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Sage Faturação

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Como gerir o fluxo de caixa enquanto franqueado?

Fazer parte de um franchise precisa de equilíbrio de contas. Independentemente do tamanho do vosso negócio, devem gerir o vosso fluxo de caixa com mestria. Num negócio franqueado, têm a vantagem de poder usar o acesso às receitas e perdas de outros negócios similares. Estes indicadores, juntamente com a solução de Faturação Sage ideal para o vosso negócio, vão potenciar o sucesso do vosso empreendimento. Para aumentarem produtividade e os lucros ao máximo, sigam também estas dicas.

Encontrem o vosso break-even point, ou seja, o vosso ponto de equilíbrio de contas

Quando determinam que a totalidade das receitas é igual à totalidade das despesas, o vosso negócio atingiu oficialmente o ponto de equilíbrio. Este é o vosso primeiro objetivo. E devem tê-lo na ponta da língua. Agora, podem começar a trabalhar para atingir os vossos objetivos financeiros mais grandiosos.

Tratem das poupanças do vosso negócio como se fossem as vossas

Mesmo em épocas fartas, evitem abrir demasiado os cordões à bolsa. Restrinjam as despesas ao essencial e construam um fundo de contingência para alguma situação inesperada.

Considerem os vossos procedimentos administrativos

Muitas operações franqueadas têm acesso ao manual de processos do negócio principal. Estes processos costumam dar resultados comprovados. No entanto, é possível que identifiquem, com uma rápida avaliação, ações que beneficiariam de uma atualização, de acordo com um novo mercado ou localidade.

Invistam no recrutamento para o vosso negócio

Formação e recrutamento podem ser processos muito custosos. O ideal é acertar à primeira! Apostem em colaboradores que tenham as competências necessárias e ofereçam formação para melhorar a sua performance. Criem um ambiente entusiasmante, com salários atualizados relativamente ao vosso franchise e podem assim assegurar o esforço dos vossos colaboradores a longo prazo.

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Qual é o tipo de sociedade mais indicado para o vosso negócio? – Parte II

Na segunda parte deste artigo, continuamos a estudar para as sociedades empresariais mais comuns em Portugal. Uma delas poderá ser justamente aquilo que estão à procura para implementar e dar início à vossa atividade empresarial.

Sociedade Anónima: as sociedades anónimas são constituídas com um mínimo de 5 sócios e um capital social mínimo de 50 mil euros. As suas ações têm um valor nominal mínimo de 1 euro, sendo a responsabilidade dos sócios proporcional (e limitada) ao valor das ações subscritas.  Na sua denominação oficial, deve constar a expressão Sociedade Anónima (ou SA).

A desvantagem mais aparente das SA é a diluição do controlo da empresa, desde os acionistas minoritários aos maioritários. As fiscalizações à vossa atividade serão mais rigorosas e uma eventual dissolução será também mais complexa e dispendiosa.

Por outro lado, as sociedades anónimas são vantajosas para os sócios, já que cada um deles se responsabiliza apenas pelas suas entradas. A captação de fundos e investimentos fica também facilitada, caso optem por constituir uma sociedade anónima.

 

Sociedade em comandita: é uma sociedade mista, constituída por dois tipos de sócios: os comanditados, que contribuem com bens ou serviços e respondem de forma ilimitada e solidária entre si, e os comanditários, que contribuem com capital e assumem a gestão e direção efetiva da sociedade. Estes têm também responsabilidade limitada e respondem apenas pelas suas entradas.

Com uma variedade tão grande de sócios e responsabilidades, uma solução de Faturação Sage é fundamental para manter a faturação da vossa empresa sempre em dia.

 

Cooperativa: é uma associação coletiva, sem fins lucrativos, de livre constituição e com capital e composição variáveis. Existem dois níveis de cooperativas: de primeiro grau (em que os cooperantes são pessoas singulares ou coletivas e exige um número mínimo de cinco membros) e de grau superior (quando se agrupam sob a forma de uniões, federações ou confederações e que exige um mínimo de dois membros).

