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Bitcoin: a primeira moeda digital

Um dos temas do momento é sem dúvida a inovação Bitcoin e todas as transformações que promete trazer. Investidores, empreendedores e corretores da bolsa discutem de forma acesa este tema.

Bitcoin, uma das moedas digitais.

Bitcoin são moedas digitais e neste momento existem mais de 800 com a diferença que não são controladas por uma autoridade central, como um banco ou um governo. Criado por especialistas em hardware relacionado com processos de transações pela internet.

Apoiantes desta inovação defendem que se trata de uma opção mais segura para transações pela internet, a tecnologia blockchain regista as transações a nível de cryptomoeda.

Com uma existência de apenas 8 anos, a Bitcoin foi a primeira moeda digital a aparecer e na sua curta existência foi sujeita a várias polémicas mas também reuniu firmes apoiantes.

Alguns dados interessantes sobre Bitcoin.

Ao longo da sua existência , a primeira moeda digital chamou a atenção com diversas polémicas associadas.

Um criador relutante:

Uma investigação jornalista apontou para que o criador fosse Dorian Satoshi Sakamoto, no entanto o próprio sempre negou esta atribuição. Em 2015 um australiano, Craig Wright afirmou ser o criador mas não apresentou qualquer prova que confirmasse este facto. Estima-se que o seu criador tenha cerca de um milhão em Bitcoin adquiridos nos primeiros anos.

 Um acionista inesperado:

Em 2013 o governo dos Estados Unidos era um dos maiores acionistas da moeda. No decorrer de uma operação policial, o FBI encerrou sites por transações ilegais, e o governo dos Estados Unidos acabou por ficar na posse de 140 mil bitcoins.

Segurança abalada:

No inicio de 2014 a Bitcoin sofreu uma enorme perda quando hackers acederam a uma casa de câmbios japonesa e roubaram cerca de 460 milhões. Foi a maior perda até à data e levantou questões sobre a sua segurança.

A inovação como trampolim para o sucesso.

Acompanhar a inovação é fundamental para o sucesso de um projeto, e embora todos os negócios estejam a sofrer transformações, a área da contabilidade foi completamente transformado pelo software.

Com softwares específicos como Sage for Accountants, a Contabilidade é transformada pela automatização dos processos, com um ganho de tempo substancial. Sage for Accountants tem três versões adaptadas às diferentes necessidades das empresas, Sage ContaPlus, Sage 100c Contabilidade e Sage 100c Gestão de Ativos.

 

 

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Normas Internacionais de Contabilidade – NIC`s

As empresas em que a contabilidade se encontra organizada conforme as NIC`s devem ter em atenção os Regulamentos Comunitários publicados a 9 de Novembro de 2017. Estes Regulamentos vieram alterar as seguintes Normas Internacionais de Relato Financeiro:

  1. NIC 4 – Contratos de Seguro;
  2. NIC 7 – Fluxos de Caixa:
  3. NIC 12 – Impostos Diferidos;
  4. NIC 18 – Rédito;
  5. NIC 16 – Locações.

As alterações à NIC 7 – Fluxos de Caixa e à NIC 12 NIC 12 – Impostos Diferidos, entraram em vigor a 1 de Janeiro de 2017. Por este motivo no planeamento dos procedimentos para encerramento do exercício de 2017, devem-se ter em conta as alterações efetuadas.

Os motivos da alteração da NIC 7 deve-se ao facto de a 29 de janeiro de 2016, o International Accounting Standards Board (IASB) ter publicado emendas à norma internacional de contabilidade (IAS) 7 Demonstrações dos Fluxos de Caixa.

As emendas visam clarificar a IAS 7 para melhorar as informações fornecidas aos utilizadores das demonstrações financeiras acerca das atividades de financiamento de uma entidade.

Já quanto às alterações à NIC 12 as razões das mesmas resultam de em 19 de janeiro de 2016, o International Accounting Standards Board (IASB) ter publicado uma versão revista da norma internacional de contabilidade – IAS 12 Impostos sobre o rendimento. As alterações têm por objetivo clarificar a forma como são contabilizados os ativos por impostos diferidos relacionados com instrumentos de dívida mensurados pelo justo valor.

