Browsing Tag

Faturação

Sage Faturação

Como faturar de forma inteligente e aumentar o vosso fluxo de caixa

Todos os negócios começam com um entusiasmo pela existência de clientes dispostos a pagar pelo nosso serviço. Nem sempre prevemos as demoras que a faturação pode levar ou as dificuldades que se podem levantar. Muito rapidamente, pode ser o vosso fluxo de caixa a sofrer. Vamos descobrir como fazer a faturação mais inteligente.

  1. Deixem claras as condições antes de aceitarem o trabalho

Idealmente, antes de aceitarem qualquer trabalho, devem ter estabelecidos os vossos termos e condições. Esclareçam o formato e tipos de pagamentos e a data em que devem ser efetuados, assim como benefícios para pagamentos antecipados e multas para pagamentos atrasados. Estabeleçam normas de que todos tenham conhecimento.

  1. Encurtem os vossos prazos de pagamento

Os pagamentos estendidos a 30 dias são hábitos da época em que eram feitos através de cheques. Com o advento dos pagamentos eletrónicos, o prazo de 30 dias também se tornou obsoleto. Para negócios na indústria dos serviços, pagamentos com prazos de sete dias são comuns. Considerem como exceção à regra os clientes do Estado, pois os pagamentos podem exigir mais burocracia.

  1. Descubram o melhor momento para cobrar

O pagamento ideal é imediato mas, infelizmente, nem sempre acontece. Há estudos que revelam que apenas 18% de faturas são pagas quando ultrapassam os 90 dias após o envio. Há que usar a vossa astúcia. Optem por faturar os vossos clientes ao fim-de-semana, quando recebem menos e-mails; enviem faturas em fornadas pois é mais prático; durante a semana, os momentos ideais para faturar são antes e depois da hora de almoço de terça-feira.

No entanto, o melhor momento para faturar os vossos clientes pode ser indicado pelos próprios; indaguem sobre o seu ciclo de pagamentos para coincidir com a altura em que faturam.

  1. Não permitam crédito

Caso seja necessário, peçam depósitos ao cliente para poderem pagar ao intermediário de cujo trabalho precisam terminar o vosso. Mas não financiem despensas que são da responsabilidade do cliente.

  1. Automatizem ao máximo

Optem por soluções de faturação Sage que vos trarão segurança e automatização. Agilizem a faturação, além da gestão de stock e orçamentos. Por um período limitado de tempo, aproveitem os descontos neste tipo de serviços!

 

Sage Faturação

Como criar o melhor valor para o vosso melhor cliente

Negócios são feitos para lucrar. É natural procurarem sempre novas alternativas para potenciar o vosso lucro. No entanto, nem sempre maior volume de vendas vos trará mais lucro. Por vezes, o lucro máximo está mesmo à vossa frente.

A chave está naquilo que oferecem e a quem. O princípio Pareto estabelece a proporção de 80-20, no vosso negócio, ou seja, que 80% da vossa receita vem de apenas 20% da vossa oferta. Podemos aplicar com sucesso a mesma norma aos vossos clientes e aos vossos preços.

20% dos vossos clientes com maiores gastos pagarão quatro vezes mais que os restantes e os 4%, 16 vezes mais. Compreender estas linhas de investimento pode ter grande impacto nos vossos resultados.

As melhores formas de cobrar mais aos vossos melhores clientes passam por vendas adicionais. Logo após a venda inicial, o cliente está aberto a receber uma sugestão de outro produto que pode completar a venda inicial, a um preço mais em conta.

No caso de produtos de uso recorrente, um modelo de assinatura é uma mais valia para o vosso negócio. Assim, os vossos clientes ganham em conveniência e em valor, ao escolherem uma subscrição, e o vosso negócio ganha receita mensal recorrente e aumenta os valores de longevidade de cliente.

Equacionem experiências VIP, para que os vossos melhores clientes tenham a melhor experiência que o vosso negócio pode proporcionar. Os vossos melhores clientes procurarão também soluções que lhes concedam estatuto. Por isso, tenham ofertas especiais para quem procura a sensação de fazer parte do vosso clube privado.

O vosso objetivo tem que ser oferecer a melhor e mais completa solução aos vossos clientes, para nunca deixarem lucro potencial para trás. Apostem numa solução Sage Faturação, um software certificado para vos ajudar a agilizar os processos mecanizados do melhor potencial do vosso negócio. O estudo dos relatórios de vendas facultados por esta solução Sage levar-vos-ão a faturar ao vosso melhor potencial.  Não deixem de aproveitar um desconto de 25% na compra destas soluções Sage, até 13 de dezembro.

