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Recursos Humanos

Como gerir talentos nas empresas

A forma como se gere talentos está em constante mudança e, por isso, é importante que as empresas estejam atentas à evolução do mercado e às reais aspirações dos seus colaboradores.

Se uma empresa deseja ser bem sucedida, deve procurar atrair e reter os melhores funcionários. Não basta oferecer um salário alto, existem outros elementos que devem ser considerados, tendo em conta o perfil dos colaboradores.

Oportunidade para crescer.

Desde sempre, as pessoas procuram crescer e evoluir na empresa e as oportunidades devem ser semelhantes em todos os setores. Isto significa ter acesso a cursos e atualizações que auxiliem o colaborador a realizar melhor as suas tarefas e a ganhar novas competências.

Desenvolvimento pessoal.

Hoje em dia, os colaboradores estão preocupados com o seu desenvolvimento pessoal. Um software de Recursos Humanos pode ser muito útil na gestão da oferta de formação e de coaching.

Foco em resultados.

É essencial que as empresas percebam que, mais do que as horas de trabalho, conta a atividade que é realizada. Devem procurar ter uma abordagem flexível dos horários de trabalho, permitindo que este possa ser feito a partir de casa.

A flexibilidade de horários é um dos elementos mais apreciados pelos colaboradores. Com a exceção de algumas funções, é desejável que quase todos os trabalhos possam ser feitos à distância.

Valorizar os projetos.

Quando as equipas são reunidas em função do projeto, a hierarquia pode variar dentro do grupo. Um funcionário numa posição intermédia pode ser o líder de um determinado projeto.

Esta forma de trabalhar permite o despontar de novos talentos. Os cargos são uma indicação, mas não devem ser encarados de forma rígida.

Ambiente de trabalho

Mais do que um trabalho para a vida, os talentos de hoje procuram desafios e novas experiências. Colocados perante duas oportunidades com um valor de salário semelhante, as perspetivas de crescimento e o clima organizacional serão temas decisivos para a escolha.

Garantir um bom ambiente é essencial como elemento de atração. Elementos decorativos e arquitetónicos têm importância, mas o que conta bastante e, principalmente, é o nível de liberdade de expressão e de descontração.

 

 

 

 

 

 

Gestão de Empresas Sage Enterprise Management

O que torna a humanidade inimitável? A Inteligência Artificial em discussão

A Inteligência Artificial (I.A.) está cada vez mais presente nas nossas vidas. Cresce o número de áreas em que o trabalho está a ser transformado por esta inovação.

As tarefas relacionadas com análise de dados e operações de retalho foram as primeiras a serem tratadas deste modo e pensa-se que, em breve, ela abrangerá também a condução automóvel.

O fim do trabalho?

A principal preocupação quando se fala de I.A. é o desaparecimento de postos de trabalho e profissões existentes. Analistas tentam prever quais os trabalhos que irão permanecer com atividade humana e quais os que serão tomados pela I.A.

A experiência de vida de um investigador de I.A.

O investigador Kai-Fu Lee é uma das figuras mais importantes no desenvolvimento da I.A. e, numa conferência recente sobre este tema, partilhou a sua rotina de trabalho de 12 horas diárias, 6 dias por semana. A sua motivação era conseguir reduzir os trabalhos rotineiros, deixando espaço para as tarefas mais criativas. Ou seja, inovar de forma cada vez mais rápida com vista a um futuro melhor.

Para muitos empreendedores, o trabalho é algo que ocupa quase todo o seu tempo e a ideia de terem menos trabalho, ou serem substituídos pela inteligência artificial, é profundamente perturbadora.

Mudar de perspetiva.

O mesmo investigador contou nesta conferência como a sua perspetiva mudou com a descoberta de que estava doente. Padecia de linfoma e teria apenas alguns meses de vida. Perante a morte, apercebeu-se que, à beira do fim da vida, ninguém lamenta não ter trabalhado mais.

Kai-Fu Lee entrou em remissão da doença e esta experiência levou-o a pensar sobre a importância de criarmos trabalhos em que as nossas características humanas sejam plenamente aproveitadas. O amor e a compaixão são funções que não podem ser realizadas pela I.A.

Trabalhos com amor e compaixão.

Trabalhos em áreas de cuidados de saúde, ensino, assistência social e outras dependem fortemente de características, como por exemplo a empatia, que a I.A. não consegue reproduzir. Mas também todas as tarefas mais complexas que assentam na criatividade, sejam artísticas ou de gestão estratégica, não poderão também ser substituídas.

