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Gestão de Empresas Sage Enterprise Management

A China lidera os pagamentos por apps

É sempre interessante conhecer a realidade de outros países, nomeadamente quando se trata de gigantes da economia mundial. A China desenvolveu o seu próprio caminho e não pára de surpreender com a inclusão das novas tecnologias no seu quotidiano.

Tornou-se comum realizar pagamentos através de apps no telefone, desde uma tarifa de táxi a uma consulta no médico. De tal forma que, em alguns serviços, gera-se uma certa desconfiança quando recebem dinheiro, com receio de que as notas sejam falsificadas.

Este é o modelo que muitos pensam que será adotado em vários países, sendo que, neste momento, a China é responsável pela maioria dos pagamentos realizados através do telemóvel. Com um desenvolvimento próprio na área financeira, o país é visto como um exemplo na introdução de novas tecnologias.

Mudanças rápidas – novas soluções.

As reformas económicas no final do século XX e a quase inexistência de bancos privados levaram a esta mudança rápida na tecnologia de pagamentos e nos hábitos dos consumidores. Sem um sistema financeiro robusto, com serviços de crédito e débito, a China estava disponível para a introdução de mudanças.

Com o maior mercado de telemóveis do mundo, o país tinha os especialistas necessários e uma população que se habituou a contar com apps para resolver todas as suas necessidades.

E-commerce sem cartões.

Estima-se que o pagamento com recurso a cartões no resto do mundo esteja a cair cerca de 46%. Neste contexto, a intensificação das relações comerciais, culturais e turísticas estão a tornar os gigantes da tecnologia desejosos de conquistar este espaço.

Hábitos culturais em redor do dinheiro.

 A diversidade cultural e histórica, relativa às questões económicas, terá de ser sempre considerada. Na Alemanha, um passado de crise associado às duas grandes guerras, com receios em torno da desvalorização da moeda, leva a que, até aos dias de hoje, a maioria das transações comerciais sejam realizadas em numerário.

Acompanhar a inovação.

 As empresas devem estar atentas às mudanças que surgem ao nível da tecnologia e um ERP de última geração é essencial. A Sage tem software de gestão de empresas que permite uma rápida implementação, com custos menores que os concorrentes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sage Sessions

Cristina Ferreira: da televisão para as empresas – Sage Sessions

No passado mês de novembro, a Sage recebeu Cristina Ferreira, apresentadora de televisão e empresária de sucesso, no evento Sage Sessions. No artigo de hoje vamos recordar este momento.

Cristina Ferreira: da televisão para as empresas.

Questionada sobre o que a levou a deixar a segurança da apresentação televisiva para se lançar no mundo empresarial, Cristina Ferreira conta como a figura de um tio a influenciou profundamente. Apesar de não saber ler nem escrever, o seu tio conseguiu acumular fortuna graças a uma forte intuição para os negócios.

Metendo as mãos na massa, Cristina Ferreira trabalhou numa loja de roupa onde dedicou alguma atenção a perceber a gestão da loja. Quando começou a fazer apresentação televisiva, era muitas vezes questionada sobre a roupa que vestia. Foi nesse momento que pensou em abrir uma loja onde pudesse vender as peças que usava.

Lidar com o insucesso.

Cristina não renega as experiências empresariais negativas do passado, não hesitando em afirmar que já teve a sua quota parte de fracasso. “Não se demorem com o que corre mal”, aponta. Aconselha, sobretudo, que não se preste demasiada atenção ao insucesso. Aprender com a experiência, mas deixar no passado a tristeza. Fundamentalmente, defende a importância de manter uma atitude positiva, procurando sempre encontrar soluções para os problemas.

O papel do digital e outros contributos para o sucesso.

O digital ganhou espaço nos seus negócios quando percebeu que o seu público espalhado pelo mundo desejava adquirir os produtos que vendia e começou a apostar no comércio online. A utilização de um software de Sage veio simplificar a vida da Cristina Ferreira, sempre atenta aos negócios apesar de dispor de uma equipa de qualidade.

3 conselhos para empresários.

Convidada a dar três conselhos aos empresários presentes na Sage Sessions, Cristina começa por apontar a importância de arriscar. Tudo o que implica novidade ou uma estreia contém risco, mas o risco é uma parte inevitável de ser empreendedor.

Refere que devemos estar atentos a tudo o que nos rodeia, sejam novas tecnologias ou novas ideias, e às possibilidades que se abrem com cada uma delas. Por último, escolher os parceiros certos, contar com uma boa equipa e reconhecer o seu valor, oferecendo-lhes espaço e condições para crescer.

Veja o vídeo integral da entrevista de Cristina Ferreira, e dos outros participantes do evento Sage Sessions, aqui.

