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Tesouraria

As origens do porquinho mealheiro

Muitas crianças aprendem o conceito de poupança com um porquinho mealheiro. Chega o momento de receber a primeira semanada e gera-se uma vontade ou um objetivo, um brinquedo ou, mais recentemente, um telemóvel. Moeda a moeda, o porquinho mealheiro fica mais cheio e as crianças aprendem o valor do dinheiro. Vamos descobrir a origem do animal que nos ajuda a economizar!

Os cacos de um mealheiro partido são tão dispersos como as certezas sobre a origem do porquinho mealheiro. Sempre foram animais fáceis de alimentar, com sobras de comida, e que se reproduzem rapidamente e em grande quantidade. Dessa forma, podemos compreender que, no Oriente, o porco simbolize sorte e abundância e, no Ocidente, fertilidade e frugalidade.

Não existe concordância sobre como terá surgido a ideia para o primeiro mealheiro em forma de porco. As teorias dividem-se entre quem pensa que o mealheiro devia trazer a sorte de multiplicação suína e quem pensa que surgiu como um trocadilho visual, entre o material e o animal ou entre o formato e o animal.

No entanto, nem sempre os mealheiros tiveram formas animais. O mealheiro ocidental mais antigo de que temos conhecimento data do séc. II a.C., de Priene, na Grécia Antiga. Tem o formato de um pequeno templo grego, com uma ranhura no frontão. No Museu Nacional da Indonésia, podemos encontrar um porquinho mealheiro Majapahit, de terracota, reconstituído após ter sido recuperado no século XIV ou XV, da ilha de Java.

Infelizmente, muito poucos mealheiros chegaram até nós conservados ou em função. O único acesso às poupanças exigia que o porquinho mealheiro se partisse, por isso, eram feitos de materiais económicos, como cerâmica.

A gestão de tesouraria do vosso negócio não precisa de estar presa num mealheiro. Ganhem visão transversal de todas as possibilidades e projeções dos vossos recursos financeiros com Sage X5RT Treasury. Optem por uma solução que assegure o tratamento dos vossos dados financeiros e ofereça controlo das operações de financiamento e investimento.

 

Sage Enterprise Management

Lições para líderes

A semana ainda vai a meio e já passarem pelas vossas mãos tantas decisões. Como decidir o rumo do resto da semana? Vamos explorar alguns conselhos para líderes.

Dizer que não

No mundo atual, está-se sempre a iniciar algum movimento tecnológico, estratégico ou, simplesmente, buzz. As oportunidades abundam e parece que vivemos num constante medo de aderir ou perder o comboio da inovação. No entanto, enquanto líderes do vosso negócio, devem considerar cada opção com tempo. Analisem tudo com o vosso plano de estratégia em mente e não hesitem em testar a proposta para compreenderem os resultados. Respeitem os momentos de criação mas também os momentos de concentração, em que se dedicam a concretizar o vosso plano.

Valorizar o vosso tempo

Enquanto líderes, a vossa agenda tende a estar preenchida. Mesmo que equipas diferentes compitam pela vossa atenção, cumpram o tempo de descanso que surge na vossa agenda – pois também deve ser contabilizado. Reconheçam aquilo que devem desenvolver no vosso próprio espaço e tempo pessoal, para que possam sempre liderar com todo o vosso espírito.

Permitir que as pessoas à vossa volta cresçam

Esforcem-se por criar uma estrutura de negócio e comunicação que convide a uma circulação de feedback honesta e oportuna. O vosso papel enquanto líderes é gerar entusiasmo, inspirar e oferecer as melhores oportunidades para que os vossos colaboradores possam crescer dentro da empresa. Por isso, devem manter uma comunicação constante e criar um ambiente em que todos possam aprender novas competências e aumentar o seu valor pessoal.

Delegar o trabalho de hoje para se focarem no trabalho de amanhã

O sucesso do vosso negócio deve-se ao vosso esforço, assim como ao esforço dos vossos colaboradores. A partilha de “carga” e de trabalho é a forma mais eficaz de chegarem aos vossos objetivos. Ao delegarem o trabalho planeado para o dia de hoje, podem investir na planificação de um futuro sustentável e de uma estratégia eficaz para a vossa empresa.

