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Faturação

Quais os elementos fundamentais para o sucesso de uma startup?

Quando analisamos casos de startups que foram bem sucedidas e casos de insucesso, claramente conseguimos destacar 5 fatores. A ideia inicial, a equipa que vai colocar em prática, o modelo de negócio escolhido, o financiamento e o timing.

Normalmente veneramos a ideia, tendemos a valorizar a criatividade e a forma como algumas pessoas resolvem problemas  que a maioria de nós, não sabia ter. Uma equipa de confiança e que tenha algum poder de adaptabilidade  à realidade é essencial.  Perante a realidade dos consumidores é importante fazer adaptações nos primeiros tempos.

O modelo de negócio embora importante para o sucesso, pode ser definido e adaptado num segundo momento e o financiamento é obviamente relevante, embora não seja tanto uma questão de valor. Por último, o timing da ideia. Há que analisar vários indicadores de forma a avaliar se estão reunidas as condições necessárias para que a ideia triunfe.

O principal fator para o sucesso.

Por estranho que parece o principal fator para o sucesso é o timimg. É mais fácil percebermos como o sentido de oportunidade é fundamental se analisarmos alguns casos reais.

Airbnb é uma das empresas melhor sucedidas nos últimos anos, e no entanto foram muitos os investidores que se recusaram a investir. A quase todos pareceu estranho que pessoas estivessem dispostas a alugar espaço em suas casas a estranhos e o timing em que a empresa se lançou foi decisivo.

A empresa surge no inicio da crise econômica, e a necessidade de rendimentos extra fez com que muitas pessoas colocassem de lado as possíveis objeções. Da mesma forma a Uber surge numa altura em que desemprego e perda de rendimentos permitiram que existissem muitas pessoas disponíveis para trabalhar por um rendimento extra.

Um exemplo de fracasso é a empresa Z.online dedicada ao entretenimento .A empresa surge em 1999e em 2003 encerrava. A internet ainda não chegava a tantos lares e o visionamento de videos trazia alguns problemas técnicos mais tarde resolvidos. Em 2005, apenas dois anos depois surge a empresa YouTube e em apenas um curto espaço de tempo a internet chegava a 50% das casas nos Estados Unidos.

Contar com software de faturação adaptável à escala da empresa, e a com a ….

Analisar as condições.

Seja qual for o projeto, há que analisar todos os indicadores forma objetiva, perceber se os consumidores estão preparados e as condições reunidas. Resistir ao impulso de dar forma a boa ideia, se o timing não for o certo.

 

 

BMS Gestão de Empresas

Pode a Microgestão ser uma forma de gestão construtiva?

O termo Microgestão é geralmente aplicado quando o gestor acompanha até o mais pequeno detalhe tudo o que acontece na empresa em vez de observar um quadro mais abrangente. É um termo visto como pejorativo  associado a lideres pouco eficazes obcecados por acompanhar todos os processos e incapazes de de tomar decisões importantes.

Embora este entendimento do termo possa ser quase sempre verdadeiro, a verdade que alguns lideres fazem um excelente trabalho enquanto acompanham de forma próxima todas as operações da empresa.

Acompanhar a empresa, confiar nos funcionários.

Tem de existir confiança sobre em relação aos funcionários mas no caso dos gestores de topo, é importante manterem-se a par, especialmente se o seu investiram muito no sucesso do negócio.

Quando aplicado corretamente micromanaging não é uma questão de estabelecer controlo total. Se comunicarem e entrevirem o tempo todos tomando decisões que cabiam aos colaboradores, estarão a comunicar que não têm confiança nas suas capacidades. Pode ser uma forma de demonstrar autoridade.

É por isso muito importante que desde o inicio comuniquem e demonstrem que não é o caso. Um software de ERP como Sage X3 permite acompanhar de forma próxima todos os processos da empresa, de uma forma natural.

Este software permite um acesso rápido a analise de custos e performance em cada etapa e a um escala global.  Podem acompanhar o progresso das tarefas sem contactarem diretamente com cada empregado , várias vezes por dia.

Comunicar corretamente de forma aberta com os vossos colaboradores, assegura que não estarão a desmoralizar a equipa ao exercer esta forma de gestão.

Beneficios do Micromanaging.

