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Saber oferecer: presentes para parceiros internacionais

À medida que que o mundo se torna cada vez mais conectado, vários executivos ponderam a internacionalização das suas empresas. Embora a internacionalização implique sempre riscos, vivemos um momento pleno de oportunidades.

Uma das maiores dificuldades reside nas grandes diferenças culturais, que podem gerar mal entendidos. É importante ter algum conhecimento sobre a cultura dos países para onde desejam levar os vossos negócios, nomeadamente sobre toda a etiqueta em redor do ato de oferecer.

Com o aproximar da época festiva do Natal, não é tarde para os empresários que adoptaram uma estratégia internacional, e usam o software Sage X3 planearem as ofertas para os seus clientes.

O significado de um presente.

Uma oferta errada pode significar uma situação de embaraço ou a perda de um negócio. No ocidente, um presente é algo trocado numa ocasião festiva, mas para os empresários japoneses existe alguma formalidade na forma como entregam um cartão pessoal, como se fosse um presente.

Na Europa ou nos Estados-Unidos a troca de presentes é algo de inesperado, excepto quando inserida numa ocasião especial, enquanto na Asia é esperado que exista uma troca de presentes numa relação comercial. A oferta é analisada atentamente, e os líderes japoneses esperam que o presente reflita o valor do relacionamento.

O presente perfeito.

É importante pesquisar antes de escolher o presente certo ao contexto cultural e para o executivo, saber oferecer é uma soft skill. Procurem saber o que é comum ser oferecido, e procurem conhecer a cultura local. Se necessário procurem aconselhamento junto de pessoas com ligação a esse país.

Presentes com origem local.

É mais interessante oferecer um presente com origem na vossa terra natal, especialmente se for algo difícil de arranjar em outros países.

Procurem criar um momento especial, se possível satisfazendo algum desejo manifestado pelo parceiro comercial, ou procurando oferecer algo personalizado. Juntem uma nota manuscrita e um embrulho cuidado, uma oferta também é feita de pormenores. Uma forma de impressionar passa por ligar a oferta aos valores que a empresa personifica.

É essencial lembrar que o objetivo passa por criar ou aprofundar um relacionamento, e que presentes cuidadosamente pensados, são um passo importante na construção de um negócio internacional.

 

 

 

 

 

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O que diferencia os líderes de sucesso: comunicar e inspirar

Muitas vezes nos questionamos como algumas empresas continuam a manter-se criativas e inovadoras ao longo do tempo, questionando o que marca a diferença nestas empresas.

Empresas com mais financiamento, e condições por vezes aparentemente melhores, não atingem os resultados. Se observarmos atentamente, descobrimos um padrão, a existência de um líder por detrás, com capacidades de comunicação muito diferentes dos restantes.

Capacidade de comunicação.

As empresas conseguem facilmente descrever aquilo  que fazem, é algo de que têm plena consciência. Numa segunda fase, descrevem como o fazem, mas muito poucas empresas comunicam os motivos porque o fazem. Por vezes pensamos que a resposta ao porquê reside no lucro, mas este é apenas o resultado do processo.

Nas organizações mais inspiradas, os lideres comunicam de forma inversa, independentemente da sua área. Em vez de descrever o que fazem, as suas qualidades, de uma forma pouco inspirada, concentram-se no motivo por detrás do projeto.

Se analisarmos porque compramos produtos, iremos chegar à conclusão que compramos o porquê e não apenas o produto em si. Compramos a ideia por detrás do produto, o propósito da empresa e queremos estar individualmente associados a esses valores.

Motivos apontados para o fracasso.

Se consultarmos os motivos mais comuns apontados, passam geralmente por pouco financiamento, os recursos humanos errados, ou uma situação desfavorável a nível de mercado. Mas serão mesmo estes os motivos para o insucesso das empresas?

Num mundo em que vários competidores estão igualmente qualificados para produzir os mesmos produtos, o que distingue um empreendimento é a  forma de comunicar, pela ideia de propósito que é transmitida.

Lei da difusão da inovação.

O objetivo não é deve ser fazer negócio com toda a gente que necessita do produto, mas fazer negócio num primeiro momento com as pessoas que pensam da mesma forma, que acreditam nas mesmas coisas.