Optem por uma solução de gestão una que se adapte ao crescimento do vosso negócio. As soluções de Enterprise Management da Sage permitirão passar o futuro do vosso negócio para Cloud e ganhar controlo de todos  os processos empresariais.

 

Contabilidade

O Contabilista na era digital – Parte II

É corrente, nos procedimentos contabilísticos, colocar-se a questão da obsolescência de bens do ativo das empresas. Este assunto poderá hoje também ser colocado, não aos bens do ativo de uma empresa, mas ao Contabilista. Será que a era digital tornará o Contabilista obsoleto?

Esta pergunta enquadra-se num contexto em que, segundo o matemático inglês Clive Humby, “os dados são o novo petróleo” e na afirmação de Gerd Leonhard, “a inteligência artificial é a nova eletricidade. Primeiro eletrificámos, depois digitalizámos, agora vamos cognificar”.

Cabe aqui recordar que, na década de setenta do século passado, os procedimentos contabilísticos assentavam no registo manual das operações, no Livro do Diário e do Razão, e no arquivo da documentação, em dossier por ordem cronológica.

A título de exemplo, para a execução destas tarefas existia a disciplina de Caligrafia ministrada nas escolas comerciais onde se formaram muitos dos contabilistas do século passado.

As rotinas contabilistas foram-se alterando. Passámos a eletrificar” a contabilidade. Alguns ainda se recordam das máquinas de contabilidade onde se inseriam fichas do razão para registar as operações económicas realizadas pelas empresas.

Nos últimos anos, com a evolução das Tecnologias da informação, o Contabilista tem de saber tirar partido do novo petróleo”, que são os dados existentes no sistema de informação, em que se tornou a Contabilidade.

Para que o Contabilista não venha a ficar obsoleto é importante que se habitue a explorar toda a informação existente nas bases de dados dos sistemas de informação.

Deixo-vos apenas algumas questões sobre o conjunto das empresas de que são responsáveis:

  • Quantas aplicam o Normativo Contabilístico das Microentidades (NCRF – ME)?
  • Quantas aplicam o Normativo Contabilístico das Pequenas Entidade (NCRF – PE)?
  • Quantas aplicam as 28 Normas Contabilistas de Relato Financeiro (NCRF)?
  • Quantas aplicam a Norma Contabilística e de Relato Financeiro para Entidades do Setor Não Lucrativo (NCRF – ESNL)?
  • Quantas empresas apresentam o Capital Próprio Negativo?
  • Qual a estrutura de gastos das empresas em função do volume de negócios?
  • O Plano de Contas de cada empresa está em sintonia com o Normativo Contabilístico adotado?
  • Quanto tempo despendo na execução em cada uma das contabilidades de que sou responsável?
  • Comparo o gasto que incorro com o rendimento que usufruo, em cada uma das contabilidades que estão sobre a minha responsabilidade?

Para estas questões teremos de ter resposta imediata. As respostas a estas perguntas não podem ser vagas (tenho uma ideia, devem ser …) mas devem ser precisas e concisas.

Como afirmei anteriormente, a era digital será muito mais estimulante para o Contabilista, assim ele esteja desperto para tirar partido do novo petróleo do século XXI, que são os dados que o sistema de informação, que é a contabilidade, possui.

Lisboa, 13 de dezembro de 2018

Bruno Lagos

Bruno Lagos, Licenciado em Organização e Gestão de Empresas; Mestre em Auditoria Contabilística; Nos últimos 25 anos, técnico superior na Administração Fiscal Portuguesa.

 

 

 

 

 

 

 

 

Contabilidade

O Contabilista na era digital – Parte I

A tecnologia informática e as plataformas existentes são hoje a base e o apoio de todo o trabalho do Contabilista. Devem proporcionar uma gestão mais otimizada dos procedimentos contabilísticos, levando a uma racionalização das tarefas a executar.

As aplicações informáticas devem permitir o tratamento remoto dos procedimentos contabilísticos de modo a planear, acompanhar e alterar as tarefas do contabilista.

O Contabilista deve poder aceder a bases de dados da informação contabilística, efetuar o cruzamento e tratamento da informação pretendida, simplificar os registos contabilísticos (através da sua parametrização), dinamizar a partilha de conhecimentos e agilizar a cooperação entre o Contabilista e o Empresário.