Os benefícios são vários, um deles é ter uma noção mais completa da sobrecarga de trabalho dos colaboradores, o que facilita uma mais eficaz distribuição de tarefas, quando a empresa recebe novos projetos.

Conseguir fazer perceber a cada colaborador qual o seu papel dentro da empresa, de que forma ajuda a empresa a atingir os seus objetivos.

Permite corrigir problemas numa fase inicial, antes que cresçam e se tornem mais difíceis de resolver ou causem prejuízos. No entanto evitem estar em evidência cada vez que algo corre mal, ou é necessária uma intervenção disciplinar e desta forma afastar uma imagem negativa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

BMS

Pensar os problemas a longo prazo: uma ética transgeracional

Uma das dificuldades em resolver problemas passa por não ser possível resolver problemas novos com esquemas mentais antigos. Pensar a curto prazo impede-nos de realizar várias tarefas, impede-nos de alcançar uma visão global e realizar grandes projetos.

Vivemos num período em que tudo parece estar a acontecer e por isso pensamos apenas no imediato, nas próximas ações. Reagimos aos estímulos, mas raramente tomamos ação pensada e planeada para um período longo.

Perante problemas difíceis escolhemos soluções provisórias, que não impliquem grande investimento, nem compromissos a longo prazo. Estas opções têm custo elevados, com degradação de infraestruturas e com um permanente adiar de problemas graves.

Investir e pensar a longo prazo.

Se tivermos por objetivo alcançar um futuro melhor, individual e para a sociedade de que fazemos parte, devemos começar a alterar os mapas mentais e a forma como pensamos a curto prazo.

Fomos educados a trabalhar de acordo com planos, que depois de realizados são abandonados ao esquecimento. Alterar a forma como se pensa exige uma constante prática, mudar o foco do imediato, e observar a própria vida e trabalho como parte de algo maior.

Pensar de forma transgeracional.

Fomos de certa forma programados para pensar os problemas inseridos na realidade temporal do nosso tempo de vida. Em relação a grandes problemas, há que pensar para alem do nosso tempo de vida, com uma ética transgeracional que deve estar presente nas nossas decisões quotidianas.

A cultura dominante neste momento parece apontar a tecnologia como a resposta para tudo. É inegável o papel da tecnologia na mudança das nossa vidas, da forma como trabalhamos. Nenhuma empresa neste momento pode ser bem-sucedida sem o apoio de um software integrado de gestão, que permita acompanhar a evolução da empresa.

Para além da tecnologia.

Mas os problemas com que nos debatemos, pessoais a empresariais ou globais não têm necessariamente resposta através da tecnologia. Pensar o futuro de um ponto de vista moral, é essencial se procuramos alcançar um futuro melhor.

Os gregos antigos questionavam qual o propósito individual, qual a finalidade da nossa vida e percurso profissional. É importante dedicar algum tempo a questionar, a pensar os nossos objetivos e a planear a longo prazo.

BMS Gestão de Empresas

Globalização: vantagens e desvantagens

Tornar um projeto global, é o desejo de qualquer empreendedor. Dar forma a um modelo de negócio, desenvolve-lo e observar a sua expansão parece ser mais ambicioso sonho de um empresário. Mas devemos questionar se a expansão global, é realmente o objetivo máximo de um negócio e quais as consequências que acarreta.

De certa forma, o mundo parece diminuir em resultado do fluxo de pessoas e bens, em que os acontecimentos têm efeitos muito para além do lugar onde acontecem. Está subjacente a noção de sistemas globais que criam uma moldura para o fluxo de pessoas, bens e capital. Em oposição, muitos apontam para a crescente desigualdade criada pela globalização, por uma não generalização dos benefícios.

Vantagens da globalização.

O aumento do ritmo e frequência das trocas entre países é possível graças às melhorias nos transportes e da tecnologias de comunicação. Barreiras de tempo e espaço desaparecem, e caídos estes obstáculos, as empresas ganham acesso a mercados maiores e novas oportunidades.

Outra vantagem consiste na redução de custos, o custo médio dos produtos baixa e a produção pode ser descentralizada. Os produtos chegam a pontos no mundo onde antes não parecia possível.

Globalização também significa um aumento do comércio. Avanços tecnológicos alteraram a forma como hoje se comunica, com acesso a informações em poucos minutos. O acesso ao conhecimento é maior, a divulgação mais fácil e isso permite que mais pessoas possam beneficiar de novas descobertas cientificas, ou de inovações tecnológicas.

