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Cristina Ferreira: da televisão para as empresas – Sage Sessions

No passado mês de novembro, a Sage recebeu Cristina Ferreira, apresentadora de televisão e empresária de sucesso, no evento Sage Sessions. No artigo de hoje vamos recordar este momento.

Cristina Ferreira: da televisão para as empresas.

Questionada sobre o que a levou a deixar a segurança da apresentação televisiva para se lançar no mundo empresarial, Cristina Ferreira conta como a figura de um tio a influenciou profundamente. Apesar de não saber ler nem escrever, o seu tio conseguiu acumular fortuna graças a uma forte intuição para os negócios.

Metendo as mãos na massa, Cristina Ferreira trabalhou numa loja de roupa onde dedicou alguma atenção a perceber a gestão da loja. Quando começou a fazer apresentação televisiva, era muitas vezes questionada sobre a roupa que vestia. Foi nesse momento que pensou em abrir uma loja onde pudesse vender as peças que usava.

Lidar com o insucesso.

Cristina não renega as experiências empresariais negativas do passado, não hesitando em afirmar que já teve a sua quota parte de fracasso. “Não se demorem com o que corre mal”, aponta. Aconselha, sobretudo, que não se preste demasiada atenção ao insucesso. Aprender com a experiência, mas deixar no passado a tristeza. Fundamentalmente, defende a importância de manter uma atitude positiva, procurando sempre encontrar soluções para os problemas.

O papel do digital e outros contributos para o sucesso.

O digital ganhou espaço nos seus negócios quando percebeu que o seu público espalhado pelo mundo desejava adquirir os produtos que vendia e começou a apostar no comércio online. A utilização de um software de Sage veio simplificar a vida da Cristina Ferreira, sempre atenta aos negócios apesar de dispor de uma equipa de qualidade.

3 conselhos para empresários.

Convidada a dar três conselhos aos empresários presentes na Sage Sessions, Cristina começa por apontar a importância de arriscar. Tudo o que implica novidade ou uma estreia contém risco, mas o risco é uma parte inevitável de ser empreendedor.

Refere que devemos estar atentos a tudo o que nos rodeia, sejam novas tecnologias ou novas ideias, e às possibilidades que se abrem com cada uma delas. Por último, escolher os parceiros certos, contar com uma boa equipa e reconhecer o seu valor, oferecendo-lhes espaço e condições para crescer.

Veja o vídeo integral da entrevista de Cristina Ferreira, e dos outros participantes do evento Sage Sessions, aqui.

 

 

RGPD Sage Sessions

Sage Sessions – O impacto do RGPD (2ª parte)

Continuamos com a segunda parte do artigo sobre a esclarecedora intervenção de Daniel Reis, sócio partner da PMLJ Advogados sobre o novo Regulamento Geral de Proteção de Dados, que entra em vigor no próximo dia 25 de maio.

Aplicação diferenciada entre grandes empresas e PME?

Uma das questões mais comuns, é se existe uma diferenciação no regulamento em relação a grandes empresas e PME. Embora não exista uma diferença relativa à escala da empresa, existe diferenças que se baseiam no risco.

As empresas que lidam com menos dados pessoais, colocam menos dados sensíveis em risco e como tal, têm menos procedimentos a adaptar. Um pequeno cabeleireiro que tem acesso a alguns dados dos seus clientes, terá menos dados a proteger, que um banco que processa os dados de milhares de clientes.

Dimensão jurídica.

As empresas estão divididas em silos verticais, em que as diferentes áreas estão separadas. A não ser pela administração e estratégia, não existe uma visão horizontal. Áreas distintas como Recursos Humanos, IT, ou Marketing tratam dados pessoais, e é necessário acompanhar estes procedimentos em detalhe, em cada departamento.

Regras de consentimento.

Até agora o consentimento tem sido pedido pela negativa, e esta forma passa a ser ilegal. Também estamos habituados a pedir consentimento num texto que agrega diferentes pontos. Com o RGPD, os consentimentos devem ser separados, e se não é difícil fazer a distinção no texto, o desafio consiste em garantir que o sistema informático consegue distinguir estas diferentes respostas, e que terá procedimentos que permitam a revogação a qualquer momento.

Encarregado de Proteção de Dados.

