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Sage Sessions

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O poder das Sage Sessions

A segunda edição das Sage Sessions acontecerá já na quinta-feira, dia 29 de novembro, no Centro de Congressos de Lisboa, e debruçar-se-á sobre tecnologia, transformação digital, internacionalização e inteligência artificial. Vamos relembrar a edição anterior.

A primeira edição ocorreu no dia 23 de novembro do ano passado, abordando o tema “O Futuro Agora, em Lisboa”. Além de se ter criado um espaço para networking entre empresas de todas as dimensões, foi também apresentado conteúdo relevante para várias áreas de negócio, com particular incidência sobre a transformação digital.

Contou com a presença de 400 parceiros e 300 empresas (clientes e não clientes), além de ter arrecadado 50 000 live views e conquistado lugar no top trending no Twitter.

As boas vindas foram dadas por Josep Maria Raventos – Country Manager da Sage Portugal. De seguida, Cristina Ferreira lançou o mote “À boleia do digital: da televisão para o mundo do empreendedorismo” e falou da sua veia de empreendedora, daquilo que a levou a explorar outros media além da televisão e daquilo que a motiva a lançar novos negócios.

O sócio partner da PLMJ, Daniel Reis, fez uma intervenção dedicada ao “Impacto do Regime Geral de Proteção de Dados”, que foi seguida de uma apresentação sobre “O que o Office 365 pode fazer pelo seu negócio”, explorando como a sua integração com o software Sage 50c permite maior conetividade no seu negócio.

Por fim, João Vasconcelos, Senior Advisor da Clearwater International e ex-secretário de Estado da Indústria, abordou a questão da “Quarta Revolução Industrial”.

Este ano, mantemos o mesmo objetivo: fazer crescer os negócios e partilhar ideias e experiências. Reservámos a manhã para Parceiros, para apresentar a Visão, Estratégia e Objetivos da Sage para o novo ano fiscal.

Durante a tarde, o chef Ljubomir Stanisic falará sobre gestão dos seus restaurantes e do seu grupo 100 Maneiras. Debater-se-á ainda “Internacionalização e a Transformação Digital”, numa mesa redonda com várias presenças, além de representantes da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) e a Associação de Economia Digital (ACEPI).

Poderão ainda conhecer algumas das nossas parcerias e novas soluções Sage. Inscrevam-se já na edição das Sage Sessions deste ano, aqui.

 

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Quatro conselhos financeiros que todos os empreendedores querem ouvir

Ljubomir Stanisic é a face do programa de televisão mais visto em 2017, “Pesadelo na Cozinha”. No entanto, mesmo na ribalta, não se coíbe de partilhar como a falência do seu primeiro restaurante moldou o seu percurso. Aberto em 2007, o 100 Maneiras do Hotel Villa Albatroz, em Cascais, fechou no ano seguinte, resultado declarado de uma má gestão e pela crise económica. No programa “Alta Definição”, admitiu a Daniel Oliveira que “foi um abanão muito grande na minha vida, (…) quase um funeral”.

Pagou a sua dívida em sete anos e, em 2009, com €12 000, abriu o restaurante 100 Maneiras, no Bairro Alto. Agradece ainda hoje a gentileza dos vendedores do mercado da Ribeira que lhe permitiam pagar os víveres no dia seguinte, com os lucros do restaurante da noite anterior.

Apesar de, nos últimos anos, se manter a tendência de diminuição de insolvências de empresas portuguesas, a falta de liquidez ainda afeta muitos negócios. A vida financeira de um negócio pode desenrolar-se de muitas formas mas os empreendedores devem reconhecer quando a sua grande ideia pede a perícia de outrem.

É indispensável terem consciência dos vossos pontos fortes e foi isso mesmo que permitiu ao chef Ljubomir voltar a investir na sua área de especialidade. O chef jugoslavo admite que gerir finanças não é o seu forte, nem na esfera privada, nem nos seus restaurantes. Optou por criar uma equipa de gestão financeira, cabeceada pela sua irmã, mais apta nesta área, a quem entregou a gerência do grupo 100 Maneiras.

Ao lançar o vosso negócio e para o manter no caminho certo, devem ter mente estas quatro ideias chave.

  1. Compreendam a verdade sobre crédito

Por vezes, a melhor forma de dar asas ao vosso negócio é através de uma linha de crédito, que testará o vosso perfil de crédito pessoal.

Evitem aumentar a dívida máxima no vosso crédito, saldem as vossas dívidas e mantenham as vossas contas mais antigas.

  1. Antecipem o inesperado

As despesas nem sempre surgem de onde esperamos. Colmatem qualquer necessidade com o conhecimento especializado de um advogado, por exemplo, que analisará as características do vosso negócio e vos aconselhará como se protegerem contra possíveis dificuldades.

  1. Separem finanças pessoais e de negócio

Considerem injetar investimento pessoal no vosso negócio, para arrancar ou para o levar a novas alturas. No entanto, analisem sempre as folhas de balanço racionalmente. Ouçam o mercado, caso esteja a rejeitar o vosso produto, e não invistam dinheiro num negócio sem sucesso.

  1. Ouçam a verdadeira motivação

Lancem projetos nos quais acreditam, para que até os maus momentos valham a pena. Todas as empreitadas de sucesso têm fundadores apaixonados no comando por isso apostem sempre nas vossas ideias que mais vos entusiasmam!

