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Declaração de IRC de 2018 a entregar em 2019 – Principais Alterações – Anexo D

Este Anexo teve profundas alterações para o período de 2018, a entregar em 2019.

A finalidade deste Anexo consiste em discriminar os Benefícios Fiscais que as Pessoas Coletivas usufruíram no período a que respeita a declaração.

Podemos sintetizar os Benefícios Fiscais em IRC, do Anexo D da Modelo 22, do seguinte modo:

  • Isenção – Deverá ser preenchido o Quadro 3;
  • Deduções ao rendimento – Deverá ser preenchido o Quadro 4;
  • Deduções à Matéria Coletável – Deverá ser preenchido o Quadro 11;
  • Deduções à Coleta – Deverá ser preenchido o Quadro 7;
  • Donativos atribuídos – Deverá ser preenchido o Quadro 8;
  • Incentivos Fiscais à Interioridade – Deverá ser preenchido os Quadros 11 e 11-A;
  • As SGPS`s, as Sociedades de Capital de Risco e os Investidores em Capital de Risco devem preencher o Quadro 5 e as Sociedades licenciadas na Zona Franca da Madeira deverão preencher o Quadro 6.

Da conjugação da síntese anterior, verifica-se que, para o período de 2016, a informação estatística que consta do Portal da Finanças, é seguinte:

N.º de Declarações Valor
Dedução ao rendimento 32.351 433 Milhões de Euros
Deduções à Matéria Coletável 1 70 Mil Euros
Deduções à Coleta 8.345 326 Milhões de Euros

 

De seguida continuamos a assinalar / alertar as principais alterações ocorridas Modelo 22, agora no Anexo D:

I – QUADRO 032 – ISENÇÃO TEMPORÁRIA

Foi inserido um novo Campo 317 com a designação “Rendimentos obtidos por entidades de gestão florestal (EGF) e unidades de gestão florestal (UGF) (art.º 59.º-G do EBF)”

 

 

II – QUADRO 04 – DEDUÇÕES AO RENDIMENTO

Neste quadro foram inseridos dois campos novos – o Campo 420 com a designação “Majorações dos gastos e perdas no âmbito de parcerias de títulos de impacto social (art.º 19.º-A do EBF)” e o Campo 421 com a designação “Majorações dos gastos e perdas relativos a obras de conservação e manutenção dos prédios ou parte de prédios afetos a lojas com história reconhecidas pelo município (art.º 59.º-I do EBF)”.

 

III – QUADRO 07 – DEDUÇÕES À COLETA – BENEFICIOS CONTRATUAIS AO INVESTIMENTO

Os campos a seguir assinalados passaram a ter as designações:

Foram criados para as sociedades abrangidas pelo Regime Especial de Tributação dos Grupos de Sociedades (RETGS), os seguintes novos quadros:

  • quadro 071 – A, com a seguinte designação “RETGS – INFORMAÇÃO ADICIONAL (a preencher por todas as sociedades que integram o grupo) – utilização do benefício no âmbito do grupo” – BENEFICIOS FISCAIS CONTRATUAIS;
  • Quadro 073 – A, com a seguinte designação “RETGS – INFORMAÇÃO ADICIONAL (a preencher por todas as sociedades que integram o grupo) – utilização do benefício no âmbito do grupo” SIFIDE;
  • Quadro 074 – A, com a seguinte designação “RETGS – INFORMAÇÃO ADICIONAL (a preencher por todas as sociedades que integram o grupo) – utilização do benefício no âmbito do grupo” RFAI

Os campos a seguir assinalados passaram a ter as designações:

IV – QUADRO 09 – INCENTIVOS FISCAIS SUJEITOS À REGRA DE MINIMIS

Foi inserido um novo Campo 904-E com a designação “Derrama municipal (art.º 18.º, n.º 25 da Lei n.º73/2013, de 3 de setembro)”.

 

Lisboa, 20 de maio de 2019

Bruno Lagos

Bruno Lagos, Licenciado em Organização e Gestão de Empresas; Mestre em Auditoria Contabilística; Nos últimos 25 anos, técnico superior na Administração Fiscal Portuguesa.

