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Gestão de Empresas Sage Enterprise Management

Saber escolher o sócio certo para o seu negócio

Encontrar o sócio certo para um negócio é fundamental para garantir o sucesso da empresa. Escolher um sócio é muitas vezes comparado, salvo as devidas e óbvias diferenças, com o início de uma relação romântica em que se procura identificar valores em comum.

Valores comuns.

Os valores éticos e morais devem ser semelhantes e, por isso, procurem informações junto de pessoas que já conheçam o candidato a sócio. Desenvolvam longas conversas de forma a conseguirem perceber a sua forma de pensar.

Conhecimentos complementares.

 A pessoa escolhida deve ter boas capacidades técnicas, de preferência que sejam complementares às vossas. Definir o melhor possível a responsabilidade de cada sócio dentro da empresa evitará sobreposições e conflitos.

Manter um pequeno número de sócios.

 Muitos sócios numa empresa podem criar mais burocracia e discordâncias de todo o tipo. As empresas estão sujeitas a transformações profundas e, por vezes, o resultado é a diminuição do papel de alguns dos sócios na empresa. Nem sempre esta situação é bem aceite.

Regras para a saída.

 São muitas as razões que podem motivar a saída de um sócio, sendo importante que existam regras claras estabelecidas para estes casos. A transição financeira deve estar definida, bem como as prioridades de compra de uma parte pela outra.

Também pode ou deve ser considerada a possibilidade de continuidade do trabalho na empresa durante um período de transição, para que os impactos no negócio sejam os menores possíveis.

Software de ERP.

É perfeitamente natural que todos os sócios queiram estar ao corrente da vida da empresa. Um ERP Sage permite-lhes um acompanhamento de 360°. Para que o conhecimento da empresa esteja atualizado dia a dia e todos os sócios informados.

 

 

 

 

 

 

Gestão de Empresas Sage Enterprise Management

Identificar quais os fatores que prejudicam um negócio

Ver um projeto fracassar pode ser muito frustrante e nem sempre é fácil perceber o que falhou. É essencial conseguir fazer um diagnóstico correto e neste artigo, vamos ver algumas das causas mais comuns na origem de um projeto fracassado.

Fatores externos.

Nem sempre é possível prever todas as adversidades numa estratégia de negócios, mas é um importante ter planos alternativos. Imaginar os piores cenários e pensar em estratégias que possam ser utilizadas para os mitigar é algo recomendável.

Em casos extremos pode ser necessário mudar o modelo de negócio da empresa. Tenham em mente que é necessário ter uma estratégia flexível e prever alternativas.

Falta de consenso na equipa.

Apesar de se definir uma estratégia clara para a empresa, nem sempre a equipa está sintonia. Falta de comunicação entre setores, ou por não existir o envolvimento necessário dos colaboradores, geraram desentendimentos e uma má aplicação da estratégia.

Estratégia inadequada.

A estratégia é selecionada por instinto, não tendo por base dados suficientes. Devem recolher o máximo de informação possível, e se necessário procurem conselho junto de pessoas qualificadas.

Recursos Humanos.

Todos os projetos devem necessitam de recursos humanos adequados para a sua correta implementação. Profissionais insuficientemente preparados, ou em inúmero insuficiente impedem a aplicação correta do modelo de negócio.

Definir claramente tarefas permite ter uma noção do desenvolvimento do trabalho e atribuir responsabilidade pela sua execução.

O potencial de um software de ERP.

Um software em Enterprise Management permite acompanhar a evolução das tarefas, permitindo uma visão abrangente de todos os setores e uma tomada de decisão informada. A Sage tem várias soluções de ERP adaptadas às diferentes necessidades das empresas, consulte todas as opções aqui.

 

 

Sage Faturação

Desafios de trabalhar com um horário flexível

São várias as empresas que facilitam aos seus colaboradores uma flexibilidade de horário. Poder trabalhar em horários adaptados às necessidades permite uma maior harmonia da vida privada com o trabalho.

A perspetiva de trabalhar de casa também é bastante atraente, permitindo poupar tempo e gastos em deslocações.

Trabalhar de casa.

