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Corporate Governance: uma realidade incontornável para as empresas de hoje

Em tempos de grandes e rápidas mudanças, as empresas procuram assumir modelos organizacionais que tragam uma maior rentabilidade para os seus acionistas, neste artigo vamos ver o que significa o conceito Corporate Governance e como se tornou incontornável.

Em que consiste o Corporate Governance?

Corporate Governance consiste num sistema em que as sociedades são dirigidas e monitoradas, envolvendo os acionistas e conselho de administração, gestores, e conselho fiscal com a finalidade de aumentar o valor da sociedade, facilitando o acesso a capital.

Consiste na adoção de um conjunto de práticas para a melhoria dos processos na empresa, maior integração entre os ramos hierárquicos, e o aumento da transparência na prestação de contas a acionistas.

Minimizar riscos.

Desta forma contribui-se para minimizar os riscos presentes em qualquer investimento numa organização. Conceito com origem nos Estados Unidos e no Reino Unido, acabou por se tornar global.

Dificilmente as empresas médias e grande escala, serão consideradas um bom investimento, se não integrarem este conceito na sua organização.

Novos tempos paras as empresas.

Corporate Governance é um conceito fundamental para empresas de média e grande escala, da mesma forma que um software de ERP se tornou essencial para o crescimento. Um software de ERP como Sage X3 proporciona uma gestão mais eficaz e flexível a nível financeiro, na gestão de stocks, e na produção.

Conseguir prosperar num momento tão competitivo para empresas, com projetos a nível global, é fundamental considerar a aplicação de conceitos como o Corporate Governance, e aproveitar toda a vantagem tecnológica que os sistemas de gestão integrada permitem.

Há que continuar sempre a acompanhar a inovação, atentos ao desenrolar de melhores práticas de gestão, assim como das novidades que a revolução digital não para de nos revelar.

Faturação

Quais os elementos fundamentais para o sucesso de uma startup?

Quando analisamos casos de startups que foram bem sucedidas e casos de insucesso, claramente conseguimos destacar 5 fatores. A ideia inicial, a equipa que vai colocar em prática, o modelo de negócio escolhido, o financiamento e o timing.

Normalmente veneramos a ideia, tendemos a valorizar a criatividade e a forma como algumas pessoas resolvem problemas  que a maioria de nós, não sabia ter. Uma equipa de confiança e que tenha algum poder de adaptabilidade  à realidade é essencial.  Perante a realidade dos consumidores é importante fazer adaptações nos primeiros tempos.

O modelo de negócio embora importante para o sucesso, pode ser definido e adaptado num segundo momento e o financiamento é obviamente relevante, embora não seja tanto uma questão de valor. Por último, o timing da ideia. Há que analisar vários indicadores de forma a avaliar se estão reunidas as condições necessárias para que a ideia triunfe.

O principal fator para o sucesso.

Por estranho que parece o principal fator para o sucesso é o timimg. É mais fácil percebermos como o sentido de oportunidade é fundamental se analisarmos alguns casos reais.

Airbnb é uma das empresas melhor sucedidas nos últimos anos, e no entanto foram muitos os investidores que se recusaram a investir. A quase todos pareceu estranho que pessoas estivessem dispostas a alugar espaço em suas casas a estranhos e o timing em que a empresa se lançou foi decisivo.

A empresa surge no inicio da crise econômica, e a necessidade de rendimentos extra fez com que muitas pessoas colocassem de lado as possíveis objeções. Da mesma forma a Uber surge numa altura em que desemprego e perda de rendimentos permitiram que existissem muitas pessoas disponíveis para trabalhar por um rendimento extra.

Um exemplo de fracasso é a empresa Z.online dedicada ao entretenimento .A empresa surge em 1999e em 2003 encerrava. A internet ainda não chegava a tantos lares e o visionamento de videos trazia alguns problemas técnicos mais tarde resolvidos. Em 2005, apenas dois anos depois surge a empresa YouTube e em apenas um curto espaço de tempo a internet chegava a 50% das casas nos Estados Unidos.

Contar com software de faturação adaptável à escala da empresa, e a com a ….

Analisar as condições.

Seja qual for o projeto, há que analisar todos os indicadores forma objetiva, perceber se os consumidores estão preparados e as condições reunidas. Resistir ao impulso de dar forma a boa ideia, se o timing não for o certo.

 

 

Faturação

Subir os preços: cinco passos para não perder os clientes  

Na vida de um pequeno negócio, surge um momento em que mesmo com o sucesso do projeto, se torna inevitável a subida dos preços, motivado por aumentos com custos ou taxas.

Neste artigo vamos sugerir cinco passos para não alienar clientes ao proceder a este aumento. Se o aumento é uma consequência de um aumento de alguma taxa ou imposto, é natural que os clientes sintam alguma empatia, e percebam que é algo inevitável.

A franqueza é sempre preferível, tenham um discurso franco, assumindo claramente o aumento. Pode ser uma explicação online, ou no espaço físico da loja, explicando os motivos com clareza. O anúncio deve ter alguma antecedência de forma a não tomar os clientes de surpresa, e até permitindo que aproveitem para adquirir alguns bens, antes que encareçam.

Planifiquem cuidadosamente, analisando o aumento dos custos e quais as implicações nos próximos anos. O aumento dos preços deve ter em conta esta realidade, de forma a não aumentarem novamente os preços nos próximos tempos. Um programa de faturação permite analisar de forma eficaz, acompanhando os gastos no dia à dia, e criando relatórios de gestão.