 

 

RGPD Sage Sessions

Sage Sessions – O impacto do RGPD (2ª parte)

Continuamos com a segunda parte do artigo sobre a esclarecedora intervenção de Daniel Reis, sócio partner da PMLJ Advogados sobre o novo Regulamento Geral de Proteção de Dados, que entra em vigor no próximo dia 25 de maio.

Aplicação diferenciada entre grandes empresas e PME?

Uma das questões mais comuns, é se existe uma diferenciação no regulamento em relação a grandes empresas e PME. Embora não exista uma diferença relativa à escala da empresa, existe diferenças que se baseiam no risco.

As empresas que lidam com menos dados pessoais, colocam menos dados sensíveis em risco e como tal, têm menos procedimentos a adaptar. Um pequeno cabeleireiro que tem acesso a alguns dados dos seus clientes, terá menos dados a proteger, que um banco que processa os dados de milhares de clientes.

Dimensão jurídica.

As empresas estão divididas em silos verticais, em que as diferentes áreas estão separadas. A não ser pela administração e estratégia, não existe uma visão horizontal. Áreas distintas como Recursos Humanos, IT, ou Marketing tratam dados pessoais, e é necessário acompanhar estes procedimentos em detalhe, em cada departamento.

Regras de consentimento.

Até agora o consentimento tem sido pedido pela negativa, e esta forma passa a ser ilegal. Também estamos habituados a pedir consentimento num texto que agrega diferentes pontos. Com o RGPD, os consentimentos devem ser separados, e se não é difícil fazer a distinção no texto, o desafio consiste em garantir que o sistema informático consegue distinguir estas diferentes respostas, e que terá procedimentos que permitam a revogação a qualquer momento.

Encarregado de Proteção de Dados.

Com o RGPD surge a figura do encarregado de proteção de dados, responsável em cada empresa pelo cumprimento do regulamento. Passa a existir a obrigação de notificar publicamente, sempre que exista algum roubo ou quebra de sigilo relativo a dados pessoais no poder da empresa.

Se antes eram principalmente as empresas ligadas a IT e na área da saúde que se preocupavam com este tema, agora todas as empresas se devem preocupar com a implementação destas regras. para saber mais sobre este tema, consulte a nossa página e inscreva-se no webinar gratuito.

Para ler a primeira parte do artigo, consulte este link.

 

Declaração de Isenção de Responsabilidade da Sage

A informação contida nestes artigos tem uma finalidade meramente informativa. Não é nem deve ser entendida como aconselhamento jurídico. Não queremos deixar de reforçar que nada substitui as diligências de averiguação aprofundada e de procura de aconselhamento jurídico pelos próprios clientes, caso não estejam seguros das implicações que o RGPD terá nas suas empresas. Apesar de termos envidado todos os esforços para que a informação fornecida nestes artigos seja correta e atualizada, a Sage não pode garantir o seu caráter exaustivo e exato, uma vez que a informação é facultada do mesmo modo que foi disponibilizada, sem quaisquer garantias expressas ou implícitas. A Sage não aceita qualquer responsabilidade por erros ou omissões e não será responsável por qualquer prejuízo (nomeadamente, prejuízo pela perda de clientela ou lucros cessantes) emergentes de contrato, responsabilidade civil ou outro devido à utilização ou confiança depositada nesta informação, ou devido a qualquer ato ou decisões tomadas em virtude da utilização desta informação.

 

Sage Sessions

Sage Sessions – A Revolução 4.0 por João Vasconcelos – 2ª parte

João Vasconcelos, ex-secretário de estado da Industria, esteve presente no evento Sage Sessions em Lisboa, para nos falar da transformação digital dos negócios. Continuamos com a segunda parte do artigo, resumindo alguns dos pontos mais interessantes do seu discurso.

 O mercado em Portugal.

 As empresas devem ter em consideração as características do seu mercado, e o mercado português está a envelhecer, o que irá trazer modificações no consumo. O consumo de produtos de saúde irá aumentar, assim como de tudo o que está relacionado com conforto e viagens.

Com menos capacidade de consumo, mas com uma relação intuitiva em relação às novas tecnologias, a geração dos nativos digitais aderiu ao comércio eletrónico. Uma geração em que o primeiro telemóvel é um smartphone, com todas as apps que remetem para o conforto e resolução de problemas.

A Europa não tem parado de perder terreno para um gigante como a China, todas as suas empresas mais promissoras acabam por ser compradas, nunca chegando a desenvolver-se plenamente na Europa. Na última década, enquanto a China apostava no comércio eletrónico, a Europa apostou em patentes, tentando proteger a sua propriedade intelectual, mantendo a liderança apenas no fabrico automóvel e nos produtos de luxo.

O futuro das empresas portuguesas.

 As empresas devem informar-se das medidas de incentivo dentro do programa de governo, sendo que uma delas é particularmente importante – vale industria 4.0. Destinado a pequenas empresas sem presença digital, como forma de incentivo à criação de um site, campanha ou aquisição de software digital. As empresas devem aprender a gerir esses conteúdos e plataformas, sem dependerem de empresas externas.