Nem sempre é mais fácil trabalhar em casa, existem tarefas por fazer e distrações à mão de semear. É necessária uma maior capacidade de organização, mas os benefícios parecem ser evidentes. 98% das empresas que implementaram este regime de trabalho flexível não encontram pontos negativos.

Manter uma rotina.

Parece existir um consenso em torno da vantagem em manter uma rotina, começar à mesma hora e com o mesmo tipo de tarefas. O ser humano cria padrões de comportamento que o auxiliam a atingir objetivos, seja tomar um café na rua ou vestir-se como se fosse sair para o escritório.

Estipular um sinal para terminar o dia.

No meio de todas as tarefas, é fácil esquecer que as horas passam e que o dia de trabalho deve ser encerrado. Não é invulgar que os trabalhadores freelancers façam jornadas mais longas, por não terem sinais exteriores que lhes indiquem que o dia de trabalho deve ser encerrado.

Mudem para uma roupa confortável, se não têm um escritório, arrumem o material de trabalho, e preparem a passagem para um momento de descontração.

Estabeleçam um calendário com uma lista de tarefas.

Quando existe bastante autonomia, é fácil perder de vista o tempo que se gasta em cada tarefa. Manter um calendário permite uma maior organização, não esquecer tarefas e controlar de modo eficaz o tempo dedicado a cada uma delas.

Procrastinar, uma forma de estar perigosa.

Recordem que o objetivo da flexibilidade não é passar o tempo todo a trabalhar. É necessário salvaguardar momentos para a família, ou para cuidarem de si próprios, e para isso é fundamental manter uma distinção clara entre os momentos de trabalho e lazer.

Procrastinar causa uma desorganização do tempo, com efeitos negativos no próprio trabalho. Há que tentar manter um intervalo de segurança, recordando sempre que existe a possibilidade de surgirem novas tarefas.

Um software de Faturação que melhora a organização.

A Sage dispõe de software de Faturação que integra o Office 365, permitindo uma melhor gestão das tarefas. Automatização de tarefas para uma gestão mais eficaz e economia de tempo.

Uma maior autonomia e flexibilidade são elementos fundamentais para a gestão de negócios. Aplicadas de forma correta, permitem uma melhoria do trabalho e da vida privada para todas as partes envolvidas.

 

 

 

 

 

 

Recursos Humanos

Por vezes, o melhor candidato para um lugar já integra a organização.

A visão tradicional dos Recursos Humanos defende uma orientação do trabalho de acordo com as capacidades existentes nos colaboradores. Defende que cada colaborador trabalhe na área em que é mais forte e que esta orientação fortalece o sentimento de pertença à empresa e potencia os bons resultados.

Uma abordagem no sentido oposto argumenta que, se trabalharmos excessivamente na base dos pontos fortes dos trabalhadores, estes acabam por não desenvolver plenamente todas as suas capacidades.

Um desenvolvimento pleno.

A longo prazo, apostar apenas nos pontos fortes resulta na inibição do desenvolvimento dos trabalhadores, dificultando o atingir do seu potencial pleno. Insistir em áreas menos fortes e numa aprendizagem contínua favorece o desabrochar de capacidades de liderança.

Empresas como a Apple e a Microsoft são exemplos desta abordagem, ao escolherem internamente colaboradores para o lugar de Chefe dos Recursos Humanos. Estes funcionários não tinham um percurso na área. As referidas empresas preferiram transferir executivos de topo com experiência em outros departamentos, confiando na sua capacidade para continuarem a aprender e assumirem diferentes responsabilidades.

Benefícios desta abordagem.

 A integração numa nova área obriga ao desenvolvimento de competências que, de outra forma, nunca se apurariam. Outro benefício passa pelo ganho de uma maior diversidade de perspetivas que é trazida pelo facto de ser um outsider no departamento. Ao colocarem questões inesperadas, podem ajudar a criar novas soluções.

A quebra de áreas estanques dentro da empresa permite uma visão transversal e mais abrangente. A experiência em diferentes setores dentro de uma organização permite uma maior rede de contactos, o que facilita a concretização de projetos.

Ao fazerem circular os melhores funcionários em diferentes funções, as empresas alcançam uma maior retenção de talentos. O aborrecimento causado pela repetição de tarefas leva alguns funcionários a procurar trabalho em empresas que proporcionem desafios mais estimulantes.

