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Três passos para modernizar o vosso Gabinete de Contabilidade

Contabilista: uma profissão competitiva que está sempre em atualização! Sabemos que o vosso Gabinete de Contabilidade tem que se esforçar para se manter na dianteira. Como devem competir com a concorrência?  Como devem lidar com as exigências crescentes dos vossos clientes? Para se manterem atualizados, têm que fazer uma análise prática aos vossos processos para saber como melhorar.

Um bom negócio está todo ligado, integralmente. A informação deve estar acessível de uma forma segura, em qualquer lugar e em qualquer altura. Vamos descobrir como.

  1. Diferentes tecnologias para diferentes funções

Tanta variedade de tecnologias inovadores pode trazer confusão. Saber em que tecnologias apostar é uma arte – que vos pode trazer muitos benefícios. Por isso, devem dedicar-se à exploração de novos processos e programas. Eventos de Contabilidade são a forma mais prática para interagir e compreender novas tecnologias e para comunicar com outros profissionais que enfrentam os mesmos desafios.

  1. Invistam nos vossos objetivos de negócio

As soluções que escolherem devem adaptar-se ao vosso negócio. Não o contrário! Os vossos objetivos de negócio e as vossas carências tecnológicas devem estar no centro da escolha de qualquer nova tecnologia. Comecem com os objetivos particulares do vosso Gabinete de Contabilidade – assegurar conformidade ou acessibilidade online e segura para todos os vossos colaboradores – para construírem uma estrutura que leve à transformação digital do vosso negócio.

  1. Mantenham-se ao corrente

Hoje em dia, a tecnologia desenvolve-se muito rapidamente! Nesse sentido, não se concentrem nas ideias do presente mas apostem em soluções que antecipem novidades do futuro. Avaliem novas tecnologias de acordo com as formas que mais bem servirão os vossos clientes – antecipar as futuras necessidades dos clientes é forma certa de garantirem a competitividade. Incutam esta mentalidade em todos os vossos colaboradores, para que todos trabalhem na mesma direção: o futuro!

O vosso negócio depende da vossa capacidade de adaptação e de gestão de mudança. Garantam a vossa capacidade operacional de responder aos desafios do futuro com Sage for Accountants, a solução de Contabilidade com opções de acordo com a dimensão do seu negócio.

 

Sage Faturação

BStrong: Centralização e proteção de dados pessoais, numa cadeia de lojas nacional

Concebida a pensar nos sneakers addicts, a BStrong lançou quatro marcas próprias diferentes, além de ter celebrado parcerias com muitas das principais marcas da área, como a Nike, Adidas e Converse. Desde a sua fundação em 2013, abriram uma loja online e 14 lojas físicas, de norte a sul do país. Em 2018, centralizaram com sucesso os dados com o apoio da Sage.

Para responder em conformidade das alterações introduzidas no Regulamento Geral de Proteção de Dados e garantir a segurança dos dados da empresa, a Emocion Sport/BStrong implementou a solução Sage 50cloud Loja, com o apoio da Samsys. A migração desenvolvida, da solução Sage Retail para a solução Sage 50cloud Loja, permitiu a integração da faturação com o servidor online.

Este desafio passou pelos seguintes passos: executar a migração da aplicação o mais depressa possível; reestruturar a aplicação ao nível das empresas e utilizadores; garantir o acesso de cada utilizador aos computadores; e verificar o funcionamento de impressão e etiquetagem, assim como posterior instalação nos novos servidores. O processo, que levou três meses, passou pela configuração do modo offline da rede do terminal service; dessa forma, no caso de indisponibilidade de acesso ao servidor, o posto pode trabalhar nesse estado para integração da faturação com o servidor online.

