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Inovação e Tecnologia

Farfetch: Como levar o amor pela moda até à Bolsa de Valores de Nova Iorque

“A Farfetch existe graças ao amor pela moda. Acreditamos na promoção da individualidade. A nossa missão é ser a plataforma tecnológica global na moda de luxo, ligando criadores, curadores e consumidores”, lia-se no documento de apresentação ao regulador do mercado norte-americano. A Farfetch estreou-se em bolsa, em setembro de 2018, com ações a quase 50% do preço da oferta pública inicial. Obteve 885 milhões de dólares com a entrada no mercado de capitais norte-americano, escolhida por acolher muitos investidores em empresas tecnológicas. No entanto, a startup, com base em Londres, começou longe de Nova Iorque.

A startup foi fundada pelo português José Neves em 2007 e revelou o seu ponto forte ao aliar moda de luxo e tecnologia. A Farfetch permite, nas suas plataformas digitais, a venda de mais de 700 marcas de topo, como Chanel e Gucci, e assiste uma gestão de backoffice eficiente.

Uma outra característica principal que levou ao seu sucesso foi permitir a boutiques independentes ter uma presença online, preservando as suas lojas físicas. Assim, a Farfetch criou a sua identidade como mercado agregador de lojas únicas e com oportunidades globais, para vendedores e clientes.

Em 2017, a dimensão de vendas privadas deu mais força ao negócio. Em cidades como Los Angeles, Nova Iorque, Hong Kong, Londres, Moscovo e Tóquio, colaboradores dedicam-se apenas a vendas VIP, com personal shoppers ou stylists. No final de 2017, revelaram que a utilização das suas plataformas tinha subido 40% relativamente ao ano anterior, com 935 mil de utilizadores.

Em 2018, a Farfetch continuou a inovar. Compraram, em dezembro, a Stadium Goods, por reconhecerem o valor do setor de streetwear de luxo, que já valia 70 mil milhões de dólares em 2017. José Neves admitiu, em entrevista ao South China Morning Post, que considera que a consolidação do mercado online e offline é o maior ponto de investimento para a empresa, além de outros fatores como sustentabilidade e Inteligência Artificial. Apontando um crescimento previsto de 500% na próxima década para o comércio online, explica que será nesse sentido que a Farfetch continuará a apostar.

 

Sage One

O vosso negócio só precisa de amor e de um smartphone

Têm um sonho e uma ideia de negócio que ainda não puseram em ação? Provavelmente, têm na mão a única ferramenta de que precisam. O vosso smartphone! Podem estar convencidos de que precisam de um plano de negócios, investimento e de muito tempo. Mas não se deixem perder com necessidades desatualizadas!

Nas vossas mãos, está o poder de começaram de uma forma simples e de usar a tecnologia a vosso favor. Utilizem o tempo livre que têm atualmente para investir nesta vossa ideia de negócio – assim maximizam o vosso tempo e minimizam o risco.

Estudem aquilo que os consumidores, de facto, querem e testem a procura do vosso produto, o que acabará por vos dar uma carteira de clientes. Adaptem o crescimento do vosso negócio à informação e dados que já recolheram. A vossa empresa pode começar de uma forma modesta e rentável para conseguir crescer.

Já temos aplicações para todas as facetas da nossa vida, encontramos também aplicações para os primeiros quatro passos do lançamento de um negócio!

  1. Definir sucesso

Uma aplicação tão simples como Numbers ou Strides permite-vos estabelecer objetivos e acompanhar o vosso caminho.

  1. Criar um teste de negócio

As aplicações iThoughts pode ajudar-vos a estruturar ideias e necessidades. Para chegarem a um plano de negócios sólido, coloquem as seguintes perguntas:

Quem são os vossos clientes? Que tipo de clientes precisam do vosso produto ou serviço? Como vão encontrá-lo? O que lhes venderão? Que problema é que o vosso produto soluciona? Que lucro conseguirão gerar a partir de cada venda? Como venderão o produto? Como é que os clientes pagarão? Que custos surgirão para o vosso negócio? Que ações não podem falhar? Que associações e recursos são necessários para serem bem-sucedidos?

