Browsing Tag

Eficiência

Gestão de Empresas Sage Enterprise Management

O Facebook planeia dar formação a cerca de um milhão de empresas até 2020

As competências digitais são cada vez mais essenciais ao desenvolvimento dos negócios. Qualquer empresa deve ter um site através do qual realizará vendas online ou, pelo menos, apresentará os seus produtos.

Igualmente importante é a presença nas redes sociais e o desenvolvimento de campanhas de anúncios, sem as quais o alcance é cada vez mais limitado. Perante um contexto em que muitas das pequenas e médias empresas têm uma carência de colaboradores com formação nesta área, o Facebook resolveu oferecer formação.

Facebook Community Boost

No passado mês de novembro, teve início um programa de formação com a meta de visitar 50 cidades dos Estados Unidos. A ideia é oferecer formação que poderá ter continuidade online. Para cumprir este objetivo, foram desenvolvidas parcerias com várias organizações locais que irão continuar a oferecer este apoio às pequenas empresas.

Situada no Michigan, a Grand Circus planeia dar formação nos próximos dois anos a cerca de três mil pessoas em marketing digital e em programação. A ideia é ajudar não só as empresas, mas todos os cidadãos que procuram trabalho e carecem de preparação nestas áreas. A formação constitui um elemento diferenciador, tanto em oportunidades como ao nível salarial.

Parcerias com Universidades

Ao nível da educação superior, o Facebook iniciará parcerias junto de Universidades americanas, oferecendo um currículo variado.

A empresa parece apostar em aumentar a sua vertente educacional, expandindo um programa de ensino que inicialmente testou na Alemanha e na Índia – Learn with Facebook. Este programa, além de marketing digital, dá aconselhamento sobre empreendedorismo através de casos de estudo.

O Facebook na Europa

Também na Europa, a empresa aposta em criar três centros de formação em Espanha, na Itália e na Polónia. Além do desenvolvimento de competências digitais, o Facebook pretende ensinar princípios de literacia mediática e de segurança.  Os grupos que serão privilegiados nesta primeira fase são os mais excluídos – idosos, jovens e refugiados.

Num segundo momento, à semelhança dos programas nos Estados Unidos, irão fornecer formação presencial a cerca de 100 mil gestores de pequenas e médias empresas e, até 2020, formação online a 250 mil.

Um ERP que permite integrar várias aplicações

A Sage tem soluções de ERP às quais podem aceder a partir de qualquer dispositivo online, permitindo um controlo perfeito de stocks e da evolução do negócio. Não percam oportunidades, o mundo digital trouxe um conjunto de possibilidades e a rapidez de resposta é essencial ao sucesso.

 

 

Recursos Humanos

Remunerações: uma fonte de conflitos?

As empresas não gostam de divulgar publicamente os seus salários. A larga maioria prefere manter algum secretismo sobre o tema, por razões de competitividade com outras empresas.

As consequências para o ambiente de trabalho entre colegas é outro dos motivos. As empresas têm funcionários que executam as mesmas tarefas, mas auferem salários diferentes.

A bem da transparência, são cada vez mais as vozes a favor da divulgação. O secretismo permite perpetuar a discriminação entre funcionários em relação à base salarial.

Desigualdade no seio da empresa

O recrutamento de novos funcionários com experiência, a quem foi oferecido um salário superior como forma de sedução, gera situações de desigualdade no interior da empresa. Estes colaboradores irão sempre necessitar de tempo para se adaptarem e, por vezes, a sua performance será inferior durante muitos meses.

Independentemente da experiência acumulada, é importante remunerar de acordo com o tipo de tarefa. Quanto mais aproximado for o novo trabalho ao anterior emprego, menos tempo necessitará para se adaptar.

Adequação à tarefa.

Ao contratar, é muito importante ter em conta a adequação do candidato à tarefa. É necessário investir algum tempo para o preparar e verificar se o colaborador abraçou os valores da empresa.

Um software de Recursos Humanos.

Um software de Recursos Humanos é muito útil no acompanhamento dos colaboradores e no desenvolvimento do seu potencial. Uma vez identificados estes talentos, há que os recompensar e aproveitar plenamente as suas capacidades. Valorizar o mérito deve ser o objetivo de todas as empresas.

Sage Faturação

Desafios de trabalhar com um horário flexível

São várias as empresas que facilitam aos seus colaboradores uma flexibilidade de horário. Poder trabalhar em horários adaptados às necessidades permite uma maior harmonia da vida privada com o trabalho.

