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Transformação

Sage Faturação

O comércio de retalho tem que se modernizar

Os pequenos negócios continuam em crise, face aos avanços das grandes superfícies. O mercado de retalho ressente-se principalmente com a introdução do comércio online.

Comércio de retalho versus novas plataformas de venda

Há alguns anos, a busca por um livro fora de circulação levar-nos-ia obrigatoriamente a alfarrabistas e feiras de livro em segunda mão. A internet trouxe as primeiras lojas online, facilitando consultas de stock e trazendo o produto desejado até casa, sem necessidade de nos deslocarmos.

 

Estas lojas online, como é o caso da Amazon, revolucionaram cada canto do mercado de retalho, incapacitando a perpetuação do antigo modelo de negócio. O passo seguinte foi estabelecerem lojas físicas em cada continente para que os consumidores não estejam presos a entregas em casa, que exijam presença física – agora, podemos passar por um ponto de entrega e levantar a nossa encomenda, quando saímos do trabalho, por exemplo.

 

Uma das grandes forças do mercado online é a análise de todas as facetas do processo de compra do cliente. A experiência do consumidor é sempre acompanhada e os dados resultantes são combinados com técnicas de marketing que permitem uma constante adaptação da venda aos gostos do cliente.

 

Como inovar no comércio do retalho

 

Um negócio precisa de investimento para se modernizar e a melhor forma humana de o fazer será fazer recrutamento junto das camadas mais jovens, para assegurar relevância intergeracional.

 

Os negócios devem mover-se junto dos seus consumidores, portanto o ideal hoje em dia é captar a atenção dos nativos digitais, ao implementar uma loja online, na maioria dos pequenos e médios negócios. A planificação da distribuição dos vossos produtos nacional ou internacionalmente pede uma logística adequada que deve ser estudada. A comercialização online pede uma transferência da faturação para uma vertente online. Sage 50cloud  é um produto de faturação certificado que oferecerá a mobilidade necessária para um negócio online.

 

É imperativo que os negociantes compreendam o impacto de estratégias de marketing digital e como se podem adaptar à sua empresa. Estabelecer presença nas redes sociais é o primeiro passo para captar a atenção do cliente. Newsletters podem também ser incentivo à compra, além de manter os clientes informados e criar fidelização.

 

Aconselhamento e ajuda

 

Para a implementação deste tipo de ações de modernização, os comerciantes devem basear-se em aconselhamento de fontes competentes. Novas técnicas de venda vão pedir uma especialização e estudo aprofundado para que possam ser bem-sucedidas.  Formação sobre marketing, mercados digitais e vitrinismo digital são mais valias num modelo de um negócio online.

 

Sage Enterprise Management

Implementar mudanças na empresa com sucesso

Perante as rápidas mudanças na economia, são cada vez mais as empresas a passarem por situações de reestruturação através de fusões e aquisições. Estas mudanças criam uma sensação de instabilidade na força de trabalho.

Quando os colaboradores não compreendem as mudanças em curso, facilmente se tornam resistentes e a sua falta de empenho e alinhamento na estratégia da empresa pode provocar falhas na implementação do projeto.

Explicar os projetos aos colaboradores

Os executivos e responsáveis das empresas não devem partir do princípio de que os colaboradores sabem e entendem os motivos que estão por detrás das transformações. É importante que dediquem algum tempo a explicar os motivos da mudança, aumentando a sua motivação e contributo para essa transformação.

Apresentar uma visão do futuro

Em momentos de incerteza, torna-se ainda mais importante ter uma visão clara do futuro. Os líderes devem partilhar informação sobre as mudanças que estão prestes a acontecer e de que forma irão ter impacto na vida dos seus colaboradores.

Igualmente importante é articular essa informação com uma narrativa que permita entender os desafios que se colocam no presente. Explicar porque a mudança é importante e como irá afetar positivamente a organização. Procurem inserir nesta explicação a missão central da empresa, oferecendo uma visão inspiradora para o futuro.

Manter os colaboradores informados regularmente

Deve existir um esforço permanente da parte das empresas para manter os seus colaboradores informados das transformações em curso. Existem estudos que indicam que uma comunicação contínua é fundamental para tornar a transformação num sucesso.

A comunicação deve ser clara e consistente com a narrativa geral apresentada. Não é necessário que tenham todas as respostas. O mais importante é mostrarem-se focados nos pontos a que sabem dar resposta.