  1. Testar

Há uma certeza no mundo do empreendedorismo e é que o vosso negócio terá falhas. O ideal é detetá-las o mais depressa possível.

Devem apresentar o vosso negócio ao público e, com as primeiras compras, executarem uma análise de defeitos. Até clientes que quase tenham comprado o vosso produto são minas de informação, neste momento do vosso percurso.

Uma página de negócios no Facebook é um começo simples que vos pode dar um grande retorno em termos de feedback. Podem estabelecer contato com futuros clientes e compreender as suas necessidades.

Sage One é o software de  faturação online, de utilização tão fácil quanto uma aplicação. Agilizem a vossa faturação e adaptem o crescimento do vosso negócio às diferentes soluções de Sage.

  1. Adaptar a escala

Agora, têm o conjunto ideal a propor a um investidor ou a um banco. Têm vendas, uma carteira de clientes e um lucro gerado por vendas.

O poder de concretizarem a vossa ideia de negócio está no vosso bolso. Não precisam de mais nada, além do vosso smartphone e da vossa ideia inovadora!

 

BMS Sage Enterprise Management

O e-commerce está a mudar!

As compras online são cada vez mais parte do nosso quotidiano e estilo de vida. O retalho está empenhado em continuar a incentivar este crescimento, tornando as compras online cada vez mais agradáveis.

O e-commerce está cada vez mais competitivo, com a tecnologia a possibilitar websites mais inteligentes, envio mais rápido e uma maior exigência da parte dos clientes.

Personalização

Experiências cada vez mais adaptadas ao gosto pessoal dos clientes são uma das formas de melhorar os resultados. Sem o atendimento físico numa loja, em que um assistente procura ajudar o cliente, cabe à tecnologia ocupar este papel.

Algumas empresas analisam as compras passadas, usando esta informação para sugerir conteúdos que vão de encontro ao gosto do cliente. Outras empresas escolheram incorporar a Inteligência artificial na experiência de e-commerce. A empresa Facenote inovou ao aplicar a tecnologia de reconhecimento facial aos clientes, criando desta forma uma ligação emocional.

Realidade virtual

Existe uma tecnologia, em geral utilizada nos jogos de vídeo, que também pode ser aplicada às compras online. Empresas como a Magnolia Market encontraram uma forma de auxiliar os seus clientes através da realidade virtual. Criaram uma app que permite aos utilizadores verem, por exemplo, a mobília inserida no espaço que pretendem decorar.

Chatbots

Os Chatbots surgem para oferecer um acompanhamento ao longo da compra online, esclarecendo dúvidas frequentes. Sem hora de fecho, as lojas online permitem comprar a qualquer hora e também que os clientes vejam as suas dúvidas ser esclarecidas, sem necessidade de um assistente humano.

Compras nas redes sociais

Tanto o Facebook como o Instagram criaram espaços para compras dentro da plataforma. O Instagram criou a possibilidade de partilha de um link direto numa imagem de produto  bem como a de inserir o preço. Basta clicar no símbolo de uma mala para consultar o preço. As empresas não podem deixar de estar presentes nas redes sociais.

Um software de ERP

A Sage tem opções de software de ERP com API que integra com simplicidade as apps e complementa o software, ajustando-o às necessidades do negócio. Alcancem uma gestão que permita uma visão global da empresa.

Em conclusão

As mudanças trazidas pelas novas tecnologias estão a permitir que as compras online adquiram uma outra dimensão. Acompanhem as novas tendências e que 2019 seja um ano ímpar para o e-commerce.

Gestão de Empresas Sage Enterprise Management

A China lidera os pagamentos por apps

É sempre interessante conhecer a realidade de outros países, nomeadamente quando se trata de gigantes da economia mundial. A China desenvolveu o seu próprio caminho e não pára de surpreender com a inclusão das novas tecnologias no seu quotidiano.

Tornou-se comum realizar pagamentos através de apps no telefone, desde uma tarifa de táxi a uma consulta no médico. De tal forma que, em alguns serviços, gera-se uma certa desconfiança quando recebem dinheiro, com receio de que as notas sejam falsificadas.