A perspetiva de trabalhar de casa também é bastante atraente, permitindo poupar tempo e gastos em deslocações.

Trabalhar de casa.

Nem sempre é mais fácil trabalhar em casa, existem tarefas por fazer e distrações à mão de semear. É necessária uma maior capacidade de organização, mas os benefícios parecem ser evidentes. 98% das empresas que implementaram este regime de trabalho flexível não encontram pontos negativos.

Manter uma rotina.

Parece existir um consenso em torno da vantagem em manter uma rotina, começar à mesma hora e com o mesmo tipo de tarefas. O ser humano cria padrões de comportamento que o auxiliam a atingir objetivos, seja tomar um café na rua ou vestir-se como se fosse sair para o escritório.

Estipular um sinal para terminar o dia.

No meio de todas as tarefas, é fácil esquecer que as horas passam e que o dia de trabalho deve ser encerrado. Não é invulgar que os trabalhadores freelancers façam jornadas mais longas, por não terem sinais exteriores que lhes indiquem que o dia de trabalho deve ser encerrado.

Mudem para uma roupa confortável, se não têm um escritório, arrumem o material de trabalho, e preparem a passagem para um momento de descontração.

Estabeleçam um calendário com uma lista de tarefas.

Quando existe bastante autonomia, é fácil perder de vista o tempo que se gasta em cada tarefa. Manter um calendário permite uma maior organização, não esquecer tarefas e controlar de modo eficaz o tempo dedicado a cada uma delas.

Procrastinar, uma forma de estar perigosa.

Recordem que o objetivo da flexibilidade não é passar o tempo todo a trabalhar. É necessário salvaguardar momentos para a família, ou para cuidarem de si próprios, e para isso é fundamental manter uma distinção clara entre os momentos de trabalho e lazer.

Procrastinar causa uma desorganização do tempo, com efeitos negativos no próprio trabalho. Há que tentar manter um intervalo de segurança, recordando sempre que existe a possibilidade de surgirem novas tarefas.

Um software de Faturação que melhora a organização.

A Sage dispõe de software de Faturação que integra o Office 365, permitindo uma melhor gestão das tarefas. Automatização de tarefas para uma gestão mais eficaz e economia de tempo.

Uma maior autonomia e flexibilidade são elementos fundamentais para a gestão de negócios. Aplicadas de forma correta, permitem uma melhoria do trabalho e da vida privada para todas as partes envolvidas.

 

 

 

 

 

 

RGPD

Instruções para preparar pequenos negócios para o RGPD (2ª parte)

Hoje continuamos o artigo sobre as várias alterações a que devem estar atentos de forma a prepararem a vossa empresa para a entrada em vigor do RGPD no próximo dia 25 de maio.

A segurança dos dados na posse da empresa é, sem dúvida, uma das áreas mais sensíveis.

Segurança.

As empresas devem tentar concentrar todos os dados pessoais e informações sobre pagamentos em poucos dispositivos. Devem também procurar restringir o número de pessoas que têm acesso a estes elementos. O RGPD traz novos desafios sobre como manter em segurança todos estes dados.

Direitos individuais.

Em relação às pessoas contratadas, existe justificação para a empresa estar na posse dos seus dados, não sendo assim necessário pedir consentimento. Contudo, pode ser precisa uma autorização no caso de dados sensíveis como, por exemplo, registos médicos.

Apagar dados.

Com o novo RGPD, a empresa não deve manter os dados dos seus colaboradores sem um motivo, mas o direito a ver a sua informação removida não é absoluto. Esse direito não pode sobrepor-se a outros quando existem razões legais para conservar os dados.

Devem assegurar que os vossos sistemas e processos estão preparados para remover de forma completa a informação recolhida.

Contabilidade e finanças.

O departamento de Contabilidade será, provavelmente, dos menos afetados pelo RGPD. Se este departamento precisar de recolher dados pessoais e a empresa tiver um contrato com esses indivíduos, não será necessário obter consentimento. Mas é condição para esse caso que os dados recolhidos estejam relacionados com tarefas de pessoas contratadas, uma vez que o trabalho é do interesse de ambas as partes.

Se for necessário utilizar os dados pessoais para outros fins, devem recolher consentimento. No caso de recorrerem à subcontratação dos serviços de outras empresas de contabilidade, devem certificar-se que o software utilizado está de acordo com o RGPD.

