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Gestão de Empresas Sage Enterprise Management

O próximo crescimento do Japão vai ser impulsionado pelas criptomoedas

O país do sol nascente é uma das mais importantes economias a nível mundial, apesar de ter passado os últimos anos imerso numa fase de estagnação. O Japão tornou-se numa potência económica no pós-guerra e, apesar da crise do petróleo nos anos 70, manteve um crescimento acentuado.

 O milagre económico

 Na década de 60, o Japão tinha deixado de receber apoio dos Estados Unidos, mas o seu desenvolvimento estava lançado. O seu progresso industrial e tecnológico permitiu um crescimento da economia de 10% na década de 60, 5% na década de 70 (apesar da crise do petróleo já referida) e de 4% na década de 80.

A crise financeira também afeta os gigantes

Na década de 90, apelidada de “a década perdida“, o país é fortemente afetado pelo colapso da bolha financeira e imobiliária e o seu crescimento económico entra em desaceleração. Na tentativa de inverter a situação, assumem elevados défices para investir em obras públicas (o caminho inverso dos países europeus na recente crise de 2007-2008).

Apesar do investimento, a economia parece incapaz de regressar às fases de crescimento anterior e, em 1998, o Japão resolve tentar algo diferente: Quantitative Easing – ou seja, expandir a oferta monetária interna, de forma a aumentar as expectativas de inflação.  Em 2005, a economia parecia dar os primeiros sinais de recuperação, apesar de continuarem com uma taxa de juro que se mantinha próxima do zero.

A 5.ª maior economia

Em 2017, o Japão estava situado como a 4.ª maior economia mundial, tendo como áreas fortes a indústria, a tecnologia e as finanças, contando com um mercado interno importante, alicerçado num elevado poder de consumo.

À frente do Japão estão os Estados Unidos, a União Europeia e a China. Mas existe a possibilidade de ultrapassar alguns destes poderosos concorrentes no futuro?

O futuro do Japão.

 O Japão parece encaminhar-se para um novo crescimento económico, desta vez juntando duas áreas fortes, a tecnologia e as finanças, com a inovação das criptomoedas (Bitcoin e tecnologia blockchain).

Uma maior conectividade móvel com a tão aguardada tecnologia 5G, juntamente com a Internet of Things (IoT), melhorias a nível de computação e inteligência artificial, podem vir a desencadear uma nova fase de crescimento económico, com o Japão bem colocado para liderar.

Ainda subsiste uma enorme especulação em redor das criptomoedas, que aumentam o seu preço de forma artificial. É importante começar a pensar como estas tecnologias podem ser usadas na vida quotidiana e como podem contribuir para uma melhoria dos negócios.

Aaron McDonald, chefe executivo da empresa Centrality, uma startup que desenvolveu uma plataforma e serviços de criptomoedas, espera que o Japão e a China sejam os motores globais nesta área.

O Japão demonstra uma maturidade invulgar em relação à utilização das criptomoedas. A empresa Centrality estabeleceu recentemente uma parceria com a tecnológica chinesa Infinivision e com a japonesa Jasmy (fundada pelo anterior presidente da Sony).

Elementos adversos

A contrariar estes desenvolvimentos estão algumas novas medidas de regulamentação, em resposta a situações de roubo. O preço da Bitcoin baixou já este ano por receio de uma asfixia criada pela regulamentação dos Estados.

Escândalos associados a lavagem de dinheiro, evasão fiscal e roubos obrigaram a um aumento da legislação. Foram autorizadas 16 licenças de comércio de criptomoedas, das quais 6 acabaram por ser penalizadas, com indicações de que devem estabelecer mudanças na sua estrutura.

Sempre atentos à mudança e à inovação

 A inovação é parte essencial do sucesso das empresas e, como tal, é importante acompanhá-la. Com Sage Enterprise Management, tenha uma visão global da empresa com informação atualizada a cada momento. Invista no seu negócio com um software de ERP com as últimas inovações tecnológicas e traga a sua empresa para o futuro!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A China lidera os pagamentos por apps

É sempre interessante conhecer a realidade de outros países, nomeadamente quando se trata de gigantes da economia mundial. A China desenvolveu o seu próprio caminho e não pára de surpreender com a inclusão das novas tecnologias no seu quotidiano.

Tornou-se comum realizar pagamentos através de apps no telefone, desde uma tarifa de táxi a uma consulta no médico. De tal forma que, em alguns serviços, gera-se uma certa desconfiança quando recebem dinheiro, com receio de que as notas sejam falsificadas.

Este é o modelo que muitos pensam que será adotado em vários países, sendo que, neste momento, a China é responsável pela maioria dos pagamentos realizados através do telemóvel. Com um desenvolvimento próprio na área financeira, o país é visto como um exemplo na introdução de novas tecnologias.

Mudanças rápidas – novas soluções.