Este é o modelo que muitos pensam que será adotado em vários países, sendo que, neste momento, a China é responsável pela maioria dos pagamentos realizados através do telemóvel. Com um desenvolvimento próprio na área financeira, o país é visto como um exemplo na introdução de novas tecnologias.

Mudanças rápidas – novas soluções.

As reformas económicas no final do século XX e a quase inexistência de bancos privados levaram a esta mudança rápida na tecnologia de pagamentos e nos hábitos dos consumidores. Sem um sistema financeiro robusto, com serviços de crédito e débito, a China estava disponível para a introdução de mudanças.

Com o maior mercado de telemóveis do mundo, o país tinha os especialistas necessários e uma população que se habituou a contar com apps para resolver todas as suas necessidades.

E-commerce sem cartões.

Estima-se que o pagamento com recurso a cartões no resto do mundo esteja a cair cerca de 46%. Neste contexto, a intensificação das relações comerciais, culturais e turísticas estão a tornar os gigantes da tecnologia desejosos de conquistar este espaço.

Hábitos culturais em redor do dinheiro.

 A diversidade cultural e histórica, relativa às questões económicas, terá de ser sempre considerada. Na Alemanha, um passado de crise associado às duas grandes guerras, com receios em torno da desvalorização da moeda, leva a que, até aos dias de hoje, a maioria das transações comerciais sejam realizadas em numerário.

Acompanhar a inovação.

 As empresas devem estar atentas às mudanças que surgem ao nível da tecnologia e um ERP de última geração é essencial. A Sage tem software de gestão de empresas que permite uma rápida implementação, com custos menores que os concorrentes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sage Sessions

Cristina Ferreira: da televisão para as empresas – Sage Sessions

No passado mês de novembro, a Sage recebeu Cristina Ferreira, apresentadora de televisão e empresária de sucesso, no evento Sage Sessions. No artigo de hoje vamos recordar este momento.

Cristina Ferreira: da televisão para as empresas.

Questionada sobre o que a levou a deixar a segurança da apresentação televisiva para se lançar no mundo empresarial, Cristina Ferreira conta como a figura de um tio a influenciou profundamente. Apesar de não saber ler nem escrever, o seu tio conseguiu acumular fortuna graças a uma forte intuição para os negócios.

Metendo as mãos na massa, Cristina Ferreira trabalhou numa loja de roupa onde dedicou alguma atenção a perceber a gestão da loja. Quando começou a fazer apresentação televisiva, era muitas vezes questionada sobre a roupa que vestia. Foi nesse momento que pensou em abrir uma loja onde pudesse vender as peças que usava.

Lidar com o insucesso.

Cristina não renega as experiências empresariais negativas do passado, não hesitando em afirmar que já teve a sua quota parte de fracasso. “Não se demorem com o que corre mal”, aponta. Aconselha, sobretudo, que não se preste demasiada atenção ao insucesso. Aprender com a experiência, mas deixar no passado a tristeza. Fundamentalmente, defende a importância de manter uma atitude positiva, procurando sempre encontrar soluções para os problemas.

O papel do digital e outros contributos para o sucesso.

O digital ganhou espaço nos seus negócios quando percebeu que o seu público espalhado pelo mundo desejava adquirir os produtos que vendia e começou a apostar no comércio online. A utilização de um software de Sage veio simplificar a vida da Cristina Ferreira, sempre atenta aos negócios apesar de dispor de uma equipa de qualidade.

3 conselhos para empresários.

Convidada a dar três conselhos aos empresários presentes na Sage Sessions, Cristina começa por apontar a importância de arriscar. Tudo o que implica novidade ou uma estreia contém risco, mas o risco é uma parte inevitável de ser empreendedor.

Refere que devemos estar atentos a tudo o que nos rodeia, sejam novas tecnologias ou novas ideias, e às possibilidades que se abrem com cada uma delas. Por último, escolher os parceiros certos, contar com uma boa equipa e reconhecer o seu valor, oferecendo-lhes espaço e condições para crescer.

Veja o vídeo integral da entrevista de Cristina Ferreira, e dos outros participantes do evento Sage Sessions, aqui.