Tecnologias da informação.

Os departamentos de IT são parte fulcral na preparação das empresas, uma vez que a maioria do trabalho é realizado através das novas tecnologias. Com o aumento do uso da Cloud, devem garantir que a informação armazenada está de acordo com o RGPD.

Mais do que assegurarem que os softwares estão adaptados a esta realidade, há que destruir de forma segura a informação. As bases de dados relativas a clientes que não deram o seu consentimento têm de ser eliminadas.

É fundamental implementar processos de segurança que incluam a notificação de clientes em caso de alguma quebra da referida segurança.

Mesmo uma pequena empresa deve procurar ter uma visão transversal dos vários departamentos para pôr em ação as necessárias transformações. Aconselhamos todos os empresários a participarem no nosso webinar gratuito, a 27 de abril.

 

Para consultar a primeira parte do artigo, clique aqui.

 

 

Declaração de Isenção de Responsabilidade da Sage

A informação contida nestes artigos tem uma finalidade meramente informativa. Não é nem deve ser entendida como aconselhamento jurídico. Não queremos deixar de reforçar que nada substitui as diligências de averiguação aprofundada e de procura de aconselhamento jurídico pelos próprios clientes, caso não estejam seguros das implicações que o RGPD terá nas suas empresas. Apesar de termos envidado todos os esforços para que a informação fornecida nestes artigos seja correta e atualizada, a Sage não pode garantir o seu caráter exaustivo e exato, uma vez que a informação é facultada do mesmo modo que foi disponibilizada, sem quaisquer garantias expressas ou implícitas. A Sage não aceita qualquer responsabilidade por erros ou omissões e não será responsável por qualquer prejuízo (nomeadamente, prejuízo pela perda de clientela ou lucros cessantes) emergentes de contrato, responsabilidade civil ou outro devido à utilização ou confiança depositada nesta informação, ou devido a qualquer ato ou decisões tomadas em virtude da utilização desta informação.

 

Gestão de Empresas Sage Enterprise Management

As PME Portuguesas e a Internacionalização

A Sage divulga o interessante estudo da responsabilidade da Câmara de Comércio e Indústria em colaboração com o E-Monitor sobre a realidade das pequenas e médias empresas portuguesas e a sua internacionalização.

Os dados são otimistas, com mais de metade dos inquiridos a afirmar que observou um aumento da sua atividade internacional em 2017. 761 empresas responderam de forma completa a este inquérito.

Caraterísticas das PME Portuguesas.

Pensamos que é útil começar por analisar as caraterísticas das PME Portuguesas neste momento. 29% têm apenas 5 colaboradores e 37% declaram ter entre 10 e 49 trabalhadores, o que significa que a maioria das empresas tem uma pequena dimensão. Apenas 20% declaram ter mais de 50 trabalhadores.

Estes dados justificam plenamente a intenção revelada por 39% das PME em aumentarem o número das suas equipas e otimizarem os processos produtivos.

 

Novos mercados.

Neste estudo podemos encontrar a indicação de que, no decorrer do último ano, 25% das PME entraram num novo mercado. A presença em 2 ou mais mercados é referida por 20%. Uma situação menos comum é a penetração em mais de 5 mercados, que apenas 1% das empresas inquiridas afirma ter alcançado.

Volume de negócios resultante da internacionalização.

 Em relação ao volume de negócios gerado pela entrada em outros mercados, 25% das empresas afirma que representa um crescimento de mais de 80%. E 23% declaram que a atividade de internacionalização é responsável por mais de 50% da sua faturação. Podemos afirmar que as estratégias de internacionalização assumem cada vez uma importância maior no crescimento das empresas.

Em resumo, podemos afirmar que mais de metade das PME inquiridas afirmaram ter tido um crescimento na atividade internacional em 2017 e terem a expetativa de um reforço ao longo deste ano.

São muitos os fatores que tornaram a internacionalização mais fácil, menos cara e com riscos mais facilmente passíveis de serem geridos.

A aposta em feiras, a digitalização da economia e o desenvolvimento de estratégias de diminuição dos riscos financeiros contam-se entre estes fatores. Conheçam este estudo, colocado integralmente na página da Câmara do Comércio e Indústria e descubram porque 2018 promete ser mais um ano ímpar na internacionalização das PME Portuguesas.