A navegar na categoria

Sem Categoria

Sem Categoria

5 Estratégias de marketing digital para pequenos negócios

Muitas são, ainda, as pequenas empresas que não têm uma estratégia de marketing digital delineada! Mas sem ter um plano é difícil crescer e inovar. Está, então, na hora de começar a elaborar uma estratégia e crescer no mundo digital: deixamos todas as dicas de que precisam, especialmente se gerem o vosso negócio com pouco budget:

  • Flexibilidade na segmentação. Segmentar no Facebook por interesses é uma das formas de fazer com que a vossa campanha apareça às pessoas que correspondam ao perfil que definiram. O melhor é que não têm de aumentar o investimento para poderem segmentar por perfis. Podem por exemplo, através desta ferramenta, segmentar para pessoas que compram online, se tiverem um negócio que inclua ecommerce. 
  • Cross-chanel. Se utilizarem uma estratégia de remarketing significa que se alguém clicar no vosso anúncio de AdWords e não converter, poderão voltar a aparecer a essa pessoa no Facebook ou noutra plataforma que tenham selecionado para a vossa campanha. A grande vantagem desta estratégia é combinar o alcance potencial de plataformas como o Google e Facebook.
  • Tudo mobileA maior parte das pesquisas por produto e serviços são feitas através via mobile. Os anúncios otimizados para mobile são, por princípio, mais baratos do que os anúncios para desktop: considerem em fazer campanhas apenas para este formato, desde que faça sentido para o vosso produto ou serviço e para o vosso target. Particularmente no Facebook é possível esticar o orçamento configurando campanhas apenas para mobile. 
  • Apostem no vídeo. As campanhas de vídeo são, por norma, as que têm um custo por visualização mais baixo. O alcance e as métricas de interação também são privilegiados em alguns plataformas, como o Facebook e o Google (através do Youtube). Não só se tratam de conteúdos num formato diferente de uma simples imagem como são ideais para quem trabalha com orçamentos mais pequenos.
  • Conteúdo. A internet tornou-se a fonte, por excelência, de todas as pesquisas e procuras de informação. Sempre que alguém tem uma dúvida, recorre aos motores de buscar. As melhores estratégias de marketing digital entendem que o melhor caminho é ser útil aos clientes e potenciais novos consumidores, quando estão num momento de pesquisa. Ter um blog é, por estas razões, uma das melhores a estratégias a seguir: oferece conteúdo original e específico aos vossos seguidores e dá credibilidade ao negócio, afirmando a empresa como conhecedora do setor em que opera.
Sem Categoria

As tendências que estão a aparecer nos novos negócios

2016 tem sido um ano promissor para os novos empreendedores e pequenos negócios, que contam cada vez mais com o poder das redes sociais, do marketing digital e do e-commerce para fortalecer o negócio e alcançar potenciais clientes de qualquer parte do mundo. Estão a par das novas tendências?

