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Sage Enterprise Management

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As previsões do ERP para o ano de 2019 – Parte II

Na segunda parte deste artigo, vamos abordar as restantes previsões da Sage, no âmbito do ERP, neste ano novo.

  1. A riqueza dos dados

Não é produtivo, e pode ser até incauto, o acumular de dados de um negócio, sem se proceder ao seu tratamento. Os benefícios operacionais que podem surgir são muitas vezes invisíveis até se começar a processar toda essa informação. As ferramentas analíticas oferecidas por uma solução ERP como Sage X3 trazem uma única fonte de dados fidedignos personalizada de acordo com as necessidades do seu negócio. Centralize, num único sistema, gestão de produção, de cadeia de abastecimento, financeira e de pessoas, e ganhe vantagem competitiva com a incorporação dos dados analíticos nas suas estratégias de negócio.

  1. Blockchain

Ainda que a tecnologia de blockchain esteja na sua infância, ganha cada vez mais adesão em muitas áreas de software empresarial e, também, nos sistemas ERP. Nos próximos meses, podemos esperar novos usos desta tecnologia em ERP.

As opções de rastreabilidade e visibilidade que a tecnologia ERP blockchain traz são muito atrativas para a gestão da cadeia de distribuição. Ligações entre redes de fornecimento, através de um sistema descentralizado de blockchain permitem uma gestão de inventário muito facilitada, por exemplo. No âmbito da visibilidade, este tipo de tecnologia pode trazer segurança e transparência ao setor de alimentação, ao assegurar a garantia de origem dos produtos desde o local de produção até ao local de consumo.

“As novas tecnologias chegaram para ficar e nenhum setor as pode ignorar. Concretamente, a indústria dos ERP vai passar por grandes mudanças, que, sem dúvida, terão um impacto positivo na produtividade e na eficiência das empresas que agarrem a transformação digital” afirma Cristina Francisco, Head of Product Marketing da Sage. “Na Sage, prevemos que 2019 será o ano do verdadeiro avanço tecnológico na área dos ERP e é fundamental que as empresas estejam cientes dos benefícios que a Inteligência Artificial, o blockchain e o Machine Learning podem trazer aos seus negócios”, conclui.

 

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As previsões do ERP para o ano de 2019 – Parte I

Implementação de serviços na Cloud, mais segurança de dados e a integração de tecnologias de nova geração são alguns dos fatores que a Sage antecipa que mantenham o desenvolvimento do Enterprise Resource Planning, ou ERP. No artigo de hoje, vamos partilhar as previsões para esse crescimento, durante este ano.

  1. O poder está na Cloud

A solução de sistemas ERP baseados na Cloud irá tornar-se a predefinição para as empresas, com o objetivo de crescimento baseado numa monitorização atenta. Apesar da presença da Cloud se fazer sentir progressivamente em todas as áreas de negócio, a transição de sistemas ERP para a Cloud tem sido particularmente mais demorada.

Estas transições podem apresentar desafios específicos, como questões sensíveis de segurança, falta de competências e os gastos de tempo e investimento nas implementações. No entanto, 2019 será o ano da facilidade comprovada das soluções ERP baseadas na Cloud. Até 2021, estima-se que este mercado cresça quase 30 mil milhões de dólares.

A exceção à regra é a indústria de produção, onde se antecipa que a adoção seja mais lenta, apesar dos benefícios claros, como a melhoria de qualidade de produção, acessibilidade global e gestão em tempo real.

  1. As novidades da Inteligência Artificial e Machine Learning

A Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning são utensílios conhecidos e fundamentais do futuro de software ERP. A automatização de processos e o aumento de eficiência são vantagens inegáveis. Também se pode aproveitar a análise imediata dos dados empresariais, para que anomalias flagrantes sejam descobertas sem necessidade de análise humana.

Este tipo de ferramentas digitais não precisam de substituir o trabalho humano. Podem antes ajudar a ganhar mais produtividade, além de poupança de dinheiro e tempo, ao proporcionarem apoio.

  1. O ERP, na vanguarda

Enquanto a Internet das Coisas (IoT) se continua a alastrar, a indústria da produção aposta nas soluções periféricas de ERP, com o intuito de ganhar produtividade e de alargar sistemas centrais. Quanto mais dispositivos IoT comuniquem, mais necessária se tornará a interpretação desses dados.

