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Inovação

Sage One

Qual é o momento certo para lançar um negócio?

A vossa ideia tem muita força. A vontade é mais que muita. Está na altura de lançar o vosso negócio? Vamos falar sobre as circunstâncias ideais para abrir a vossa própria empresa.

Sejam francos sobre a vossa vida pessoal

Conjugado com uma época de stress, o lançamento de um negócio tornar-se-á extenuante. Devem ter tempo de sobra para dedicar ao vosso projeto. Um novo negócio pode ser compatível com um trabalho a tempo inteiro ou parcial mas vai exigir capacidade de concentração. Analisem os vossos níveis de energia neste momento e tenham em conta o impacto que o negócio poderá ter na vossa vida pessoal. O compromisso de tempo requerido pelo lançamento de uma nova empresa exigirá muito da vossa família, também.

Façam uma autoavaliação

A idade nunca vos deve impedir de avançarem com a vossa ideia. Por outro lado, alguns traços de personalidade são mais-valias no caminho de um empreendedor de sucesso. A uma grande dose de automotivação, devem juntar-se outras competências – de organização, de gestão de tempo e de marketing. E não devem esquecer uma ligação ou conhecimento extenso relativo à indústria em questão.

Conheçam a vossa conjuntura financeira

A vossa situação fiscal é uma consideração essencial a ter. Analisem quanto risco podem tolerar neste momento das vossas vidas, em termos de emprego e também de financiamento que o vosso negócio pode requisitar.

Por fim, o melhor conselho será simplesmente começarem. Mesmo antes de se sentirem prontos. Nada vos preparará totalmente para os desafios de lançar o vosso próprio negócio. Aprenderão muito no caminho. Por isso, comecem cedo e bem com Sage One, desde da vossa primeira fatura. Agilizem a vossa faturação com uma solução online e comecem assim que possível!

 

Inovação e Tecnologia

Sage impulsiona a digitalização de 50 000 empresas

O mercado digital português é um diamante em bruto, pronto para expansão. A ideia foi abordada em novembro de 2018, na segunda edição das Sage Sessions. Discutiu-se as dificuldades das empresas portuguesas em implementar uma digitalização de sucesso.

Com o intuito de superar esses obstáculos, a Sage juntou-se à ACEPI para lançar o programa de Comércio Digital. O projeto irá oferecer um voucher gratuito para micro, pequenas e médias empresas, que ajudará à digitalização de 50 000 negócios.

Pretende-se apoiar as empresas a adotar um modelo de negócio digital – através da implementação de uma presença online e da desmaterialização de processos com clientes e fornecedores. O voucher oferecerá ferramentas para construção de um site, juntamente com alojamento e domínio registado do mesmo, e uma caixa de correio eletrónico. Enquanto parceira deste projeto, a Sage é a software house que disponibilizará as soluções de faturação adequadas a cada negócio.

Isália Barata, Diretora de Marketing da Sage, refere que: “Na Sage acreditamos no potencial que a digitalização traz ao negócio e o nosso compromisso é esse mesmo, apoiar as empresas portuguesas com ferramentas que as façam crescer, prosperar e vingar no mercado. Esta parceria com a ACEPI é mais um passo nesse sentido – a digitalização é já inevitável, é um caminho natural, mas muitas empresas precisam de suporte para o conseguirem, nomeadamente as de menor dimensão. Queremos que tenham a possibilidade de adquirir uma solução Cloud ou até mesmo Cloud Connected que se adeque de facto às necessidades reais do negócio e aos seus objetivos de crescimento, seja em Portugal seja em qualquer lado, pois esse é o grande benefício do comércio eletrónico.” 

A longo prazo, pretende-se que as empresas sejam capazes de captar novos clientes, alcançar novos mercados e otimizar processos de organização. Para isso, o Comércio Digital viajará pelo país, de norte a sul, ao longo dos dois anos, à procura dos negócios com vontade de se digitalizarem. Com 150 sessões de apresentação, a ACEPI e as entidades envolvidas pretendem divulgar o projeto junto das empresas portuguesas.