Com o RGPD surge a figura do encarregado de proteção de dados, responsável em cada empresa pelo cumprimento do regulamento. Passa a existir a obrigação de notificar publicamente, sempre que exista algum roubo ou quebra de sigilo relativo a dados pessoais no poder da empresa.

Se antes eram principalmente as empresas ligadas a IT e na área da saúde que se preocupavam com este tema, agora todas as empresas se devem preocupar com a implementação destas regras. para saber mais sobre este tema, consulte a nossa página e inscreva-se no webinar gratuito.

Para ler a primeira parte do artigo, consulte este link.

 

Declaração de Isenção de Responsabilidade da Sage

A informação contida nestes artigos tem uma finalidade meramente informativa. Não é nem deve ser entendida como aconselhamento jurídico. Não queremos deixar de reforçar que nada substitui as diligências de averiguação aprofundada e de procura de aconselhamento jurídico pelos próprios clientes, caso não estejam seguros das implicações que o RGPD terá nas suas empresas. Apesar de termos envidado todos os esforços para que a informação fornecida nestes artigos seja correta e atualizada, a Sage não pode garantir o seu caráter exaustivo e exato, uma vez que a informação é facultada do mesmo modo que foi disponibilizada, sem quaisquer garantias expressas ou implícitas. A Sage não aceita qualquer responsabilidade por erros ou omissões e não será responsável por qualquer prejuízo (nomeadamente, prejuízo pela perda de clientela ou lucros cessantes) emergentes de contrato, responsabilidade civil ou outro devido à utilização ou confiança depositada nesta informação, ou devido a qualquer ato ou decisões tomadas em virtude da utilização desta informação.

 

RGPD Sage Sessions

Sage Sessions – Daniel Reis explica o impacto do Regime Geral de Proteção de Dados

Daniel Reis, sócio partner PLMJ Advogados, esteve na Sage Sessions de Lisboa para uma apresentação sobre o novo Regulamento Geral de Proteção de Dados. Foi um momento profundamente esclarecedor, sobre um dos temas do momento.

O RGPD foi aprovado em 2016 e a data da sua implementação aproxima-se, no dia 25 de maio deste ano todas as empresas devem estar preparadas. Este período de adaptação de quase dois anos, é invulgarmente longo em termos legislativos, mas foi criado devido às alterações serem significativas, dando tempo às empresas para se prepararem.

Este regulamento veio revogar uma diretiva, dando mais eficácia. Um regulamento é diretamente aplicável, enquanto que uma diretiva necessita do poder legislativo para ser implementada. Com o regulamento continua a existir um espaço para diferenças locais dentro de cada país.

Três objetivos fundamentais.

Esta lei comunitária tem três objetivos fundamentais, sendo o primeiro a revogação da diretiva anterior, alcançando uma maior harmonização entre os estados membros da União Europeia. A legislação portuguesa sobre este tema datava de 1995, anterior à revolução digital.

O segundo objetivo é tentar acompanhar a realidade com a legislação, tarefa difícil na área tecnológica. E por último, procura-se reforçar os direitos dos cidadãos, dando-lhes o direito de controlarem os seus dados. A divulgação do caso de Edward Snowden serviu de encorajamento aos legisladores, sendo dos poucos casos em que um regulamento na União Europeia ultrapassou uma proposta inicial.

Temas principais.

Não existem grandes alterações a nível dos temas, a definição do que é um dado pessoal, que dados se podem recolher, ou com quem se podem partilhar, não sofreu alterações. No caso de Portugal, há que ter em conta o elevando nível de incumprimento nesta área.

Particularidades do caso português.

Em Portugal podemos destacar três aspetos particulares, num quadro de incumprimento elevado. As empresas recolhem mais dados do que os que necessitam, e nunca procedem à sua destruição. Por sua vez, as consequências na forma de coimas têm valores baixos, e o regulador tem poucos meios para realizar fiscalização.

Estes dois fatores associados geram um baixo nível de maturidade da parte das empresas ao lidar com esta questão.

As coimas no quadro anterior atingiam o seu máximo cumulativo 60 mil euros, enquanto com o novo RGPD, atingem os 20 milhões, ou se for superior, 4% do volume de negócios do grupo empresarial por o período de um ano. No caso de algumas empresas estamos a falar de centenas de milhares ou de milhões de euros.