Adeus tarefas repetitivas.

Neste momento, muitas tarefas mais repetitivas já foram substituídas graças a softwares de ERP. Para responder aos desafios do futuro, é necessário que as empresas se reinventem constantemente, explorem todo o potencial que lhes é oferecido pela tecnologia, descobrindo novas possibilidades para produtos e serviços.

Sage Enterprise Management oferece soluções adaptadas a cada empresa, para que ganhem tempo para os vossos negócios. Sem esquecer a importância da vida privada, com tempo para a família e para o desenvolvimento pessoal.

 

 

 

 

 

 

Gestão de Empresas Sage Enterprise Management

Automatização, desigualdade e crise económica 

Ao contrário do que poderíamos imaginar, os avanços tecnológicos das últimas décadas fizeram pouco pela diminuição das desigualdades.

Os ganhos da globalização e da tecnologia beneficiaram diretamente os que já tinham maiores ganhos. Enquanto isso, os salários mais baixos estagnaram.

De acordo com a consultora americana Bain & Company, esta tendência apenas irá agravar-se mais nos próximos 10 anos. Estimam que em 2030, a automatização eliminará até 25% dos trabalhos nos Estados Unidos, penalizando aqueles que, já estão no limiar da pobreza mesmo trabalhando.

Aceleração da automatização.

Esta empresa de consultoria sustenta que a escassez de mão de obra é inevitável, avizinhando-se um declínio demográfico que não pode ser compensado por tendências opostas, como a entrada de imigrantes ou um aumento do horário de trabalho.

Uma automatização mais sofisticada.

A automatização também está a mudar em si mesma, sendo cada vez mais sofisticada e substituindo o trabalho de análise em diferentes áreas. Na área jurídica algumas firmas de advogados usam sistemas de algoritmos para analisarem documentos jurídicos e em empresas financeiras também começa a ser comum.

É expetável que em breve a condução de carros de distribuição seja automatizada, e que a deslocação de parte das vendas para lojas online diminuirá o número de vendedores necessários em lojas físicas.

Não é possível imaginar uma empresa média ou grande sem um sistema integrado de gestão, um ERP que permita uma visão transversal da empresa. A Sage tem vários softwares de ERP, adaptados às diferentes necessidades das empresas e com a possibilidade de serem personalizados, acompanhando as exigências sentidas ao longo do processo de produção.

Efeitos contraditórios.

A automatização pode ser considerada como geradora de efeitos contraditórios. A curto prazo, será responsável por um aumento da produtividade e dos lucros. Por outro lado, com o agravamento da situação económica e social de grande parte da população, o mercado para escoar esses produtos diminuirá. Um dos principais riscos da automatização é a destruição a longo prazo da base para lucro.

Independentemente do que podemos pensar em termos éticos, do ponto de vista empresarial devemos encarar o aumento da desigualdade e da pobreza, como um fator limitador do crescimento da procura.

Por sua vez, o aumento da desigualdade e a crise económica podem levar a uma maior intervenção da parte dos governos. Não só os mercados já provaram não serem capazes de se auto-regular, como em consequência um estado mais interventivo terá de encontrar mecanismos de redistribuição de riqueza, de forma a diminuir a desigualdade e a dinamizar a economia.

 

 

 

 

 

 

 

BMS Gestão de Empresas

A relação entre a linguagem corporal e o sucesso

Há momentos cruciais na vida de uma empresa, uma reunião com um investidor ou com um cliente. Mesmo quando estamos bem preparados sobre o tema, e já realizamos este tipo de reuniões vezes sem conta, podemos destruir todo o trabalho com a nossa linguagem corporal.

Aumentar as probabilidades de sucesso.

Nem sempre as reuniões têm resultados positivos, mas podemos afetar os resultados de forma positiva se passarmos uma imagem de confiança e credibilidade. Por muito que as vossas propostas sejam interessantes, no final a decisão será tomada baseada em dados que são empíricos.

Passar uma imagem de confiança, começa por manifestarmos abertura e confiança. Gestos que manifestem conforto espacial, como colocar uma chávena de café longe de si, manifestam descontração. Tenham o cuidado de não perturbarem o espaço pessoal dos presentes.

Contacto visual – É importante manter o contacto visual, evitando afastar o olhar. Da mesma forma será de evitar tapar o rosto, mesmo que seja através da colocação de uma mão no rosto.

