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Sage Sessions

No próximo dia 23 de novembro realiza-se a primeira Sage Sessions no Pavilhão Carlos Lopes em Lisboa, com o tema “O Futuro Agora, em Lisboa”.

As Sage Sessions são um espaço para network de empresas de pequenas a grandes com o objetivo comum – crescer e perceber as oportunidades de negócio. Para atingirmos essa meta comum, apresentamos conteúdos relevantes para áreas de negócio, e dicas e inspiração de experts. No centro das atenções a transformação digital como chave para atingir o crescimento.

As boas vindas serão dadas por Josep Maria Raventos – Country Manager Sage Portugal. Seguirá uma conversa com a empresária e apresentadora da televisão, Cristina Ferreira com o tema “À boleia do digital: da televisão para o mundo do empreendedorismo”. Cristina Ferreira falará da sua veia de empreendedora, o que a levou a ir além da apresentação em televisão, e sobre o que a motiva a continuar a lançar-se em novos negócios.

Seguidamente teremos Daniel Reis – Sócio Partner da PLMJ, que nos irá falar sobre “O Impacto do Regime Geral de Proteção de Dados”. Este é um tema que ainda suscita dúvidas devido às suas implicações, a rápida evolução tecnológica e a globalização criaram novos desafios exigindo um quadro de proteção sólido e mais coerente na União Europeia.

Segue-se no programa a apresentação “O que o Office 365 pode fazer pelo seu negócio”, a sua integração com o software Sage 50c abre novas possibilidades de conetividade, que em muito poderão ajudar as pequenas empresas a ser ainda mais efetivas e produtivas.

Para terminar contamos com a presença de João Vasconcelos – Senior Adviser Clearwater International e ex-secretário de Estado da Indústria, que nos irá falar sobre a “Quarta Revolução Industrial”.

Para encerrar teremos um cocktail, oportunidade para mais networking e algumas speed demos dos novos produtos Sage. Assista à primeira edição da Sage Sessions em Lisboa, dê um passo na direção certa, prepare o futuro do seu negócio ao lado da Sage.

Contabilidade

A importância de ter um plano financeiro: pessoal e empresarial

Gerir as finanças pessoais ou de uma empresa, não é fácil quando estamos rodeados todo o tempo por apelos ao consumo, e nem sempre conseguimos separar o que é supérfulo daquilo que é essencial.

Como decidir sobre aquisições sem arruinar o orçamento, e tendo em conta que os valores de poupança são na generalidade dos casos baixos. Um dos passos fundamentais para a criação de riqueza, consiste na criação de uma visão de riqueza, a visão de onde desejam estar no futuro em termos financeiros (receitas, despesas, poupanças e investimento) ao longo da vida.

Ter uma noção do lugar onde se encontra na sua viagem financeira, no percurso que se planeou, será útil no sentido de corrigir a estratégia.

Analisar cada despesa ou investimento dentro do plano geral.

Cada escolha que se faz é mais consciente quando perspetivada dentro de um plano maior. Compreender se a compra vai atrasar o atingir do patamar planeado naquele momento, ou se pelo contrário, é uma despesa que pode ser compensada em outro momento.

Perceber se existem vantagens em fazer a compra naquele momento em particular, promoções, vantagens de pagamento, benefícios fiscais.

Benefícios qualitativos.

Num segundo momento também devemos pesar a importância da compra para o nosso estado de bem de estar psicológico. O ser humano necessita de recompensas, e é apenas justo que nos mimemos com objetos e experiências que sempre desejamos e agora estão ao nosso alcance.

É importante não fazer uma aquisição que no futuro nos faça sentir com remorsos, seja por termos prejudicado o nosso plano a longo prazo, seja porque o objeto desejado foi poucas vezes usado.

Escolhas financeiras.

As nossas escolhas financeiras não são assim tão diferentes das opções que temos de fazer quando temos uma empresa. Continua a ser relevante ter um plano financeiro a longo prazo, procurar equilibrar liquidez e aquisições e perceber exatamente em que situação está a empresa em cada momento.

A contabilidade é um elemento fundamental para o controlo de uma empresa, e com o apoio de um software de contabilidade este percurso torna-se mais seguro. Com Sage for Accountants, a saúde financeira da empresa e a gestão prioridades, torna-se mais fácil, para que os negócios possam prosperar e atingir o seu pleno potencial.

BMS Gestão de Empresas

4 Medidas que pode tomar para proteger a sua empresa numa próxima crise

Costuma-se dizer que existem duas coisas inevitáveis na vida, pagar impostos e morrer, mas outra certeza que podemos ter, é que tudo se transforma. Seja na vida pessoal, sentimental ou profissional, a transformação é sempre uma certeza.

Se trabalhamos na área financeira, os mercados estão sujeitos a grandes mudanças. Quando a economia está deprimida, só pode melhorar e quando está em alta, é uma questão de tempo até descer. A todas estas mudanças um empreendedor tem de estar atento, mas há que aceitar que por vezes nem os grandes analistas são capazes de antever uma crise.

Estar mentalmente preparado.

Em tempos de incerteza, a atitude mental é muito importante. Não entrar em pânico é fundamental para conseguir detetar oportunidades, se necessário recorrendo à prática de meditação ou artes marciais.

Salvaguardar uma situação financeira com liquidez.  

Manter uma reserva estratégica de dinheiro, permite que se aproveitem oportunidades inesperadas. Em caso de crise, é o único valor que conta, os investimentos desvalorizam, como observamos na última crise econômica em relação ao imobiliário.

Diversificar os negócios e apostar em fontes alternativas de rendimento.