A intervenção da Sage prendeu-se com a sensibilidade de uma migração de quatro empresas e 18 lojas, que ocorreu entre junho e início de agosto de 2018. Os maiores desafios passaram pela identificação de perfis de acesso a dados pessoais; identificação de campos pessoais; facultar uma funcionalidade de esquecimento para que um cliente possa ser eliminado da base de dados; gestão de consentimento de dados pessoais; e lançamento de formulários para o mesmo.

Por fim, para centralizar o acesso à informação e controlar os acessos de várias lojas, a solução surgiu no formato de um sistema de VPN, entre as várias localizações, impossibilitando acessos não permitidos.

Sage One

Unicórnios: o único mito que todas as startups querem ser

Em outubro de 2018, a Talkdesk juntou-se à Farfetch e à OutSystems como o terceiro unicórnio, no mercado privado, com origens portuguesas. Qual é a definição de um unicórnio? Como é que estas startups portuguesas atingiram esse patamar? Vamos descobrir no artigo de hoje.

Um unicórnio é uma startup que tenha obtido uma avaliação dos seus investidores de pelo menos mil milhões de dólares. Em Portugal, as três empresas que ganharam este nome são empresas tecnológicas – caso que, de resto, se repete mundialmente, como por exemplo com a Uber ou com a Airbnb.

O nome unicórnio foi uma ideia original de Ailee Lee, uma investidora de risco. Em 2013, fez uma pequena pesquisa para ajudar numa decisão de investimento. Descobriu que apenas 0.07% de empresas financiadas por capital de riscos atingiam avaliações superiores a mil milhões de dólares. Como são raridades no mundo do investimento na tecnologia, Lee nomeou-as de unicórnios. Admite que o seu lado divertido e mítico ajudou na decisão, uma vez que captura também assim a essência destes negócios.

O unicórnio português mais novo

A Talkdesk surgiu em 2011, quando dois estudantes de engenharia de telecomunicações e informática, Cristina Fonseca e Tiago Paiva, conceberam a criação de callcenters digitais, passíveis de serem criados em apenas cinco minutos. A ideia valeu-lhes uma apresentação em São Francisco e um convite para ficarem na incubadora 500 Startups. Além de um bónus de 50 mil dólares. Em 2017, os fundadores foram considerados pela Forbes como “30 dos melhores empreendedores do mundo com menos de 30 anos”.

Empresas digitais

A Farfetch lançou uma plataforma online que trouxe a moda de luxo para o mundo digital. A OutSystems dedica-se ao desenvolvimento de plataformas low-code e vende aplicações com o mínimo de código possível. A primeira sagrou-se unicórnio em 2015 e a segunda, em julho de 2018. Reconhecem o fio condutor entre estas empresas?

Os negócios tecnológicos são os mais facilmente recebem investimento internacional. A acessibilidade e facilidade de adaptação do negócio ao mercado estrangeiro são grandes vantagens. A rapidez de formação e desenvolvimento também os torna mais atrativos.

O futuro do vosso negócio também está online! Lancem a vossa primeira fatura, de uma forma simples, rápida e fácil com Sage One. Acessível a partir de qualquer lugar, o vosso negócio estará sempre bem acompanhado!

 

Inovação e Tecnologia

Sage impulsiona a digitalização de 50 000 empresas

O mercado digital português é um diamante em bruto, pronto para expansão. A ideia foi abordada em novembro de 2018, na segunda edição das Sage Sessions. Discutiu-se as dificuldades das empresas portuguesas em implementar uma digitalização de sucesso.

Com o intuito de superar esses obstáculos, a Sage juntou-se à ACEPI para lançar o programa de Comércio Digital. O projeto irá oferecer um voucher gratuito para micro, pequenas e médias empresas, que ajudará à digitalização de 50 000 negócios.

Pretende-se apoiar as empresas a adotar um modelo de negócio digital – através da implementação de uma presença online e da desmaterialização de processos com clientes e fornecedores. O voucher oferecerá ferramentas para construção de um site, juntamente com alojamento e domínio registado do mesmo, e uma caixa de correio eletrónico. Enquanto parceira deste projeto, a Sage é a software house que disponibilizará as soluções de faturação adequadas a cada negócio.

