Browsing Tag

Sage

Sage Faturação

Alterações à obrigatoriedade de emissões de faturas

O Decreto-Lei n.º 28/2019 trouxe em fevereiro de 2019 algumas alterações à obrigatoriedade de emissão de faturas. Vamos rever o que muda.

Utilização de Sistema de faturação certificado

Em 2019, os sujeitos passivos com sede, estabelecimento estável ou domicílio em território nacional com volume de negócios igual ou superior a 75 000€ são obrigados à utilização de programa informático certificado pela Autoridade Tributária (“AT”) para a emissão de faturas. Em 2020, passará a ser a partir de 50 000€. Garanta o cumprimento desta necessidade com uma das soluções de Faturação Sage.

Limitação da dispensa de emissão de fatura

A possibilidade da dispensa de emissão de fatura tornou-se mais limitada, pois cingira-se à prestação de determinados serviços: as prestações de serviços de entradas em bibliotecas, arquivos, museus, galerias de arte, castelos, palácios, monumentos, parques, perímetros florestais, jardins botânicos, zoológicos e serviços prestados por sujeitos passivos que exerçam a atividade económica de diversão itinerante, quando seja emitido um bilhete de transporte, ingresso ou documento comprovativo do pagamento (altera o artigo 40.º do CIVA).

Dispensa de impressão de faturas em papel ou da sua transmissão via eletrónica

No caso das faturas serem comunicadas em tempo real, através de um webservice, a impressão de faturas em papel é dispensada, desde que o consumidor final o solicite e indique o seu NIF. A transmissão por via eletrónica para o adquirente ou destinatário também fica dispensada, sempre que este não seja sujeito passivo. No entanto, se for solicitada, a fatura não pode ser recusada.

 

Sage Faturação

Como calcular custos de armazenamento

Em atividades de negócio que exijam logística, surge a necessidade de alocar verbas e local para armazenamento. Cada caso é um caso e cada negócio necessita de calcular os seus custos de armazenamento.

O custo de armazenamento, ou seja, o preço de manter produtos armazenados por um determinado período, é um valor a considerar sobre produtos ou matéria-prima que são armazenados após produção ou compra. No entanto, nem todos os produtos são iguais. Alguns são perecíveis e exigem condições de temperatura específicas. Outros exigem formas de armazenamento mais inusitadas ou ainda são mais propensos a perdas, roubos ou estragos devido a sensibilidade. Podem ainda acrescentar-se custos de transporte, dentro do mesmo armazém, e custos de iluminação e ventilação, por exemplo.

Comecemos por contabilizar o valor bruto da mercadoria em stock, que, caso não existisse, seria um valor aplicado no mercado financeiro, a gerar lucro para o negócio. Quando os produtos são requisitados, existem custos com os colaboradores cuja função é processar esses mesmos pedidos. Que também podem exigir embalagens para o transporte. Ainda devemos contabilizar o trabalho dos profissionais de logística e administrativos que fazem acontecer todos os movimentos.

Por isso, ao calcular o custo de armazenamento de produtos, considerem os seguintes fatores:

  • Aluguer de armazém ou custos de armazém próprio;
  • Serviços (água, eletricidade, etc);
  • Manutenção do espaço e de equipamentos;
  • Custo de mão-de-obra;
  • Materiais de armazenamento (paletes) e de transporte (embalagens);

Armazenamento exige gestão de inventários, para que os movimentos de produtos nunca impliquem irregularidades de stock. Invistam numa solução Sage que apoiará estes processos.

Equacionem as vossas entregas e movimentos de mercadoria de forma eficiente, para pouparem com custos operacionais. A correta análise de vendas indicar-vos-á o stock certo a assegurar, sem que ocupem espaço de armazém a prejuízo. Invistam na organização física do espaço de armazenamento para evitarem danos e perdas de produto.

 

Contabilidade

IRS – Modelo 3 – DECLARAÇÃO DE IRS DE 2018 A ENTREGAR EM 2019 – ANEXOS C, D e E

A declaração de IRS, relativa a rendimentos de 2018, a entregar em 2019, foi objeto de várias alterações.

Na sequência do anterior apontamento hoje abordaremos as alterações ocorridas no ANEXO C, D e E.

Devemos referir, em primeiro lugar, que o prazo de entrega da declaração (Modelo 3), este ano, decorre nos meses de Abril, Maio e Junho.

IV – ANEXO C – RENDIMENTOS EMPRESARIAIS E PROFISSIONAIS AUFERIDOS POR SUJEITOS PASSIVOS TRIBUTADOS COM BASE NA CONTABILIDADE ORGANIZADA 

IV.1 – Quadro 3B – Estabelecimento estável

Este quadro passou a ser de preenchimento obrigatório, independentemente de o sujeito passivo ser residente ou não residente.