Encontrar formas criativas para envolver os colaboradores na mudança

Devem pedir feedback aos colaboradores à medida que os projetos de transformação se desenrolam, procurando envolvê-los nas decisões. Desta forma, terão a sensação de fazer parte do processo, apoiando e até defendendo a mudança.

Uma outra forma de envolver os colaboradores é reconhecer aqueles que estão mais empenhados na mudança, premiando a sua atitude e criando um exemplo para o grupo de colaboradores.

Implementar a mudança de forma bem-sucedida

Introduzir alterações na empresa decorrentes de processos de fusão ou de aquisições implica contar com um software de ERP. A Sage tem opções em software de Enterprise Management que permitem uma visão a 360º de toda a empresa, assim como a utilização do Cloud. Tenham acesso e partilhem informação em tempo real, trabalhando com mais flexibilidade, onde quer que estejam.

Em conclusão

As empresas que gerem a mudança de forma competente têm mais hipóteses de conseguirem ultrapassar os seus competidores. Insiram sempre nos projetos uma estratégia de comunicação.

 

Faturação Sage Faturação

Os canais de televisão por streaming estão a ganhar mercado

Pela primeira vez no Reino Unido, os canais de televisão por streaming ultrapassam os canais por cabo pagos. Pensa-se que esta será uma tendência crescente nos próximos anos, na maioria dos países da europa. A Netflix é a principal empresa na origem desta mudança no consumo de conteúdos de entretenimento.

Desinvestimento da parte dos canais tradicionais

Canais como a BBC, a ITV ou o Channel 5 diminuíram o investimento na produção de conteúdos, enquanto o número médio de horas que as pessoas passam a ver televisão não pára de decrescer. A média diária no Reino Unido desceu para os 38 minutos em 2012.

Estes dados são originários de um relatório da empresa de pesquisas Ofcom, que analisou as principais tendências no setor da televisão e rádio.

Principais conclusões deste estudo

O estudo indica que empresas como a Netflix, Amazon Prime e Sky Now TV atingiram um valor global de 15,4 milhões de utilizadores. A diminuição do investimento dos canais de cabo em cerca de 28% acelerou a sua quebra.

Em relação à descida do tempo de visionamento de televisão, o maior decréscimo conta-se entre a faixa etária dos 16 aos 34 anos. Algo que as empresas, ao contratarem publicidade, devem ter em conta. A banda larga veio permitir o surgimento dos canais por streaming, aumentando a oferta de conteúdos alternativos. Os canais de televisão perdem espaço para os canais de streaming, como o YouTube, mas também para o gaming (jogos de consola, PC, etc.).

Acompanhar a mudança

É importante para as empresas estarem atentas às mudanças no consumo, mesmo quando não estão ligadas à área de criação de conteúdos. Estas alterações geram fenómenos em cadeia, influenciando o mercado de diferentes formas.

Outro motivo para estar alerta é a publicidade. É essencial conhecer as preferências dos consumidores e de que forma gastam o seu tempo, de forma a selecionar o tipo de publicidade mais adequado à empresa.

Acompanhar a mudança passa também por contar com um software de faturação de última geração. Aceda aos dados da empresa a partir de qualquer lugar, com Sage Faturação. Passe menos tempo em tarefas administrativas e ganhe mais tempo para se dedicar aos seus clientes.

 

Gestão de Empresas Sage Enterprise Management

Casos de sucesso Sage: Climaespaço

A empresa Climaespaço surgiu com a construção do Parque das Nações, na sequência da Expo 98.  Toda a zona oriental da cidade teve uma profunda transformação, passando de uma zona industrial decadente a uma renovada zona habitacional.

Em pouco tempo, surgiam os primeiros serviços e comércio, tornando o Parque das Nações parte vibrante da cidade de Lisboa.Esta empresa criou a primeira rede de frio e calor, prestando este serviço a milhares de clientes, e cedo se apercebeu de que necessitava de um novo software de ERP.

Um novo ERP – uma visão integrada

A Climaespaço operava com vários sistemas não integrados, o que dificultava o acesso à informação e obrigava a uma duplicação de esforços. Por vezes, tornava-se necessário repetir a mesma tarefa em diferentes sistemas, ocupando tempo vital que poderia ser dedicado a outras áreas.  A comunicação era frágil e prejudicava o desempenho global da empresa.