 

Contabilidade

As alterações da inversão de sujeito passivo na prestação de serviços de Construção Civil

I – ENQUADRAMENTO LEGAL

A 28 de Novembro de 2006, a DIRETIVA 2006/112/CE DO CONSELHO, veio introduzir alterações nas obrigações dos sujeitos passivos de IVA e de determinadas pessoas que não sejam sujeitos passivos.

Destas alterações, queremos realçar as que se encontram definidas no seu artigo 199º, que poderemos sintetizar do seguinte modo:

  • Os Estados-Membros podem prever que o devedor do imposto é o sujeito passivo destinatário nas operações de prestação de serviços de construção, incluindo reparação, limpeza, manutenção, alteração e demolição respeitantes a bens imóveis, bem como a entrega de obras em imóveis considerada como entrega de bens;

Esta possibilidade prevista na referida Diretiva foi transposta para o Código do IVA com o Decreto-Lei n.º 21/2007, de 29 de janeiro.

Esta alteração no Regime do IVA, que veio permitir que o devedor do imposto seja o destinatário das operações, convencionou-se designar por “Inversão do Sujeito Passivo”, ou seja, cabe ao adquirente liquidar o imposto quando a regra geral é que seja ao transmitente ou ao prestador de serviços que cabe a obrigação de liquidar o imposto, isto é, ser o devedor do mesmo.

A referida regra de inversão do sujeito passivo aplica-se quando, cumulativamente, se verifiquem as seguintes condições:

  1. Se esteja na presença de aquisição de serviços de construção civil (englobando todo o conjunto de atos necessários à concretização de uma obra, independentemente do fornecedor ser ou não obrigado a possuir alvará ou título de registo nos termos da Lei n.º 41/2015, de 3 de junho, que estabelece o regime jurídico aplicável ao exercício da atividade da construção (revogando o Decreto-Lei n.º 12/2004, de 9 de janeiro e Portaria n.º 19/2004, de 10 de janeiro);
  2. O adquirente ser sujeito passivo de IVA, em território nacional e, aqui pratique operações que confiram, total ou parcialmente, o direito à dedução do IVA.

A AT, no seu ofício circulado n.º 30101/2007-DSIVA, de 24 de maio, veio esclarecer algumas dúvidas sobre a Regra da Inversão do Sujeito Passivo de que destacamos as seguintes:

  1. A mera transmissão de bens, sem que lhe esteja associada qualquer prestação de serviços de instalação/montagem, por parte ou por conta de quem os forneceu, não se encontra abrangida pela alínea j) do n.º 1 do artigo 2.º do CIVA;
  2. A entrega de bens, com montagem/instalação na obra, considera-se abrangida pela regra de inversão do sujeito passivo, referida na alínea j) do n.º 1 do artigo 2.º do CIVA, desde que se trate de trabalhos abrangidos pela Lei n.º 41/2015, de 3 de junho (que revogou o anterior DL. n.º 12/2004, de 9/1);
  • Os bens que, de forma inequívoca, sejam considerados bens móveis (ou amovíveis, em sentido lato), isto é, que não estejam ligados materialmente a bem imóvel, com caráter de permanência, encontram-se excluídos da regra da inversão do sujeito passivo, referida na alínea j) do n.º 1 do artigo 2.º do CIVA.

 

II – NÃO APLICAÇÃO DA REGRA DE INVERSÃO

Nos termos do Ofício-Circulado n° 30101, de 2007.05.24 5, refere, ainda, que não há lugar à inversão, cabendo ao prestador de serviços liquidar o IVA que se mostre devido, quando o adquirente é:

  1. a) não sujeito passivo;
  2. b) sujeito passivo que pratica exclusivamente operações isentas que não se encontram previstas na alínea b) do n° 1 do artigo 20° do CIVA (vulgo sujeitos passivos abrangidos pelo artigo 9° ou pelo artigo 53° do Código) considerando-se, como tais, os que constem, nessa situação, no registo informático da AT, incluindo aquele s que se encontram com enquadramento pendente por força do n° 4 do artigo 28° do CIVA;
  3. c) sujeito passivo que apenas o é porque efectua aquisições intracomunitárias, nos termos da alínea c) do n° 1 do artigo 2° do Regime do IVA nas Transações Intracomunitárias – RITI (Estado e demais pessoas coletivas de direito público abrangidas pelo disposto no n° 2 do artigo 2° do CIVA e qualquer outra pessoa coletiva não sujeito passivo nos termos do CIVA). Tais sujeitos passivos são indicados, em termos de enquadramento do IVA, como “AQUIS. INTRACOM.” ou “AQUIS. INTRACOM. POR OPÇÃO”.