O IASB fixou a data de eficácia das emendas em 1 de janeiro de 2017. As disposições dos Regulamento Comunitários devem aplicar-se, por conseguinte, a partir de 1 de janeiro de 2017. O caráter retroativo é necessário para garantir a segurança jurídica para todos os emitentes em causa, bem como a coerência com outras normas de contabilidade estabelecidas no Regulamento (CE) n.o 1126/2008.

 

Dezembro de 2017

Dr. Bruno Lagos – Licenciado em Organização e Gestão de Empresas; Mestre em Auditoria Contabilística; Nos últimos 25 anos técnico superior na Administração Fiscal Portuguesa.

 

 

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A transformação da Contabilidade: inovações tecnológicas incontornáveis

É essencial que empresários e contabilistas se mantenham atentos aos avanços tecnológicos, para darem resposta às necessidades do mercado e dos seus clientes.

As inovações tecnológicas mudaram a forma como a contabilidade é realizada: recursos digitais e ferramentas online aumentaram a produtividade e a capacidade de organização. A redução de erros foi substancial e é possível obter uma análise mais precisa, com benefícios para as empresas. Neste artigo vamos ver algumas das vantagens que devem continuar a motivar os profissionais desta área para se manterem vigilantes em relação às inovações.

Armazenamento digital de documentos.

Guardar documentação em papel tem custos elevados, e consomem tempo na sua organização e arquivo. O espaço físico é limitado e existe a obrigatoriedade de guardar documentação por alguns anos.

Digitalizar os documentos, ou preencher e tratar completamente online, transformaram a contabilidade. A Cloud veio revolucionar a forma como guardamos documentação, sendo mais fácil também partilhar com quem queremos.

Calendários virtuais e gestão de tarefas.

As plataformas digitais contêm calendários que auxiliam na gestão de tarefas diária. Alguns contem alarmes que chamam a atenção para os limites temporais de entrega de alguma documentação, evitando falhas e multas por atraso.

Software de Contabilidade.

Um software de contabilidade como Sage for Accountants foi criado especificamente para realizar tarefas à medida das necessidades das empresas de contabilidade, estando permanentemente atualizado com todas as alterações legislativas que possam afetar estas tarefas. Simplifica as tarefas com um aumento significativo da produtividade e eficiência.

A importância de formação regular.

Para maximizarmos os ganhos da tecnologia, é essencial que as empresas apostem na formação dos seus colaboradores, e também uma constante reciclagem dentro do conhecimento especifico da área.

A relação com os clientes.

A tecnologia aproximou clientes e profissionais, as plataformas tornam-nos mais próximos, partilhando documentação e poupando tempo no processo. Torna-se mais fácil acompanhar todo o processo de venda de um serviço e fazer os ajustes necessários, para que a experiência seja cada vez mais satisfatória.

As mudanças são cada vez mais rápidas e este é uma área que se transformou profundamente com as inovações tecnológicas, e é apenas natural que continue a ser alvo de transformações, o que significa que todos os interessados devem estar atentos.

Contabilidade

Economia Comportamental: um conceito a conhecer

O termo Economia Comportamental começou a ser divulgado na imprensa, depois do norte-americano Richard H. Taller ter recebido o prémio Nobel em Economia, por contribuições neste campo de estudo. Neste artigo vamos ver em que consiste e como funciona esta teoria da contabilidade mental.

Pensar no imediato.

Por vezes tomamos decisões financeiras que vêm a ter um impacto negativo nas nossas vidas, apenas porque pressionados pela necessidade, acabamos por optar por soluções que nos são desvantajosas.

Ao pedir um financiamento a um banco, o primeiro dado que nos é dado versa sobre as opções de pagamento e apenas numa fase secundária nos é apresentado a taxa de juro (que em geral será menos, se as prestações também forem menos). A principal preocupação passa por conseguir fazer o pagamento, mesmo contratando e optando pela pior opção.

Decisões financeiras irracionais.