A primeira sessão do roadshow acontece já no dia 6 de fevereiro, em Leiria, no Teatro Miguel Franco, e contará com a presença da Sage. Consulte as restantes datas do roadshow aqui. Inscreva o seu negócio no concurso Comércio Digital aqui.

 

Contabilidade

Contabilistas, estão prontos para se tornarem conselheiros de confiança?

O futuro da contabilidade está num investimento nas atividades aliviadas pela automatização das tarefas burocráticas. Já estudámos o assunto da modernização da contabilidade aqui no Sage blog e hoje debruçamo-nos sobre o próximo passo lógico no vosso negócio de contabilidade.

Enquanto contabilistas, a relação profissional já estabelecida com os vossos clientes oferece-vos uma oportunidade para se distinguirem como peritos no negócio dos mesmos. Com a vossa eficiência comprovada, têm muitas vantagens ao adotar novas tecnologias e proporcionar um novo e melhor serviço para os vossos clientes.

Atuarem como conselheiros de confiança trará mais negócio através de diferentes pontos de contato. Por outro lado, também pode permitir-vos identificar problemas em comum entre vários clientes, para assim partirem para criar uma solução ou produto que satisfaça essa necessidade.

O estudo Sage, “The Practice of Now”, indica que, em 2018, 83% dos clientes esperam mais dos escritórios de contabilidade, por isso o momento para se distinguirem da concorrência é agora. O uso de Inteligência Artificial (IA) pode ser o ponto de partida para uma contabilidade mais produtiva e dedicada ao aconselhamento financeiro.

Para se tornarem conselheiros de confiança, garantam sempre comunicação recíproca. Para isso, mantenham um diálogo constante para compreenderem as necessidades, dúvidas, receios e ambições dos vossos clientes – através de reuniões, chamadas telefónicas ou e-mails.

Por último, certifiquem-se que beneficiam de acessibilidade em tempo real à informação atualizada dos vossos clientes. Qualquer uma das soluções Sage for Accountants permite análises completas no momento, para que tenham sempre resposta pronta para os desafios dos vossos clientes.

 

Gestão de Empresas

6 hábitos de líder

A liderança de um negócio pode ser um local solitário. Enquanto chefia, as vossas decisões dirigem toda a vossa empresa e colaboradores. No entanto, não percam de vista todas as formas como podem evoluir de uma forma pessoal, para também beneficiarem o vosso negócio. Aqui temos seis hábitos de líderes de sucesso!

  1. Estabelecer objetivos

Um líder é responsável por determinar metas e confirmar que se mantêm no caminho certo. Muitos líderes preferem acordar um pouco mais cedo para aproveitarem algum tempo livre e delinear o plano diário. Com objetivos estabelecidos, é mais fácil prioritizar o dia para os atingir.

  1. Delegar

Líderes nunca podem ser autossuficientes. Os melhores líderes reconhecem o trabalho árduo das suas equipas e dedicam o seu tempo a possibilitar o melhor ambiente e as melhores ferramentas de trabalho. Assim, uma equipa em quem confiam será uma equipa à qual poderão delegar funções e tarefas, uma vez que todos trabalham para o mesmo propósito. O intuito é chegar da forma mais rápida e eficiente aos objetivos.

  1. Encorajar

Os líderes mais respeitados dedicam-se aos seus próprios colaboradores – a melhorar o seu ambiente de trabalho, a providenciar formação adicional ou apoio individual, por exemplo. Colaboradores encorajados e acarinhados demonstram ter uma maior produtividade e inovação a longo prazo.

  1. Analisar o próprio progresso

Independentemente do tipo de negócio, qualquer líder precisa de se manter atualizado e, por isso, deve também manter uma autoavaliação do seu progresso. Analisem os objetivos que estabeleceram na vossa empresa e formas de agilizar processos para que o crescimento seja constante.

