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Inteligência Artificial

Contabilidade

A Inteligência Artificial veio para ficar. E para ajudar a área da contabilidade!

Os contabilistas depositam a sua esperança no futuro. De acordo com o estudo da Sage, “Practice of Now 2018”, que inquiriu mais de 3 000 contabilistas, 66% dos profissionais investiriam em Inteligência Artificial (IA), se automatizasse tarefas repetitivas e demoradas.

83% dos inquiridos indicaram que os seus clientes esperam mais deles do que há dois anos e que 42% dos clientes buscam conselhos de negócios. A relação dos contabilistas com os seus clientes está a mudar. A comunicação com os clientes já não se restringe às épocas fiscais típicas do ano. Nem aos assuntos típicos.

Conhecer a fundo os negócios dos clientes é a forma ideal de compreender os seus objetivos e apresentar o melhor serviço. Por isso, há que automatizar as tarefas mais burocráticas, com o intuito de ganhar tempo para apostar criativamente em novos serviços a oferecer.

O futuro da tecnologia tem um impacto prático na nossa vida profissional, que não devemos temer. Na realidade, já há meio século que o mundo da contabilidade evoluiu lado a lado da tecnologia e, hoje em dia, a IA já está enraizada na nossa vida e nos serviços que utilizamos.

Os serviços de correio eletrónico prevêem a quem queremos enviar o e-mail em mãos, com base nos e-mails passados que já enviámos repetidamente para o mesmo endereço. Também nos relembram, antes de permitir que enviemos o e-mail, que escrevemos “em anexo”, apesar de ainda não termos anexado nenhum documento.

Conciliação bancária é o exemplo mais familiar para contabilistas, pois já tende a estar presente em softwares de contabilidade. O trabalho de fazer corresponder a informação em contas do negócio do cliente com as transações e operações na conta bancária é aliviado com o contributo de IA, reduzindo o tempo investido neste tipo de tarefa.

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Recursos Humanos

Histórico de recrutamento ensinou preconceito a ferramenta de IA da Amazon

A gestão digital veio para ficar pois otimiza tantos processos da nossa vida, pessoal e profissional. As áreas de Recursos Humanos não são exceção. Soluções como Sage Gestão de Recursos Humanos trazem-vos as opções ideais para o vosso tipo de empresa.

O passo seguinte para muitos departamentos de recursos humanos foi o investimento na Inteligência Artificial (IA). Unilever PLC, Goldman Sachs, Linkedin são algumas das empresas que usam algoritmos e IA para acelerar e tornar os seus processos de recrutamento mais eficazes. Ajudam a avaliar currículos, fazer triagem de candidatos e agregar candidaturas às funções certas dentro da empresa. Nem sempre, estes processos terminam com uma avaliação humana.

Recentemente, várias fontes relataram que a ferramenta de recrutamento de Inteligência Artificial da Amazon discriminava os currículos das candidatas que analisava.

A Amazon desenvolve sistemas de análise de candidatos, desde 2014, para automatizar o seu recrutamento. O motor de IA em questão foi sujeito a um treino com a base de currículos da própria empresa. Uma vez que ainda não existe paridade na indústria tecnológica americana, a listagem fornecida à IA pela Amazon com as candidaturas enviadas à empresa nos dez anos anteriores continha sobretudo homens. A análise da IA levou-a a criar um padrão de preferência por palavras que tendem a ser mais usadas por candidatos homens e começou a eliminar currículos com palavras como “feminino”. Depressa, o sistema autoensinou-se a dar preferência a candidatos masculinos e até a desvalorizar as candidatas de duas universidades femininas.

A Amazon dedicou-se à alteração do programa para os tornar neutros a estes termos específicos. No entanto, ao final de um ano, o sistema foi abandonado por não conseguir sugerir candidatos e candidatas ideais pelos padrões da Amazon. Amazon lançou uma declaração a defender que o programa nunca foi usado por recrutadores da Amazon para avaliar candidatos.

A inteligência artificial tem um longo caminho a percorrer. O ideal diz-nos que a IA pode substituir o nosso processo de decisão, por não se apoiar em preconceitos, e eliminar estruturas tendenciosas com decisões feitas com base nos dados puros. No entanto, a IA continua a ser educada por seres humanos e a perpetuar algumas atribuições mais tradicionalistas, como foi o caso das assistentes virtuais com vozes femininas – a Siri da Apple e a Alexa da Amazon. A primeira geração da IA visual da Google identificava Afro-descendentes como gorilas e os comandos de voz em certos carros colocaram as suas condutoras em risco, ao não reconhecerem as suas vozes, ao contrário do que acontecia aos condutores.

