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Segurança

RGPD

O RGDP entra em vigor hoje: saiba como a experiência dos Clientes pode ser melhorada

O Regulamento Geral de Proteção de Dados entrou hoje em vigor e afeta todos os negócios que tratem dados pessoais na União Europeia. Embora este novo regulamento tenha obrigado a um esforço suplementar por parte das empresas para se adequarem às novas práticas no tratamento de dados pessoais, poderão beneficiar em muito no que diz respeito à melhoria da experiência dos Clientes.

Neste artigo, vamos ver como o RGPD afetará a segurança e o armazenamento de dados, com destaque para a possibilidade de a sua empresa se focar nos Clientes e como isso fará com que lhe sejam mais fieis.

Mudanças no consumo.

A Internet transformou a forma como comunicamos tanto a nível pessoal como a nível profissional. Através de pagamentos, compras ou envio de e-mails, estamos a partilhar online os nossos dados pessoais, sem disso nos darmos conta.

Temos pedido aos consumidores para partilharem os seus dados para os podermos servir melhor, no entanto, sabermos de que várias empresas guardavam os dados pessoais e posteriormente os vendiam a outras aumentou a relutância dos consumidores em partilharem as suas preferências pessoais.

Políticas de segurança.

O RGPD tem como objetivo devolver aos consumidores o controlo dos seus dados pessoais. Passa a haver a possibilidade de aceder aos dados guardados por empresas, de decidir se desejam editar essas informações, ou mesmo de exercer o direito a ver os seus dados apagados de forma definitiva.

A partir de hoje as empresas devem verificar que todos os procedimentos de recolha de dados estão de acordo com o regulamento. Quem recolhe os dados e os processa deve estar informado do novo regulamento e garantir registo de onde os dados estão guardados, como são usados e como podem ser eliminados.

Quando forem solicitados dados pessoais, os clientes devem ser informados da sua finalidade e durante quanto tempo serão guardados. Também têm a obrigação de informar os clientes sobre os seus direitos.

Outro aspeto desta nova abordagem centrada no Cliente relativamente ao armazenamento de dados é que mesmo que os dados sejam obtidos várias fontes, serão armazenados no mesmo local. Temos uma simplificação no o processo de recolha de dados e também a capacidade de identificar e localizar dados quando necessário.

Uma melhor experiência para o Cliente.

Embora os procedimentos devam ser realizados para cumprir o novo regulamento, o RGPD não precisa ser um desafio de conformidade tão grande como as empresas podem equacionar. Na verdade, a introdução do RGPD é uma oportunidade para ganhar os seus Clientes, explicar que dados são necessários, por que são necessários, com quem a empresa compartilhará as informações e quais os benefícios de atendimento ao cliente que resultarão do seu uso.

A confiança crescente criada pelo regulamento pode gerar maior fidelidade do Cliente. Os consumidores ficarão felizes em partilhar informação com uma marca que eles sabem que está a respeitar sua privacidade, focada nas suas necessidades enquanto Cliente e que mantem seus dados de forma segura dando-lhes a oportunidade de eliminar informações privadas, se desejar.

Em conclusão.

O RGPD pode gerar confiança, aumentar a fidelidade à marca e tornar a experiência do cliente mais personalizada. Em vez de ser vista como um desafio para as empresas, deve ser entendida como uma oportunidade para fortalecer e desenvolver as relações de consumo. Para saber mais sobre este tema ou para se inscrever no webinar gratuito de dia 6 de junho, consulte a nossa página.

 

 

Declaração de Isenção de Responsabilidade da Sage

A informação contida nestes artigos tem uma finalidade meramente informativa. Não é nem deve ser entendida como aconselhamento jurídico. Não queremos deixar de reforçar que nada substitui as diligências de averiguação aprofundada e de procura de aconselhamento jurídico pelos próprios clientes, caso não estejam seguros das implicações que o RGPD terá nas suas empresas. Apesar de termos envidado todos os esforços para que a informação fornecida nestes artigos seja correta e atualizada, a Sage não pode garantir o seu caráter exaustivo e exato, uma vez que a informação é facultada do mesmo modo que foi disponibilizada, sem quaisquer garantias expressas ou implícitas. A Sage não aceita qualquer responsabilidade por erros ou omissões e não será responsável por qualquer prejuízo (nomeadamente, prejuízo pela perda de clientela ou lucros cessantes) emergentes de contrato, responsabilidade civil ou outro devido à utilização ou confiança depositada nesta informação, ou devido a qualquer ato ou decisões tomadas em virtude da utilização desta informação.

 

RGPD

RGPD: atividades quotidianas que devem mudar.

No próximo dia 25 de maio, o RGPD entra em vigor na União Europeia. No artigo de hoje, vamos analisar algumas atividades comuns que devemos alterar por entrarem em conflito direto com o regulamento.

