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Sage Sessions

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Relembrando o estudo “InSight – Um Olhar sobre a Internacionalização das PME”

Na segunda edição das Sage Sessions, já no dia 29 de novembro, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) vai apresentar a segunda edição do estudo “InSight – Um Olhar sobre a Internacionalização das PME”.

A primeira edição deste estudo desenhou uma imagem das pequenas e médias empresas, em Portugal, com base nas respostas de 1 000 decisores. 80% das empresas inquiridas já estava internacionalizada e perto de 80% das mesmas também já desenvolviam a sua atividade há mais de 6 anos. Quão maior fosse a empresa, em mais mercados a encontrávamos.

O passo da internacionalização era visto como umas das principais alavancas do crescimento da atividade, sendo que a maior parte dos inquiridos admitiam que avançaram para crescer lado a lado com a atividade no mercado interno.

A maior parte das PME apostou na exportação como forma de internacionalização do seu negócio. Assim, este passo não levou a mudanças de estrutura organizacional. Por isso, as internacionalizações da PME portuguesas podem ser caracterizadas como de baixo risco e baixo custo.

A escolha dos novos mercados de ação para as empresas portuguesas foi feita com base em três razões importantes: o potencial de crescimento de mercado, a estabilidade política e económica do país e a dimensão do mercado em questão. As empresas portuguesas reconheciam também que o seu valor assenta na qualidade dos seus produtos e serviços (82%) e no seu preço competitivo (43%).

Em termos de desafios, foram apontados alguns fatores, como a dificuldade de encontrar novos clientes, um ambiente empresarial muito concorrido e a falta de notoriedade das empresas portuguesas. No entanto, no ano de 2016, mais de metade das empresas da amostra admitiam que a atividade internacional já gerava resultados positivos e esperavam que o seu volume de vendas internacionais aumentasse.

Em 2017, a CCIP procedeu com um novo inquérito, “InSight – Um Olhar sobre a Internacionalização das PME 2ª Edição”, respondido por 761 empresas, entre as quais 598 internacionalizadas.

O intuito será estudar os efeitos dessa migração do negócio – como é que a internacionalização funcionou, em termos temporais e geográficos, e que variantes podem impactar o futuro desse negócio longe de casa. Irá também determinar com que disposição e confiança as PME em Portugal encaram o contexto atual e quais são as suas expectativas e perspectivas.

Juntem-se a nós na segunda edição das Sage Sessions, já no dia 29 de novembro, no Centro de Congressos de Lisboa, para ouvir falar sobre as inovações da internacionalização e muito mais. Inscrevam-se aqui.

 

Sage Sessions

Ljubomir Stanisic: “Hoje em dia, eu sou, sinceramente, metade chef, metade gestor.”

Ljubomir Stanisic vive há mais de duas décadas em Portugal e admite que o nosso país lhe trouxe a paz que procurava.

Nascido em Sarajevo, Ljubomir tem uma trajetória na área de cozinha que começou com as mãos na massa; aos 14 anos, para apoiar a família, trabalhou de noite numa padaria, enquanto estudava de dia. Ainda na ex-Jugoslávia, frequentou Química de Alimentação, Padaria e Pastelaria Fina e Cozinha Internacional. Muitos outros cursos se seguiram, já em Portugal e no estrangeiro, e foi em Cascais que decidiu lançar a sua primeira grande aventura gastronómica e abrir o seu próprio restaurante aos 26 anos, o 100 Maneiras do Hotel Villa Albatroz.

Ljubomir fala muito francamente sobre como o restaurante abriu falência em 2008. No entanto, também muito honestamente, reconta como aceitou a ajuda de dois amigos, para voltar a investir nesta área. Desta vez, no Bairro Alto, um único menu de degustação era apresentado a preços acessíveis e provou ser um sucesso em Lisboa. Dois anos depois, abriu portas o Bistro 100 Maneiras, no Chiado.

Hoje em dia, Ljubomir é, pelas suas palavras “sinceramente, metade chef, metade gestor.” A grande paixão do chef jugoslavo pelo mundo da comida orienta o seu negócio e foi o seu grande engenho que permitiu criar uma rede de restaurantes de sucesso e uma imagem de chef sem papas na língua, com grandes êxitos em vários meios de comunicação.

É percetível a dedicação de Ljubomir às bases indispensáveis da gestão de um negócio, ou seja, a delegação de responsabilidades específicas a pessoas capazes. Completamente contrário ao ditado português “amigos, amigos, negócios à parte”, Ljubomir rodeia-se de familiares e amigos com quem divide trabalho e com quem constrói o seu negócio, por encontrar ideais e vontade de trabalhar similar. Neste caso, a sua irmã gere o grupo 100 Maneiras e a sua mulher é responsável pela comunicação dos restaurantes, além de ser co-criadora de muitos dos conceitos fora do grupo, como livros e programas. É uma das características mais fundamentais de um empreendedor bem-sucedido – estar disposto a delegar trabalho, em pessoas em quem confia, para que se possa dedicar a novos desafios.

Ljubomir Stanisic será o orador principal, na segunda edição das Sage Sessions. Venha ouvi-lo no dia 29 de novembro. Inscreva-se aqui.

 

Sage Sessions

Cristina Ferreira: da televisão para as empresas – Sage Sessions

No passado mês de novembro, a Sage recebeu Cristina Ferreira, apresentadora de televisão e empresária de sucesso, no evento Sage Sessions. No artigo de hoje vamos recordar este momento.

Cristina Ferreira: da televisão para as empresas.