Falhar na contratação de um alto quadro tem custos elevados para a organização, sendo por isso mais um motivo para reutilizar talento “da casa”. São colaboradores que já deram provas de conhecimento institucional e de adequação à cultura da empresa.

Se os colaboradores são incentivados a desenvolverem novas capacidades e são bem-sucedidos, os resultados para as organizações serão igualmente positivos. No decorrer da expansão individual destes altos quadros, a organização ganha capacidade para ultrapassar novos desafios.

Um software de Recursos Humanos.

É essencial recorrer a um software de Recursos Humanos que permita avaliar, valorizar e fidelizar colaboradores. O software de Recursos Humanos Sage permite identificar o perfil ideal para cada cargo ou missão e torna mais fácil conhecer perfeitamente o potencial de cada colaborador.

 

 

 

 

 

 

 

 

RGPD

Instruções para preparar os pequenos negócios para o RGPD

Falta pouco mais de um mês para entrar em vigor o Regulamento Geral de Proteção de Dados, mas muitas empresas ainda têm dúvidas sobre as implicações do RGPD.

Neste artigo vamos dar algumas sugestões sobre como preparar o seu pequeno negócio para o RGPD. Salientamos, entretanto, que estas indicações não substituem a inscrição num dos nossos webinares ou a procura de apoio especializado sobre o tema.

Vendas e marketing.

Com o RGPD, o consentimento de clientes passa a colocar novas exigências, afetando todos os processos relativos ao tratamento de clientes. É necessário realizar uma revisão dos consentimentos recebidos no passado, verificando se estão de acordo com as novas regras. Caso não estejam, deverão contactar cada cliente para atualizar o consentimento e, se não conseguirem entrar em contacto, deverão apagar esses dados.

Por este motivo, estima-se que as bases de dados tenham uma redução até ¾ com a revisão de consentimento. Pensa-se que os clientes que responderem irão atribuir um maior valor à empresa, por terem demonstrado o desejo de estarem envolvidos.

Diminuição da recolha de dados.

Com o RGPD, deixa de ser possível recolher dados pessoais sem justificação. A utilização de questionários para a recolha de informação sem que o utilizador seja notificado deixa de ser uma prática legal.

Estar preparado para responder aos clientes.

Os utilizadores passam a ter direito a retirar o seu consentimento, a dá-lo apenas a alguns pontos ou a rescindi-lo em qualquer altura. Além de dar resposta a todos estes pedidos, é também necessário documentá-los, comprovando que estão a ser corretamente tratados.

Recursos humanos e pagamentos.

As atividades ligadas aos recursos humanos lidam, naturalmente, com milhares de dados pessoais. Desde o momento em que um currículo é recebido, deve ser registado em que contexto e em que data esses dados curriculares foram obtidos. A empresa tem de recolher o consentimento para deter estes dados durante um período finito de tempo.

Mesmo um pequeno negócio tem de contemplar várias áreas dentro da empresa, modificando procedimentos. Este artigo continua numa segunda parte e aconselhamos a todos os interessados a inscrição no nosso próximo webinar gratuito sobre RGPD, no dia 27 de abril.

 

Declaração de Isenção de Responsabilidade da Sage

A informação contida nestes artigos tem uma finalidade meramente informativa. Não é nem deve ser entendida como aconselhamento jurídico. Não queremos deixar de sublinhar novamente que nada substitui as diligências de averiguação aprofundada e de procura de aconselhamento jurídico pelos próprios clientes, caso não estejam seguros das implicações que o RGPD terá nas suas empresas. Apesar de termos envidado todos os esforços para que a informação fornecida nestes artigos seja correta e atualizada, a Sage não pode garantir o seu caráter exaustivo e exato, uma vez que a informação é facultada do mesmo modo que foi disponibilizada, sem quaisquer garantias expressas ou implícitas. A Sage não aceita qualquer responsabilidade por erros ou omissões e não será responsável por quais quer prejuízos (nomeadamente prejuízo pela perda de clientela ou lucros cessantes) emergentes de contrato, responsabilidade civil ou outro devido à utilização ou confiança depositada nesta informação, ou devido a qualquer ato ou decisões tomadas em virtude da utilização desta informação.