Tanto as pequenas como as grandes empresas devem estar preparadas, de forma a evitarem as multas.

Celebrar o aniversário de um colaborador.

É fácil concordar que é um gesto simpático, e são várias as empresas que assinalam o dia de aniversário dos colaboradores. A data de aniversário é também um dado pessoal e, como tal, devem verificar se têm consentimento para a sua divulgação. Recordem que a data de aniversário está geralmente num ficheiro partilhado da empresa, a que muitas pessoas têm acesso.

Cartões de Natal.

Enviar cartões de Natal aos clientes é bastante comum. Incluir a morada pessoal do cliente para um fim não solicitado é entrar em incumprimento em relação ao RGPD. Devem ter a autorização prévia dos clientes e criar bases de dados diferenciadas de acordo com os tipos de comunicação e de autorização concedida.

Almoço de empresa.

Ao planear um almoço de empresa, tenham especial atenção ao modo como se informam sobre alergias alimentares de colaboradores. A situação médica faz parte dos dados pessoais e devem pedir autorização para ter acesso. É fundamental também acautelar a não identificação perante terceiros de quais os colaboradores que necessitam de alimentos especiais.

Reencaminhar um currículo. 

Se necessita de uma segunda opinião sobre um candidato, retire a informação no cabeçalho, onde constam os dados pessoais, antes de partilhar o currículo. Outra das vantagens desta prática é a eliminação de preconceitos no ato de contratação.

Autorizações em e-mail.

Devem reconsiderar a forma como fazem pedidos de autorização no fecho dos e-mails. Esta é uma área que sofreu grandes alterações. A ausência de resposta não serve como autorização, passa a ser necessária uma indicação concreta. O consentimento deve ser específico – evite juntar vários num só pedido – e sempre com uma linguagem clara e acessível.

Responsável pela Proteção de Dados.

De acordo com o RGPD, as empresas terão de designar um responsável pela proteção de dados, que deverá acompanhar a adequação de todos os processos internos ao regulamento. Este funcionário deve promover a circulação de informação sobre o tema dentro da empresa, formando colaboradores e controlando as auditorias a processos de informação.

Este tema tem alguma complexidade e, para ajudar na preparação das empresas, a Sage criou uma página onde encontram informação ou podem inscrever-se no próximo webinar gratuito de 9 de maio. Não arrisquem o futuro das vossas empresas, a melhor defesa é a informação!

 

 

 

Declaração de Isenção de Responsabilidade da Sage

A informação contida nestes artigos tem uma finalidade meramente informativa. Não é nem deve ser entendida como aconselhamento jurídico. Não queremos deixar de reforçar que nada substitui as diligências de averiguação aprofundada e de procura de aconselhamento jurídico pelos próprios clientes, caso não estejam seguros das implicações que o RGPD terá nas suas empresas. Apesar de termos envidado todos os esforços para que a informação fornecida nestes artigos seja correta e atualizada, a Sage não pode garantir o seu caráter exaustivo e exato, uma vez que a informação é facultada do mesmo modo que foi disponibilizada, sem quaisquer garantias expressas ou implícitas. A Sage não aceita qualquer responsabilidade por erros ou omissões e não será responsável por qualquer prejuízo (nomeadamente, prejuízo pela perda de clientela ou lucros cessantes) emergentes de contrato, responsabilidade civil ou outro devido à utilização ou confiança depositada nesta informação, ou devido a qualquer ato ou decisões tomadas em virtude da utilização desta informação.

 

 

 

 

Faturação

4 Tendências para pequenos negócios

Tendências para acompanharem: conetividade e pagamentos nos pequenos negócios.

Para os pequenos negócios, trabalhar com dinheiro e garantir que se tem um fluxo de caixa é uma preocupação constante. O surgir das novas tecnologias iniciou uma revolução nas formas de pagamento, com mais opções e com um resultado de alterações nos comportamentos dos consumidores.

Destacamos quatro tendências principais que se desenham no horizonte das pequenas empresas.

O pagamento com uso de cartões é o preferido, tanto por empresas como por consumidores, continuando a subir percentualmente. Trabalhar com numerário é cada vez é mais trabalhoso: implica custos de tempo e armazenamento e um maior risco de erros e falhas de caixa. O controlo de numerário implica mais trabalho numa empresa do que o pagamento com cartões.

Podemos estar certos que a conetividade é inevitável e que um bom programa de software de faturação é um importante apoio, permitindo emitir faturas online e enviá-las por e-mail assinadas digitalmente.

O sentimento de insegurança é a principal causa para os pagamentos online não terem aumentado exponencialmente. São conhecidas histórias de fraudes e de roubo de dados que deixam os consumidores e empresas apreensivos quanto a esta forma de pagamento. Todos vimos alertas de empresas sobre fraudes feitas em seu nome, que procuram sempre minimizar danos.

