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Publicado regime de conversão de ações ao portador

Foi publicado em Diário da República o diploma que estabelece o regime de conversão dos valores mobiliários ao portador em valores mobiliários nominativos, tendo entrando em vigor no passado dia 26 de setembro – Regime de conversão dos valores mobiliários ao portador em valores mobiliários nominativos, em execução da Lei n.º 15/2017, de 3 de maio – Decreto-Lei n.º 123/2017 – Diário da República n.º 185/2017, Série I de 2017-09-25

1 – Conversão obrigatória dos valores mobiliários ao portador em nominativos

  • Prazo 6 meses (termina em Novembro);
  • Alterações do contrato e demais documentos podem ser feitos pela Administração sem necessidade da Assembleia Geral;

2 – Procedimento para a conversão dos valores mobiliários ao portador em nominativos 

  • Publicar um anúncio;
    • Identifica os valores;
    • Fonte normativa;
    • Data de deliberação das alterações e quem deliberou;
    • Data prevista para a publicação das alterações no registo comercial;
    • Consequências de não conversão dos valores mobiliários no período transitório;
    • Para os valores mobiliários não integrados em sistema centralizado os títulos devem ser apresentados ao emitente ou ao intermediário financeiro indicado;
    • A publicação de ocorrer no site da sociedade, no Portal do Ministério da Justiça ou no Sistema de Difusão de Informação da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM);
    • Os intermediários financeiros devem comunicar ao cliente da necessidade de apresentarem os títulos ao emitente para serem convertidos e as consequências da sua não apresentação.

3- Modos de conversão dos valores mobiliários ao portador em nominativos

  • Por anotação na conta de registo individualizado ou dos valores mobiliários titulados ao portador;
  • Por substituição dos títulos ou por alteração das menções neles existentes. Devem ser inutilizados os anteriores se a opção for por substituição dos títulos antigos.

4 -Conversão dos valores mobiliários ao portador em nominativos no final do período transitório

  • Os valores mobiliários integrados em sistema normalizado não convertidos pelo emitente serão convertidos pela entidade gestora de sistema centralizado / intermediário financeiro no ultimo dia do período transitório.

5 – Atualização de registos

  • A entidade gestora do sistema centralizado, as entidades registadoras e a entidade emitente actualizam os respectivos registos;
  • Requerer no registo comercial as alterações ao contrato da sociedade e demais documentos;

6 – Valores mobiliários ao portador não convertidos em nominativos

  • Apenas conferem legitimidade para solicitação do registo a favor dos respectivos titulares;
  • aos dividendos, juros ou quaisquer outros rendimentos cujo pagamento se encontre suspenso é depositado junto de uma única entidade legalmente habilitada para o efeito, em conta aberta em nome do emitente, e será entregue, com base em instruções do emitente, aos titulares dos valores mobiliários aquando da respetiva conversão.

7 – Isenções

  • Os registos destas operações estão dispensados do pagamento de emolumentos.

 

Setembro de 2017

Dr. Bruno Lagos – Licenciado em Organização e Gestão de Empresas; Mestre em Auditoria Contabilística; Nos últimos 25 anos técnico superior na Administração Fiscal Portuguesa.

BMS Gestão de Empresas

Saber oferecer: presentes para parceiros internacionais

À medida que que o mundo se torna cada vez mais conectado, vários executivos ponderam a internacionalização das suas empresas. Embora a internacionalização implique sempre riscos, vivemos um momento pleno de oportunidades.

Uma das maiores dificuldades reside nas grandes diferenças culturais, que podem gerar mal entendidos. É importante ter algum conhecimento sobre a cultura dos países para onde desejam levar os vossos negócios, nomeadamente sobre toda a etiqueta em redor do ato de oferecer.

Com o aproximar da época festiva do Natal, não é tarde para os empresários que adoptaram uma estratégia internacional, e usam o software Sage X3 planearem as ofertas para os seus clientes.

O significado de um presente.

Uma oferta errada pode significar uma situação de embaraço ou a perda de um negócio. No ocidente, um presente é algo trocado numa ocasião festiva, mas para os empresários japoneses existe alguma formalidade na forma como entregam um cartão pessoal, como se fosse um presente.

Na Europa ou nos Estados-Unidos a troca de presentes é algo de inesperado, excepto quando inserida numa ocasião especial, enquanto na Asia é esperado que exista uma troca de presentes numa relação comercial. A oferta é analisada atentamente, e os líderes japoneses esperam que o presente reflita o valor do relacionamento.

O presente perfeito.

É importante pesquisar antes de escolher o presente certo ao contexto cultural e para o executivo, saber oferecer é uma soft skill. Procurem saber o que é comum ser oferecido, e procurem conhecer a cultura local. Se necessário procurem aconselhamento junto de pessoas com ligação a esse país.

Presentes com origem local.

É mais interessante oferecer um presente com origem na vossa terra natal, especialmente se for algo difícil de arranjar em outros países.

Procurem criar um momento especial, se possível satisfazendo algum desejo manifestado pelo parceiro comercial, ou procurando oferecer algo personalizado. Juntem uma nota manuscrita e um embrulho cuidado, uma oferta também é feita de pormenores. Uma forma de impressionar passa por ligar a oferta aos valores que a empresa personifica.

É essencial lembrar que o objetivo passa por criar ou aprofundar um relacionamento, e que presentes cuidadosamente pensados, são um passo importante na construção de um negócio internacional.

 

 

 

 

 

Faturação

Remarketing: aumentar as vendas e o reconhecimento da marca

Uma profunda transformação na publicidade e nos meios de comunicação, criou uma panóplia de alternativas para comunicar e o aparecimento de novas ferramentas, possibilitaram que até uma pequena marca tenha a possibilidade de alcançar reconhecimento.