A lei da difusão da inovação demonstra que 2,5% da população são os chamados inovadores, 13,5% são os primeiros adotar novas tecnologias. Cerca de 34% correspondem à maioria dos utilizadores, e só irão adquirir o produto depois de outros o terem testado. Os restantes só irão adotar nova tecnologia se forem obrigados a tal, pelo desaparecimento da versão anterior do produto.

É fundamental para as empresas apontar para o intervalo entre os 15% e os 18% para depois conseguir a conversão dos restantes. Conseguir estas pessoas passa por lhes dar algo que corresponda à aquilo em que acreditam, que lhes transmita valor como indivíduos.

Software transformador.

Um software como Sage X3 já ultrapassou largamente todas as barreiras, tendo um largo reconhecimento no meio empresarial. Escolher este software significa apostar na solução de gestão empresarial da próxima geração para acelerar o crescimento da sua empresa e gerir uma organização ágil.

Ganhe tempo valioso para ser um líder eficaz e para comunicar de forma inovadora o propósito da sua empresa, um software de ERP certo, é um elemento diferenciador positivo.

 

 

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4 Medidas que pode tomar para proteger a sua empresa numa próxima crise

Costuma-se dizer que existem duas coisas inevitáveis na vida, pagar impostos e morrer, mas outra certeza que podemos ter, é que tudo se transforma. Seja na vida pessoal, sentimental ou profissional, a transformação é sempre uma certeza.

Se trabalhamos na área financeira, os mercados estão sujeitos a grandes mudanças. Quando a economia está deprimida, só pode melhorar e quando está em alta, é uma questão de tempo até descer. A todas estas mudanças um empreendedor tem de estar atento, mas há que aceitar que por vezes nem os grandes analistas são capazes de antever uma crise.

Estar mentalmente preparado.

Em tempos de incerteza, a atitude mental é muito importante. Não entrar em pânico é fundamental para conseguir detetar oportunidades, se necessário recorrendo à prática de meditação ou artes marciais.

Salvaguardar uma situação financeira com liquidez.  

Manter uma reserva estratégica de dinheiro, permite que se aproveitem oportunidades inesperadas. Em caso de crise, é o único valor que conta, os investimentos desvalorizam, como observamos na última crise econômica em relação ao imobiliário.

Diversificar os negócios e apostar em fontes alternativas de rendimento.

A diversificação permite um portfolio de negócios mais equilibrado, se um negócio é afetado por uma situação em particular, negócios em outras áreas podem ter ao mesmo tempo, um outro comportamento oposto.

Com um software de ERP como o Sage X3, podem diversificar as áreas de negócio mantendo todo o controlo. Escolher o Sage X3 significa apostar no crescimento da vossa empresa e gerir uma organização ágil.

Rodeiem-se com as pessoas certas.

Um empreendedor deve apoiar-se em outras pessoas que o possam ajudar a orientar os seus negócios. É importante criar uma rede de contactos, de aconselhamento e partilha de estratégias.

Todos os mercados têm um tempo próprio e apreender a navegar através dos diferentes momentos, é essencial.  A economia vai ser sempre volúvel, e o melhor que um empreendedor pode fazer, é preparar-se, tomando os passos sugeridos neste artigo.

 

 

 

 

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Pode a Microgestão ser uma forma de gestão construtiva?

O termo Microgestão é geralmente aplicado quando o gestor acompanha até o mais pequeno detalhe tudo o que acontece na empresa em vez de observar um quadro mais abrangente. É um termo visto como pejorativo  associado a lideres pouco eficazes obcecados por acompanhar todos os processos e incapazes de de tomar decisões importantes.

Embora este entendimento do termo possa ser quase sempre verdadeiro, a verdade que alguns lideres fazem um excelente trabalho enquanto acompanham de forma próxima todas as operações da empresa.

Acompanhar a empresa, confiar nos funcionários.

Tem de existir confiança sobre em relação aos funcionários mas no caso dos gestores de topo, é importante manterem-se a par, especialmente se o seu investiram muito no sucesso do negócio.

Quando aplicado corretamente micromanaging não é uma questão de estabelecer controlo total. Se comunicarem e entrevirem o tempo todos tomando decisões que cabiam aos colaboradores, estarão a comunicar que não têm confiança nas suas capacidades. Pode ser uma forma de demonstrar autoridade.