De uma perspetiva financeira, é inegável que a globalização é benéfica. Os investimentos são mais fáceis e alcançam regiões distantes. Também permitiu o inicio da utilização de novos instrumentos financeiros, para empresas e até para governos, integrando diferentes sistemas bancários, criando um sistema bancário global.

Desvantagens da globalização.

Do outro lado, podemos referir que a globalização veio intensificar problemas que já existiam num sistema capitalista. Alguns teórico chegam a afirmar que a globalização afirmar o capitalismo e os seus valores, tentando torná-los dominantes no mundo.

Um processo que beneficia em termos económicos os países desenvolvidos em relação aos países em desenvolvimento, originando um sistema de dependência e subordinação. Com o comércio livre, as multinacionais que apresentam preços mais baixos para seus produtos, com a destruição ou absorção das empresas locais.

Muitos culpam a globalização pela crise financeira de 2008 que começou nos Estados Unidos e rapidamente alastrou para a Europa e para o resto do mundo com consequências muito graves.

Seja qual for a opinião sobre este tema, é inegável que o mundo hoje está interligado, muito para alem das fronteiras nacionais. Este facto torna a tecnologia e as ferramentas digitais parte essencial do processo e nenhuma empresa com ambições de expansão deve contar com um sistema de gestão integrada, em que possa acompanhar a evolução do negócio em tempo real. Para empresas pequenas e médias é importante manter alguma flexibilidade de forma a conseguirem adaptar-se às modificações rápidas.

 

BMS Gestão de Empresas

As empresas e Big Data: o desafio da interpretação

Uma das questões que as empresas colocam neste momento, envolve a utilização de Big Data. Apesar das empresas terem investido de forma substancial na aquisição de Big Data, as decisões tomadas não se tornaram mais corretas, nem mais inovadoras.

Tricia Wang, trabalha em etnografia relacionada com tecnologia, e recorda os antigos gregos na forma como se dirigiam ao Oráculo em busca de respostas, com a nossa presente obsessão para alcançar decisões corretas tendo por base a Big Data.

As questões humanas transformam-se mas não mudam completamente, continuamos a não querer errar nas decisões que tomamos, continuamos a desejar sentir segurança em relação às consequências das ações.

A fragilidade da Big Data.

Esta autora cita uma experiência pessoal,  enquanto trabalhou para o gigante da Nokia em 2009. Embora tivesse reunido informação de que mesmo nos mercados emergentes como o da China, a grande ambição a nível tecnológico para a maioria das pessoas, era adquiri um IPhone.

A Nokia terá ignorado o seus relatórios por não ter informação estatística que colaborasse as suas observações, o que se explica por a reunião de informação estar a ser realizada no sentido de otimizar o modelo de negócio existente e de a autora estar a relatar algo que ainda não tinha efeitos quantificáveis. Com este exemplo, Tricia Wang ilustra como muitas vezes as empresas descartam informação que não encaixa no contexto conhecido.

O comportamento humano, o grande desafio.

Os sistemas mais difíceis de quantificar relacionam-se com o comportamento humano. As condições ambientais mudam o  tempo todo, criando um ciclo inacabado. É comum as empresas terem a ilusão de que o acesso a Big Data lhes dá toda a informação. Para alem da informação recolhida o grande desafio será sempre interpretar os dados e harmonizar com informação qualitativa.

Temos uma crença quase inabalável em toda a informação quantificável mas pouca fé em dados qualitativos, ou thick data. Esta tendência é bastante perigosa para as organizações, por vezes cegas ao desconhecido e excessivamente confiantes, acabam por tomar decisões erradas.

O grande desafio passa por conseguir integrar dados qualitativos juntos dos quantitativos, pensar sobre o que falta nos modelos construídos. O Big Data é uma grande conquista para as empresas, agora segue-se uma segunda fase do desafio que passa por usar melhor estes instrumentos.

O software Sage X3 é adaptável à realidade de cada empresa e que pode incluir o Sage X3 Data Management and Analytics, que oferece aos utilizadores um hub para a gestão de informações a partir de todas as fontes e modelos de dados incorporados para a elaboração de relatórios e para que seja mais fácil a tarefa de interpretação dos dados reunidos.