As reformas económicas no final do século XX e a quase inexistência de bancos privados levaram a esta mudança rápida na tecnologia de pagamentos e nos hábitos dos consumidores. Sem um sistema financeiro robusto, com serviços de crédito e débito, a China estava disponível para a introdução de mudanças.

Com o maior mercado de telemóveis do mundo, o país tinha os especialistas necessários e uma população que se habituou a contar com apps para resolver todas as suas necessidades.

E-commerce sem cartões.

Estima-se que o pagamento com recurso a cartões no resto do mundo esteja a cair cerca de 46%. Neste contexto, a intensificação das relações comerciais, culturais e turísticas estão a tornar os gigantes da tecnologia desejosos de conquistar este espaço.

Hábitos culturais em redor do dinheiro.

 A diversidade cultural e histórica, relativa às questões económicas, terá de ser sempre considerada. Na Alemanha, um passado de crise associado às duas grandes guerras, com receios em torno da desvalorização da moeda, leva a que, até aos dias de hoje, a maioria das transações comerciais sejam realizadas em numerário.

Acompanhar a inovação.

 As empresas devem estar atentas às mudanças que surgem ao nível da tecnologia e um ERP de última geração é essencial. A Sage tem software de gestão de empresas que permite uma rápida implementação, com custos menores que os concorrentes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Empresas experientes também cometem erros: a bicicleta IKEA

Existem lições importantes que podemos retirar da forma como algumas das grandes empresas lidam com os fracassos. Mesmo as empresas mais experientes não estão imunes a dificuldades e más opções. No artigo de hoje, vamos analisar um caso concreto que se passou recentemente com o gigante do mobiliário, a IKEA.

Quando a IKEA lançou a sua primeira bicicleta, em 2016, seguiu uma tendência do momento, ou seja, a preocupação com a ecologia e com os sistemas de transportes. O número de utilizadores de bicicletas estava a aumentar, sendo cada vez maior o número de cidades com ciclovias, incluindo Lisboa.

Sladda, a bicicleta premiada

A empresa queria fazer parte da mudança, de um movimento global onde se procura utilizar transportes comunitários que são mais ecológicos. A bicicleta incorporava espaço para compras e ainda possibilitava que se prendesse um atrelado.

A bicicleta tinha um custo baixo e, como a maioria dos produtos, era vendido numa caixa plana, sendo montada pelo consumidor. O design atraente recebeu prémios e tudo parecia correr de feição para a bicicleta Sladda.

Inovações técnicas

Todos os passos no sentido da inovação são importantes no desenvolvimento de um produto, mas também requerem mais estudos e tempo de preparação. A IKEA substituiu a tradicional corrente por uma alternativa que não necessitava de ser oleada e era imune à ferrugem. Esta inovação procurava apelar a quem ainda não utilizava uma bicicleta regularmente.

Esta corrente trazia uma garantia de 10 anos, mas a empresa não parava de receber informação de bicicletas com a corrente danificada. Na maioria dos casos, rebentava subitamente e causava acidentes.

Resposta ao defeito

Como a garantia tinha a duração de 10 anos, ninguém parecia ter pensado na manutenção. Trocar a bicicleta por outra também não seria resposta, uma vez que o problema resultava da construção original.

Perante o relato de que algumas pessoas se teriam magoado, ainda que sem gravidade, a empresa começou a apelar a que os consumidores devolvessem as bicicletas, numa operação de recolha de todas as unidades.

Os custos de uma operação deste tipo e de todo o investimento no desenvolvimento do produto são difíceis de quantificar.

A empresa justificou esta opção com a impossibilidade de colocar uma corrente normal, mas vários técnicos especializados afirmaram que era uma operação simples de realizar. Na origem da decisão, é possível que esteja o custo da corrente alternativa e o custo da reparação de cada unidade.

Conseguir ter uma visão clara dos custos e tomar decisões difíceis de forma fundamentada é algo que só é possível se contarem com o apoio de um software de ERP. A Sage tem no Enterprise Management um conjunto de soluções adaptadas às necessidades de cada empresa que permitem uma visão do negócio a 360°.

Escolher as prioridades corretas para a empresa.

No citado caso da IKEA, desenvolver uma bicicleta foi uma decisão arriscada por fugir aos produtos-tipo da empresa. Para Simon Dunne, estratega a nível de design e de marca na industria das bicicletas, o resultado é que, quando surgiram problemas, não existia uma forma razoável de os resolver, nem a disponibilidade da empresa para investir muito do tempo na sua resolução. Enquanto companhias especializadas na área procurariam uma forma de dar continuidade a um produto em que acreditavam, ao mesmo tempo que tentariam resolver o problema.

 

 

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Incorporar a mudança desde o primeiro momento

Embora muitos negócios tenham à partida boas hipóteses de serem bem-sucedidos, a verdade é que o fator humano por vezes influencia os resultados de forma drástica.

