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Internacionalização

Sage Enterprise Management

Quais os atrativos escondidos numa internacionalização?

A internacionalização do vosso negócio pode trazer-vos muitas surpresas. No entanto, para fazer a decisão de dar o primeiro passo, devem conhecer todas as vantagens. Mesmo as mais inesperadas!

Expandir o vosso negócio: para quê?

Os grandes atrativos de levar o vosso negócio para o estrangeiro são aumentar a competitividade da vossa atividade e encontrar as melhores oportunidades de negócio, num mercado maior. Podem fortalecer a vossa produção, garantindo mercado em locais diferentes, e assim escapar a desacelerações económicas em mercados específicos. Ao diversificar os vossos serviços ou produtos, também podem garantir mais variedade de receitas.

Recursos Humanos, força insubstituível

O fator humano também tem muito a ganhar com a introdução do vosso negócio noutros negócios! Caso a vossa internacionalização cresça nesse sentido, podem lançar produção noutros países e avançar com recrutamento nesses locais. Colaboradores que conhecem o mercado local terão conhecimento particular e imprescindível. Trazer diversidade à vossa força de trabalho potenciará inovação de processos e práticas. Com novos desafios, vêm novos conhecimentos e podem ainda aproveitar a aprendizagem que surge com o contacto com novas empresas.

Reduzir custos de produção, distribuição ou deslocação

Trabalhar em mercados internacionais é, muitas vezes, uma total mudança de paradigma. Podem procurar reduções de custos com materiais nativos aos novos mercados onde lancem produções. Por outro lado, podem descobrir que certos processos de trabalho embaratecem substancialmente em países diferentes. Sem falar dos custos de produção que tendem sempre a baixar quando o volume aumenta. Sage X3 é a solução certa para extrapolar o seu negócio para uma escala global!

Sage Sessions

Sage Sessions 2018: Relembrando a mesa redonda “Digitalização, internacionalização, revolução: o futuro das empresas portuguesas

No dia 29 de novembro de 2018, realizou-se a segunda edição das Sage Sessions e a mesa redonda “Digitalização, internacionalização, revolução: o futuro das empresas portuguesas” contou com as seguintes presenças: Carla Pereira, Vice-Presidente da ACEPI, Sérgio Gonçalves, Partner da Live Content, Ricardo Nunes, Co-Founder d’O Benefício, Pedro Magalhães, Diretor de Dep. Relações Internacionais da CCIP, e André Pinto, Administrador da Mecwide.

Condições e dificuldades específicas do mercado português

Sobre o contexto online português, Carla Pereira relembrou que 60% das empresas portuguesas não têm presença online, segundo um estudo da ACEPI. No entanto, 90% dos consumidores em Portugal que fazem compras online fazem-no através de sites estrangeiros. Portanto, o mercado digital português é um diamante em bruto e pronto para expansão.

Sérgio Gonçalves afirmou que o maior entrave à internacionalização das PME portuguesas é a falta de recursos. Por essa mesma razão, as empresas começam por primeiro assegurar presença nas redes sociais, antes de inaugurarem um site ou uma loja online, imaginando chegar a um maior público com pouco gasto. Por outro lado, Ricardo Nunes falou em primeira mão sobre a rapidez da comunicação do mundo online, sendo que o seu projeto, O Benefício, começou, efetivamente, como um hashtag no Facebook.

Outro fator determinante do mercado português que foi abordado é a nossa dimensão enquanto país com 10 milhões de habitantes, que condiciona a produção. Pedro Magalhães relembrou como muitas empresas contornam a dificuldade da escala portuguesa, apostando em negócios de nicho – muitas vezes, acabam por transformar setores “de ponta”.

André Pinto deu o exemplo da Mecwide, uma empresa criada com pensamento já no mercado externo, para levar competências e vantagens portuguesas até países com falta desses recursos técnicos. Aventuraram-se, com sucesso, diretamente no mercado global desde o início do empreendimento.