  • Millennials. A geração Millennials tem a vantagem de ter crescido ao mesmo tempo que acontecia a transição entre o mundo offline e online, numa altura em que os avanços tecnológicos e a transformação são uma constante. O anseio pela novidade e pela permanente atualização é uma característica geracional: aproveitar ao máximo os benefícios de viver num mundo globalizado e com fácil acesso à informação. A transparência, o trabalho colaborativo e um equilíbrio entre o mundo profissional e pessoal são fundamentais para os Millennials e para o seu sucesso. Para os empreendedores desta geração, a habilidade para rapidamente difundirem informação é a chave para um marketing digital bem sucedido. São, também, mais conscientes em relação à responsabilidade social das empresas.
  • Presença online. O marketing digital tornou-se, nos dias de hoje, uma ferramenta essencial à prosperidade de qualquer negócio, seja ele físico ou online. Marcar presença na internet deixou de ser uma opção para se transformar numa necessidade das empresas. Procurem criar conteúdo que realmente esteja de acordo com os interesses do vosso público-alvo: não basta apenas divulgar o vosso produto ou serviço, ainda que o crescimento das vendas seja o objetivo mais importante. A internet disponobiliza um sem número de tecnologias que traz às empresas um maior controlo sobre o seu negócio,  através de ferramentas acessíveis.
  • Ecommerce. Podem criar um negócio baseado em ecommerce mediante variadas plataformas programadas para esse efeito. Dentro das novas tendências, têm emergido o comércio móvel e ecommerce social! São muitos os consumidores que fazem, hoje em dia, as suas compras através do smarphone, de forma rápida e segura: os dispositivos móveis já são a plataforma mais utilizada para pesquisar produtos e serviços.
  • Segurança. Protegerem a segurança do vosso negócio e a privacidade dos vossos clientes deve ser a vossa prioridade número um! O mais comum é utilizar-se o código EMV (Europay, MasterCard ou Visa), vital para a segurança dos negócios: a migração para este sistema garante a proteção virtual das empresas e clientes contra a fraude. Se a vossa empresa ainda aceita transações sem utilizar este sistema, podem perder alguma credibilidade entre os clientes e enfrentar alguns riscos financeiros.
  • Financiamento digital. As vantagens de utilizarem financiamento digital são a conveniência e simplicidade de todo o processo, bem como a rapidez com que se concretiza. Ao pouparem este tempo, podem focar-se mais no atendimento ao cliente. Enquanto as entidades bancárias vêem os empréstimos a pequenos negócios como arriscados, quem cede financiamento digital aposta, quase sempre, em novas empresas.
  • Business Intelligence. As novas tendências dentro do Business Intelligence prendem-se com novas ferramentas, como painéis que ilustram análises avançadas, com monitorização e acompanhamento dos dados em tempo real, integrando todas as plataformas em simultâneo. Isto inclui a automatização das informações sobre vendas, marketing, redes sociais, etc. Claro que os pequenos negócios têm necessidade de soluções mais simples do que as grandes empresas.

Preparem-se para um novo ano cada vez mais entusiasmante para os novos negócios, nesta que é a época de ouro do empreendedorismo!

Sem Categoria

Transformação Digital na Contabilidade

A transformação digital está na ordem do dia e, nos últimos anos, o digital tem-se feito sobressair em todos setores de atividade, especialmente devido à importância da interação. O setor da contabilidade não é exceção e a prova disso é o projeto e-fatura, lançado em 2013 pela Administração Fiscal, que transformou completamente a interação entre os cidadãos e os agentes económicos.

Mas estão a chegar mais transformações ao mundo da contabilidade: no dia 2 dezembro foi publicada a Portaria n.º 302/2016 que traz alterações à estrutura de dados do ficheiro SAF-T(PT). Esta Portaria traz alterações para os dados de informação de faturação e, para além disso, vem criar e incluir informação contabilística complementar à já existente, o que permitirá levar a cabo mais uma transformação digital na Contabilidade.

De que falamos?

Falamos duma alteração à estrutura de dados do ficheiro SAF-T(PT) inicialmente definido pela Portaria n.º 321-A/2007 e que passa não só por algumas alterações na estrutura de dados relativos à informação de facturação mas acima de tudo pela criação e inclusão de informação contabilística complementar à hoje presente nesta estrutura de dados e que permitirá levar a cabo mais uma transformação digital na Contabilidade. Com a inclusão das chamadas taxonomias na estrutura do SAF-T(PT) permitir-se-á que em 2018 a IES a submeter relativamente à contabilidade de 2017 seja consideravelmente simplificada.

Como se chega a isto? Porquê a IES do exercício de 2017? E o que se passará entretanto para que isto seja possível?