A responsabilidade dos membros varia de acordo com o estatuto adquirido dentro da cooperativa.

Se optarem por operar o vosso empreendimento como cooperativa, sempre que o vosso negócio obtenha um saldo de receitas positivo, este é distribuído pelos seus membros de acordo com o investimento realizado por cada um, com o reembolso.

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Qual é o tipo de sociedade mais indicado para o vosso negócio? – Parte I

No momento de dar o pontapé de saída no vosso negócio, há algo que devem ter em conta: qual é o tipo de sociedade mais indicado para suportar a vossa estrutura empresarial?

Neste artigo, vamos abordar os tipos de sociedade mais habituais e apontar as vantagens e desvantagens de cada um deles, para que possam tomar a melhor decisão sobre o tipo de sociedade a constituir. Seja qual for a vossa escolha, as soluções de Faturação Sage são a escolha determinante para assegurar a vossa faturação.

Empresas constituídas individualmente

Empresário em Nome Individual: usa-se para empresas formadas por apenas uma pessoa, que por norma afeta os bens pessoais à sua atividade económica e empresarial. A responsabilidade deste sócio é ilimitada.

Entre as vantagens deste tipo de sociedade, contam-se o controlo total do proprietário, a redução de custos fiscais, a facilidade em implementar ou dissolver o negócio e a dispensa de capital social mínimo. Do lado menos positivo, devem ter em mente o risco associado à fusão de patrimónios (pessoal e empresarial) e a maior dificuldade na obtenção de crédito.

Sociedade Unipessoal por Quotas: caracterizam-se por ter um único sócio com responsabilidade limitada ao valor da quota subscrita. É também obrigatório que a vossa empresa tenha no nome a expressão “Sociedade Unipessoal”, ou apenas Unipessoal antes da palavra limitada (ou a sua abreviação Lda.).

Embora só possam ser estabelecidas com capital social mínimo e as vantagens fiscais sejam inexistentes, as sociedades unipessoais por quotas permitem ao proprietário manter total controlo sobre o negócio.

Neste tipo de sociedades, o património pessoal permanece separado da empresa, pelo que não responderá pelas dívidas contraídas pela empresa.

Empresas constituídas por mais do que uma pessoa

Sociedades em nome coletivo: são sociedades constituídas por mais do que um sócio. Estes partilham de uma responsabilidade ilimitada, mas também subsidiária e solidária. Ou seja, cada sócio responde não só pelas suas dívidas, mas também pelas dívidas de todos os outros sócios.

Sociedades por quotas: as sociedades por quotas necessitam no mínimo de dois sócios para serem constituídas e o nome da empresa deverá terminar com a palavra “Limitada”. Estas sociedades obrigam ainda a um capital mínimo de 5 000€, divididos por quotas mínimas de 100 €. A responsabilidade dos sócios é limitada ao capital social, já que é este que responde perante as dívidas da sociedade.

As sociedades por quotas são particularmente vantajosas do ponto de vista da separação do património pessoal e da empresa. E, ao implicar um número maior de sócios, é mais fácil também a captação de fundos e investimentos.

Do outro lado da balança, pesam argumentos como a ausência de controlo totalitário por apenas um empresário, a possibilidade de um sócio ser chamado a responder pela totalidade do capital e uma maior complexidade na constituição e dissolução da empresa.

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Os sete erros contabilísticos mais comuns nas pequenas empresas – Parte II

Na segunda parte deste artigo, terminamos o nosso estudo das falhas mais frequentes na contabilidade das pequenas empresas.

  1. Escolher o software de contabilidade inapropriado

Se optarem por usar um software de contabilidade para o vosso negócio, procurem uma solução simples de usar, eficiente e que seja capaz de usar a vossa empresa a funcionar melhor. Se tiverem uma pequena-média empresa, comecem por avaliar as necessidades contabilísticas e façam a vossa escolha com base nas conclusões que tirarem.