A tecnologia deve ajudar a executar mais e de uma forma mais assertiva.

Com o desenvolvimento da Era Digital podemos interrogar-nos:

  • O trabalho do Contabilista vai sofrer alterações?

A resposta a esta pergunta é SIM. As tarefas de inserção de dados, bem como o arquivo de documentação em papel, passarão a ser substituídas pelo tratamento de ficheiros e racionalização de pastas de arquivo em servidores físicos ou na nuvem (cloud).

Na Era Digital, vão ser incrementadas tarefas às quais, atualmente, o Contabilista não lhes dedicava muito tempo, designadamente:

  1. Explorar toda a informação que a Contabilidade produz, enquanto sistema de informação;
  2. Verificar / auditar a informação produzida pela Contabilidade;
  3. Apoiar a tomada de decisão por parte do gestor da organização;
  4. Aconselhar a escolha das fontes de financiamento que a empresa pode optar;
  5. Sugerir procedimentos que possam tirar partido de benefícios fiscais previstos na lei;
  6. Suprir a inexistência de uma política de recursos humanos nas Pequenas e Microempresas;
  7. Incrementar uma gestão previsional, com a realização de previsões sobre o futuro a médio prazo das organizações em que o Contabilista está envolvido;
  8. Avaliar o risco das empresas de que é responsável e alocar recursos de forma a diminuir ou eliminar esse risco;
  9. Alocar mais tempo ao estudo das matérias contabilísticas;
  10. Apresentar aos produtores de software sugestões, de modo a melhorar as aplicações existentes.

Acredito que o futuro da profissão de Contabilista vai ser muito mais estimulante do que recolher, arquivar e registar dados.

Por isso, apelo a todos os profissionais, que se entusiasmem com as atuais mudanças designadamente com o IVA Automático, a submissão do ficheiro SAFT e as possibilidades que a integração da informação existente nas mais variadas plataformas podem oferecer.

 

Votos de um Santo Natal e um 2019 muito digital,

Lisboa, 5 de dezembro de 2018

Bruno Lagos

Bruno Lagos, Licenciado em Organização e Gestão de Empresas; Mestre em Auditoria Contabilística; Nos últimos 25 anos, técnico superior na Administração Fiscal Portuguesa.

 

 

 

 

 

 

 

Sage One

Growth hacking, ou como inovar com a vossa comunicação

Growth hacking, ou seja, piratear o vosso crescimento. Hoje em dia, até no mundo dos negócios, o underground se tornou mainstream e daí surge a ideia dos growth hackers.

O conceito de growth hacking foi lançado pelo empreendedor Sean Ellis em 2010. O intuito é chegar a um público sempre maior. Funciona particularmente com startups e pequenas empresas em início de vida pois oferece métodos imaginativos e experimentais de marketing, com vista a aumentar a dimensão do negócio.

O processo de um growth hacker envolve vários ciclos rápidos de teste, feedback e ajustes de curso para chegar à descoberta da melhor estratégia para impulsionar o crescimento do vosso negócio e da vossa carteira de clientes. A promessa é encontrar a aproximação mais ágil e eficaz em termos de expansão da vossa empresa.

“Escalabilidade”

O fator indispensável para o crescimento de um negócio é o produto com capacidade de ser vendido a grande escala. O segundo requerimento é a simplicidade e flexibilidade do modelo de negócio. Uber e Airbnb são dois exemplos de serviços que apresentavam potencial de venda a uma escala maior do que o mercado original, assim como adaptáveis a mercados diferentes e às suas necessidades.

Criatividade

Growth hacking não é uma receita milagrosa para o sucesso. O seu traço principal passa por abrir as portas a novas ideias, sem se prender às regras tradicionais do mercado. Assim, podem dedicar-se puramente a aperfeiçoar técnicas de crescimento novas abordagens criativas.

Obrigatório é a análise constante de respostas e reações às vossas ações, para poderem implementar mudanças instantaneamente. Recolham feedback junto dos vossos clientes e examinem o sucesso de vendas para lançarem mudanças em grande escala. As soluções de Sage One permitir-vos-ão controlar faturação e despesas e gerir encomendas. Aproveitem um desconto de 30% durante dois anos, por tempo limitado!