Isália Barata, Diretora de Marketing da Sage, refere que: “Na Sage acreditamos no potencial que a digitalização traz ao negócio e o nosso compromisso é esse mesmo, apoiar as empresas portuguesas com ferramentas que as façam crescer, prosperar e vingar no mercado. Esta parceria com a ACEPI é mais um passo nesse sentido – a digitalização é já inevitável, é um caminho natural, mas muitas empresas precisam de suporte para o conseguirem, nomeadamente as de menor dimensão. Queremos que tenham a possibilidade de adquirir uma solução Cloud ou até mesmo Cloud Connected que se adeque de facto às necessidades reais do negócio e aos seus objetivos de crescimento, seja em Portugal seja em qualquer lado, pois esse é o grande benefício do comércio eletrónico.” 

A longo prazo, pretende-se que as empresas sejam capazes de captar novos clientes, alcançar novos mercados e otimizar processos de organização. Para isso, o Comércio Digital viajará pelo país, de norte a sul, ao longo dos dois anos, à procura dos negócios com vontade de se digitalizarem. Com 150 sessões de apresentação, a ACEPI e as entidades envolvidas pretendem divulgar o projeto junto das empresas portuguesas.

A primeira sessão do roadshow acontece já no dia 6 de fevereiro, em Leiria, no Teatro Miguel Franco, e contará com a presença da Sage. Consulte as restantes datas do roadshow aqui. Inscreva o seu negócio no concurso Comércio Digital aqui.

 

Inovação e Tecnologia

Farfetch: Como levar o amor pela moda até à Bolsa de Valores de Nova Iorque

“A Farfetch existe graças ao amor pela moda. Acreditamos na promoção da individualidade. A nossa missão é ser a plataforma tecnológica global na moda de luxo, ligando criadores, curadores e consumidores”, lia-se no documento de apresentação ao regulador do mercado norte-americano. A Farfetch estreou-se em bolsa, em setembro de 2018, com ações a quase 50% do preço da oferta pública inicial. Obteve 885 milhões de dólares com a entrada no mercado de capitais norte-americano, escolhida por acolher muitos investidores em empresas tecnológicas. No entanto, a startup, com base em Londres, começou longe de Nova Iorque.

A startup foi fundada pelo português José Neves em 2007 e revelou o seu ponto forte ao aliar moda de luxo e tecnologia. A Farfetch permite, nas suas plataformas digitais, a venda de mais de 700 marcas de topo, como Chanel e Gucci, e assiste uma gestão de backoffice eficiente.

Uma outra característica principal que levou ao seu sucesso foi permitir a boutiques independentes ter uma presença online, preservando as suas lojas físicas. Assim, a Farfetch criou a sua identidade como mercado agregador de lojas únicas e com oportunidades globais, para vendedores e clientes.

Em 2017, a dimensão de vendas privadas deu mais força ao negócio. Em cidades como Los Angeles, Nova Iorque, Hong Kong, Londres, Moscovo e Tóquio, colaboradores dedicam-se apenas a vendas VIP, com personal shoppers ou stylists. No final de 2017, revelaram que a utilização das suas plataformas tinha subido 40% relativamente ao ano anterior, com 935 mil de utilizadores.

Em 2018, a Farfetch continuou a inovar. Compraram, em dezembro, a Stadium Goods, por reconhecerem o valor do setor de streetwear de luxo, que já valia 70 mil milhões de dólares em 2017. José Neves admitiu, em entrevista ao South China Morning Post, que considera que a consolidação do mercado online e offline é o maior ponto de investimento para a empresa, além de outros fatores como sustentabilidade e Inteligência Artificial. Apontando um crescimento previsto de 500% na próxima década para o comércio online, explica que será nesse sentido que a Farfetch continuará a apostar.