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BMS Gestão de Empresas

Planear o futuro: a importância de ter um plano B

Acreditar nos próprios projetos, não significa que não se deva ter um plano B. Quer trabalhemos a tempo inteiro, em part-time, ou estejamos a tentar lançar o nosso próprio negócio, devemos ter sempre em conta as quatro sugestões que se seguem.

Definir objetivos.

Estabelecer um plano B é compreender plenamente as opções disponíveis e aquilo que desejam fazer. É importante investigar o máximo de informação possível sobre  área em questão. Depois de reunir toda a informação necessária, criem um plano de ação realista, possível de ser conjugado com outras tarefas do dia à dia.

Gerir o tempo.

Devemos procurar encontrar formas de trabalhar melhor, não mais. Tal só é possível com uma abordagem criativa, organizando as tarefas por prioridades, esquecer as tarefas menos urgentes. Monitorizem os vossos horário, mantendo os vossos objetivos em vista, e definam qual o sentido do sucesso para si.

Nem sempre é boa ideia sacrificar o sono para realizar mais tarefas, a longo prazo o cansaço irá começar a diminuir a capacidade de concentração. Dormir entre sete a nove horas por noite, é o ideal para que o corpo e a mente possam recuperar plenamente.

Poupar tempo com um ERP.

Com um software de ERP, com Sage 100c, não há necessidade de instalar atualizações ou investir em servidores. A informação da empresa está toda em Cloud, com backup garantido, seguro e com acesso de qualquer lugar.   Estas características permitem uma substancial poupança de tempo.

Expetativas realistas.

Um empreendedor necessita de uma rede de apoio, saiba se pode contar com os seus amigos e familia, e sejam flexíveis. Mantenham em mente a necessária adaptação do plano, mudando de direção ou dedicando mais tempo ao vosso empreendimento, caso esteja a ser bem sucedido.

Colocar mesmo que apenas algumas destas ideias em prática pode fazer a diferença. Nem sempre adoptar novos hábitos é simples, mas com prática e determinação, é possível estabelecer um plano B , bem sucedido.

 

BMS Gestão de Empresas

Pode a Microgestão ser uma forma de gestão construtiva?

O termo Microgestão é geralmente aplicado quando o gestor acompanha até o mais pequeno detalhe tudo o que acontece na empresa em vez de observar um quadro mais abrangente. É um termo visto como pejorativo  associado a lideres pouco eficazes obcecados por acompanhar todos os processos e incapazes de de tomar decisões importantes.

Embora este entendimento do termo possa ser quase sempre verdadeiro, a verdade que alguns lideres fazem um excelente trabalho enquanto acompanham de forma próxima todas as operações da empresa.

Acompanhar a empresa, confiar nos funcionários.

Tem de existir confiança sobre em relação aos funcionários mas no caso dos gestores de topo, é importante manterem-se a par, especialmente se o seu investiram muito no sucesso do negócio.

Quando aplicado corretamente micromanaging não é uma questão de estabelecer controlo total. Se comunicarem e entrevirem o tempo todos tomando decisões que cabiam aos colaboradores, estarão a comunicar que não têm confiança nas suas capacidades. Pode ser uma forma de demonstrar autoridade.

É por isso muito importante que desde o inicio comuniquem e demonstrem que não é o caso. Um software de ERP como Sage X3 permite acompanhar de forma próxima todos os processos da empresa, de uma forma natural.

Este software permite um acesso rápido a analise de custos e performance em cada etapa e a um escala global.  Podem acompanhar o progresso das tarefas sem contactarem diretamente com cada empregado , várias vezes por dia.

Comunicar corretamente de forma aberta com os vossos colaboradores, assegura que não estarão a desmoralizar a equipa ao exercer esta forma de gestão.

Beneficios do Micromanaging.

Os benefícios são vários, um deles é ter uma noção mais completa da sobrecarga de trabalho dos colaboradores, o que facilita uma mais eficaz distribuição de tarefas, quando a empresa recebe novos projetos.

Conseguir fazer perceber a cada colaborador qual o seu papel dentro da empresa, de que forma ajuda a empresa a atingir os seus objetivos.