É por isso muito importante que desde o inicio comuniquem e demonstrem que não é o caso. Um software de ERP como Sage X3 permite acompanhar de forma próxima todos os processos da empresa, de uma forma natural.

Este software permite um acesso rápido a analise de custos e performance em cada etapa e a um escala global.  Podem acompanhar o progresso das tarefas sem contactarem diretamente com cada empregado , várias vezes por dia.

Comunicar corretamente de forma aberta com os vossos colaboradores, assegura que não estarão a desmoralizar a equipa ao exercer esta forma de gestão.

Beneficios do Micromanaging.

Os benefícios são vários, um deles é ter uma noção mais completa da sobrecarga de trabalho dos colaboradores, o que facilita uma mais eficaz distribuição de tarefas, quando a empresa recebe novos projetos.

Conseguir fazer perceber a cada colaborador qual o seu papel dentro da empresa, de que forma ajuda a empresa a atingir os seus objetivos.

Permite corrigir problemas numa fase inicial, antes que cresçam e se tornem mais difíceis de resolver ou causem prejuízos. No entanto evitem estar em evidência cada vez que algo corre mal, ou é necessária uma intervenção disciplinar e desta forma afastar uma imagem negativa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Globalização: vantagens e desvantagens

Tornar um projeto global, é o desejo de qualquer empreendedor. Dar forma a um modelo de negócio, desenvolve-lo e observar a sua expansão parece ser mais ambicioso sonho de um empresário. Mas devemos questionar se a expansão global, é realmente o objetivo máximo de um negócio e quais as consequências que acarreta.

De certa forma, o mundo parece diminuir em resultado do fluxo de pessoas e bens, em que os acontecimentos têm efeitos muito para além do lugar onde acontecem. Está subjacente a noção de sistemas globais que criam uma moldura para o fluxo de pessoas, bens e capital. Em oposição, muitos apontam para a crescente desigualdade criada pela globalização, por uma não generalização dos benefícios.

Vantagens da globalização.

O aumento do ritmo e frequência das trocas entre países é possível graças às melhorias nos transportes e da tecnologias de comunicação. Barreiras de tempo e espaço desaparecem, e caídos estes obstáculos, as empresas ganham acesso a mercados maiores e novas oportunidades.

Outra vantagem consiste na redução de custos, o custo médio dos produtos baixa e a produção pode ser descentralizada. Os produtos chegam a pontos no mundo onde antes não parecia possível.

Globalização também significa um aumento do comércio. Avanços tecnológicos alteraram a forma como hoje se comunica, com acesso a informações em poucos minutos. O acesso ao conhecimento é maior, a divulgação mais fácil e isso permite que mais pessoas possam beneficiar de novas descobertas cientificas, ou de inovações tecnológicas.

De uma perspetiva financeira, é inegável que a globalização é benéfica. Os investimentos são mais fáceis e alcançam regiões distantes. Também permitiu o inicio da utilização de novos instrumentos financeiros, para empresas e até para governos, integrando diferentes sistemas bancários, criando um sistema bancário global.

Desvantagens da globalização.

Do outro lado, podemos referir que a globalização veio intensificar problemas que já existiam num sistema capitalista. Alguns teórico chegam a afirmar que a globalização afirmar o capitalismo e os seus valores, tentando torná-los dominantes no mundo.

Um processo que beneficia em termos económicos os países desenvolvidos em relação aos países em desenvolvimento, originando um sistema de dependência e subordinação. Com o comércio livre, as multinacionais que apresentam preços mais baixos para seus produtos, com a destruição ou absorção das empresas locais.

Muitos culpam a globalização pela crise financeira de 2008 que começou nos Estados Unidos e rapidamente alastrou para a Europa e para o resto do mundo com consequências muito graves.

Seja qual for a opinião sobre este tema, é inegável que o mundo hoje está interligado, muito para alem das fronteiras nacionais. Este facto torna a tecnologia e as ferramentas digitais parte essencial do processo e nenhuma empresa com ambições de expansão deve contar com um sistema de gestão integrada, em que possa acompanhar a evolução do negócio em tempo real. Para empresas pequenas e médias é importante manter alguma flexibilidade de forma a conseguirem adaptar-se às modificações rápidas.