Esta teoria procura demonstrar que grande parte das decisões que tomamos no dia à dia, procuram satisfazer necessidades imediata se não analisamos sequer as alternativas  nem as possíveis consequências. Ou seja a economia deve sempre ter em conta a psicologia.

Políticas Públicas.

Esta teoria permite auxiliar as entidades governamentais na formação de políticas públicas, áreas como a educação, saúde e trabalho podem beneficiar destas observações. Entender o comportamento dos consumidores, permite que os governos orientem as suas políticas de forma a atenuar os efeitos destas escolhas “irracionais”.

Com uma linguagem acessível o trabalho deste economista é elogiado pela forma como consegue expôr o seu pensamento, utilizando analogias que explicam conceitos económicos.

Um software de Contabilidade como Sage for Accountants permite tomar decisões racionais, mais acertadas para a empresa, com base em dados financeiros e contabilísticos em tempo real. O programa permite a personalização dos mapas e relatórios financeiros e a obtenção de rácios, gráficos e outros elementos de análise.

 

Contabilidade Fiscalidade

Publicado regime de conversão de ações ao portador

Foi publicado em Diário da República o diploma que estabelece o regime de conversão dos valores mobiliários ao portador em valores mobiliários nominativos, tendo entrando em vigor no passado dia 26 de setembro – Regime de conversão dos valores mobiliários ao portador em valores mobiliários nominativos, em execução da Lei n.º 15/2017, de 3 de maio – Decreto-Lei n.º 123/2017 – Diário da República n.º 185/2017, Série I de 2017-09-25

1 – Conversão obrigatória dos valores mobiliários ao portador em nominativos

  • Prazo 6 meses (termina em Novembro);
  • Alterações do contrato e demais documentos podem ser feitos pela Administração sem necessidade da Assembleia Geral;

2 – Procedimento para a conversão dos valores mobiliários ao portador em nominativos 

  • Publicar um anúncio;
    • Identifica os valores;
    • Fonte normativa;
    • Data de deliberação das alterações e quem deliberou;
    • Data prevista para a publicação das alterações no registo comercial;
    • Consequências de não conversão dos valores mobiliários no período transitório;
    • Para os valores mobiliários não integrados em sistema centralizado os títulos devem ser apresentados ao emitente ou ao intermediário financeiro indicado;
    • A publicação de ocorrer no site da sociedade, no Portal do Ministério da Justiça ou no Sistema de Difusão de Informação da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM);
    • Os intermediários financeiros devem comunicar ao cliente da necessidade de apresentarem os títulos ao emitente para serem convertidos e as consequências da sua não apresentação.

3- Modos de conversão dos valores mobiliários ao portador em nominativos

  • Por anotação na conta de registo individualizado ou dos valores mobiliários titulados ao portador;
  • Por substituição dos títulos ou por alteração das menções neles existentes. Devem ser inutilizados os anteriores se a opção for por substituição dos títulos antigos.

4 -Conversão dos valores mobiliários ao portador em nominativos no final do período transitório

  • Os valores mobiliários integrados em sistema normalizado não convertidos pelo emitente serão convertidos pela entidade gestora de sistema centralizado / intermediário financeiro no ultimo dia do período transitório.

5 – Atualização de registos

  • A entidade gestora do sistema centralizado, as entidades registadoras e a entidade emitente actualizam os respectivos registos;
  • Requerer no registo comercial as alterações ao contrato da sociedade e demais documentos;

6 – Valores mobiliários ao portador não convertidos em nominativos

  • Apenas conferem legitimidade para solicitação do registo a favor dos respectivos titulares;
  • aos dividendos, juros ou quaisquer outros rendimentos cujo pagamento se encontre suspenso é depositado junto de uma única entidade legalmente habilitada para o efeito, em conta aberta em nome do emitente, e será entregue, com base em instruções do emitente, aos titulares dos valores mobiliários aquando da respetiva conversão.

7 – Isenções

  • Os registos destas operações estão dispensados do pagamento de emolumentos.

 

Setembro de 2017

Dr. Bruno Lagos – Licenciado em Organização e Gestão de Empresas; Mestre em Auditoria Contabilística; Nos últimos 25 anos técnico superior na Administração Fiscal Portuguesa.