Conselhos para internacionalização e digitalização

Carla Ferreira defendeu que, antes de mais, a entrada no mercado digital deve ser levada a sério e suportada por um plano de negócios adequado. Recordou que a ACEPI tem os programas cofinanciados Norte Digital e Comércio Digital, que ajudam a “desmistificar o digital” e a lançar essa mudança com um business plan.

Pedro Magalhães frisou a importância de estabelecer uma relação de confiança com novos clientes, parceiros, distribuidores ou importadores no estrangeiro, para se fazer o melhor uso das tecnologias neste novo passo global. Explicou também o tipo de apoio que a CCIP pode prestar a empresas interessadas na internacionalização, facilitando networking no estrangeiro.

Em termos de estratégia, Sérgio Gonçalves explicou como o autoconhecimento de um negócio é essencial para que se possa posicionar, no mercado, de acordo com o seu fator diferencial. Para se lançar um projeto para novos mercados, globais e digitais, deve existir confiança na vossa ideia – como recordou Ricardo Nunes com o lema d’O Benefício: “Ninguém sabe o que é mas vai ser incrível”. Também nesse sentido, André Pinto reforçou o valor indispensável de arriscar e dar o primeiro passo.

Em resumo: as empresas portuguesas estão no bom caminho e cada negócio deve analisar o seu caso para analisar a possibilidade de internacionalização. Com planeamento, recursos e um pouco de atrevimento, as portas do mercado global e digital estão abertas. Até porque, como Sérgio Gonçalves explicou, “para fazer uma empresa e para nascer um negócio, é preciso uma certa dose de loucura, é preciso acreditar que vai ser possível”.

 

Sage Sessions

Relembrando o estudo “InSight – Um Olhar sobre a Internacionalização das PME”

Na segunda edição das Sage Sessions, já no dia 29 de novembro, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) vai apresentar a segunda edição do estudo “InSight – Um Olhar sobre a Internacionalização das PME”.

A primeira edição deste estudo desenhou uma imagem das pequenas e médias empresas, em Portugal, com base nas respostas de 1 000 decisores. 80% das empresas inquiridas já estava internacionalizada e perto de 80% das mesmas também já desenvolviam a sua atividade há mais de 6 anos. Quão maior fosse a empresa, em mais mercados a encontrávamos.

O passo da internacionalização era visto como umas das principais alavancas do crescimento da atividade, sendo que a maior parte dos inquiridos admitiam que avançaram para crescer lado a lado com a atividade no mercado interno.

A maior parte das PME apostou na exportação como forma de internacionalização do seu negócio. Assim, este passo não levou a mudanças de estrutura organizacional. Por isso, as internacionalizações da PME portuguesas podem ser caracterizadas como de baixo risco e baixo custo.

A escolha dos novos mercados de ação para as empresas portuguesas foi feita com base em três razões importantes: o potencial de crescimento de mercado, a estabilidade política e económica do país e a dimensão do mercado em questão. As empresas portuguesas reconheciam também que o seu valor assenta na qualidade dos seus produtos e serviços (82%) e no seu preço competitivo (43%).

Em termos de desafios, foram apontados alguns fatores, como a dificuldade de encontrar novos clientes, um ambiente empresarial muito concorrido e a falta de notoriedade das empresas portuguesas. No entanto, no ano de 2016, mais de metade das empresas da amostra admitiam que a atividade internacional já gerava resultados positivos e esperavam que o seu volume de vendas internacionais aumentasse.

Em 2017, a CCIP procedeu com um novo inquérito, “InSight – Um Olhar sobre a Internacionalização das PME 2ª Edição”, respondido por 761 empresas, entre as quais 598 internacionalizadas.

O intuito será estudar os efeitos dessa migração do negócio – como é que a internacionalização funcionou, em termos temporais e geográficos, e que variantes podem impactar o futuro desse negócio longe de casa. Irá também determinar com que disposição e confiança as PME em Portugal encaram o contexto atual e quais são as suas expectativas e perspectivas.

Juntem-se a nós na segunda edição das Sage Sessions, já no dia 29 de novembro, no Centro de Congressos de Lisboa, para ouvir falar sobre as inovações da internacionalização e muito mais. Inscrevam-se aqui.