Com uma solução Sage Enterprise Management, foi possível uniformizar as várias plataformas tecnológicas, passar a aceder à informação em tempo real e uniformizar a produção. O resultado foi uma melhoria da qualidade do trabalho com uma enorme economia de recursos humanos e financeiros.

Um software adaptável às necessidades da empresa.

Sage X3 é uma solução internacional, adaptável às necessidades de cada negócio. No caso da Climaespaço, a Sage incorporou algumas regras do negócio, que tinham de estar integradas no sistema para que o seu funcionamento fosse perfeito.

O software certo pode transformar um negócio e dar-lhe a possibilidade para crescer e alcançar o seu pleno potencial. Assista ao vídeo e saiba mais sobre este caso de sucesso.

 

 

Sage Sessions

Sage Sessions – A Revolução 4.0 por João Vasconcelos – 2ª parte

João Vasconcelos, ex-secretário de estado da Industria, esteve presente no evento Sage Sessions em Lisboa, para nos falar da transformação digital dos negócios. Continuamos com a segunda parte do artigo, resumindo alguns dos pontos mais interessantes do seu discurso.

 O mercado em Portugal.

 As empresas devem ter em consideração as características do seu mercado, e o mercado português está a envelhecer, o que irá trazer modificações no consumo. O consumo de produtos de saúde irá aumentar, assim como de tudo o que está relacionado com conforto e viagens.

Com menos capacidade de consumo, mas com uma relação intuitiva em relação às novas tecnologias, a geração dos nativos digitais aderiu ao comércio eletrónico. Uma geração em que o primeiro telemóvel é um smartphone, com todas as apps que remetem para o conforto e resolução de problemas.

A Europa não tem parado de perder terreno para um gigante como a China, todas as suas empresas mais promissoras acabam por ser compradas, nunca chegando a desenvolver-se plenamente na Europa. Na última década, enquanto a China apostava no comércio eletrónico, a Europa apostou em patentes, tentando proteger a sua propriedade intelectual, mantendo a liderança apenas no fabrico automóvel e nos produtos de luxo.

O futuro das empresas portuguesas.

 As empresas devem informar-se das medidas de incentivo dentro do programa de governo, sendo que uma delas é particularmente importante – vale industria 4.0. Destinado a pequenas empresas sem presença digital, como forma de incentivo à criação de um site, campanha ou aquisição de software digital. As empresas devem aprender a gerir esses conteúdos e plataformas, sem dependerem de empresas externas.

Um dos elementos mais valiosos para as empresas, são os cérebros ou a capacidade criativa e inovadora das pessoas. Portugal não está ainda em condições de atrair cérebros, e nos últimos anos chegou a incentivar a saída de alguns dos elementos mais promissores. As remunerações pagas em Portugal são baixas e as empresas terão de mudar substancialmente, antes de conseguirem suportar outra politica de remuneração.

 Défice educacional.

Existe um problema profundo de baixa escolaridade, de défice educacional seja a nível de empresários, clientes, políticos, ou de plateias. A pouca preparação da população leva a que sejam menos permeáveis às novas tecnologias.

Participar em conferencias, eventos sobre estas questões são uma forma de conseguir um pouco mais de preparação. Sendo um mundo novo que se apresenta, vão ser cometidos erros pelos CEO, e não existem guias sobre como adaptar e incorporar as novas tecnologias.

Em Portugal temos muitas startups, e algumas empresas que estando em áreas tradicionais como no sector têxtil ou na agricultura, incorporam as novas tecnologias no seu quotidiano. Empresas agrícolas em que drones analisam a necessidade de rega ou empresas têxteis que personalizam produtos de acordo com o desejo dos clientes.

Em conclusão.

Esta mudança profunda, vem abrir espaço e apetência para tudo o que é humano, para experiências em que se sinta emoção e sentimento, como concertos ao vivo. Um gosto por séries limitadas de produtos, um apresso pelo que parece único e irrepetível. É necessária uma postura de irreverência, pensar em “Tudo o que fazemos melhor que uma máquina” e arriscar, porque se hesitarmos, outros irão ganhar o produto ou o mercado.

Veja o vídeo integral da conferência de João Vasconcelos, e consulte a nossa página sobre o evento Sage Sessions.

Para ler a primeira parte do artigo consulte este link.