 

 

 

 

 

 

 

Sage Faturação

Os sete erros contabilísticos mais comuns nas pequenas empresas – Parte I

Sejam empreendedores em início de carreira ou empresários veteranos, a força do vosso negócio depende sempre de uma gestão eficiente e da obtenção regular de lucros – mesmo que estejam a vender um excelente produto ou a fornecer um serviço muito procurado. E é precisamente aqui que a contabilidade tem um papel chave, já que mantê-la em dia permite-vos fazer um balanço financeiro do vosso negócio e planear um futuro com mais detalhe.

O sucesso de um negócio depende em parte de um sistema de contabilidade eficiente, algo que pode ser difícil de implementar se não tiverem disponibilidade financeira para o fazer. Para dar uma ajuda, preparámos uma lista com os sete erros que as pequenas empresas mais vezes cometem.

  1. Não delegar

Como donos de um negócio, é normal quererem estar sempre a par do estado financeiro da vossa empresa – o que vos pode levar a sentir que são a pessoa ideal para tomar fazer a gestão do vosso negócio.

A verdade é que as vossas competências são provavelmente mais úteis noutra área, pelo que a melhor solução passa por contratar um profissional que seja capaz de implementar rotinas e boas práticas de contabilidade.

Procurem um contabilista experiente, que se possa juntar à equipa desde a fundação do negócio e que fique responsável por manter todas as contas em dia.

As soluções de Faturação Sage facilitam a comunicação com o vosso Contabilista, através da Sage Exchange. Assegurem um canal de comunicação contínuo!

  1. Misturar despesas pessoais e profissionais

Misturar as despesas não é um problema em si mesmo caso trabalhem por conta própria ou como trabalhador independente. Mas se o fizerem enquanto administradores de uma empresa, estão a incorrer numa má prática financeira.

Uma forma de prevenir este problema é abrir uma conta bancária dedicada apenas à gestão de ganhos e gastos profissionais. Além de manter as despesas da empresa separadas das despesas pessoais, vai salvar-vos horas de trabalho no fim do ano fiscal e diminuir as hipóteses de uma auditoria.

  1. Documentação insuficiente

Se pagaram despesas pessoais através da vossa empresa, certifiquem-se que guardam todas as faturas e documentos (digitais e impressos) para entregar juntamente com a declaração fiscal. Se não o fizerem, é possível que vejam as vossas declarações impugnadas. 

  1. Assumir que os lucros equivalem ao fluxo de caixa

Muitos empresários assumem que a diferença entre o valor de um novo contrato e o preço de custo calculado equivale a lucro. Infelizmente, nem sempre é este o caso. Muitos projetos encontram obstáculos ou demoram mais tempo a rentabilizar do que o previsto e o orçamento inicial acaba por derrapar.

Mantenham algum do lucro projetado de lado e esperem até à conclusão do contrato para determinar o lucro real.

Sage Faturação

Vamos melhorar a gestão financeira do vosso negócio

Como melhorar o panorama financeiro da vossa empresa? Devem começar com resoluções bem desenhadas e com um plano prático para as tornar em realidade. Deixem já o sucesso do próximo ano fiscal na calha!

Juntem o máximo de informação possível

Eliminem o máximo possível os gastos inesperados, ao identificar despesas previsíveis. Contabilizem e automatizem o pagamento atempado de impostos, para evitarem dores de cabeça. No campo das despesas, apostem numa análise de vendas facilitada com o apoio das soluções de Faturação Sage, para deixar claras as perspetivas práticas do vosso negócio e crescerem de acordo com a velocidade do mercado.

Apostem em projeção de gastos e rendimentos, não só para o caso dentro da média de outros anos, como também para o melhor caso possível e o pior casos possível. Com estes cálculos, estarão mais bem preparados para quaisquer mudanças financeiras que possam surgir!