Um dos elementos mais valiosos para as empresas, são os cérebros ou a capacidade criativa e inovadora das pessoas. Portugal não está ainda em condições de atrair cérebros, e nos últimos anos chegou a incentivar a saída de alguns dos elementos mais promissores. As remunerações pagas em Portugal são baixas e as empresas terão de mudar substancialmente, antes de conseguirem suportar outra politica de remuneração.

 Défice educacional.

Existe um problema profundo de baixa escolaridade, de défice educacional seja a nível de empresários, clientes, políticos, ou de plateias. A pouca preparação da população leva a que sejam menos permeáveis às novas tecnologias.

Participar em conferencias, eventos sobre estas questões são uma forma de conseguir um pouco mais de preparação. Sendo um mundo novo que se apresenta, vão ser cometidos erros pelos CEO, e não existem guias sobre como adaptar e incorporar as novas tecnologias.

Em Portugal temos muitas startups, e algumas empresas que estando em áreas tradicionais como no sector têxtil ou na agricultura, incorporam as novas tecnologias no seu quotidiano. Empresas agrícolas em que drones analisam a necessidade de rega ou empresas têxteis que personalizam produtos de acordo com o desejo dos clientes.

Em conclusão.

Esta mudança profunda, vem abrir espaço e apetência para tudo o que é humano, para experiências em que se sinta emoção e sentimento, como concertos ao vivo. Um gosto por séries limitadas de produtos, um apresso pelo que parece único e irrepetível. É necessária uma postura de irreverência, pensar em “Tudo o que fazemos melhor que uma máquina” e arriscar, porque se hesitarmos, outros irão ganhar o produto ou o mercado.

Veja o vídeo integral da conferência de João Vasconcelos, e consulte a nossa página sobre o evento Sage Sessions.

Para ler a primeira parte do artigo consulte este link.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Faturação

Como tornar o e-mail marketing mais eficiente

A maior parte das empresas não se apercebe de como o e-mail é uma forma de comunicar pessoal e como tal deve adequar-se ao público a que se dirige. Neste artigo vamos ver algumas sugestões de como personalizar os e-mails e alcançar melhores resultados.

As empresas devem tentar criar e-mails calorosos e pessoais, inserindo informação que tenha alguma relação com os interesses particulares, algo impossível de ser atingido pelo Spam.

O campo do endereço.

Depois de terem decidido o endereço, devem manter a mesma formulação. Procurem experimentar várias denominações e questionem pessoas à vossa volta sobre a mais fácil de memorizar. Em geral as empresas são beneficiadas por uma atitude de simplicidade, evitem complicar excessivamente o nome que segue no e-mail.

Um assunto provocador.

O sucesso ou o fracasso dependem do contexto e da relação que conseguem estabelecer com os destinatários. A ideia principal é criar suficiente curiosidade para se sentirem tentados a abrir o e-mail.

Uma boa história – storytelling.

Até o negócio mais aborrecido com uma dose de humor se pode transformar em cativante, e uma das formas é através do storytelling. Pegar em estereótipos ou ideias que podem parecer negativas, transformando essa informação em algo de positivo.

Manter viva a memória.

Uma sequência de e-mail cria uma ligação com o consumidor, envios em sequencia entre 3, 5 ou 7 dias costumam resultar bem. Depois de finalizar a sequência de envios, diminuir o ritmo de envio, mas continuar a enviar numa rotina mais espaçada.

É natural que entre 3 a 10% dos destinatários deixem de subscrever. Se o número das desistências for superior, então é natural que as mensagens não estejam em sintonia com o que é considerado relevante pelos consumidores.

O e-mail também pode ser uma forma de diminuir as devoluções, informando sobre como utilizar o produto de uma forma mais eficiente, e partilhando informações que podem ter escapado ao comprador.

Manter a relevância dos conteúdos.

Há que selecionar na lista de contactos quem pode efetivamente interessar-se por cada tipo de conteúdo ou produto, evitando bombardear toda a lista com conteúdos que não são relevantes para esses consumidores.

Um marketing inteligente, cria dentro da lista de contactos, outras listas de acordo com interesses.

Um toque humano.

Utilizem o e-mail para mostrar que por detrás da empresa existe uma pessoa, e como tal deixem a vossa personalidade transparecer nas comunicações. É mais fácil memorizar uma empresa com um rosto humano, dando-lhe assim um sentido e credibilidade superior.

Comunicar melhor com os clientes.

O software da Sage 50cloud com Online Access permite aceder aos dados dos vossos negócios a partir de qualquer dispositivo, incluído a mailing list. Este software integra o Office 365 e permite uma maior conetividade com clientes e fornecedores.

Estejam sempre prontos para partilhar informação relevante com os seus potenciais consumidores, siga os nossos conselhos e aumente a eficácia da vossa comunicação.