A nossa mão na inteligência artificial tem demonstrado os efeitos insidiosos dos nossos preconceitos. O desafio mais urgente é conseguirmos ainda compreender os avanços galopantes da lógica da inteligência artificial, para que consigamos resolver os preconceitos que nela incutimos de início.

 

Gestão de Empresas Sage Enterprise Management

O que torna a humanidade inimitável? A Inteligência Artificial em discussão

A Inteligência Artificial (I.A.) está cada vez mais presente nas nossas vidas. Cresce o número de áreas em que o trabalho está a ser transformado por esta inovação.

As tarefas relacionadas com análise de dados e operações de retalho foram as primeiras a serem tratadas deste modo e pensa-se que, em breve, ela abrangerá também a condução automóvel.

O fim do trabalho?

A principal preocupação quando se fala de I.A. é o desaparecimento de postos de trabalho e profissões existentes. Analistas tentam prever quais os trabalhos que irão permanecer com atividade humana e quais os que serão tomados pela I.A.

A experiência de vida de um investigador de I.A.

O investigador Kai-Fu Lee é uma das figuras mais importantes no desenvolvimento da I.A. e, numa conferência recente sobre este tema, partilhou a sua rotina de trabalho de 12 horas diárias, 6 dias por semana. A sua motivação era conseguir reduzir os trabalhos rotineiros, deixando espaço para as tarefas mais criativas. Ou seja, inovar de forma cada vez mais rápida com vista a um futuro melhor.

Para muitos empreendedores, o trabalho é algo que ocupa quase todo o seu tempo e a ideia de terem menos trabalho, ou serem substituídos pela inteligência artificial, é profundamente perturbadora.

Mudar de perspetiva.

O mesmo investigador contou nesta conferência como a sua perspetiva mudou com a descoberta de que estava doente. Padecia de linfoma e teria apenas alguns meses de vida. Perante a morte, apercebeu-se que, à beira do fim da vida, ninguém lamenta não ter trabalhado mais.

Kai-Fu Lee entrou em remissão da doença e esta experiência levou-o a pensar sobre a importância de criarmos trabalhos em que as nossas características humanas sejam plenamente aproveitadas. O amor e a compaixão são funções que não podem ser realizadas pela I.A.

Trabalhos com amor e compaixão.

Trabalhos em áreas de cuidados de saúde, ensino, assistência social e outras dependem fortemente de características, como por exemplo a empatia, que a I.A. não consegue reproduzir. Mas também todas as tarefas mais complexas que assentam na criatividade, sejam artísticas ou de gestão estratégica, não poderão também ser substituídas.

Adeus tarefas repetitivas.

Neste momento, muitas tarefas mais repetitivas já foram substituídas graças a softwares de ERP. Para responder aos desafios do futuro, é necessário que as empresas se reinventem constantemente, explorem todo o potencial que lhes é oferecido pela tecnologia, descobrindo novas possibilidades para produtos e serviços.

Sage Enterprise Management oferece soluções adaptadas a cada empresa, para que ganhem tempo para os vossos negócios. Sem esquecer a importância da vida privada, com tempo para a família e para o desenvolvimento pessoal.

 

 

 

 

 

 

Inovação e Tecnologia

Porque são as mulheres essenciais para a Inteligência Artificial?

No decorrer dos últimos anos, a Inteligência Artificial (IA) tem sido reconhecida como uma peça chave na resolução de alguns dos problemas mais complexos do mundo, desbloqueando um nível de crescimento e inovação nunca antes visto.

Governos de todo mundo estão já a elaborar ativamente abordagens de investimento e a discutir os atuais quadros reguladores para ajudar os seus países a manterem um lugar de destaque nesta indústria emergente.

Por mais relevância que o tema da Inteligência Artificial tenha, há também alguns relatórios menos positivos sobre o efeito que a IA pode ter sobre o atual perfil demográfico da força de trabalho, muito mais iminente que a narrativa de Hollywood que refere “robôs a dominar o mundo” – se isto fosse verdade, poderia destruir a intensa luta das mulheres por ocupar o devido lugar na ascensão profissional. Tudo isto é demonstrado numa recente pesquisa da PwC, que indica que os trabalhos realizados por mulheres podem ser afetados pela automação durante a próxima década – com potencialmente 23% dos trabalhos das mulheres em risco, cerca de 7% mais do que os dos homens. Num momento em que o mundo se encontra a debater e a projetar o modo como a IA irá alterar a forma como trabalhamos, o maior risco de deslocação sentido por alguns membros da sociedade deve tornar-se mais visível e abordado em conjunto com a grave escassez de competências que verificamos entre as mulheres no setor tecnológico.