A diversificação permite um portfolio de negócios mais equilibrado, se um negócio é afetado por uma situação em particular, negócios em outras áreas podem ter ao mesmo tempo, um outro comportamento oposto.

Com um software de ERP como o Sage X3, podem diversificar as áreas de negócio mantendo todo o controlo. Escolher o Sage X3 significa apostar no crescimento da vossa empresa e gerir uma organização ágil.

Rodeiem-se com as pessoas certas.

Um empreendedor deve apoiar-se em outras pessoas que o possam ajudar a orientar os seus negócios. É importante criar uma rede de contactos, de aconselhamento e partilha de estratégias.

Todos os mercados têm um tempo próprio e apreender a navegar através dos diferentes momentos, é essencial.  A economia vai ser sempre volúvel, e o melhor que um empreendedor pode fazer, é preparar-se, tomando os passos sugeridos neste artigo.

 

 

 

 

BMS Gestão de Empresas

As empresas e Big Data: o desafio da interpretação

Uma das questões que as empresas colocam neste momento, envolve a utilização de Big Data. Apesar das empresas terem investido de forma substancial na aquisição de Big Data, as decisões tomadas não se tornaram mais corretas, nem mais inovadoras.

Tricia Wang, trabalha em etnografia relacionada com tecnologia, e recorda os antigos gregos na forma como se dirigiam ao Oráculo em busca de respostas, com a nossa presente obsessão para alcançar decisões corretas tendo por base a Big Data.

As questões humanas transformam-se mas não mudam completamente, continuamos a não querer errar nas decisões que tomamos, continuamos a desejar sentir segurança em relação às consequências das ações.

A fragilidade da Big Data.

Esta autora cita uma experiência pessoal,  enquanto trabalhou para o gigante da Nokia em 2009. Embora tivesse reunido informação de que mesmo nos mercados emergentes como o da China, a grande ambição a nível tecnológico para a maioria das pessoas, era adquiri um IPhone.

A Nokia terá ignorado o seus relatórios por não ter informação estatística que colaborasse as suas observações, o que se explica por a reunião de informação estar a ser realizada no sentido de otimizar o modelo de negócio existente e de a autora estar a relatar algo que ainda não tinha efeitos quantificáveis. Com este exemplo, Tricia Wang ilustra como muitas vezes as empresas descartam informação que não encaixa no contexto conhecido.

O comportamento humano, o grande desafio.

Os sistemas mais difíceis de quantificar relacionam-se com o comportamento humano. As condições ambientais mudam o  tempo todo, criando um ciclo inacabado. É comum as empresas terem a ilusão de que o acesso a Big Data lhes dá toda a informação. Para alem da informação recolhida o grande desafio será sempre interpretar os dados e harmonizar com informação qualitativa.

Temos uma crença quase inabalável em toda a informação quantificável mas pouca fé em dados qualitativos, ou thick data. Esta tendência é bastante perigosa para as organizações, por vezes cegas ao desconhecido e excessivamente confiantes, acabam por tomar decisões erradas.

O grande desafio passa por conseguir integrar dados qualitativos juntos dos quantitativos, pensar sobre o que falta nos modelos construídos. O Big Data é uma grande conquista para as empresas, agora segue-se uma segunda fase do desafio que passa por usar melhor estes instrumentos.

O software Sage X3 é adaptável à realidade de cada empresa e que pode incluir o Sage X3 Data Management and Analytics, que oferece aos utilizadores um hub para a gestão de informações a partir de todas as fontes e modelos de dados incorporados para a elaboração de relatórios e para que seja mais fácil a tarefa de interpretação dos dados reunidos.

BMS

A inteligência emocional como aliado da boa gestão

Todos os empresários se questionam sobre se a Universidade está a preparar os seus futuros colaboradores com o conhecimento necessário para desempenharem funções nas suas empresas.

No entanto as questões mais preocupantes prendem-se com aspetos de desenvolvimento pessoal, uma vez que os conhecimentos técnicos são relativamente fáceis de adquirir. Neste artigo vamos analisar algumas das características mais importantes para os empresários de hoje e que parecem existir de forma insuficiente.

Gerir projetos.

É importante a versatilidade, a capacidade de conseguir ter uma visão global da empresa e de encontrar soluções para as dificuldades encontradas ao longo do percurso. O acesso a um programa de ERP como o Sage X3, rápido e simples, e com capacidade de se adaptar às exigências da empresa, constitui um verdadeiro aliado.

Liderança.

Esta capacidade é a mais valiosa para cerca de 66% dos empresários, que buscam colaboradores que consigam colocar em prática um intraempreendedorismo, proativo e capaz de resolver questões de forma criativa.

Comunicação.

Conseguir selecionar a informação que deve ser comunicada a colaboradores e parceiros, alimentando um bom entendimento e motivação da equipa. Situações em que a informação é transmitida de forma deficiente, criam muitas vezes mal entendidos e desconforto entre os colaboradores.

Solução de conflitos.

Dependendo das situações, saber avaliar e resolver os conflitos com uma atitude paciente ou com firmeza.

Adaptabilidade.

Apesar dos conhecimentos técnicos adquiridos, manter uma abertura de mente às necessidades que surjam na empresa e às capacidades que possuem.

Atitude Positiva.

Colaboradores que consigam não se focar no problema mas na resolução, otimizando o setor com uma atitude positiva e ultrapassando as dificuldades a qualquer nível.

Cada vez é mais importante para as empresas, que os colaboradores possuam características, muitas ligada a inteligência emocional, em vez de apenas conhecimentos que qualquer um pode ser sempre adquirir.