Permite corrigir problemas numa fase inicial, antes que cresçam e se tornem mais difíceis de resolver ou causem prejuízos. No entanto evitem estar em evidência cada vez que algo corre mal, ou é necessária uma intervenção disciplinar e desta forma afastar uma imagem negativa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Recursos Humanos

Os melhores colaboradores nem sempre têm os melhores currículos

Muitas vezes os recursos humanos deparam-se com dois tipos distintos de candidatos nas entrevistas para um emprego. Os candidatos com currículos perfeitos, e os candidatos que embora tenham atingido o mesmo nível de formação, frequentaram estabelecimentos de ensino menos célebres, ou tiveram de trabalhar enquanto estudavam para pagar os custos associados.

Um candidato com o currículo perfeito é quase sempre o selecionado, mas devemos colocar a questão de  como estas pessoas, oriundas de meios privilegiados reagem perante a adversidade.  Todo o seu percurso foi desenhado para o sucesso, rodeados de possibilidades e de um ambiente familiar encorajador.

Não retirando valor a estes candidatos, há que reconhecer que aqueles que conseguiram ultrapassar as dificuldades, são mais propensos a conseguirem lidar com as dificuldades, com a pressão do mundo dos negócios e a conseguirem superar a adversidade com bons resultados.

Grandes lideres com infâncias difíceis.

Fala-se bastante do stress pós-traumático mas existe também o chamado, crescimento pós traumático. Se analisarmos a biografias de grandes lideres, encontramos com frequência relatos de uma infância imersa em pobreza, abandono e até violência. Estima-se que 1/3 das crianças alvo de uma infância difícil conseguem ultrapassar o ciclo da pobreza.

Cerca de 35% dos empreendedores ligados a startups tecnológicas, têm dislexia. Estes indivíduos tiveram de arranjar estratégias para ultrapassar a dislexia e tornaram-se por isso melhores ouvintes, e mais atentos aos pormenores.

Trata-se de aceitar os traumas e dificuldades porque passaram, como uma parte natural do seu percurso. Decerta forma, a adversidade é em parte responsável por quem são hoje.

Melhores relações humanas.

Este indivíduos são sempre pessoas com forte sentido de comunicação, e com uma aptidão para estabelecer laço afetivos. A verdade é que ninguém triunfa sobre a adversidade completamente só. Tiveram de estabelecer laços de entre ajuda e despertar o interesse de outras pessoas, sejam investidores ou pessoas que desempenharam um papel de mentor.

Perante a desproteção social, estes indivíduos acreditam que o sucesso ou o fracasso apenas depende da sua performance, essa paixão e empenhamento são fundamentais para o desenvolvimento de uma empresa.

Como tal, é importante que os Recursos Humanos considerem estes candidatos e com o auxílio de um software de Recursos Humanos, acompanhem a evolução de todos os colaboradores. Com o tempo vai tornar-se obvio, que a opção por estes candidatos foi acertada, e o que o seu potencial de crescimento é superior ao de colaboradores com currículos perfeitos.

 

 

Recursos Humanos

3 conselhos para ser bem sucedido em networking

Trabalhar em rede em muito importante para as empresas, as relações que se estabelecem podem alterar de forma fundamental o futuro da vossa empresa.

Construir relações.

É importante estabelecer relações com pessoas que são fundamentais para o vosso projeto, e por vezes embora se estabeleçam relações não existe um beneficio direto. Se procuram ser empreendedores, construir relações que venham a beneficiar o vosso negócio é um passo natural e desejável, e há que investir nas pessoas que têm uma maior influência e ligação com a vossa marca.

Estabeleçam uma lista a partir de uma pesquisa que inclua pessoas com as quais seja importante criar uma relação. Esta relação será estabelecida tendo por base um conjunto de pontos comuns, que se sintam atraídas pela vossa ideia e pela a vossa personalidade. Uma postura amigável e generosa cria boas relações, que não se devem reduzir ao vosso nicho.

Abraçar o desconhecido.