Para podermos perceber todo o contexto e poder antes visualizar a abrangência das alterações decorrentes desta Portaria temos também de ter em conta e conjugar alguns outros aspetos legislativos importantes, nomeadamente:

– A medida #130 do programa Simplex +, designada de “IES +” e da responsabilidade do Ministério das Finanças apresentava como descrição da medida: “Simplificar o preenchimento dos Anexos A e I da Informação Empresarial Simplificada, eliminando cerca de metade do número de quadros e campos a preencher e pré-preenchendo uma parte significativa dos restantes campos, com informação extraída do SAF-T (Standard Audit File for Tax Purposes). Numa segunda fase, serão simplificados os restantes anexos.”

– O OE 2017, recentemente aprovado no Parlamento, altera o n.º 8 do art.º 123º do CIRC (Obrigações contabilísticas das empresas) passando este a determinar “As entidades referidas no n.º 1 devem dispor de capacidade de exportação de ficheiros nos termos e formatos a definir por portaria do Ministro das Finanças.”

– A Portaria n.º 302/2016 publicada na sexta-feira passada, estabelece no seu preâmbulo “Nessa perspetiva, importa proceder ao ajustamento da estrutura do ficheiro SAF-T (PT) com a criação de taxonomias, ou  seja,  de  tabelas  de  correspondência  que  permitam  a  caracterização  das  contas  de  acordo com o normativo contabilístico utilizado pelos diferentes sujeitos passivos, permitindo simplificar o preenchimento dos Anexos A e I da IES”

– A referida Portaria diz ainda no seu art.º 5º “A presente portaria entra em vigor no dia 1 de janeiro de 2017, para os exercícios de 2017 e seguintes, com exceção da estrutura de dados a que se refere o artigo 3.º, que entra em vigor no dia 1 de julho de 2017.”

Traduzindo isto, temos antes de mais e com o exposto no ponto 2., com a tal alteração ao n.º 8 do art.º 123º do CIRC (Obrigações contabilísticas das empresas) o estabelecer como obrigatório que qualquer sujeito passivo de IRC deve dispor da capacidade de exportação do ficheiro SAF-T (PT) na Contabilidade, deixando claramente essa obrigação de se aplicar apenas a quem organize a sua contabilidade com recurso a meios informáticos.

Posto isto o que a Portaria n.º 302/2016 vem na prática fazer acontecer em termos de transformação digital e prioritizando as diversas fases desta mesma transformação:

já a partir de 1 de Janeiro de 2017 a Contabilidade das sociedades devem refletir as alterações necessárias para permitir o cumprimento em 2018 da obrigação declarativa IES já simplificada no preenchimento daquilo que hoje conhecemos como Anexos A e I (isto porque a Administração Fiscal irá conseguir automatizar do seu lado o cômputo destes anexos uma vez que passará a receber de cada contribuinte o SAF-T(PT) de Contabilidade);

já a partir de 1 de Julho de 2017 os sujeitos passivos devem estar capazes de facultar à autoridade tributária o ficheiro SAF-T(PT) na sua nova estrutura, quer na perspetiva contabilística quer na perspetiva de facturação;

em inícios de 2018 os sujeitos passivos e Contabilistas Certificados verem o cumprimento declarativo IES muito simplificado por força da transferência para a Autoridade Tributária de parte daquilo que é hoje o seu trabalho ao nível do preenchimento do Anexo A e I que passará a ser da responsabilidade da AT.

Saibamos todos cumprir com o nosso papel e esta transformação digital será um sucesso também! Senão o fizermos participando de forma ativa, de forma construtiva, com a preparação necessária estaremos antes a contribuir para o insucesso da mesma.

Todos somos agentes da transformação digital! Todos beneficiamos dela!

