inexplorados. Planeiem o vosso plano de exportação e nunca descurem uma visão transversal de todos os vossos recursos. Uma solução de ERP Sage oferece o conhecimento necessário para a gestão de vários departamentos. Ganhem acessibilidade ao vosso desempenho, a partir de qualquer mercado no qual se aventurem!

 

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Em que direção corre o caminho da vossa empresa?

Antes de desenharem o vosso mapa estratégico, devem decidir em direção vão levar o vosso negócio. O vosso negócio está em expansão e devem agora decidir para onde dirigir esse crescimento. Têm a opção de partir para uma integração vertical ou horizontal, dependendo dos vossos intuitos e necessidades.

Integrações horizontais

Uma integração horizontal passa por adquirir ou fundir-se com uma empresa similar, na mesma indústria. Desta forma, diminui-se a concorrência e aumenta-se a carteira de clientes. Garante-se também o objetivo de fazer crescer lucros com maiores economias de escala e possibilita-se uma diversificação dos serviços e produtos.

Compreende-se, então, que esta estratégia beneficia empresas com modelos de negócio bem-sucedidos. No entanto, este tipo de integração não tem sucesso garantido. Produtos demasiado similares, culturas de trabalho diferentes ou até conjuntos de clientes contrariantes podem gerar problemas e devem ser analisados.

Os casos de sucesso surgem em mercados em expansão, quando os concorrentes apresentam recursos financeiros menores ou menos capacidades, por exemplo.

Integrações verticais

Uma integração vertical acontece com a expansão de um negócio através da compra de uma outra empresa que opere anteriormente ou posteriormente na cadeia de fornecimento. O posicionamento da segunda empresa deve ser crítico para assegurar abastecimento ou pontos de distribuição, por exemplo. Assim, o negócio principal pode oferecer preços mais baixos ou estáveis e dominar maior parte da cadeia do produto.

Portanto, uma integração vertical pode aumentar os lucros de um negócio com melhor controlo de operações. Contudo, nem todas as empresas são iguais e as necessidades de produção podem ser diferentes para cada uma. Mais uma vez, o compromisso tem que se estudado.

Este tipo de integrações tendem a ser bem-sucedidas quando reduzem custos ao longo do ciclo de produção e uniformizam o controlo de qualidade.

Com um ERP da Sage, ganham a visão completa para poderem tomar todas as decisões estratégicas da forma mais informada e atualizada. As soluções de ERP Sage irão sempre acompanhar o crescimento e expansão do seu negócio, independente da rota que tomar!

 

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Determinar as vossas horas mais produtivas pode mudar o vosso dia de trabalho

As horas áureas de trabalho não são iguais para toda a gente. Alguns são madrugadores, enquanto outros são pessoas noturnas. Compreender qual é a vossa parte do dia mais produtiva permitir-vos-á tornar o dia de trabalho mais rentável!

A jornada de oito horas, que se adaptava e protegia trabalhadores de fábrica, nem sempre se ajusta à vida do empreendedor. Com a normalização dos locais de trabalho flexíveis, empreendedores e freelancers podem adaptar o dia de trabalho ao seu horário produtivo interior, com flexibilidade de horário de entrada, por exemplo. Vamos descobrir como identificar as vossas horas mais produtivas.

Comecem por uma auto-avaliação

Analisem o vosso dia e horário de trabalho honestamente. Aliás, sejam brutalmente honestos. Apenas assim, podem tomar nota dos momentos em que se sentem mais e menos energéticos. É bastante provável que já saibam que têm grande dificuldade em concentrar-se de manhã, ou que sentem que o final da tarde se arrasta.

Conversem com quem vos acompanha

Comecem por aqueles que vos são mais próximos – famílias, amigos, que vos conhecem como a palma da mão. Terão perceções a oferecer-vos, sobre os vossos surtos e quebras de energia ao longo do dia. De seguida, podem colocar a questão aos vossos colegas ou colaboradores. A sua opinião, enquanto espectadores, pode validar as vossas suspeitas.

Protejam essas horas douradas

Agora que identificaram o momento do dia em que o vosso trabalho é mais rentável, ajustem o vosso dia de trabalho. Tratem estas horas como o vosso próprio horário nobre. Não as desperdicem com distrações ou tarefas rotineiras. Utilizem esse tempo para trabalho criativo e exigente. Honrem-no com trabalho que potencie a vossa produtividade!

Optem por uma solução de ERP para otimizar o vosso negócio

O discernimento que aplicam ao vosso dia de trabalho pode ser uma inspiração para ganhar mais visão em toda a vossa empresa. As soluções de Enterprise Management Sage adaptam-se às necessidades do vosso negócio. Ganharão informação atualizada sobre a totalidade da vossa empresa para desenharem um plano futuro de sucesso!

 

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Kaizen: como melhorar processos de trabalho com pequenos passos

O método Kaizen ajudou o Great Western Bank, um banco norte-americano, a diminuir de 34 para 24 os passos necessários para se abrir uma conta bancária. A Ford tornou os seus processos mais eficientes com base nas mesmas ideias e recuperou o seu sucesso, após a crise económica de 2007/2008. O chef Ljubomir Stanisic também implementou esta estratégia de gestão com sucesso no seu grupo 100 Maneiras. Este conceito japonês, que quer dizer “boa mudança”, surgiu após a Segunda Guerra Mundial e tem um currículo convincente.

Esta estratégia de gestão e liderança tem como objetivo aumentar a produtividade e tornar o negócio mais rentável, com menos gastos e desperdícios. Devem-se considerar todos os tipos de melhoria, contínuas ou pontuais, pequenas ou grandes – que, juntamente, com uma cultura de “melhoria contínua”, gerará grande proveitos a partir dos mais pequenos resultados.

Podem escolher uma de duas aproximações diferentes a este conceito: de curso e de processos. A reorganização de uma operação de produção inteira, de acordo com o fluxo de materiais e informação, melhorará o curso da vossa produção. A segunda solução aborda alterações em postos de trabalho individuais. Para isso, devem começar por encorajar os vossos colaboradores a sugerir pequenas alterações de implementação fácil que acelerem procedimentos do dia-a-dia. Em qualquer caso, após a implementação de alterações, devem sempre monitorizar resultados e fazer ajustes em conformidade.

No entanto, Kaizen não é apenas uma estratégia que procura mais produtividade. Deve levar também a uma humanização do local de trabalho, ao eliminar trabalho excessivamente difícil e criar um ambiente em que todos os colaboradores têm oportunidade para apontar situações de desperdício e ineficiência.

Criem uma gestão una, simples e flexível do vosso negócio, em que todas as necessidades recebem resposta de forma rápida. As opções Sage ERP trazem-vos visão da vossa operação em tempo real, para implementarem alterações facilmente e ganharem rentabilidade.