Criem um orçamento realista e atualizado

Não percam o fio à meada do vosso fluxo de caixa, nem dos vossos restantes recursos, quer sejam humanos ou tecnológicos. Para isso, estruturem um calendário com a informação disponível: desde férias a datas limite de pagamento de impostos. Com toda a informação que agregaram, podem desenhar um orçamento adequado, inteligente, consciente e proativo.

Façam a informação fluir

A contabilidade só funciona com todos os dados necessários por isso mantenham sempre os vossos contabilistas atualizados. Com esse conhecimento, podem vir a oferecer-vos informações inestimáveis sobre o presente e futuro do vosso negócio. Por outro lado, procurem informação atualizada sobre financiamento, para o caso de ser isso que vos falta na vossa empresa.

Este tipo de preparação não é garantia certa de sucesso mas “prepara o terreno” para boas perspetivas de negócio!

 

Sage One

Como estabelecer e gerir finanças para trabalhadores independentes

Para se lançarem no mundo do trabalho independente, uma das primeiras tarefas na vossa lista deve ser abrir uma conta bancária de negócio. O vosso negócio beneficiará no futuro ao ter umas finanças organizadas desde o início!

Há muito a considerar para estabelecer a vossa própria contabilidade, incluindo registo de rendimento e despesas.

Escolher uma conta bancária de negócios

Separem as águas das vossas finanças. As vossas despesas pessoais não se devem cruzar com as vossas despesas de negócio. Com contas separadas, ganham a possibilidade de compreender rendimentos de uma forma mais imediata e de compreender que tipos de investimento poderão fazer para enriquecer o vosso negócio. A maior parte dos bancos oferecem contas bancárias para trabalhadores independentes, que devem incluir já online banking e cartões de crédito ou débito.

Como começar o registo de rendimento e despesas

A contabilidade para os trabalhadores independentes pode ser fácil e clara, desde que mantenham registo de rendimento e despesas, regularmente. Documentem pagamentos provenientes de vendas, recibos e receitas de trabalho recorrente.

Da mesma forma, devem deixar documentadas todas as compras feitas para o vosso negócio – equipamento, materiais e despesa de viagem. Considerem que custos operacionais podem ser descontados na vossa situação, como rendas de atelier ou contas de eletricidade e água.

Optem por Sage One

Para uma faturação simplificada e online, escolham Sage One. Não abdiquem de uma organização fácil que vos oferece à primeira vista a situação financeira do vosso negócio, de acordo com os gastos e ganhos.

 

Sage One

Como gerir as finanças do vosso negócio criativo

Atravessamos uma verdadeira revolução artesanal, o que trouxe a muitos a oportunidade de monetizar os seus passatempos. Independentemente da proporção de rendimento que a vossa produção criativa vos traga, devem pensar nas finanças do vosso negócio secundário.

A contabilidade de um pequeno negócio é um desafio que podem encarar com organização. Os vossos objetivos principais devem ser estipular o preço do vosso negócio corretamente, registar despesas e submeter uma declaração fiscal irrepreensível.

Documentem os vossos gastos

Primeiramente, identifiquem todos fatores necessários para que o vosso negócio funcione, ou seja, material, equipamento, embalagens de envio, cartões de negócio, selos ou pagamento de transporte, taxas dos sites de venda ou comissões de feiras de artesanato e formação, entre outros.

Separar as vossas finanças

Não deixem de utilizar uma conta bancária separada da vossa conta pessoal, para conseguirem separar facilmente as vossas despesas e rendimento de trabalho das restantes.

Estabelecer o preço certo para o vosso trabalho

Etiquetar o vosso tempo e trabalho corretamente é o primeiro passo no caminho para conseguirem produzir como idealizam. Assim que comecem a registar as vossas despesas, conseguirão atribuir um valor certo a cada produção, ao qual podem adicionar tempo, embalamento e transporte. Uma vez identificados todos os fatores, podem estipular preços sem medo de o fazer de forma prejudicial.

Mantenham tudo online e optem pela solução de faturação que vem otimizar o vosso negócio. Sage One funciona de forma intuitiva e simples e oferece-vos conhecimento prático sobre as vossas compras e despesas. A faturação profissional para o vosso negócio criativo!