Um novo principio de responsabilidade.

Uma das principais alterações aplica-se ao principio de responsabilidade, com uma nova exigência de obrigação de demonstração de cumprimento. Falamos de sistemas de compliance, em que as empresas devem recorrer a auditorias e formação.

Antes tudo o que as empresas tinham de fazer, era preencher um formulário simples e pagar uma taxa. Neste momento existe uma forma de autorregulação, em que cada empresa deve conhecer profundamente o tratamento de dados que efetua, e compreender o impacto na vida dos cidadãos.

Deve também proceder à tomada de medidas de segurança e documentar todos os procedimentos. É o chamado privacy by default /privacy by design. Desde de que um produto ou serviço é criado, que no caso de envolver o tratamento de dados, deve ter todas estas questões contempladas. Este artigo terá uma segunda parte, na qual continuaremos a resumir a intervenção de Daniel Reis na Sage Sessions de Lisboa.

Para saber mais sobre RGPD consulte a nossa página e inscreva-se no webinar gratuito.

Para ler a segunda parte do artigo, consulte este link.

 

 

 

Declaração de Isenção de Responsabilidade da Sage

A informação contida nestes artigos tem uma finalidade meramente informativa. Não é nem deve ser entendida como aconselhamento jurídico. Não queremos deixar de reforçar que nada substitui as diligências de averiguação aprofundada e de procura de aconselhamento jurídico pelos próprios clientes, caso não estejam seguros das implicações que o RGPD terá nas suas empresas. Apesar de termos envidado todos os esforços para que a informação fornecida nestes artigos seja correta e atualizada, a Sage não pode garantir o seu caráter exaustivo e exato, uma vez que a informação é facultada do mesmo modo que foi disponibilizada, sem quaisquer garantias expressas ou implícitas. A Sage não aceita qualquer responsabilidade por erros ou omissões e não será responsável por qualquer prejuízo (nomeadamente, prejuízo pela perda de clientela ou lucros cessantes) emergentes de contrato, responsabilidade civil ou outro devido à utilização ou confiança depositada nesta informação, ou devido a qualquer ato ou decisões tomadas em virtude da utilização desta informação.

 

Inovação e Tecnologia

Sage Sessions

No próximo dia 23 de novembro realiza-se a primeira Sage Sessions no Pavilhão Carlos Lopes em Lisboa, com o tema “O Futuro Agora, em Lisboa”.

As Sage Sessions são um espaço para network de empresas de pequenas a grandes com o objetivo comum – crescer e perceber as oportunidades de negócio. Para atingirmos essa meta comum, apresentamos conteúdos relevantes para áreas de negócio, e dicas e inspiração de experts. No centro das atenções a transformação digital como chave para atingir o crescimento.

As boas vindas serão dadas por Josep Maria Raventos – Country Manager Sage Portugal. Seguirá uma conversa com a empresária e apresentadora da televisão, Cristina Ferreira com o tema “À boleia do digital: da televisão para o mundo do empreendedorismo”. Cristina Ferreira falará da sua veia de empreendedora, o que a levou a ir além da apresentação em televisão, e sobre o que a motiva a continuar a lançar-se em novos negócios.

Seguidamente teremos Daniel Reis – Sócio Partner da PLMJ, que nos irá falar sobre “O Impacto do Regime Geral de Proteção de Dados”. Este é um tema que ainda suscita dúvidas devido às suas implicações, a rápida evolução tecnológica e a globalização criaram novos desafios exigindo um quadro de proteção sólido e mais coerente na União Europeia.

Segue-se no programa a apresentação “O que o Office 365 pode fazer pelo seu negócio”, a sua integração com o software Sage 50c abre novas possibilidades de conetividade, que em muito poderão ajudar as pequenas empresas a ser ainda mais efetivas e produtivas.

Para terminar contamos com a presença de João Vasconcelos – Senior Adviser Clearwater International e ex-secretário de Estado da Indústria, que nos irá falar sobre a “Quarta Revolução Industrial”.

Para encerrar teremos um cocktail, oportunidade para mais networking e algumas speed demos dos novos produtos Sage. Assista à primeira edição da Sage Sessions em Lisboa, dê um passo na direção certa, prepare o futuro do seu negócio ao lado da Sage.