Faturação

Estratégias para o sucesso: conhecer os receios tão bem quanto os objetivos

É costume lermos sobre como é importante ter uma lista com os nosso objetivos bem definidos a curto e médio prazo mas neste artigo vamos propor que façam uma lista dos vosso receios e vamos ver a utilidade deste procedimento.

Tim Ferriss, reconhecido autor e empreendedor em startups tecnológicas, defende a relevância de fazermos uma lista sobre tudo que pode correr mal. A proposta deste autor baseia-se no Estoicismo, uma filosofia de ética pessoal baseada num sistema de lógica e na percepção da natureza.

O Estoicismo como orientação.

De acordo com esta corrente, a felicidade só está ao alcance da humanidade se conseguirmos viver o presente, livres de sermos consumidos por desejos ou medos, e usando a lógica para compreender o mundo, tratar os outros de forma justa, cumprindo o nosso papel na natureza.

Este autor chama a atenção para o beneficio desta atitude em ambientes de stress, alcançando um treino emocional, separando as coisas que podemos controlar, das que fogem ao nosso controlo. Não é difícil pensar na utilidade de desenvolver esta capacidade em ambientes altamente competitivos, em que gestores dedicam longas horas aos seus projetos e colocando em risco a sua saúde.

Fazer uma lista de receios.

Seneca escreveu, “As coisas que nos assustam são em maior número do que as que efetivamente nos fazem mal, e afligimo-nos mais pelas aparências do que pelos fatos reais”. Se visualizarmos os piores cenários possíveis, podemos ultrapassar a paralisia do medo e tomar ação.

Tim Ferriss, propõe um exercício escrito com a elaboração de uma  lista de medos, que inclui uma coluna para ações que podem ser tomadas para prevenir esses acontecimentos negativos, e ações para corrigir ou diminuir o seu impacto negativo.

Numa segunda fase, devem considerar os efeitos benéficos de um sucesso parcial, geralmente consistem em ganhos como preparação e experiência ganha. Mesmo que o projeto não seja um sucesso completo, que aspetos mesmo assim seriam válidos.

Por último, fazer uma lista com os custos de não empreender, estimando os efeitos em 6 meses, daqui a um ano e daqui a 3 anos. Esta é uma boa forma de medir os efeitos de não corrermos riscos e funciona quer a um nível empresarial, quer a nível fisico ou emocional.

É um bom exercício a realizar a cada semestre, uma forma de nos apercebermos até que ponto os nosso medos são fundamentados e nos casos em que são bem reais, planear formas de resolver estes problemas. Desta forma consegue-se uma preparação emocional com soluções práticas para a resolução dos problemas.

Preparação para os piores cenários.

Não podemos antecipar todas as situações difíceis mas podemos pelo menos reduzir algumas preocupações contando com um software de faturação de confiança.

Num mundo cheio de incertezas, um parceiro sólido faz toda a diferença para uma pequena empresa que aspira a ser grande, risque da lista dos seus receios o software com que irá trabalhar. Lembrem-se que aquilo que tememos, é geralmente aquilo que devemos mesmo concretizar.

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