A Sage acredita que este é o momento para investir no aumento do acesso às oportunidades na carreira, a competências e no incentivo a mulheres de todas as áreas a avaliarem as portas que a IA pode abrir pelo seu futuro. Esta é a altura certa para qualquer mulher se envolver, e aqui estão as cinco razões pelas quais a Sage considera que devem fazê-lo:

1. Sensibilizar e informar a opinião e compreensão pública

Se alguma vez utilizou a pesquisa preditiva do Google, perguntou à Siri sobre a meteorologia ou pediu que a Alexa tocasse a sua música preferida, então já utilizou a IA.

No entanto, uma pesquisa realizada pela Sage demonstra que a compreensão pública atual da IA é extremamente limitada, o que prejudica a perceção e o sentimento sobre esta tendência. Conclusões revelam que 43% dos inquiridos nos Estados Unidos e 46% no Reino Unido admitiram “não saber o que é a Inteligência Artificial”. Dado que a maioria das pessoas estão a utilizar esta tecnologia todos os dias, é essencial que a indústria se responsabilize por dissipar os rumores e apresente o verdadeiro potencial da IA de forma compreensível a todos.

2. Não precisa de um doutoramento em ciências informáticas

A beleza da IA é o facto de ser desenvolvida para aumentar a inteligência humana nas mais variadas formas. A vida como a conhecemos não foi construída em torno de hardware e de tecnologia – somos artistas, filósofos, prestadores de cuidados, inventores e muito mais. E por isso, há uma grande quantidade de oportunidades fora dos empregos de ciência e de tecnologia quando se trata de construir IA útil. Precisamos de grupos compostos por homens e mulheres, por indivíduos otimistas, dedicados às oportunidades que esta tecnologia lhes pode oferecer, com conhecimento em resolução de problemas, psicologia, linguagem, design, storytelling, antropologia e direito, entre outros. A única forma de criar Inteligência Artificial verdadeiramente inteligente é se esta for ensinada a trabalhar, a reagir e a entender a linguagem tal como nós.

3. O preconceito é a maior das ameaças e só irá diminuir o progresso

Enquanto que a criação de personas famosas através de IA, como a Alexa e a Siri, são fortemente baseadas em estereótipos femininos, o número de engenheiras mulheres continua a ser muito baixo entre o grupo de engenheiros que as criam nos dias de hoje. Este é um problema sério que precisa de ser corrigido se quisermos perceber os grandes benefícios científicos e económicos desta tecnologia – e isso começa nas escolas e em casa. É necessário demonstrar às jovens desde novas que nenhuma carreira está fora do seu alcance.

Além disso, a Inteligência Artificial precisa de ser desenvolvida de forma a refletir a diversidade dos seus utilizadores. Mulheres e homens trabalham, vivem e pensam de forma diferente – é necessário captar o máximo de perspetivas diferentes para produzir um produto de alta qualidade e com o máximo potencial. E isto não é apenas uma questão de género, é necessário pensar globalmente e garantir que as máquinas estão a aprender sobre diferentes etnias, raças, linguagens e idades – todas as características que nos tornam únicos.

4. A indústria de tecnologia reconhece a necessidade de mudança imediata

Estatísticas da ONS (Instituto Nacional de Estatísticas do Reino Unido) demonstram que apenas 14% das funções STEM1 no mercado de trabalho do Reino Unido são ocupadas por mulheres. Este número representa uma ameaça grave para a futura competitividade global do setor da tecnologia do país. Nunca houve uma necessidade tão grande para a mudança e a indústria está pronta para isso. Universidades e empresas já estão a apresentar desenvolvimentos positivos para ajudar a lidar com esta necessidade, tendo influenciadores e acionistas dedicados a melhorar estes números.

5. Alguns dos investigadores e developers mais inovadores de IA são mulheres

“Enquanto alguém que desenvolve aplicações de IA todos os dias, como a Pegg, tive o privilégio de trabalhar com algumas das maiores mentes da indústria da IA – muitas das quais mulheres. Temos uma grande riqueza no que toca a modelos a seguir, mas infelizmente até ao momento a história tem sido fortemente dominada apenas por um género. Isto influencia o pressuposto de que há oportunidades limitadas para as jovens que procuram uma carreia nesta área, o que é totalmente falso. É necessário alterar estas perceções prejudiciais”, explica Kriti Sharma, Vice-Presidente de Inteligência Artificial do Grupo Sage.