Olhar de desdém – Parece um conselho obvio, mas devem evitar usar um olhar de desprezo ou desdém. Por vezes de forma involuntária, demonstramos uma expressão pouco amável que se pode manifestar por um dilatamento das narinas.

Intimidade – Suscitar uma sensação de proximidade, convida à partilha de informação da parte dos clientes, que pode vir a tornar-se crucial. Para criar um ambiente propício à partilha, há que evitar usar manifestações de reprovação.

Aceitação – A postura física de aceitação, está relacionada com mostrar o corpo, mantendo os braços afastados do tronco. Não significa que se tenha de concordar com o discurso do interlocutor, mas devem mostrar aceitação e em alguns casos pode ser uma boa ideia oferecer um conselho.

 A importância do ambiente.

O ambiente é um elemento importante na maximização da linguagem corporal. Manter clientes antigos ou ganhar novos, depende da construção de relacionamentos, e a vossa linguagem corporal deve transmitir segurança e uma sensação calorosa semelhante a quanto estamos frente a uma lareira.

As salas de diretoria são geralmente desconfortáveis e desenhadas para causar uma boa impressão com uma decoração algo pesada, e por vezes o resultado é uma sensação de desconforto para o cliente.

Procurem fazer um percurso com os clientes, mostrando a empresa. Se possível passem algum tempo na área de café, mostrem áreas de trabalho, dando uma ideia do ambiente geral no quotidiano. No decurso desta visita guiada, demonstrem à vontade e controlo total.

Controlo da linguagem corporal e controlo da empresa.

Tal como devemos procurar melhorar a nossa linguagem corporal, também devemos procurar ter o mesmo controlo completo sobre a empresa. Um software de ERP como Sage X3, permite gerir os negócios de forma mais rápida, do aprovisionamento ao gerenciamento financeiro, sempre com o apoio do business Intelligence, que fornece analises em tempo real através de múltiplos relatórios.

 

 

 

Inovação e Tecnologia

Porque são as mulheres essenciais para a Inteligência Artificial?

No decorrer dos últimos anos, a Inteligência Artificial (IA) tem sido reconhecida como uma peça chave na resolução de alguns dos problemas mais complexos do mundo, desbloqueando um nível de crescimento e inovação nunca antes visto.

Governos de todo mundo estão já a elaborar ativamente abordagens de investimento e a discutir os atuais quadros reguladores para ajudar os seus países a manterem um lugar de destaque nesta indústria emergente.

Por mais relevância que o tema da Inteligência Artificial tenha, há também alguns relatórios menos positivos sobre o efeito que a IA pode ter sobre o atual perfil demográfico da força de trabalho, muito mais iminente que a narrativa de Hollywood que refere “robôs a dominar o mundo” – se isto fosse verdade, poderia destruir a intensa luta das mulheres por ocupar o devido lugar na ascensão profissional. Tudo isto é demonstrado numa recente pesquisa da PwC, que indica que os trabalhos realizados por mulheres podem ser afetados pela automação durante a próxima década – com potencialmente 23% dos trabalhos das mulheres em risco, cerca de 7% mais do que os dos homens. Num momento em que o mundo se encontra a debater e a projetar o modo como a IA irá alterar a forma como trabalhamos, o maior risco de deslocação sentido por alguns membros da sociedade deve tornar-se mais visível e abordado em conjunto com a grave escassez de competências que verificamos entre as mulheres no setor tecnológico.

A Sage acredita que este é o momento para investir no aumento do acesso às oportunidades na carreira, a competências e no incentivo a mulheres de todas as áreas a avaliarem as portas que a IA pode abrir pelo seu futuro. Esta é a altura certa para qualquer mulher se envolver, e aqui estão as cinco razões pelas quais a Sage considera que devem fazê-lo:

1. Sensibilizar e informar a opinião e compreensão pública

Se alguma vez utilizou a pesquisa preditiva do Google, perguntou à Siri sobre a meteorologia ou pediu que a Alexa tocasse a sua música preferida, então já utilizou a IA.

No entanto, uma pesquisa realizada pela Sage demonstra que a compreensão pública atual da IA é extremamente limitada, o que prejudica a perceção e o sentimento sobre esta tendência. Conclusões revelam que 43% dos inquiridos nos Estados Unidos e 46% no Reino Unido admitiram “não saber o que é a Inteligência Artificial”. Dado que a maioria das pessoas estão a utilizar esta tecnologia todos os dias, é essencial que a indústria se responsabilize por dissipar os rumores e apresente o verdadeiro potencial da IA de forma compreensível a todos.