Procurem criar ofertas complementares, sem aumentar os vossos custos. Pequenos gestos que agradem aos clientes, e tornem mais fácil a aceitação do aumento dos preços.

Pesquisem a concorrência, observem se também estão a aumentar os preços de forma semelhante. E se for possível coloquem os vossos produtos um pouco mais baixos, obtendo preços competitivos.

Criem um pack de serviços com desconto. Esta opção costuma ser bem sucedida, os serviços oferecidos têm todo um pequeno desconto, mas ao serem adquiridos em conjunto, a empresa recebe um valor superior à venda de cada serviço individualmente.

 

Contabilidade

Pagamento Especial por Conta

No fecho de contas de 2016 devemo-nos preocupar em relevar na contabilidade os pagamentos especiais por conta (PEC) nos períodos em que os mesmos foram efetuados. A razão desta preocupação prende-se com a alteração do art.º 93º do Código do IRC.

Em 2014, com a Reforma do IRC, pelo art.º 93º passou a ser possível deduzir à coleta, caso ela exista, o PEC até ao 6.º período de tributação seguinte.No entanto, a Lei que aprovou a Reforma do IRC vem determinar que esta alteração só produz efeitos para os PEC´s efetuados a partir de 2014.

Sendo assim, que PEC`s se podem deduzir à coleta do IRC de 2016 apurada no quadro 10 da declaração Modelo 22 a entregar até 31 de maio de 2017?

Na versão do art.º 93º do CIRC antes de 2014, o prazo para dedução do PEC era até ao 4º período seguinte. Após 2014, o prazo passou a ser até ao 6º período seguinte, pelo que o PEC efetuado em 2012 só pode ser deduzido até 2016.

Exemplificando, suponhamos que a empresa X efetuou em 2012 € 1.000 de PEC. Nos anos seguintes, apenas em 2015 teve coleta no valor de € 500, pelo que nesse ano deduziu parte do PEC.

Se em 2016 tiver uma coleta de € 2.000 deve deduzir primeiro os remanescentes € 500 de PEC efetuado em 2012 e só depois deduzir os PEC`s eventualmente efetuados em 2013 e 2014.

Será pois pertinente que no fecho de contas de 2016 se elabore uma “conta corrente dos PEC`s” efetuados por período de tributação de modo a não deixar “caducar” o prazo para deduzir os PEC`s mais antigos.

 

Lisboa, abril de 2017

 

 

 

 

 

 

 

 

Dr. Bruno Lagos – Licenciado em Organização e Gestão de Empresas; Mestre em Auditoria Contabilística; Nos últimos 25 anos técnico superior na Administração Fiscal Portuguesa.

 

Gestão de Empresas

Fluxo de caixa: como crescer?

Entre os muitos desafios que um empresário enfrenta, a grande maioria cita o fluxo de caixa como o maior obstáculo na gestão de uma empresa bem-sucedida. O fluxo de capital num negócio é uma inevitável parte da operação: existem estratégias para se prepararem para dificuldades neste campo.

Qual o maior problema com o fluxo de caixa?

  • É frequente nas pequenas e médias empresas não monitorizar diariamente os valores a receber e a pagar. Ou seja, há um grande foco nas vendas (e nas despesas) e, por vezes, os recebimentos (ou aos prazos de recebimento) são deixados para segundo plano. É muito importante conseguir crescimento nas vendas e prestação de serviços para fazer face às despesas da empresa e crescer, mas também é importante controlar o recebimento dos clientes (controlar os prazos de recebimento) de modo a cumprir todas as obrigações.

O que fazer em relação a isso?                         

  • Definir prazos de recebimento das vendas aos seus clientes e monitorizar os resultados periodicamente.
  • Definir benefícios aos clientes que efetuam compras a pronto pagamento.
  • Utilizar um software integrado de gestão (ou ERP) que facilita o dia-a-dia dos empresários na gestão de tesouraria das suas empresas. Parametrizando o ERP à realidade de cada empresa, criando várias categorias de despesas/pagamentos e receitas/recebimentos, definindo os prazos de pagamento por tipo de clientes, criando alertas de proximidade para prazo de recebimento e pagamento e de incumprimento, bem como o bloqueio de conta por incumprimento. Tudo isto facilitará a gestão da tesouraria dos empresários, e a Sage Business Suite é uma excelente opção. Sendo que algumas das funcionalidades da ferramenta são a execução, controlo e gestão de todos os processos da empresa – desde as compras à produção, gestão de stock, vendas, assistência ao cliente, até às finanças.
  • Outra opção é a contratação de um serviço de factoring. Factoring é uma atividade que consiste na cedência dos créditos comerciais de curto prazo por parte de uma empresa (Aderente), a uma instituição financeira (Factor) referente às vendas a crédito de bens e/ou serviços efetuadas aos seus clientes (Devedores).

As pequenas e médias empresas são o motor que alimenta a economia e um ambiente com limitações ao financiamento complica a obtenção de capital. Considerando isto e tendo em conta que é o fluxo de caixa um dos pilares do sucesso das pequenas e médias empresas, é vital que os empresários se munam de ferramentas que ajudem a manter as contas em ordem, o fluxo de caixa atualizado e as possibilidades de financiamento em aberto: tudo pelo crescimento dos vossos negócios!