  1. Não determinar o fluxo de caixa

Alguns negócios de menor dimensão não estabelecem ou determinam fluxo de caixa mensal. Mas é este fluxo de caixa que vos vai ajudar a determinar qual o rendimento necessário para fazer face às despesas. Além disso, o fluxo de caixa permite-vos perceber facilmente se estão a fazer demasiados gastos e realça as áreas onde terão que fazer reduções de forma a equilibrar as contas. Facilitem as vossas contas com as soluções de Faturação Sage e aproveitem toda a informação necessária em tempo real.

  1. Não fazer reconciliação bancária

A reconciliação bancária é o procedimento que visa assegurar que as transações financeiras de uma empresa estão devidamente registadas na sua contabilidade. Como tal, é através deste processo que poderão detetar e corrigir atempadamente quaisquer falhas na reconciliação. Fazê-lo de forma regular vai também ajudar-vos a evitar entregar declarações incompletas que poderão fazer-vos perder semanas de trabalho a médio/longo prazo.

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Os sete erros contabilísticos mais comuns nas pequenas empresas – Parte I

Sejam empreendedores em início de carreira ou empresários veteranos, a força do vosso negócio depende sempre de uma gestão eficiente e da obtenção regular de lucros – mesmo que estejam a vender um excelente produto ou a fornecer um serviço muito procurado. E é precisamente aqui que a contabilidade tem um papel chave, já que mantê-la em dia permite-vos fazer um balanço financeiro do vosso negócio e planear um futuro com mais detalhe.

O sucesso de um negócio depende em parte de um sistema de contabilidade eficiente, algo que pode ser difícil de implementar se não tiverem disponibilidade financeira para o fazer. Para dar uma ajuda, preparámos uma lista com os sete erros que as pequenas empresas mais vezes cometem.

  1. Não delegar

Como donos de um negócio, é normal quererem estar sempre a par do estado financeiro da vossa empresa – o que vos pode levar a sentir que são a pessoa ideal para tomar fazer a gestão do vosso negócio.

A verdade é que as vossas competências são provavelmente mais úteis noutra área, pelo que a melhor solução passa por contratar um profissional que seja capaz de implementar rotinas e boas práticas de contabilidade.

Procurem um contabilista experiente, que se possa juntar à equipa desde a fundação do negócio e que fique responsável por manter todas as contas em dia.

As soluções de Faturação Sage facilitam a comunicação com o vosso Contabilista, através da Sage Exchange. Assegurem um canal de comunicação contínuo!

  1. Misturar despesas pessoais e profissionais

Misturar as despesas não é um problema em si mesmo caso trabalhem por conta própria ou como trabalhador independente. Mas se o fizerem enquanto administradores de uma empresa, estão a incorrer numa má prática financeira.

Uma forma de prevenir este problema é abrir uma conta bancária dedicada apenas à gestão de ganhos e gastos profissionais. Além de manter as despesas da empresa separadas das despesas pessoais, vai salvar-vos horas de trabalho no fim do ano fiscal e diminuir as hipóteses de uma auditoria.

  1. Documentação insuficiente

Se pagaram despesas pessoais através da vossa empresa, certifiquem-se que guardam todas as faturas e documentos (digitais e impressos) para entregar juntamente com a declaração fiscal. Se não o fizerem, é possível que vejam as vossas declarações impugnadas. 

  1. Assumir que os lucros equivalem ao fluxo de caixa

Muitos empresários assumem que a diferença entre o valor de um novo contrato e o preço de custo calculado equivale a lucro. Infelizmente, nem sempre é este o caso. Muitos projetos encontram obstáculos ou demoram mais tempo a rentabilizar do que o previsto e o orçamento inicial acaba por derrapar.

Mantenham algum do lucro projetado de lado e esperem até à conclusão do contrato para determinar o lucro real.