Escolham uma solução Sage Gestão para uma organização integrada dos vários setores da vossa empresa. Assegurem uma visão transversal dos processos do vosso negócio e possibilitem acessibilidade em qualquer lugar.

  1. Aprender algo novo

Líderes nunca param de aprender! Mantenham-se atualizados diariamente, desde a espuma dos dias às novidades da vossa indústria, para que se possam adaptar a qualquer mudança ou revés que surja, além de angariarem ideias inovadoras para o futuro.

  1. Aprender com os erros

Encontrarão entraves na história da vossa empresa e terão a vossa quota-parte de erros. No entanto, estes desafios devem fortalecer o espírito empreendedor do vosso negócio. Aprendam as lições vindas desses passos em falso para que, no futuro, possam fazer as melhores decisões.

 

Contabilidade

O Contabilista na era digital – Parte II

É corrente, nos procedimentos contabilísticos, colocar-se a questão da obsolescência de bens do ativo das empresas. Este assunto poderá hoje também ser colocado, não aos bens do ativo de uma empresa, mas ao Contabilista. Será que a era digital tornará o Contabilista obsoleto?

Esta pergunta enquadra-se num contexto em que, segundo o matemático inglês Clive Humby, “os dados são o novo petróleo” e na afirmação de Gerd Leonhard, “a inteligência artificial é a nova eletricidade. Primeiro eletrificámos, depois digitalizámos, agora vamos cognificar”.

Cabe aqui recordar que, na década de setenta do século passado, os procedimentos contabilísticos assentavam no registo manual das operações, no Livro do Diário e do Razão, e no arquivo da documentação, em dossier por ordem cronológica.

A título de exemplo, para a execução destas tarefas existia a disciplina de Caligrafia ministrada nas escolas comerciais onde se formaram muitos dos contabilistas do século passado.

As rotinas contabilistas foram-se alterando. Passámos a eletrificar” a contabilidade. Alguns ainda se recordam das máquinas de contabilidade onde se inseriam fichas do razão para registar as operações económicas realizadas pelas empresas.

Nos últimos anos, com a evolução das Tecnologias da informação, o Contabilista tem de saber tirar partido do novo petróleo”, que são os dados existentes no sistema de informação, em que se tornou a Contabilidade.

Para que o Contabilista não venha a ficar obsoleto é importante que se habitue a explorar toda a informação existente nas bases de dados dos sistemas de informação.

Deixo-vos apenas algumas questões sobre o conjunto das empresas de que são responsáveis:

  • Quantas aplicam o Normativo Contabilístico das Microentidades (NCRF – ME)?
  • Quantas aplicam o Normativo Contabilístico das Pequenas Entidade (NCRF – PE)?
  • Quantas aplicam as 28 Normas Contabilistas de Relato Financeiro (NCRF)?
  • Quantas aplicam a Norma Contabilística e de Relato Financeiro para Entidades do Setor Não Lucrativo (NCRF – ESNL)?
  • Quantas empresas apresentam o Capital Próprio Negativo?
  • Qual a estrutura de gastos das empresas em função do volume de negócios?
  • O Plano de Contas de cada empresa está em sintonia com o Normativo Contabilístico adotado?
  • Quanto tempo despendo na execução em cada uma das contabilidades de que sou responsável?
  • Comparo o gasto que incorro com o rendimento que usufruo, em cada uma das contabilidades que estão sobre a minha responsabilidade?

Para estas questões teremos de ter resposta imediata. As respostas a estas perguntas não podem ser vagas (tenho uma ideia, devem ser …) mas devem ser precisas e concisas.

Como afirmei anteriormente, a era digital será muito mais estimulante para o Contabilista, assim ele esteja desperto para tirar partido do novo petróleo do século XXI, que são os dados que o sistema de informação, que é a contabilidade, possui.

Lisboa, 13 de dezembro de 2018

Bruno Lagos

Bruno Lagos, Licenciado em Organização e Gestão de Empresas; Mestre em Auditoria Contabilística; Nos últimos 25 anos, técnico superior na Administração Fiscal Portuguesa.