 

IV.2 – Quadro 4 – Apuramento do Lucro Tributável (obtido em território português)

 O art.º 59.º- I ao EBF, que prevê uma majoração para os gastos do período relativo a obras de conservação e manutenção dos prédios ou parte de prédios afetos a lojas com história, reconhecidas pelo município como estabelecimentos de interesse histórico e cultural ou social local e que integrem o inventário nacional dos estabelecimentos e entidades de interesse histórico e cultural ou local, para identificação desta majoração procedeu-se à criação do “Campo 474 – Gastos do período relativos a obras de conservação e manutenção dos prédios ou parte de prédios afetos a lojas com história,  devendo ser inscrito neste campo o valor da majoração correspondente a 10% do montante contabilizado como gasto do período.

Nestas situações devem também serem identificados os imóveis em causa no novo Quadro 11-D deste anexo.

 

IV.3 – Quadro 7 – Alienação/desafetação e/ou afetação de direitos reais sobre bens imóveis

Procedeu-se ao ajustamento da designação deste quadro, tendo sido também criados/ajustados os respetivos códigos nas instruções de preenchimento para identificar as operações possíveis, de forma a permitir o correto enquadramento das mesmas, em termos idênticos aos do Quadro 8 do anexo B.

 

IV.4 – Quadro 11D – Identificação dos imóveis qualificados como “Lojas com História” – Lei n.º 42/2017, 14 de junho

Na sequência do aditamento do novo campo do Quadro 4 (campo 474), foi criado o Quadro 11D, destinado à identificação dos imóveis relativamente aos quais foram contabilizados gastos no período respeitantes a obras de conservação e manutenção dos prédios ou parte dos prédios afetos a lojas com história, devendo ser inscrito na coluna “Gastos contabilizados” o valor contabilizado como gasto do período.

 

V – ANEXO D – IMPUTAÇÃO DE RENDIMENTOS DE ENTIDADES SUJEITAS AO REGIME DE TRANSPARÊNCIA FISCAL E DE HERANÇAS INDIVISAS

V.1 – Quadro 4B – Heranças Indivisas – Estabelecimento estável

Aperfeiçoou-se o modelo de impresso, com a criação do Quadro 4B – “Heranças Indivisas – Estabelecimento Estável”, de modo a que seja possível indicar para cada uma das heranças indivisas se a atividade é exercida ou não através de estabelecimento estável.

 

V.2 – Quadro 9 – Deduções à coleta

Aperfeiçoou-se o modelo de impresso alterando este quadro no sentido de permitir a identificação de outras deduções à coleta que devam ser imputadas aos sócios das sociedades de simples administração de bens, que não sejam pagamentos por conta e benefícios fiscais, designadamente o Adicional do IMI. Em conformidade, foram alteradas as instruções de preenchimento tendo sido introduzidos dois códigos de dedução, a saber: “01 – Dedução do Adicional ao Imposto Municipal sobre Imóveis (AIMI)”; “02 – Outras deduções.

 

VI – ANEXO E – RENDIMENTOS DE CAPITAIS

VI.1 – Quadro 4 – Rendimentos obtidos em território português (instruções)

Na sequência do aditamento ao Estatuto dos Benefícios Fiscais do artigo 43.º-B (Incentivos à recapitalização das empresas) e do artigo 59.º-G (entidades de gestão florestal e unidades de gestão florestal), procedeu-se a alterações nas instruções de preenchimento deste anexo com a criação dos seguintes dois novos códigos que se destinam à indicação da natureza dos rendimentos:

“E33 – Lucros brutos colocados à disposição de sujeitos passivos que detenham uma participação social em sociedades que se encontrem na condição prevista no artigo 35.º do Código das Sociedades Comerciais, a favor das quais realizaram entradas de capital em dinheiro (artigo 43.ºB do EBF)”;

“E34 – Rendimentos distribuídos no âmbito da gestão de recursos florestais por entidades de gestão florestal (EGF) e unidades de gestão florestal (UGF) – n.ºs 2 e 14 do artigo 59.º-G do EBF”.

 

Fonte: Ofício Circulado N.º: 20207 2019-03-13

Lisboa, 8 de abril de 2019

Bruno Lagos


Bruno Lagos, Licenciado em Organização e Gestão de Empresas; Mestre em Auditoria Contabilística; Nos últimos 25 anos, técnico superior na Administração Fiscal Portuguesa.

 

 

 

 

 

 

Sage Enterprise Management

5 formas de manter os vossos colaboradores felizes

Há muitas peças no puzzle do negócio de sucesso. Uma das mais importantes é a satisfação dos vossos funcionários. Colaboradores felizes e envolvidos são mais produtivos e dedicados a dar o seu melhor. Por isso, façam uma pausa e considerem como podem maximizar a satisfação da vossa equipa.