Um sistema ERP principal permite uma supervisão mais completa das suas operações de distribuição e pode até agilizar o processo de tomada de decisões. A inovação de edge-computing também possibilita gerir e monitorizar operações de máquinas a partir de qualquer local. De toda esta informação útil, podem nascer melhores decisões táticas, adaptadas às realidades da cadeira de distribuição.

Na segunda parte deste artigo, concluiremos as previsões sobre ERP, em 2019.

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Sete razões para promover o trabalho flexível na vossa empresa – Parte II

Nesta segunda parte, vamos continuar a estudar as vantagens de possibilitar trabalho flexível no vosso negócio.

  1. Maior bem-estar dos colaboradores

Com a crescente sensibilização para assuntos de saúde pública e saúde no trabalho, o bem-estar dos seus colaboradores é uma prioridade do mundo do trabalho atual. Mais de um terço dos participantes no estudo da Sage consideram que os Recursos Humanos poderiam fazer mais para melhorar o bem-estar no trabalho. Ofertas como fruta fresca no escritório ou adesões a um ginásio local são opções populares. No caso do trabalho flexível, a eliminação do trajeto diário ajudará a reduzir o stress habitual.

  1. Vontade dos colaboradores

Quase metade dos trabalhadores inquiridos pela Fuze, de todas as faixas etárias, admitem que gostariam de beneficiar de mais mobilidade no trabalho. Junto dos participantes dos 16 aos 44 anos, essa preferência sobe para os 70%. Muitos colaboradores procuram a adaptabilidade deste tipo de trabalho, que permite organizar os horários de acordo com necessidades familiares ou marcações de consulta médicas, por exemplo. Está no interesse das próprias empresas procurar responder às necessidades dos seus colaboradores.

  1. O paradigma da tecnologia

Hoje em dia, muitos trabalhadores não precisam de estar presentes fisicamente no escritório para trabalharem com eficácia. Com o advento dos smartphones e dos tablets, o local de trabalho apenas precisa de ligação à internet, uma ferramenta colaborativa de comunicação e poucas distrações.

Uma solução de gestão integrada na Cloud, como Sage Enterprise Management, oferece acessibilidade sem limites aos vossos colaboradores em qualquer lugar, além de agilizar compras, gestão de stock, finanças e vendas.

Josep Maria Raventós, Country Manager da Sage, resume: “A conciliação entre a vida profissional e a vida familiar tem vindo a tornar-se cada vez mais importante e é evidente que proporcionar aos colaboradores um maior controlo do seu próprio horário de trabalho lhes traz benefícios que se refletem em vantagens para o negócio. Na era de disrupção contínua e enorme competitividade em que vivemos, este é um aspeto que nenhuma empresa se pode dar ao luxo de ignorar.”

 

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Sete razões para promover o trabalho flexível na vossa empresa – Parte I

A flexibilidade do horário de trabalho veio para ficar. No Reino Unido, apenas 6% dos colaboradores cumprem um horário tradicional de trabalho. As novas tecnologias permitem-nos trabalhar a diferentes horas e em diferentes locais, ou até em diferentes fusos horários. Muitos colaboradores encaram a flexibilidade de horário como uma prioridade que facilita a gestão da vida laboral e pessoal.

Sage conduzir um inquérito feito a 3 500 colaboradores a nível mundial e apresenta as principais razões que levam os líderes de mercado a promoverem o trabalho flexível na sua empresa.

Mais de 80% dos inquiridos admitem valorizar a possibilidade de um trabalho flexível e remoto. As vantagens para os empregadores desdobram-se entre potenciar a retenção de talento, criar experiências de trabalho positivas e outros benefícios a curto e longo prazo. Vejamos sete razões para os líderes empresariais oferecerem flexibilidade laboral.

  1. O mundo laboral mudou

A separação da vida pessoal e laboral não é tão definida como antigamente. É prática comum, em várias áreas de trabalho, reuniões virtuais, trabalho a partir de casa e a flexibilidade das folgas não programadas. Da mesma forma, a globalização trouxe muita interação com pessoas em fusos horários diferentes. O paradigma do trabalho mudou e as empresas devem acompanhar a mudança para contar com colaboradores motivados e satisfeitos.