Embora os bancos ainda sejam as principais fontes de financiamento, existe uma procura de formas de financiamento alternativas. Alguns negócios, em especial os que fogem aos campos mais tradicionais, encontraram no crowdfunding uma forma de se financiarem. Com software de faturação da Sage podem ter acesso a relatórios de apoio à atividade, um elemento importante para captar financiamento.

 

Gestão de Empresas

4 passos para a internacionalização

Ganhar um novo fôlego: é o que muitas empresas procuram quando optam por expandir o negócio internacionalmente. No entanto, antes de avançarem para esta aventura, devem avaliar se todas as condições para um crescimento sustentável estão reunidas. Ainda que as pequenas e médias empresas não tenham a mesma capacidade que as grandes empresas, a expansão internacional não está fora do seu cenário. Existem 4 passos que devem dar, para terem na expansão para novos mercados a solução ideal para o vosso negócio:

  • Avaliar a viabilidade do projeto. Começarem por fazer um diagnóstico interno à vossa empresa vai dar-vos conhecimento sobre os pontos fortes e fracos, considerando os recursos humanos e financeiros, a capacidade de produção e a logística. Assim que garantirem que a vossa capacidade de crescimento está estabilizada, é preciso delinear uma estratégia e prever vários cenários.
  • Definir os processos estruturais a implementar. Qual será o país escolhido para começar a internacionalização da vossa empresa? É necessário criar uma matriz que considere variáveis geopolíticas, económicas, fiscais e de legislação dos países em análise. Como funciona o mercado nesses países? Devem conhecer as características de oferta e de procura e identificar um nicho de mercado onde se possam inserir. Todas estas reflexões ajudam a definir objetivos e fazer um plano de ação que tenha em conta todos os riscos.
  • Garantir a segurança do negócio com boas ferramentas de gestão. A tecnologia desempenha um papel fundamental no apoio às empresas, para que se mantenham à tona e evitem erros. Pode ser uma grande ajuda para quem se quer expandir para o mercado internacional. O sistema de gestão empresarial certo – escalável e adaptável – pode acelerar, simplificar e aumentar o sucesso do comércio internacional, tornando a mais simples a partilha de informações. Devem encontrar o equilíbrio entre segurança, custos e necessidades, bem como as regulações específicas dos novos mercados.
  • Adaptar a gestão ao mercado onde se vão integrar. A gestão da vossa empresa deve ir evoluindo consoante o contexto em que estiverem integrados, sempre em função da estratégia delineada, dos países com quem colaboram e do ritmo de crescimento. Só considerando todos os fatores será possível construírem os indicadores de gestão adequados ao vosso negócio. Soluções como o Sage X3 disponibilizam uma grande variedade de funcionalidades integradas, para dar suporte a todos os processos empresariais: desde logo, a disponibilização de todas as informações de que a vossa equipa necessita para uma tomada de decisões mais rápida e estratégica.
Fiscalidade

OE2016 | Tudo o que precisa de saber: Segurança Social

#2 – Segurança Social

A Lei n.º 7-A/2016 que aprovou o Orçamento de Estado para 2016 (OE2016), entrou em vigor no dia 31 de Março, produzindo efeitos desde essa data. Como seria de esperar, há novidades em diversos domínios que, de forma direta ou indireta, afetarão a atividade de particulares e empresas.

Na área da Segurança Social, destacam-se duas medidas que visam combater a evasão fiscal:

  1. Obrigatoriedade de troca de informação entre a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) e a Segurança Social, no sentido de efetuar o cruzamento entre as prestações sociais pagas e os rendimentos declarados à AT
  2. Nova Declaração Mensal de remunerações (DMR), pré-preenchida pela própria Segurança Social

Fica ainda definido que, durante o ano de 2016, o Governo procederá à revisão da base de cálculo das quotizações e contribuições para a segurança social dos trabalhadores independentes, tendo em consideração os rendimentos efetivamente auferidos.

Recorde-se que já no final do ano passado, a Lei n.º 159-B/2015, de 30 de Dezembro, aprovou a extinção da Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES) no ano de 2017 e definiu, para 2016 as seguintes taxas:

  • 7,5% sobre o montante que excede 11 vezes o valor do IAS (€4.611,42) e não ultrapasse 17 vezes o valor do IAS (€7.126,74);
  • 20% sobre o montante que ultrapasse 17 vezes o valor do IAS (> € 7.126,74).

Uma nota final para uma autorização legislativa mediante a qual o governo fica autorizado a determinar a redução de 50% da taxa contributiva aplicável aos produtores de leite e de carne de suíno.

Acompanhe a nossa série* de artigos sobre o Orçamento de Estado 2016. O próximo será sobre as questões relacionadas com o IVA e poderá ainda ver o artigo sobre as questões de IRS.

Sérgio Braga
Product Manager – Sage

 

* Este artigo faz parte de uma série de 5, subordinados ao OE2016 – Tudo o que precisa de saber.