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A fraude na empresas

A fraude é um fenómeno generalizado e, infelizmente, nenhuma entidade ou setor está livre de ser enganado e a ameaça de fraude está presente em qualquer organização. Conheça alguns número de um tema preocupante como é o da fraude.

Embora os tipos de organizações afetadas variem muito, existem golpes comuns a todas as organizações: podemos definir fraude como o enriquecimento ilícito através do engano, desvio ou má utilização de recursos ou bens de uma organização.

Para quantificar este fenómeno, têm sido realizados inúmeros estudos a nível nacional e internacional – por empresas como a Ernest & Young ou KPMG, para fazer o levantamento das organizações afetadas: para além de quantificar esta informação, é importante também avaliar quantas organizações reportaram o acontecimento e quais foram as perdas sofridas em cada caso. Os números servem para alertar as empresas para a magnitude do risco de fraude e para educar a sociedade para os chamados crimes de “colarinho branco”.

Segundo um estudo realizado pela Ernest & Young em 2015 – “Fraud Investigation & Dispute Services”- 17% dos colaboradores portugueses de grandes empresas afirma ter conhecimento da prática de fraude ou de indícios de suborno por parte da sua própria empresa.  A manipulação da performance financeira das empresas é uma das formas de fraude mais comuns em Portugal: 61% dos entrevistados acredita que as empresas nacionais reportam o seu desempenho financeiro acima de realidade. A maioria dos inquiridos (82%) demonstra ainda um reconhecimento de disseminação das práticas de corrupção no mercado nacional.

Saibam mais sobre o controlo da aplicação das normas contabilísticas, para uma apresentação correta das contas, aqui.

Inovação e Tecnologia Tesouraria

Como as empresas estão a progredir

«Por que diabo alinhámos nos telemóveis?» esta pergunta perene é colocada por muitos, e apenas serve para ressaltar como os aparelhos móveis e a conectividade se tornaram essenciais nas nossas vidas, tanto pessoais como profissionais.

O ritmo da tecnologia não espera por ninguém; o hardware está cada vez mais inteligente, a Internet está mais rápida e já existem mais aparelhos conectados do que pessoas. Contudo até agora isto é sentido como se o software estivesse a jogar à apanhada. Há um desfasamento entre a ubiquidade dos aparelhos e o software que os faz funcionar, apesar de o software ser o que oleia o mecanismo da indústria.

Os telefones inteligentes (smartphones) requerem um software inteligente e é nisto que nos temos vindo a centrar, com as últimas atualizações de Sage XRT. Os negócios já deixaram de estar amarrados à secretária, e as empresas de maior sucesso e mais inovadoras são as que conseguem reagir e responder depressa; a mobilidade é uma parte substancial disto. Estar constantemente conectado significa estarem fortemente ligados por rede à vossa empresa, pelo que precisam das ferramentas de software que possibilitam informação instantânea, relevante e exata.

Com a versão 4 de XRT, focámo-nos em assegurar que cada colaborador pode configurar a experiência móvel que melhor se lhe aproprie. Se não têm tempo para ir ao mais ínfimo pormenor quando procura emails de trabalho no comboio ou no banco de trás de um táxi. É por isso que o painel de instrumentos do novo XRT permite ao chefe executivo aceder num instante à informação de topo de que necessita, ao mesmo tempo que permite aos elementos da equipa financeira obterem dados analíticos personalizados em menos de nada. A personalização e a produtividade andam de mãos dadas.

O manifesto é simples: trabalhe inteligentemente no seu telemóvel inteligente. Não há tempo a perder com ineficiência; libertemos, pois, os empregados para o que eles fazem melhor, melhorando o desempenho da sua empresa.

Saiba mais sobre como o Sage XRT pode apoiar a sua empresa em movimento, aqui.

José Teixeira – Gestor de Produto Sage XRT