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Gestão de Empresas

Preparar a transição nos negócios familiares

Um dos maiores desafios que se coloca às empresas familiares é a passagem de testemunho para uma nova geração. Por vezes, a nova geração, ao entrar no negócio, é desconhecida de acionistas, conselhos de direção ou dos bancos com quem trabalham.

Incluir desde cedo a nova geração nas rotinas da empresa é fundamental para o sucesso da transição.

Desafios das empresas familiares.

Embora estas empresas sejam muito importantes para o tecido empresarial nacional, a maioria não tem um plano para a sucessão ou um sucessor designado.

Coloca-se então a questão de como podem, de forma eficiente, passar o conhecimento acumulado ao longo da vida, com vista a que a geração seguinte consiga manter a empresa no rumo certo.

A cultura da empresa e os seus valores são também essenciais para manter a conexão com a comunidade e com toda a equipa de trabalho.

Compreender os ciclos do negócio.

Existem três estádios nos negócios familiares, identificáveis com facilidade quando pensamos em empresas conhecidas.

Estádio inicial: num primeiro momento, o fundador ou dono da empresa tem a sua visão pessoal e raramente tem um plano estratégico escrito. Embora o dono se apoie em alguns colaboradores-chave, estes não estão preparados para implementar alterações aos projetos em qualquer momento.

Estádio intermédio: nesta fase, o dono está rodeado de outros líderes que têm responsabilidade e autoridade para tomarem decisões. Os processos estão formalizados, bem como os critérios que permitem avaliar a performance. Em geral, existe um conselho independente.

Terceiro estádio:  o fundador e a empresa no seu todo conseguiram soluções de forma a fazerem uma passagem bem sucedida. A maioria das empresas familiares não chega a este estádio.

Contar com um software de Faturação.

 A Sage tem software adaptado à gestão de lojas familiares, transformando-as em algo simples e ajustado ao tipo de negócio. A conetividade permite que estejam sempre ligados aos vossos clientes, colaboradores e fornecedores, facilitando assim a apresentação e o acompanhamento do negócio pela nova geração.

Alguns passos para a transição.

Alguns dos fundadores das empresas introduzem no seu plano estratégico objetivos relacionados com a sucessão. A criação de um conselho consultivo familiar costuma ser uma forma de gerir a transição.

Apresentar a nova geração a clientes, colegas e conselheiros, deve ser um ato progressivo. É fundamental criar um plano de treino que permita uma transmissão, de forma sólida, do conhecimento adquirido. Formalizar o processo de sucessão e calendarizá-lo favorece a sustentabilidade destas empresas.

 

 

 

 

 

 

 

 

Gestão de Empresas Sage Enterprise Management

Efeitos da Internacionalização nas empresas Portuguesas

A internacionalização tem efeitos importantes nas empresas funcionando como uma alavanca fundamental para o seu crescimento.

Perante um período de contração do mercado interno, a internacionalização surgiu como uma alternativa com vista a assegurar o desejável crescimento.

Motivos para apostarem na internacionalização.

Um inquérito realizado pela Câmara do Comércio e Industria, indica que quase metade dos inquiridos procurou a internacionalização como um complemento à sua atividade no mercado interno.

30% das empresas admitem terem apostado na internacionalização no seguimento de um contexto de saturação e declínio no mercado nacional. Cerca de 20% das empresas afirmam ter procurado compensar quebras elevadas no mercado interno.

Internacionalização: caminho para o crescimento.

Em 25% dos casos, as atividades de internacionalização representam cerca de 80% do volume de negócios, o que significa que estas empresas não estão expostas a alterações no mercado nacional, dando ao mesmo tempo um forte impulso ao equilíbrio da balança comercial nacional.

A maturação da internacionalização.

O tempo já decorrido desde que as empresas iniciaram os seus processos de internacionalização traz alterações e tem reflexos na performance das empresas.

Nota-se que as empresas mais expostas aos mercados estrangeiros passam por um processo de consolidação, de ganho de novos mercados de forma progressiva e que a relação com clientes chave se vai consolidando.

As empresas inquiridas, nas quais as atividades de internacionalização atingem cerca de 80% do volume de negócios, iniciaram este processo há 20 anos. Enquanto as empresas em que a internacionalização representa menos de 10% começaram este percurso há menos de um ano.

Expansão para novos mercados.