Joaquim Machado

Sem Categoria

Ter um restaurante cool

Um sonho comum a muitos empresários é abrirem o seu próprio restaurante. No entanto, este é um dos setores que mais risco representa para quem arrisca num novo negócio. Mas existem algumas dicas que podem seguir para minimizar os riscos:

  • Que tipo de restaurante querem ter? É importante que escolham o tipo de restaurante tendo em conta tudo aquilo que, inicialmente, vos fez pensar neste negócio! Porque quando começarem as dificuldades, inerentes a qualquer novo negócio, o que fará a diferença na vossa motivação será trabalharem em algo de que gostam. Devem considerar se pretendem criar um restaurante clássico – mais seguro e com mais adeptos -, especializado ou exótico – tem o fator de diferenciação -, ou de refeições rápidas – o que permite a rentabilização de espaço e um crescimento rápido se estiver localizado em centros comerciais. No que respeita às ementas, devem ser consideradas possibilidade como ter uma ementa fixa ou pratos do dia.
  • Uma boa localização faz a diferença. Restaurante de rua ou dentro de um centro comercial? Há benefícios e desvantagens nos dois casos: a escolha vai depender do quão clara é a vossa visão para o restaurante. Mas a melhor forma de optar por uma localização é responderem a algumas questões: quantas pessoas passam pelo local diariamente? Caso seja um centro comercial, quantos visitantes tem por dia? Tem estacionamento? Qual o valor da renda? Qual a faixa etária da população em volta?
  • Comunicação. Delineiem um plano de marketing tendo como objetivo máximo a conquista de clientes e a promoção do negócio e do que este tem a oferecer! O importante é estarem mais próximos dos vossos clientes, a quem poderão apresentar todas as promoções, novidades no menu e celebrações de dias especiais através da plataforma.
  • Atendimento. O serviço ao cliente é, hoje em dia e a par da qualidade das refeições, o que destaca um bom restaurante. Quem se disponibiliza para um contacto quase de 24 horas com os seus clientes acaba por se destacar e primar pela diferenciação: o objetivo é chegarem a mais potenciais clientes e conhecer os seus gostos e preferências, evoluindo sempre na relação com o cliente e no serviço prestado.

Não é demais reforçar que para oferecerem um serviço personalizado aos vossos clientes e terem o controlo da gestão do vosso restaurante com indicadores de vendas, produtos mais vendidos, etc, podem contar sempre com Sage GesRestII.

Sem Categoria

A indústria e os transportes: impacto e como alcançar a eficiência

Quando falamos dos custos logísticos de uma empresa, falamos, obviamente, dos custos com os transportes: em média, podem ter um peso de 60% nos custos de logística empresariais, de acordo com um estudo realizado pelo Banco Mundial.  A percentagem aumenta, claro, quanto maior for o país em questão e as distâncias a percorrer. Alguns analistas crêem mesmo que o transporte pode representar 3,5% da faturação da empresa ou chegar ao dobro do lucro obtido com os bens ou serviços.

Uma das grandes dificuldades para as empresas é definir o custo de transporte dentro da cadeia de produção. Cada setor tem as suas próprias especificidades, considerando o tipo de produto e a distribuição que envolve.

É neste cenário que as empresas se deparam com um desafio de grande dimensão: procurar otimizar o seu setor de distribuição, procurando estratégias para melhorar a eficiência e diminuir os custos com os transportes. Cada vez mais os donos de negócios se apoiam na tecnologia e nos sistemas de gestão, que oferecem novas possibilidades como utilizar dispositivos móveis para ter, ao minuto, informações detalhadas sobre o processo de produção e distribuição: saber tudo sobre os stocks, no que às entregas e recebimentos diz respeito, permitindo um acompanhamento da performance em tempo real.

  • Stocks: Avisos que indicam a entrada em  stock e atualização automática do inventário.
  • Entregas: Assim que uma carga é descarregada, é possível fazer um aviso. Na sequência, pode-se identificar a localização e enviar instruções personalizadas para esse colaborador.
  • Visibilidade: Faz-se o acompanhamento de todas as mercadorias que saem do stock.
  • Redução de erros: O processo torna-se mais seguro com o uso de um software de gestão adequado.

A tendência para que o segmento da distribuição aumente o investimento em tecnologia nos próximos tempos tem vindo a crescer: o caminho é encontrar novas soluções de gestão para manter as empresas competitivas.