 

Sage Enterprise Management

Os influencers na estratégia de expansão internacional – 2ª parte

A expansão internacional de uma empresa traz novos desafios, nomeadamente como ganhar a confiança de parceiros locais e dos consumidores.

Uma das formas de conseguir acelerar este processo é através de influencers locais que funcionam como apresentadores do produto/serviço, implementando estratégias eficazes na divulgação. Na segunda parte deste artigo, analisamos as estratégias alternativas.

Uma estratégia local

Por vezes, as grandes empresas delineiam estratégias globais mas não pensam de igual forma as suas estratégias locais. É necessário sentir o pulsar de cada região e ter um bom conhecimento da sua cultura e hábitos.

A equipa de marketing local tem esta sensibilidade e irá trabalhar junto dos influencers para delinear uma estratégia.

3 formas de trabalhar com influencers

  • Estabelecer um quadro comum para trabalho, dando alguma autonomia às equipas em cada área para escolherem uma abordagem adequada a cada mercado.
  • A outra hipótese passa por aplicar uma estratégia global de forma consistente em todos os locais com programas que incluam
  • A terceira opção parece reunir consenso entre um maior número de profissionais : consiste em estabelecer na sede uma estratégia geral depois adaptada aos mercados locais.

Podemos pensar que a sede tem mais recursos para se dedicar a desenvolver as melhores praticas para tipos de influenciadores diferentes e para monitorizarem ROI (Return on Investment ou Retorno sobre Investimento). Mas a verdade é que insistir numa gestão global à distância tem resultados menos eficazes. Existem nuances regionais que, à distância, na sede não é possível apreender.

O ideal é mesmo uma junção de esforços entre uma equipa local e outra global, aplicando estratégias que permitem considerar as várias experiências regionais e traduzir a visão global da empresa, de forma a ser entendida corretamente nos vários locais.

Uma nova geração de ERP

Agilizem a expansão internacional do seu negócio com um ERP de futuro. Reúna as principais áreas do seu negócio – das compras à gestão de stock, das finanças às vendas – num único sistema. Com toda a informação, consiga uma análise eficiente na qual possam basear a estratégia da empresa.

Em conclusão 

A confiança dos consumidores é sempre muito importante e construir esta ligação é essencial para o sucesso das empresas. No fundo, os influencers não são mais que um desenvolvimento dos canais de comunicação informais, do passar a palavra, através das plataformas e redes sociais.

Leia a primeira parte deste artigo, aqui.

 

 

 

Gestão de Empresas

Como expandir internacionalmente o seu negócio

Quando as empresas se expandem para mercados internacionais, necessitam ganhar a confiança dos seus parceiros locais e dos consumidores para atingirem o sucesso.

A forma mais habitual passa por enviar alguns executivos para estabelecerem ligação com os parceiros locais e contratarem serviços de distribuição. Uma outra forma é contratar empresas locais que representem os seus serviços e produtos.

Ambas as estratégias são exigentes em termos de tempo e implicam a presença de executivos por semanas ou meses nos mercados externos. Os custos são também elevados, com um investimento alto para iniciar o processo.

Um novo tipo de parceiro local

O crescimento das redes sociais originou um novo tipo de parceiro : os influenciadores locais. Líderes de opinião com muitos seguidores nas redes sociais desenvolvem conteúdos, criando vídeos ou podcasts que geram interação.

Eles gerem comunidades online nas várias plataformas e também offline com eventos que proporcionam um contacto com os fãs. Estes seguidores procuram conselhos sobre todo o tipo de temas.

Influencer marketing

Esta prática significa mais do que pagar a celebridades para promoverem um produto. Devem ser especialistas com plataformas em expansão e com noções de estratégia.

Empresas ligadas com indústrias na área da moda, beleza, brinquedos ou consumo de gadgets eletrónicos colaboram com uma variedade de influenciadores em diferentes campanhas. Estes negócios com diferentes escalas recorrem a influenciadores locais para acelerar o seu crescimento internacional.

Não deixe de ler a segunda parte deste artigo, onde vamos ver como implementar de forma eficaz estratégias de marketing com recurso a influencers.