Um bom exemplo desta situação são as fusões e aquisições de empresas. Gera-se uma sensação de incerteza causada pela mudança, a rotina é alterada e os resultados são afetados.

Incorporar a mudança.

Por este motivo, a mudança deve ser incorporada desde o início pelos líderes da empresa. Entre estes, os bem-sucedidos aproveitam as oportunidades, desenvolvendo novas formas de trabalhar na sua área e explorando todos os momentos, desde a interação diária até à estratégia mais complexa.

Partilhar objetivos de forma clara.

As pessoas necessitam de ser convidadas a integrar a mudança e um primeiro passo essencial é explicar-lhes os seus motivos e objetivos. A maioria dos colaboradores necessita sentir que está a contribuir para a criação de valor. Se os objetivos não forem transmitidos de forma clara, não poderão esperar que a sua implementação seja realizada com sucesso.

Descobrir e aproveitar plenamente as oportunidades.

Procurar oportunidades deve fazer parte do dia a dia. É importante questionar que tendências de mercado podem ter impacto nos vossos produtos ou serviços. Reservem um espaço para a experimentação, dando alguma  liberdade a grupos de colaboradores para testarem novas ideias.

Divulguem o sucesso dos vossos empreendimentos, esta é uma forma de atrair mais oportunidades e gerar mais êxitos.

Estabeleçam parcerias.

À medida que o trabalho se torna mais complexo, torna-se essencial estabelecer colaborações com parceiros. Estas colaborações permitem uma maior agilidade na resposta a oportunidades para as quais a empresa pode não estar preparada.

Acompanhar a mudança com um ERP Sage.

A Sage tem softwares de ERP adaptados às diferentes necessidades das empresas, desde opções mais tradicionais até às de rápida implementação. É fundamental reduzir ineficiência, gastar menos tempo em tarefas não produtivas e acelerar o fluxo de trabalho.

Tenham uma visão completa dos processos, desempenhos e custos da empresa. A mudança faz parte do mundo empresarial. Por isso, aproveitem sem receios as oportunidades que surgem.

 

 

 

 

 

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O que torna a humanidade inimitável? A Inteligência Artificial em discussão

A Inteligência Artificial (I.A.) está cada vez mais presente nas nossas vidas. Cresce o número de áreas em que o trabalho está a ser transformado por esta inovação.

As tarefas relacionadas com análise de dados e operações de retalho foram as primeiras a serem tratadas deste modo e pensa-se que, em breve, ela abrangerá também a condução automóvel.

O fim do trabalho?

A principal preocupação quando se fala de I.A. é o desaparecimento de postos de trabalho e profissões existentes. Analistas tentam prever quais os trabalhos que irão permanecer com atividade humana e quais os que serão tomados pela I.A.

A experiência de vida de um investigador de I.A.

O investigador Kai-Fu Lee é uma das figuras mais importantes no desenvolvimento da I.A. e, numa conferência recente sobre este tema, partilhou a sua rotina de trabalho de 12 horas diárias, 6 dias por semana. A sua motivação era conseguir reduzir os trabalhos rotineiros, deixando espaço para as tarefas mais criativas. Ou seja, inovar de forma cada vez mais rápida com vista a um futuro melhor.

Para muitos empreendedores, o trabalho é algo que ocupa quase todo o seu tempo e a ideia de terem menos trabalho, ou serem substituídos pela inteligência artificial, é profundamente perturbadora.

Mudar de perspetiva.

O mesmo investigador contou nesta conferência como a sua perspetiva mudou com a descoberta de que estava doente. Padecia de linfoma e teria apenas alguns meses de vida. Perante a morte, apercebeu-se que, à beira do fim da vida, ninguém lamenta não ter trabalhado mais.

Kai-Fu Lee entrou em remissão da doença e esta experiência levou-o a pensar sobre a importância de criarmos trabalhos em que as nossas características humanas sejam plenamente aproveitadas. O amor e a compaixão são funções que não podem ser realizadas pela I.A.

Trabalhos com amor e compaixão.

Trabalhos em áreas de cuidados de saúde, ensino, assistência social e outras dependem fortemente de características, como por exemplo a empatia, que a I.A. não consegue reproduzir. Mas também todas as tarefas mais complexas que assentam na criatividade, sejam artísticas ou de gestão estratégica, não poderão também ser substituídas.

Adeus tarefas repetitivas.

Neste momento, muitas tarefas mais repetitivas já foram substituídas graças a softwares de ERP. Para responder aos desafios do futuro, é necessário que as empresas se reinventem constantemente, explorem todo o potencial que lhes é oferecido pela tecnologia, descobrindo novas possibilidades para produtos e serviços.

Sage Enterprise Management oferece soluções adaptadas a cada empresa, para que ganhem tempo para os vossos negócios. Sem esquecer a importância da vida privada, com tempo para a família e para o desenvolvimento pessoal.