Enquanto várias plataformas como o Facebook ou LinkedIn apenas encorajam o estabelecer de relações com pessoas que já conhecemos , ou com os quais temos amigos comuns, é importante não estar sempre em contacto com o mesmo grupo de pessoas.

beBee é uma plataforma que procura relacionar pessoas que partilham interesses profissionais e pessoais, permitindo novos passos na carreira através de novos conhecimentos. Expor os vossos pontos de vista a outras pessoas e sair de um espaço relativamente protegido.

Uma das formas de diversificar passa por visitar as diferentes redes, mesmo a menos usadas. Algumas pessoas usam Grupos do LinkedIn, outras comunidade do Google+. Quando se inscrevem estão ativamente a criar a oportunidade de criar novas relações, seja alcançando clientes ou uma audiência ideal.

Abordagem sensível.

Os networkers favoritos conseguem abordagens criativas e subtis. Uma das melhores formas passa por oferecer soluções para problemas que as empresas tenham. Para tal, é essencial analisar as principais dificuldades que as empresas enfrentam e depois fazer uma abordagem cuidadosa e quase casual.

Não nada pior que sentirmos pressão ou insistência para estabelecer uma ligação. A proposta pode ser ótima mas se a abordagem for inadequada perde-se a oportunidade.

O principal elemento a não esquecer, é que estamos a tratar com pessoas reais, e que seguindo estas três estratégias o resultado será uma atitude positiva para com a vossa mensagem, e um convite à interação. As relações humanas são um elemento fundamental para o sucesso e contar com um software de Recursos Humanospermite potenciar aquele que é um dos maiores recursos empresariais.

 

 

BMS Gestão de Empresas

Mulheres empreendedoras: mudar de vida, mudar o mundo

Para alguns profissionais a dada altura coloca-se a questão de seguir num mesmo caminho profissional, bem sucedido mas previsível ou embarcar numa aventura, numa mudança de carreira.

Existem estudos que demonstram claramente que mesmo que seja uma diferença cultural, as mulheres doam mais o seu tempo para voluntariado e são também mais generosas nas doações financeiras. Neste artigo vamos falar brevemente de mulheres que deixaram carreiras de sucesso para se dedicarem a trabalhar em organizações não governamentais, conduzidas por um espirito de missão.

Trabalhar numa Organização Não Governamental.

Wendy Foster tornou-se Ceo da Big Brothers Big Sister of Massachusetts, depois de uma carreira no mundo da edição. cedo se apercebeu que trabalhar numa ONG era batalhar de forma mais dura por recursos. A competição entre ONGs é elevada e os recursos mais escassos do que quando se procura financiamento para um projeto puramente comercial.

É uma grande oportunidade ao se competir por uma marca, evidenciando o impacto que ela tem na sociedade para conseguir atrair apoio. neste caso, uma organização que procurava fazer um trabalho de acompanhamento de jovens, através de mentores que os aconselhavam.

Recordar o motivo da mudança nos momentos difíceis.

Perante as dificuldades é fundamental não perder de vista os motivos que levaram a uma mudança de carreira, o desejo de ser parte de uma mudança no mundo e ter um impacto real na vida das comunidades. De certa forma procurar devolver á sociedade com gratidão, toda a boa sorte e sucesso.

Continuar a aplicar o conhecimento empresarial.

As diferenças entre uma ONG e uma empresa são pequenas, mas o envolvimento emocional leva que seja mais difícil manter um equilíbrio. É fundamental não deixar que o lado emocional ocupe todo o espaço, procurando aplicar a aprendizagem realizada ao longo da carreira e não esquecendo o papel da tecnologia no sucesso de qualquer empreendimento.

Gerir com apoio de software adaptado.

Na maioria dos casos uma ONG tem uma escala entre a pequena e média empresa, existindo alguns casos como a UNICEF em que são apenas comparáveis a grandes empresas. Como em qualquer empreendimento comercial é fundamental contar com o apoio da tecnologia para bem gerir.

Convêm lembrar que há uma equipa de colaboradores para gerir, faturação de produtos para angariar financiamento e outras tarefas, pelo que um software integrado pode ser a melhor opção.