Questionada sobre o que a levou a deixar a segurança da apresentação televisiva para se lançar no mundo empresarial, Cristina Ferreira conta como a figura de um tio a influenciou profundamente. Apesar de não saber ler nem escrever, o seu tio conseguiu acumular fortuna graças a uma forte intuição para os negócios.

Metendo as mãos na massa, Cristina Ferreira trabalhou numa loja de roupa onde dedicou alguma atenção a perceber a gestão da loja. Quando começou a fazer apresentação televisiva, era muitas vezes questionada sobre a roupa que vestia. Foi nesse momento que pensou em abrir uma loja onde pudesse vender as peças que usava.

Lidar com o insucesso.

Cristina não renega as experiências empresariais negativas do passado, não hesitando em afirmar que já teve a sua quota parte de fracasso. “Não se demorem com o que corre mal”, aponta. Aconselha, sobretudo, que não se preste demasiada atenção ao insucesso. Aprender com a experiência, mas deixar no passado a tristeza. Fundamentalmente, defende a importância de manter uma atitude positiva, procurando sempre encontrar soluções para os problemas.

O papel do digital e outros contributos para o sucesso.

O digital ganhou espaço nos seus negócios quando percebeu que o seu público espalhado pelo mundo desejava adquirir os produtos que vendia e começou a apostar no comércio online. A utilização de um software de Sage veio simplificar a vida da Cristina Ferreira, sempre atenta aos negócios apesar de dispor de uma equipa de qualidade.

3 conselhos para empresários.

Convidada a dar três conselhos aos empresários presentes na Sage Sessions, Cristina começa por apontar a importância de arriscar. Tudo o que implica novidade ou uma estreia contém risco, mas o risco é uma parte inevitável de ser empreendedor.

Refere que devemos estar atentos a tudo o que nos rodeia, sejam novas tecnologias ou novas ideias, e às possibilidades que se abrem com cada uma delas. Por último, escolher os parceiros certos, contar com uma boa equipa e reconhecer o seu valor, oferecendo-lhes espaço e condições para crescer.

Veja o vídeo integral da entrevista de Cristina Ferreira, e dos outros participantes do evento Sage Sessions, aqui.

 

 

RGPD Sage Sessions

Sage Sessions – O impacto do RGPD (2ª parte)

Continuamos com a segunda parte do artigo sobre a esclarecedora intervenção de Daniel Reis, sócio partner da PMLJ Advogados sobre o novo Regulamento Geral de Proteção de Dados, que entra em vigor no próximo dia 25 de maio.

Aplicação diferenciada entre grandes empresas e PME?

Uma das questões mais comuns, é se existe uma diferenciação no regulamento em relação a grandes empresas e PME. Embora não exista uma diferença relativa à escala da empresa, existe diferenças que se baseiam no risco.

As empresas que lidam com menos dados pessoais, colocam menos dados sensíveis em risco e como tal, têm menos procedimentos a adaptar. Um pequeno cabeleireiro que tem acesso a alguns dados dos seus clientes, terá menos dados a proteger, que um banco que processa os dados de milhares de clientes.

Dimensão jurídica.

As empresas estão divididas em silos verticais, em que as diferentes áreas estão separadas. A não ser pela administração e estratégia, não existe uma visão horizontal. Áreas distintas como Recursos Humanos, IT, ou Marketing tratam dados pessoais, e é necessário acompanhar estes procedimentos em detalhe, em cada departamento.

Regras de consentimento.

Até agora o consentimento tem sido pedido pela negativa, e esta forma passa a ser ilegal. Também estamos habituados a pedir consentimento num texto que agrega diferentes pontos. Com o RGPD, os consentimentos devem ser separados, e se não é difícil fazer a distinção no texto, o desafio consiste em garantir que o sistema informático consegue distinguir estas diferentes respostas, e que terá procedimentos que permitam a revogação a qualquer momento.

Encarregado de Proteção de Dados.

Com o RGPD surge a figura do encarregado de proteção de dados, responsável em cada empresa pelo cumprimento do regulamento. Passa a existir a obrigação de notificar publicamente, sempre que exista algum roubo ou quebra de sigilo relativo a dados pessoais no poder da empresa.

Se antes eram principalmente as empresas ligadas a IT e na área da saúde que se preocupavam com este tema, agora todas as empresas se devem preocupar com a implementação destas regras. para saber mais sobre este tema, consulte a nossa página e inscreva-se no webinar gratuito.

Para ler a primeira parte do artigo, consulte este link.

 

Declaração de Isenção de Responsabilidade da Sage

A informação contida nestes artigos tem uma finalidade meramente informativa. Não é nem deve ser entendida como aconselhamento jurídico. Não queremos deixar de reforçar que nada substitui as diligências de averiguação aprofundada e de procura de aconselhamento jurídico pelos próprios clientes, caso não estejam seguros das implicações que o RGPD terá nas suas empresas. Apesar de termos envidado todos os esforços para que a informação fornecida nestes artigos seja correta e atualizada, a Sage não pode garantir o seu caráter exaustivo e exato, uma vez que a informação é facultada do mesmo modo que foi disponibilizada, sem quaisquer garantias expressas ou implícitas. A Sage não aceita qualquer responsabilidade por erros ou omissões e não será responsável por qualquer prejuízo (nomeadamente, prejuízo pela perda de clientela ou lucros cessantes) emergentes de contrato, responsabilidade civil ou outro devido à utilização ou confiança depositada nesta informação, ou devido a qualquer ato ou decisões tomadas em virtude da utilização desta informação.