A expansão para novos mercados aparece sempre associada a uma melhoria dos resultados. As empresas presentes em mais de 5 mercados têm o seu core business na exportação.

Um software preparado para a Internacionalização.

Avançar para os mercados externos significa preparar a empresa com um ERP que consiga suportar o crescimento do negócio à escala global. As soluções de Sage Enterprise Management permitem a colaboração entre diferentes divisões da empresa, em várias línguas e respeitando as legislações em cada país.

 

 

 

BMS

Melhorar a capacidade de liderança: equipas mais coesas

Algumas pessoas que nascem com características que as tornam naturalmente lideres, mas todos podemos melhorar as nossas capacidades de liderança se tomarmos atenção a alguns pontos.

Neste artigo vamos dar algumas sugestões sobre como melhorar de forma significativa a capacidade de liderança.

Um exemplo modelo.

Como líder todas as vossas ações serão escrutinadas pelos vossos colaboradores, e como tal devem tentar demonstrar as mesmas atitudes que gostariam de ver na vossa equipa. A importância do exemplo é bastante mais eficaz que qualquer código de conduta.

Manter uma atitude humilde e de constante reconhecimento do valor dos vossos colaboradores, não tenham receio de assumir responsabilidade por aquilo que corre menos bem, e de pedirem desculpa caso seja necessário. É assim que se cria um ambiente colaborativo, admitindo que existem falhas e que todos podemos cometer erros.

Uma boa comunicação.

Mantenham uma atitude de proximidade, de forma a que os funcionários sintam que podem discutir qualquer assunto convosco. Dediquem algum tempo em exclusivo para estas conversas e sejam discretos quanto ao seu teor. A confiança leva tempo a ser estabelecida e qualquer incidente pode destruir o bom entendimento alcançado.

Reconhecer as emoções.

Todos os negócios giram em torno de pessoas e as emoções e diferentes sensibilidades devem ser encaradas como parte essencial. Um bom líder reconhece as diferenças de personalidade e o historial de cada colaborador.

Incentivar a criatividade.

Expressem às vossas equipas que estão abertos a novas ideias, e quando confrontados com elas, ofereçam feedback e conselhos construtivos. Ao sentirem que participam de forma criativa, gera-se um envolvimento emocional e uma sensação de compromisso.

Da mesma forma que criar novos desafios é essencial para manter o trabalho dinâmico. Propor mudanças de funções a nível interno e combater de todas as formas o instalar de rotinas.

Conheçam a vossa equipa.

Saibam os nomes dos vossos colaboradores, mas também quem são as suas famílias ou atividades recreativas a que dedicam tempo. Mostrar interesse e recordar algumas informações chave, são elementos que no decorrer de um dialogo estabelecem uma conexão. É natural que não se recordem de tudo, por isso criar algumas notas com estas informações será muito útil a longo prazo.

Liderar a equipa e gerir de forma eficaz a sua empresa.

Empresas com alguma dimensão necessitam de poder contar com um ERP  que permita uma gestão financeira. Com Sage X3 as empresas passam a contar com uma estrutura de contabilidade financeira flexível e abrangente que inclui, desde gestão de pessoal, contabilidade, custos e orçamento, compromissos e ativos fixos.

O sucesso das empresas e o seu futuro dependem de uma boa liderança, capaz de criar equipas coesas, e de uma boa gestão com um software que permita agilidade e controlo de todos os processos.

 

 

 

 

Gestão de Empresas

Dicas para evitar um crescimento desequilibrado

Algumas empresas tecnológicas inovadoras e apelidadas de geniais, não conseguem ser lucrativas. Apesar terem conseguido captar milhões em investimento e do seu rápido crescimento ao longo dos anos, mantêm uma situação deficitária.

A Snaptchat reconheceu que 2016 tinha perdido meio milhão de dólares, assumindo publicamente que provavelmente nunca chegaria a ser lucrativa, Uber perdeu cerca de 700 milhões, e a situação da empresa Dropbox não é melhor.

Nas empresas de hardware as dificuldades parecem ser ainda maiores, os custos de construir algo são exigentes e o reconhecimento público do papel inovador destas empresas não substitui a necessidade de resultados.

Manter uma visão realista.