Segundo a especialista o maior obstáculo da IA é o desenvolvimento de máquinas que não representam realmente todos os seres humanos. Foi por isso que a Sage criou um código de ética inovador, que oferece às empresas cinco orientações chave quando trabalham com a IA. Estas linhas orientadoras abrangem desde como nomear os assistentes virtuais até ao desenvolvimento de diversos conjuntos de dados que ajudam as empresas a contratar quando o género é retirado da equação. “Se nos comprometermos com o objetivo comum de incluir mais diversidade em todos as etapas do design, da programação e da implementação da Inteligência Artificial, acredito que esta tecnologia tem o potencial de transformar para melhor a forma como se fazem negócios e como vivemos as nossas vidas, todos os dias. E todos merecem beneficiar disso”, acrescenta Kriti.

Kriti Sharma é a Vice-Presidente da área de Inteligência Artificial da Sage. Foi responsável pelo lançamento da Pegg, o primeiro assistente de IA do mundo que permite aos utilizadores controlarem e registarem as suas despesas, com utilizadores em 135 países.

Inovação e Tecnologia

Inteligência Artificial: cinco passos para a implementar de forma ética

Neste momento uma das grandes discussões passa pelas questões éticas relacionadas com a aplicação da Inteligência Artificial a um nível empresarial. Nesta quarta revolução industrial devemos considerar atentamente as implicações de Chatboots, e programas de Inteligência Artificial que começaram a fazer parte da vida das grandes empresas, desde startups às grandes empresas. A Sage resolveu fazer parte ativa desta reflexão elaborando um código ético de forma a que a I.A seja aplicada de forma segura, que passamos a resumir neste artigo.

A Inteligência Artificial deve refletir a diversidade.

Tanto a indústria como a comunidade tecnólogica deve desenvolver mecanismos eficazes para filtrar sentimentos e tendências negativas dos dados recolhidos pela Inteligência Artificial. Isto servirá para garantir que a IA não memoriza estereótipos de forma errada.

A Inteligência Artificial deve prestar contas (tal como fazem os utilizadores).

Os utilizadores constroem uma relação de confiança com a IA após diversas e significativas interações. Depois de adquirir confiança, vem a responsabilidade e a IA tem de ser responsabilizada pelas ações e decisões que fornece, tal como acontece com os seres humanos. Se não aceitamos este tipo de comportamentos de outros profissionais ‘especializados’, porque deveríamos abrir uma excepção para a tecnologia?

Recompensar a Inteligência Artificial pelos seus progressos.

Qualquer sistema de IA que baseie a aprendizagem de acordo com maus exemplos, poderá ser socialmente inadequada. Atualmente, os sistemas de IA que ampliem o seu campo de análise e recolha de dados são a solução para progredirem na sua aprendizagem.

Um dos desafios é o desenvolvimento de um mecanismo de recompensa. As medidas de aprendizagem e reforço devem construir-se não apenas no que a IA ou os robots fazem para obter um resultado, mas sim como estas se alinham com os valores humanos para obter esse mesmo resultado.

Garantir a igualdade de condições.

As tecnologias sociais, como os assistentes de voz ou os robots, oferecem soluções de acesso rápido, especialmente indicadas para pessoas incapacitadas, seja por problemas de visão, dislexia ou mobilidade reduzida. A comunidade tecnólogica empresarial precisa de acelerar o desenvolvimento de novas tecnologias para garantir a igualdade de condições e aumentar o número de talentos disponíveis.

Inteligência Artificial irá substituir postos de trabalho, mas também criará novos empregos.

Aparecerão novas oportunidades criadas pela robotização de tarefas e é fundamental que os seres humanos estejam preparados para esta nova realidade. Há que ter em conta que a IA e a empresa trabalham em conjunto, para que a equipa se concentre no que é realmente importante: construir relações e cuidar dos clientes.

Neste contexto, a Sage liderou a revolução da contabilidade financeira com o lançamento do Pegg, o primeiro chatbot de contabilidade do mercado. Criado com a intenção de libertar os clientes de tarefas administrativas tediosas que os impedem de se concentrar em processos mais importantes, o Pegg atua como um assistente inteligente para pequenas e médias empresas, permitindo aos utilizadores controlar os seus gastos e gerir as suas finanças através de aplicações de mensagens tão populares como o Facebook Messenger.

A revolução 4.0 comporta grandes transformações e devemos refletir profundamente sobre elas de forma a que consigamos criar um mundo melhor com as transformações tecnológicas, um espaço mais justo e ético para todos.