 

III – OBRIGAÇÕES DE FATURAÇÃO

Sempre que estejam reunidas as condições cumulativas referidas anteriormente, é obrigatório observar o disposto alínea j) do n.º 1 do artigo 2.º do CIVA (inversão do sujeito passivo), pelo que, cabe ao adquirente a liquidação e entrega do imposto que se mostre devido, devendo a fatura emitida pelo fornecedor dos bens e/ou prestador do(s) serviço(s), nos termos do n.º 13 do artigo 36.º do CIVA, conter a expressão ‘IVA autoliquidação’

O IVA devido pelo adquirente deve ser liquidado na própria fatura recebida do prestador ou, em caso de não recebimento da fatura e, subsistindo a obrigação de autoliquidação, deve esta processar-se em documento interno, enunciando o n.º 8 do artigo 19.º do CIVA que: “Nos casos em que a obrigação de liquidação e pagamento do imposto compete ao adquirente dos bens e serviços, apenas confere direito a dedução o imposto que for liquidado por força dessa obrigação”.

Cabendo ao adquirente a obrigação de liquidação e pagamento do imposto, ao qual é imputável eventual responsabilidade contraordenacional, deve este esclarecer o prestador dos serviços contratado, quanto ao seu enquadramento em IVA, sem prejuízo de, em caso de dúvida, qualquer das partes solicitar informação à Direção de Serviços do IVA, pelo que deve o prestador de serviços confirmar o enquadramento do(s) seu(s) cliente(s), sob pena de eventual liquidação indevida do imposto.

 

IV – CONCLUSÃO

Para que seja aplicado o Regime de Inversão do Sujeito Passivo nas prestações de serviço de construção civil, é necessário:

  • que o adquirente seja um sujeito passivo enquadrado no regime normal, em território nacional, e
  • que a prestação de serviço em causa seja considerada de construção civil, englobando todo o conjunto de atos necessários à concretização de uma obra, independentemente do fornecedor ser ou não obrigado a possuir alvará ou título de registo nos termos da Lei n.º 41/2015, de 3 de junho, que estabelece o regime jurídico aplicável ao exercício da atividade da construção.

 

Lisboa, 26 de novembro de 2018

Bruno Lagos

 

Bruno Lagos, Licenciado em Organização e Gestão de Empresas; Mestre em Auditoria Contabilística; Nos últimos 25 anos, técnico superior na Administração Fiscal Portuguesa.

 

Sage Faturação

A SoundCloud demorou quatro anos a permitir aos músicos tornar o seu trabalho rentabilizável

Para qualquer músico que se preze com presença online, SoundCloud é um nome muito familiar. A rede social criada em 2007 oferece uma plataforma para se partilhar músicas originais mas a sua evolução nem sempre ocorreu a uma velocidade do século XXI. Dez anos após o seu lançamento, a plataforma finalmente permitiu a rentabilização de conteúdos independentes.

A SoundCloud ofereceu diferentes produtos ao longo do tempo. O SoundCloud Go, para ouvintes, desbloqueava conteúdo licenciado, permitindo também uso offline, livre de anúncios, enquanto que o SoundCloud Pro era um serviço de subscrição para criadores, que permitia a publicação de mais músicas ainda, na plataforma, além de mais controlos de conteúdo e análises avançadas.

A partir de agora, músicos maiores de 18 anos, que paguem a comissão da SoundCloud por publicar as suas músicas originais e que obtenham 5 000 streams mensalmente, podem aderir ao programa SoundCloud Premier. A plataforma afirma que esta partilha de receitas ultrapassa a de qualquer outro serviço de streaming, apesar de não especificar valores.

Com isto, a Soundcloud pretende aumentar o seu conjunto de 20 milhões de artistas, aproveitar a sua presença para impulsionar o número de streams de músicas e pintar o site com conteúdo exclusivo que atraia ouvintes.

Mas vamos dar um passo atrás. Há um ano, a SoundCloud viu-se obrigada a reunir 170 mil milhões de dólares para evitar falência, após ter despedido 40% da sua equipa. Apesar deste revés, a dinâmica do mercado parecia estar do lado da plataforma, uma vez que, ultimamente, o rap underground, característico da SoundCloud, está a receber muita atenção.