  1. A luta pelo talento

Muitas indústrias deparam-se com escassez de mão-de-obra qualificada, o que leva a uma verdadeira disputa por captação e retenção de talento. A flexibilidade pode ser um fator decisivo no momento de recrutamento. De acordo com um estudo recente, 54% dos participantes considerariam mudar de emprego com a promessa de maior flexibilidade.

  1. Aumento de produtividade

Quem trabalha 40 horas semanais reporta sentir-se produtivo em apenas 30 horas de trabalho, ou seja, 3,75 dias em 5. Um terço dos colaboradores admite ser produtivo durante ainda menos tempo ao longo da semana. Para aumentar a produtividade, devem apostar em experiências de trabalho positivas, de acordo com 78% dos inquiridos.

  1. Flexibilidade como símbolo de confiança

Uma sensação de reconhecimento e valorização no local de trabalho tem muito impacto para qualquer um. Dois terços dos inquiridos pela Sage indicam que é o aspeto mais importante do seu dia-a-dia no trabalho, mais do que regalias que possam receber. A liberdade de poder organizar o trabalho de forma ideal é uma insígnia de confiança, algo que tende a trazer ainda maior produtividade.

Na segunda parte deste artigo, vamos explorar os restantes benefícios de promover trabalho flexível na vossa empresa.

 

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Cinco aspetos que um CFO deve ter em conta para gerir o crescimento da sua empresa

Nesta economia tão global e concorrida, uma cadeia de distribuição na área da indústria é uma estrutura complexa, que não deve escapar ao cuidado e gestão dos Diretores Financeiros (CFO). A Sage destaca as cinco áreas que um CFO deve ter em conta ao planear e apoiar o crescimento da sua empresa, para que o seu percurso seja na direção da inovação e globalização.

  1. O impacto da globalização

Um mercado aberto e globalizado traz vantagens claras e desvantagens menos específicas. Os fabricantes ganham acesso a novos mercados e a melhores recursos em locais diferentes. No entanto, nem sempre os novos horizontes de comércio se regem pelas mesmas normas. Cabe aos CFO e às suas equipas manterem-se ao corrente das regulações dos seus países, assim como dos países onde têm negócios. O recurso a associados com conhecimento de legislação local pode diminuir os riscos da aposta em novos mercados.

  1. Recondução de investimentos

Os CFO devem apoiar-se no seu conhecimento lato sobre a empresa e despesas para desenhar o caminho de investimentos futuros, para que os fabricantes possam escolher oportunidades benéficas a curto e a longo prazo.

Garanta a gestão financeira eficaz a 360º no seu negócio, com Sage X3. Opte por acessibilidade em qualquer local e assegure uma solução escalável ao crescimento futuro do seu negócio.

  1. Integração de processos de melhoria

A sua posição central na gestão do negócio põe os CFO no lugar ideal para compreender aquilo que pode melhorar em termos processuais, eliminar intermediários desnecessários e reduzir custos para melhorar o retorno de investimento.

  1. O verdadeiro valor da mudança digital

A digitalização de um negócio concentra a informação e possibilita a acessibilidade constante, permitindo aos CFO estabelecer prioridades da melhor forma. Este processo ainda viabiliza equilibrar CAPEX com OPEX e garantir que o sistema de aquisições seja o mais apropriado para a empresa.

  1. Automatizar ou não automatizar

Atravessamos um momento chave que ditará o futuro da tecnologia. Por um lado, fábricas autónomas oferecem produtividade e poupança de custos; por outro lado, a substituição de trabalho humano por trabalho automatizado é um grande desafio ético dos tempos que correm. O resultado ideal será um equilíbrio entre respeitar prioridades humanas e aspirar a uma maior rentabilidade e eficiência.

“A automatização pode ser vista como uma ameaça para os colaboradores do mundo da indústria, mas os CFO devem ter consciência do seu potencial na altura de aumentar o trabalho das pessoas ao invés de substitui-lo. A indústria de produção está em constante evolução e a pressão do CFO vai aumentar ao longo dos anos. A mudança como oportunidade irá proporcionar uma vantagem competitiva, já que o CFO deverá ser proativo e fazer avançar o negócio para os desafios do futuro, conclui Josep María Raventós, Country Manager da Sage Portugal.