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Sage Sessions – A Revolução 4.0 por João Vasconcelos – 2ª parte

João Vasconcelos, ex-secretário de estado da Industria, esteve presente no evento Sage Sessions em Lisboa, para nos falar da transformação digital dos negócios. Continuamos com a segunda parte do artigo, resumindo alguns dos pontos mais interessantes do seu discurso.

 O mercado em Portugal.

 As empresas devem ter em consideração as características do seu mercado, e o mercado português está a envelhecer, o que irá trazer modificações no consumo. O consumo de produtos de saúde irá aumentar, assim como de tudo o que está relacionado com conforto e viagens.

Com menos capacidade de consumo, mas com uma relação intuitiva em relação às novas tecnologias, a geração dos nativos digitais aderiu ao comércio eletrónico. Uma geração em que o primeiro telemóvel é um smartphone, com todas as apps que remetem para o conforto e resolução de problemas.

A Europa não tem parado de perder terreno para um gigante como a China, todas as suas empresas mais promissoras acabam por ser compradas, nunca chegando a desenvolver-se plenamente na Europa. Na última década, enquanto a China apostava no comércio eletrónico, a Europa apostou em patentes, tentando proteger a sua propriedade intelectual, mantendo a liderança apenas no fabrico automóvel e nos produtos de luxo.

O futuro das empresas portuguesas.

 As empresas devem informar-se das medidas de incentivo dentro do programa de governo, sendo que uma delas é particularmente importante – vale industria 4.0. Destinado a pequenas empresas sem presença digital, como forma de incentivo à criação de um site, campanha ou aquisição de software digital. As empresas devem aprender a gerir esses conteúdos e plataformas, sem dependerem de empresas externas.

Um dos elementos mais valiosos para as empresas, são os cérebros ou a capacidade criativa e inovadora das pessoas. Portugal não está ainda em condições de atrair cérebros, e nos últimos anos chegou a incentivar a saída de alguns dos elementos mais promissores. As remunerações pagas em Portugal são baixas e as empresas terão de mudar substancialmente, antes de conseguirem suportar outra politica de remuneração.

 Défice educacional.

Existe um problema profundo de baixa escolaridade, de défice educacional seja a nível de empresários, clientes, políticos, ou de plateias. A pouca preparação da população leva a que sejam menos permeáveis às novas tecnologias.

Participar em conferencias, eventos sobre estas questões são uma forma de conseguir um pouco mais de preparação. Sendo um mundo novo que se apresenta, vão ser cometidos erros pelos CEO, e não existem guias sobre como adaptar e incorporar as novas tecnologias.

Em Portugal temos muitas startups, e algumas empresas que estando em áreas tradicionais como no sector têxtil ou na agricultura, incorporam as novas tecnologias no seu quotidiano. Empresas agrícolas em que drones analisam a necessidade de rega ou empresas têxteis que personalizam produtos de acordo com o desejo dos clientes.

Em conclusão.

Esta mudança profunda, vem abrir espaço e apetência para tudo o que é humano, para experiências em que se sinta emoção e sentimento, como concertos ao vivo. Um gosto por séries limitadas de produtos, um apresso pelo que parece único e irrepetível. É necessária uma postura de irreverência, pensar em “Tudo o que fazemos melhor que uma máquina” e arriscar, porque se hesitarmos, outros irão ganhar o produto ou o mercado.

Veja o vídeo integral da conferência de João Vasconcelos, e consulte a nossa página sobre o evento Sage Sessions.

Para ler a primeira parte do artigo consulte este link.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sage Sessions

Sage Sessions – a Revolução 4.0 por João Vasconcelos

João Vasconcelos, ex-secretário de estado da Industria, fala-nos da transformação digital dos negócios. Partilhamos mais um artigo e vídeo de um dos momentos mais inspiradores no evento Sage Sessions em Lisboa.

A quarta revolução industrial não aconteceu de forma súbita, mas trouxe um impacto que alterou a nossa vida pessoal, negócios, e tudo o que compramos ou produzimos. Importa considerar todas as transformações que esta revolução tecnológica trouxe às empresas.

A Quarta Revolução Industrial.

É uma revolução que ao contrário das anterior (máquinas a vapor, energia elétrica, computadores) não se baseia num tipo de tecnologia em concreto. São várias as tecnologias Internet, mobile, big data, acompanhada de uma mudança nos principais consumidores destas inovações, que deixaram de estar concentrados nos Estados Unidos e na Europa.

 Pela primeira vez a localização não é importante para as empresas tecnológicas, é possível ter uma empresa em Portugal e vender para países do outro lado do mundo. A falta de recursos naturais e outras barreiras que prejudicaram Portugal, não se aplicam nesta revolução 4.0.

Portugal, preparado para a Revolução 4.0.

 Na opinião de João Vasconcelos não sendo resultado de medidas concertadas, o país reuniu elementos para não ficar arredado num papel secundário nesta revolução. A geração com a melhor preparação em décadas e uma rede de fibra ótica que se estende a todo o país.