Infelizmente, o processo lento da SoundCloud permitiu que os seus concorrentes a ultrapassassem. A Youtube Music lançou em junho um serviço de streaming com um catálogo combinando nomes de grandes editoras e conteúdo carregado por utilizadores. Por outro lado, em setembro, a Spotify passou a possibilitar que artistas independentes passem a carregar as suas músicas diretamente na plataforma.

Surgiu ainda um novo tipo de competição. Serviços de distribuição de licenciamento, como a Dubset, facilitam que as grandes aplicações de streaming publiquem remixes, DJ sets e versões ao vivo – possibilidades que apenas costumavam estar disponíveis na SoundCloud.

Ao adiar a migração do seu serviço para um formato pago e ao demorar a valorizar a sua principal força, o seu conteúdo gerado por artistas independentes, a SoundCloud permitiu que a concorrência à sua volta ocupasse os lugares onde anteriormente marcava a diferença.

Para qualquer tipo de atividade, é ideal que identifiquem o mais cedo possível a vossa característica diferenciadora. Aí, encontram o vosso valor mais importante e podem começar a rentabilizá-lo. Daí em diante, a faturação será o processo mais fácil e podem simplificá-lo ainda mais com uma solução Sage.

 

Sage Faturação

8 Formas de aproveitar o seu fim-de-semana como um empreendedor de sucesso

Empreendedores de sucesso têm sempre paixão pelo que fazem mas também admitem que a vida e o trabalho são uma maratona, não uma corrida. Até eles precisam de descanso ao fim-de-semana para garantir que estão prontos para inovar, de segunda a sexta-feira.

É possível surgir a necessidade de dar conta de algum trabalho administrativo ou dar especial atenção a um projeto especial mas os empreendedores de sucesso não rendem as suas folgas ao trabalho. Uma forma simples de assegurarem um fim-de-semana descansado é otimizar os processos do vosso negócio. Um software de Faturação Online agiliza gestão de receitas, despesas e de Tesouraria, deixando mais tempo livre para explorarem a inovação que distingue a vossa empresa.

Aqui têm oito formas que empreendedores bem-sucedidos usam para relaxar e restabelecer energias durante o fim-de-semana:

  1. Acordar à mesma hora

Apesar de ser tentador dormir mais no sábado ou domingo, devem manter os mesmos padrões de sono da semana durante o fim-de-semana. Certifiquem-se que dormem entre sete e oito horas todas as noites e apostem nas chamadas power naps, sestas entre 10 e 20 minutos, que vos deixarão mais alertas do que um café.

  1. Passar tempo com as pessoas de quem mais gostam

Infelizmente, é possível que passem mais tempo com o vosso computador do que com as pessoas mais importantes da vossa vida. Priorizem as vossas relações de qualidade durante o fim-de-semana, pois são esses momentos que nos dão resiliência em épocas difíceis.

  1. Dedicar-se a uma paixão

Entreguem-se a uma paixão antiga ou a uma atividade que vos interesse, algo separado do vosso trabalho e que fuja para lá das obrigações do dia-a-dia, como pintar ou aprender fotografia. Está comprovado que melhora a saúde mental e reduz os níveis de stress, além de fomentar a vossa criatividade.

  1. Encontrar tempo para uma mini aventura

Quebrem a rotina com uma mudança de cenário! Uma noite a acampar ou uma tarde na praia são ideais. O objetivo é sair de casa e criar memórias que vos tragam um sorriso durante a semana de trabalho.

  1. Alimentar a criatividade

Incorporar arte no vosso dia-a-dia pode ser como umas mini-férias para o vosso cérebro. Uma ida a um museu ativa as áreas do cérebro envolvidas em processar emoções e aciona os sistemas de prazer e de recompensa.

  1. Relaxar, refletir e renovar

A auto-reflexão permite criar ligações e significados entre as vossas experiências. Experimentem reservar algum tempo para dar um passeio ou escrever, para passarem um momento de calma e introspeção.

  1. Sair de casa e fazer exercício físico

Há muitos benefícios exclusivos de exercício físico ao ar livre. Em média, quem pratica desporto ao ar livre tende a exercitar-se durante mais tempo, além de gastar mais calorias e trabalhar músculos diferentes.

  1. Socializar e fazer contatos

Reservem tempo para socializar com colegas de trabalho ou pessoas envolvidas na área do vosso negócio, ou para fazer voluntariado. Podem apoiar boas iniciativas, estabelecer novas relações e aprender coisas novas.