  1. Paguem os ordenados a tempo

Enquanto empregador, esta é uma parte essencial do vosso lado do contrato de trabalho. Os vossos colaboradores esperam receber a tempo, por inteiro e sem problemas. A automatização de processamento de ordenados diminuirá o erro humano e trará mais eficiência. É fundamental que considerem soluções que contemplem esta necessidade.

  1. Estudem os dados oferecidos pelos vossos colaboradores

Devem compreender quem empregam e aquilo que os incentiva. Apostem em sistemas de gestão de força de trabalho e de tecnologias de análise de dados, com o intuito de ganharem conhecimento sobre necessidades e feedback dos vossos colaboradores. A partir daí, tornar-se-á mais fácil implementar alterações que ajudem o trabalho, ou reforcem equipas, ou ofereçam formação, de acordo com a informação direta da fonte: os vossos funcionários. Vão ganhar lealdade.

  1. Coloquem os colaboradores nas funções certas

Todos queremos trabalhar onde sentimos que fazemos um impacto positivo para o negócio e onde podemos utilizar as nossas competências. Sistemas de automatização podem libertar muitas funções de tarefas demoradas e oferecer tempo para facetas mais humanas e valiosas do vosso trabalho. Por isso, ouçam as questões dos vossos colaboradores sobre potencial desperdiçado e redesenhem equipas ou proporcionem formação, para que todos possam seguir a sua paixão.

  1. Criem a vossa comunidade de trabalho

As vossas equipas passam muito tempo em conjunto e, por isso, é ideal que haja bem-estar no local de trabalho e entre todos os colaboradores. Encorajem o trabalho colaborativo e assegurem as ferramentas necessárias para que a comunicação circule escorreitamente.

  1. Revejam os vossos benefícios

A retenção de talento é um processo proativo. E não devem esquecer: a remuneração financeira nem sempre é o fator decisivo. Considerem o que interessa aos vossos colaboradores – e potenciais colaboradores – hoje em dia. Podem ser: trabalho remoto ou com horários flexíveis, oportunidades de desenvolvimento profissional ou o ambiente e cultura da vossa empresa. Devem apontar para estabelecer um equilíbrio entre incentivos e prioridades do negócio.

 

Gestão de Pessoas

Os benefícios e dificuldades de avaliações de desempenho

Uma avaliação de desempenho é a melhor forma de analisar a performance de um colaborador, permitindo celebrar os seus sucessos e planear formas de melhoria. O objetivo mais prático deve ser de maximizar o seu desempenho, para benefício tanto do colaborador, como para a empresa.

Como fazer a avaliação de desempenho ideal

Uma avaliação correta e eficaz oferece feedback de valor sobre desempenho concreto e reconhece o esforço no período de tempo que está a ser avaliado. É também um momento para clarificar quais as expetativas sobre o seu trabalho, identificar necessidades de formação e compreender quais os planos e aspirações do colaborador, no futuro. Numa conversa franca, ao discutirem soluções que funcionaram e problemas com os quais se depararam, estarão a fortalecer a relação humana com o vosso colaborador e surgirão muitas oportunidades para reconhecer potencial.

Com uma solução de Gestão de Recursos Humanos Sage, pode agilizar a calendarização de formação e registos históricos de colaboradores, na Cloud, com toda a segurança e acessibilidade.

Trabalho não deve ser apenas avaliado antes desta época

Não encarem, no entanto, uma avaliação de desempenho como o único momento de comunicação. Transmitam informação sempre que surja desempenho fraco e ofereceram sempre críticas construtivas, de forma a não desmotivar. Por outro lado, mantenham discussões salariais separadas de avaliações de desempenho para que essa conversa não se torne o foco.

Delineiem objetivos

A melhor prática para garantir o sucesso do vosso negócio é a instituição de objetivos. Não devem criar demasiados objetivos pois pode levar a desorganização e a uma má priorização dos mesmos.

Utilizem a abordagem S-M-A-R-T, que ajuda a desenhar objetivos de forma a permitir que sejam cumpridos.

  • Specific, ou seja, específico: os objetivos devem ter uma definição clara para que os colaboradores saibam identificar progresso e sucesso;
  • Measurable, ou seja, mensurável: incluam forma de calcular o progresso;
  • Attainable, ou seja, atingível: os objetivos devem ser realistas, para gerarem resultados e não alimentarem desmotivação;
  • Relevant, ou seja, relevante: os vossos colaboradores devem compreender o propósito de cada objetivo dentro da estratégia do vosso negócio;
  • Time-bound, ou seja, com prazo: estabeleçam um limite saudável para o cumprimento dos objetivos, que ajudará a planear processos.