Estes elementos aliados à tranquilidade e modo de estar que o país inspira, tornam um local aprazível para a colocação de empresas.

Ameaças e desafios.

 50% dos produtos da Microsoft são em Cloud, mais seguros que a utilização de servidores que marcaram a década anterior. Têm a capacidade de ser um repositório de toda a informação, gerada por milhares de aplicações.

As mudanças rápidas levaram os legisladores a compreenderem a necessidade de criar um RGPD de forma a criar uma normalização na proteção de dados dentro da União Europeia. A robótica muitas vezes encarada como uma ameaça ao emprego, até este momento trouxe mais emprego e riqueza às empresas. É natural que alguns postos de trabalho venham a desaparecer, mas outros serão criados, com outra exigência de qualificações.

É importante a nível das empresas criar um dialogo constante entre trabalhadores e administradores das empresas, nas quais ressalva o exemplo da AutoEuropa.

Novas tendências.

São vários os exemplos de áreas que em que as empresas foram completamente transformadas e não se aperceberam das mudanças que a tecnologia estava a trazer. As cadeias hoteleiras desvalorizaram o surgimento do Booking. As vendas através de aconselhamento numa agencia continuam uma parte importante, mas mesmo essas são registadas online.

As chamadas empresas Unicórnio vieram operar enorme transformação, usaram as possibilidades da tecnologia para prestarem um serviço melhor, respondendo a necessidades existentes.

Há que pensar os negócios tendo em conta duas plataformas que triunfaram e neste momento dominam, Android e Apple. Os CEO das empresas devem dedicar uma parte importante do seu tempo acompanhando as inovações, sejam novas apps ou big data, e como a concorrência está a adaptar-se.

Damos continuidade a este artigo sobre a conferência de João Vasconcelos num próximo artigo. Para saber mais sobre este evento Sage Sessions em Lisboa, consulte a nossa página.

 

Consulte o próximo artigo, aqui.

 

 

 

 

 

 

Inovação e Tecnologia Sage Sessions

Sage Sessions – O Office 365 por Pedro Reis

O software Sage 50cloud passou a integrar o Office 365, Pedro Reis responsável pela Unidade Negócio de Produtividade e Colaboração, na Microsoft, esteve presente no evento Sage Sessions de Lisboa para nos falar deste software que conta com 500 mil utilizadores empresariais.

 A adesão ao Office 365 continua a aumentar. A transformação digital, a crescente preocupação com a segurança e as mudanças nos hábitos de consumo operada pela geração millennial, contribuíram fortemente para acentuar este crescimento.

O trabalho mudou de forma extrema nos últimos anos, cada vez é mais importante conseguir trabalhar a partir de qualquer lugar, com garantia de segurança. Para as empresas é essencial conseguir reter talento e uma das formas de isso acontecer passa por proporcionar a possibilidade de trabalhar remotamente.

São cerca de 12 mil PME que utilizam o Office 365, com mais de 50% de adesão em cloud. Calculam que cerca de um milhão de estudantes trabalhe com o Office 365, o que facilitará a sua preparação e futuro ingresso nas empresas.

Trabalhar de forma colaborativa.

As empresas têm hoje o objetivo de aumentar a colaboração entre os seus colaboradores, com menor gasto de tempo e com uma maior eficácia. Os recursos em IT começam a ser escassos no país, com muitos profissionais a tornarem-se freelancers e a trabalharem à distância para empresas estrangeiras.

O Office 365 pode ser descrito como uma plataforma de produtividade, com total interação de serviços. As aplicações Office permitem a utilização até 5 devices, entre mobile, PC ou Mac, adaptada a todos os sistemas operativos. Inclui e-mail, armazenamento profissional em OneDrive e outros serviços.

Muitos serviços numa plataforma única.

Serviços como Skype para empresas, Microsoft Teams ou Microsoft Planner vieram transformar a forma de colaborar. Menos deslocações com reuniões por Skype que podem envolver até 200 participantes, a possibilidade de gravar reuniões e criar webinares. Os Recursos Humanos ganharam a possibilidade de realizarem entrevistas à distância.

Microsoft Planner permite atribuir tarefas, percebendo a quem estão alocadas e se estão a ser realizadas dentro do tempo previsto. Passa a ser possível editar documentos em co-autoria, sabendo exatamente quais as contribuições e guardando as várias versões do documento.

Em resumo, Pedro Reis explica como o Office 365 é ideal para aumentar a produtividade das empresas, facilitando o acesso e partilha de documentos com OneDrive, que permite a edição de documentos em tempo real. A partilha informação, sejam calendários ou contactos, sempre com e a máxima segurança.

É todo um mundo de possibilidades que se abre aos utilizadores de Sage 50cloud com Office 365, assistam ao vídeo da apresentação de Pedro Reis e a outros momentos do evento Sage Sessions, aqui.