Neste panorama o remarketing surge como um conceito que procura usar informação recolhida sobre usuários, para os conduzir novamente ao site ou página da marca e levá-los a finalizarem a sua compra.

Como funciona.

Os usuários ao acederem ao site são marcados com um cookie e adicionados a uma lista de remarketing. É criada uma campanha de display de Google Adword utilizando essa lista, gerando anúncios especificamente para esses visitantes, tentando que regressem e completem uma compra.

No momento da compra é sempre relevante que exista um sistema de faturação simples e eficaz e que permita coligir dados sobre as preferências dos consumidores.

Benefícios do remarketing.

O remarketing pode ter um efeito importante quanto maior for o numero de usuários nessas listas. Funciona especialmente bem, aproveitar épocas com maior tráfego, como o Natal para aumentar estas listas.

É necessário que a mensagem seja cativante e eficaz de forma a captar a atenção, voltando a colocar o consumidor no túnel de vendas. Desta forma a marca permanece em grande plano para a sua audiência privilegiada.

Desafios a não esquecer.

Existe a forma de levar os usuários a regressarem mas se continuarem a mostrar-lhe aquilo que já conhecem, o resultado será provavelmente o mesmo. Estes visitantes não compraram na primeira visita e portanto devem tentar mostrar-lhes algo diferente.

Existem várias formas de suscitar uma sensação de urgência na compra, uma edição limitada, uma promoção ou simplesmente mostrar artigos diferentes daqueles que os visitantes já conhecem.

Cross-selling.

Uma outra forma de captar interesse passa pelo cross-selling, associando produtos que até podem ser de outro tipo mas se conjugam bem. Para ser eficaz é preciso que esta associação faça sentido e implica uma personalização extrema na adequação a diferentes perfis de usuários.

Se dedicarmos algum tempo a pensar na forma como relacionamos os produtos e planearmos bem a campanha, com o auxilio do Google Adword e o ideal será recorrer aos serviços de um  profissional, poderão alcançar resultados entusiasmantes.

 

 

Faturação

Sim às tendências, mas com cautela

As empresas devem tentar seguir as tendências de uma forma crítica, tentando perceber o que está por detrás delas e prever o seu desenvolvimento.

Interpretações erróneas podem levar a um caminho destrutivo com expetativas goradas. Neste artigo vamos falar de três erros comuns que podem prejudicar bastante as empresas.

Tendências e modas passageiras.

Existe uma grande diferença entre uma moda passageira relacionada com um produto em específico e tendências, geradas por aquilo que motiva os consumidores.

Uma tendência perdura no tempo e tem um alcance maior, enquanto uma moda é relativa a um produto e, muitas vezes, passageira. Uma moda não corresponde a nenhuma necessidade do consumidor.

Importa construir um negócio sustentável que se baseie em mais do que um produto ou ingrediente e cuja estratégia se baseie no comportamento do consumidor na origem das tendências que se observam no mercado.

Identificar a tendência, dar a solução errada.

Várias marcas reconhecem uma maior preocupação com a saúde da parte dos consumidores mas muitas vezes falham ao oferecer uma solução. Produtos pouco atrativos ou em que o sabor é claramente uma desilusão afastam-se completamente daquilo a que o consumidor está habituado.

Assumir que a tendência contrária não tem adeptos.

Perceber que mesmo que o consumo tenha algumas alterações, a tendência maioritária irá criar apenas algumas alterações. Ou seja, se o negócio se situa no lado oposto da tendência não faz sentido descaracterizá-lo e mudar tudo. Se continuam a existir consumidores interessados, então existe um mercado no qual prosperar.

Relatórios de apoio: um software de faturação permite o acesso a relatórios de atividade, que facilitam a análise da evolução do negócio e a necessidade de inserir mudanças a nível da estratégia.

Nem sempre as tendências fazem muito sentido, mesmo quando os dados apontam para um crescimento, estes dados baseiam-se em comportamentos humanos volúveis, sempre em mudança. A estratégia deve inspirar-se nas tendências sem ficar prisioneira delas.

 

Faturação

5 formas de crescer com a equipa de vendas

Embora se considere que a habilidade para as vendas são uma característica nata, a verdade é que vários estudos apontam para algo diferente.

Os melhores resultados de vendas são atingidos por pessoas que usam uma gama de estratégias que lhes permitem criar um complemento aos seus talentos naturais.

No momento da contratação, evitem estruturas de vendas muito rígidas, fomentem um ambiente em cada membro da equipa de vendas consegue ter um espaço para otimizar as suas características e desenvolver os seus talentos.

Autoconhecimento.

Invistam em ferramentas tecnológicas que permitam a cada um o diagnóstico dos seus pontos fortes e a melhor forma de equilibrar as suas forças para atingirem os objetivos desejados.

Partilha de conhecimento.

Criem um ambiente em que os melhores vendedores criam conteúdos e partilham com os menos experientes as suas estratégias de sucesso. Bons vendedores levam tempo a serem formados e os elementos mais experientes podem dar um grande contributo na formação da equipa de vendas.

Trabalho de equipa.

A verdadeira competição deve acontecer com o exterior e não entre a própria equipa de vendas. Façam uma constante comparação com o exterior, tomando consciência de quais são os elementos fortes que distinguem a vossa empresa.

Sistema de faturação.

Um sistema de faturação permite a recolha de dados e elaboração de relatórios atuais nos quais poderão basear a estratégia de vendas.

Medir o sucesso.

Estabeleçam métricas que permitam acompanhar todos os passos do consumidor, perceber o seu percurso no ciclo de vendas, de forma a interpretar melhor os recursos utilizados para alcançar os resultados.