Em resumo, empreendedores que estabelecem limites para si próprios, aprendem com quem os rodeia e planeiam contra imprevistos estão preparados para contratempos financeiros. Ljubomir Stanisic é prova viva; em 2017, nove anos após a falência do seu primeiro restaurante, o Bistro 100 Maneiras foi eleito pela revista Monocle como o melhor restaurante do mundo. Inscreva-se já, nas Sage Sessions, para o ouvir, já no dia 29 de novembro.

 

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Relembrando o estudo “InSight – Um Olhar sobre a Internacionalização das PME”

Na segunda edição das Sage Sessions, já no dia 29 de novembro, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) vai apresentar a segunda edição do estudo “InSight – Um Olhar sobre a Internacionalização das PME”.

A primeira edição deste estudo desenhou uma imagem das pequenas e médias empresas, em Portugal, com base nas respostas de 1 000 decisores. 80% das empresas inquiridas já estava internacionalizada e perto de 80% das mesmas também já desenvolviam a sua atividade há mais de 6 anos. Quão maior fosse a empresa, em mais mercados a encontrávamos.

O passo da internacionalização era visto como umas das principais alavancas do crescimento da atividade, sendo que a maior parte dos inquiridos admitiam que avançaram para crescer lado a lado com a atividade no mercado interno.

A maior parte das PME apostou na exportação como forma de internacionalização do seu negócio. Assim, este passo não levou a mudanças de estrutura organizacional. Por isso, as internacionalizações da PME portuguesas podem ser caracterizadas como de baixo risco e baixo custo.

A escolha dos novos mercados de ação para as empresas portuguesas foi feita com base em três razões importantes: o potencial de crescimento de mercado, a estabilidade política e económica do país e a dimensão do mercado em questão. As empresas portuguesas reconheciam também que o seu valor assenta na qualidade dos seus produtos e serviços (82%) e no seu preço competitivo (43%).

Em termos de desafios, foram apontados alguns fatores, como a dificuldade de encontrar novos clientes, um ambiente empresarial muito concorrido e a falta de notoriedade das empresas portuguesas. No entanto, no ano de 2016, mais de metade das empresas da amostra admitiam que a atividade internacional já gerava resultados positivos e esperavam que o seu volume de vendas internacionais aumentasse.

Em 2017, a CCIP procedeu com um novo inquérito, “InSight – Um Olhar sobre a Internacionalização das PME 2ª Edição”, respondido por 761 empresas, entre as quais 598 internacionalizadas.

O intuito será estudar os efeitos dessa migração do negócio – como é que a internacionalização funcionou, em termos temporais e geográficos, e que variantes podem impactar o futuro desse negócio longe de casa. Irá também determinar com que disposição e confiança as PME em Portugal encaram o contexto atual e quais são as suas expectativas e perspectivas.

Juntem-se a nós na segunda edição das Sage Sessions, já no dia 29 de novembro, no Centro de Congressos de Lisboa, para ouvir falar sobre as inovações da internacionalização e muito mais. Inscrevam-se aqui.

 

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Ljubomir Stanisic: “Hoje em dia, eu sou, sinceramente, metade chef, metade gestor.”

Ljubomir Stanisic vive há mais de duas décadas em Portugal e admite que o nosso país lhe trouxe a paz que procurava.

Nascido em Sarajevo, Ljubomir tem uma trajetória na área de cozinha que começou com as mãos na massa; aos 14 anos, para apoiar a família, trabalhou de noite numa padaria, enquanto estudava de dia. Ainda na ex-Jugoslávia, frequentou Química de Alimentação, Padaria e Pastelaria Fina e Cozinha Internacional. Muitos outros cursos se seguiram, já em Portugal e no estrangeiro, e foi em Cascais que decidiu lançar a sua primeira grande aventura gastronómica e abrir o seu próprio restaurante aos 26 anos, o 100 Maneiras do Hotel Villa Albatroz.

Ljubomir fala muito francamente sobre como o restaurante abriu falência em 2008. No entanto, também muito honestamente, reconta como aceitou a ajuda de dois amigos, para voltar a investir nesta área. Desta vez, no Bairro Alto, um único menu de degustação era apresentado a preços acessíveis e provou ser um sucesso em Lisboa. Dois anos depois, abriu portas o Bistro 100 Maneiras, no Chiado.

Hoje em dia, Ljubomir é, pelas suas palavras “sinceramente, metade chef, metade gestor.” A grande paixão do chef jugoslavo pelo mundo da comida orienta o seu negócio e foi o seu grande engenho que permitiu criar uma rede de restaurantes de sucesso e uma imagem de chef sem papas na língua, com grandes êxitos em vários meios de comunicação.

É percetível a dedicação de Ljubomir às bases indispensáveis da gestão de um negócio, ou seja, a delegação de responsabilidades específicas a pessoas capazes. Completamente contrário ao ditado português “amigos, amigos, negócios à parte”, Ljubomir rodeia-se de familiares e amigos com quem divide trabalho e com quem constrói o seu negócio, por encontrar ideais e vontade de trabalhar similar. Neste caso, a sua irmã gere o grupo 100 Maneiras e a sua mulher é responsável pela comunicação dos restaurantes, além de ser co-criadora de muitos dos conceitos fora do grupo, como livros e programas. É uma das características mais fundamentais de um empreendedor bem-sucedido – estar disposto a delegar trabalho, em pessoas em quem confia, para que se possa dedicar a novos desafios.

Ljubomir Stanisic será o orador principal, na segunda edição das Sage Sessions. Venha ouvi-lo no dia 29 de novembro. Inscreva-se aqui.