Os empreendedores e investidores devem pensar não só nas transformações que querem criar, mas também na importante missão de construir um negócio que se mantenha no ativo. Um crescimento mais lento e sustentado pode parecer algo de aborrecido, mas é a única forma de criar e manter um negócio.

Alguns pontos a ter conta:

  1. Deve existir uma razão para a existência do projeto, uma necessidade a que irão dar resposta.
  2. É importante facilitar a experiência do produto ou serviço, mas não devem temer colocar um preço adequado.
  3. Não descuidar o marketing, fundamental para os primeiros tempos de qualquer pessoa.
  4. Invistam num software necessário ao bom funcionamento da empresa, resistindo à tentação de adquirir o mais caro e atraente. Um software como Sage 100c permite ter uma visão transversal do negócio e optar pela forma de pagamento mais conveniente, entre a opção mensal ou anual, podendo mudar a qualquer momento.
  5.  Pode não parecer relevante, mas ter um espaço de trabalho, mesmo que seja em coworking é importante. Desde o inicio mantenham um equilíbrio saudável entre a vossa vida privada e pessoal. Resistam à tentação de se mudarem para um espaço novo logo que o negócio comece a crescer um pouco.

Clientes e colaboradores destrutivos.

Existem dois elementos internos que podem ser muito destrutivos para uma empresa que começa a dar os primeiros passos. Colaboradores que criam mau ambiente dentro da equipa e clientes com uma atitude negativa. Alguns clientes são abusivos e acabam por prejudicar a performance da empresa junto dos outros clientes.

Tradicionalmente as empresas pensam que não exequível dispensar um cliente, mas existem caso em que é plenamente justificado e estas situações devem ser resolvidas rapidamente.

Crescer devagar com uma base sólida, construindo uma boa equipa e uma carteira de clientes, é essencial para quem deseja construir um negócio sustentável. Pode parecer que o impacto de transformação de um projeto é menor se for construído desta forma, mas ao garantirmos a sustentabilidade futura, estamos a transformar de uma forma duradoura a comunidade em que nos inserimos.

 

 

 

Contabilidade

Normas Internacionais de Contabilidade – NIC`s

As empresas em que a contabilidade se encontra organizada conforme as NIC`s devem ter em atenção os Regulamentos Comunitários publicados a 9 de Novembro de 2017. Estes Regulamentos vieram alterar as seguintes Normas Internacionais de Relato Financeiro:

  1. NIC 4 – Contratos de Seguro;
  2. NIC 7 – Fluxos de Caixa:
  3. NIC 12 – Impostos Diferidos;
  4. NIC 18 – Rédito;
  5. NIC 16 – Locações.

As alterações à NIC 7 – Fluxos de Caixa e à NIC 12 NIC 12 – Impostos Diferidos, entraram em vigor a 1 de Janeiro de 2017. Por este motivo no planeamento dos procedimentos para encerramento do exercício de 2017, devem-se ter em conta as alterações efetuadas.

Os motivos da alteração da NIC 7 deve-se ao facto de a 29 de janeiro de 2016, o International Accounting Standards Board (IASB) ter publicado emendas à norma internacional de contabilidade (IAS) 7 Demonstrações dos Fluxos de Caixa.

As emendas visam clarificar a IAS 7 para melhorar as informações fornecidas aos utilizadores das demonstrações financeiras acerca das atividades de financiamento de uma entidade.

Já quanto às alterações à NIC 12 as razões das mesmas resultam de em 19 de janeiro de 2016, o International Accounting Standards Board (IASB) ter publicado uma versão revista da norma internacional de contabilidade – IAS 12 Impostos sobre o rendimento. As alterações têm por objetivo clarificar a forma como são contabilizados os ativos por impostos diferidos relacionados com instrumentos de dívida mensurados pelo justo valor.

O IASB fixou a data de eficácia das emendas em 1 de janeiro de 2017. As disposições dos Regulamento Comunitários devem aplicar-se, por conseguinte, a partir de 1 de janeiro de 2017. O caráter retroativo é necessário para garantir a segurança jurídica para todos os emitentes em causa, bem como a coerência com outras normas de contabilidade estabelecidas no Regulamento (CE) n.o 1126/2008.

 

Dezembro de 2017

Dr. Bruno Lagos – Licenciado em Organização e Gestão de Empresas; Mestre em Auditoria Contabilística; Nos últimos 25 anos técnico superior na Administração Fiscal Portuguesa.