2. Não precisa de um doutoramento em ciências informáticas

A beleza da IA é o facto de ser desenvolvida para aumentar a inteligência humana nas mais variadas formas. A vida como a conhecemos não foi construída em torno de hardware e de tecnologia – somos artistas, filósofos, prestadores de cuidados, inventores e muito mais. E por isso, há uma grande quantidade de oportunidades fora dos empregos de ciência e de tecnologia quando se trata de construir IA útil. Precisamos de grupos compostos por homens e mulheres, por indivíduos otimistas, dedicados às oportunidades que esta tecnologia lhes pode oferecer, com conhecimento em resolução de problemas, psicologia, linguagem, design, storytelling, antropologia e direito, entre outros. A única forma de criar Inteligência Artificial verdadeiramente inteligente é se esta for ensinada a trabalhar, a reagir e a entender a linguagem tal como nós.

3. O preconceito é a maior das ameaças e só irá diminuir o progresso

Enquanto que a criação de personas famosas através de IA, como a Alexa e a Siri, são fortemente baseadas em estereótipos femininos, o número de engenheiras mulheres continua a ser muito baixo entre o grupo de engenheiros que as criam nos dias de hoje. Este é um problema sério que precisa de ser corrigido se quisermos perceber os grandes benefícios científicos e económicos desta tecnologia – e isso começa nas escolas e em casa. É necessário demonstrar às jovens desde novas que nenhuma carreira está fora do seu alcance.

Além disso, a Inteligência Artificial precisa de ser desenvolvida de forma a refletir a diversidade dos seus utilizadores. Mulheres e homens trabalham, vivem e pensam de forma diferente – é necessário captar o máximo de perspetivas diferentes para produzir um produto de alta qualidade e com o máximo potencial. E isto não é apenas uma questão de género, é necessário pensar globalmente e garantir que as máquinas estão a aprender sobre diferentes etnias, raças, linguagens e idades – todas as características que nos tornam únicos.

4. A indústria de tecnologia reconhece a necessidade de mudança imediata

Estatísticas da ONS (Instituto Nacional de Estatísticas do Reino Unido) demonstram que apenas 14% das funções STEM1 no mercado de trabalho do Reino Unido são ocupadas por mulheres. Este número representa uma ameaça grave para a futura competitividade global do setor da tecnologia do país. Nunca houve uma necessidade tão grande para a mudança e a indústria está pronta para isso. Universidades e empresas já estão a apresentar desenvolvimentos positivos para ajudar a lidar com esta necessidade, tendo influenciadores e acionistas dedicados a melhorar estes números.

5. Alguns dos investigadores e developers mais inovadores de IA são mulheres

“Enquanto alguém que desenvolve aplicações de IA todos os dias, como a Pegg, tive o privilégio de trabalhar com algumas das maiores mentes da indústria da IA – muitas das quais mulheres. Temos uma grande riqueza no que toca a modelos a seguir, mas infelizmente até ao momento a história tem sido fortemente dominada apenas por um género. Isto influencia o pressuposto de que há oportunidades limitadas para as jovens que procuram uma carreia nesta área, o que é totalmente falso. É necessário alterar estas perceções prejudiciais”, explica Kriti Sharma, Vice-Presidente de Inteligência Artificial do Grupo Sage.

Segundo a especialista o maior obstáculo da IA é o desenvolvimento de máquinas que não representam realmente todos os seres humanos. Foi por isso que a Sage criou um código de ética inovador, que oferece às empresas cinco orientações chave quando trabalham com a IA. Estas linhas orientadoras abrangem desde como nomear os assistentes virtuais até ao desenvolvimento de diversos conjuntos de dados que ajudam as empresas a contratar quando o género é retirado da equação. “Se nos comprometermos com o objetivo comum de incluir mais diversidade em todos as etapas do design, da programação e da implementação da Inteligência Artificial, acredito que esta tecnologia tem o potencial de transformar para melhor a forma como se fazem negócios e como vivemos as nossas vidas, todos os dias. E todos merecem beneficiar disso”, acrescenta Kriti.

Kriti Sharma é a Vice-Presidente da área de Inteligência Artificial da Sage. Foi responsável pelo lançamento da Pegg, o primeiro assistente de IA do mundo que permite aos utilizadores controlarem e registarem as suas despesas, com utilizadores em 135 países.