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Vender melhor – contar histórias sobre os produtos

As clássicas demonstrações de produtos costumam ser a forma mais comum de os apresentar e vender. Ao contrário do que podem pensar, esta não é a melhor forma de conseguir vendas. Esta abordagem não dá ao consumidor o encorajamento necessário para realizar a ação de compra.

Estas demonstrações podem ser úteis para reunir informação sobre os consumidores, as suas necessidades e os elementos que causam um maior impacto. No artigo de hoje, vamos analisar três técnicas fundamentais para humanizar a abordagem comercial e atingir melhores resultados.

Vender histórias.

É mais simples vender produtos através da partilha de uma história curta que demonstre com simplicidade os benefícios do produto e incorpore um apelo à ação de compra.

O autor Malcolm Gladwell formulou um modelo de storytelling em vários passos. O autor defende que a história deve criar uma ligação e ser visualmente cativante, prendendo a atenção do espectador.

Para que seja eficaz, devem procurar dar resposta aos pontos que sejam cruciais para o consumidor, com um cenário aproximado do real. É fundamental que o produto responda a problemas ou necessidades do consumidor.

Características das melhores demonstrações.

  • Não ultrapassem o limite de 40 a 50 minutos de duração, o tempo ideal para apresentar uma história e prender a atenção da audiência.
  • Não se demorem demasiado nos preços, dediquem mais tempo aos benefícios dos produtos.
  • Permitam que a conversa flua com naturalidade, não tentem controlar o seu decurso de forma excessiva.
  • Não sejam exaustivos em relação às características dos produtos; o importante é a forma como a vida do consumidor vai ser transformada no futuro.

Faturar sem limites.

É muito vantajoso um software de faturação que permita conetividade de forma a que estejam sempre em contacto com clientes e fornecedores. Sage Contacts e Office 365, aliados ao software de faturação Sage, permitem aumentar a produtividade. Aumente as vendas com apresentações que incorporam storytelling e esteja pronto para faturar com eficácia.

 

 

 

 

 

 

 

Faturação

E-commerce: o que leva os consumidores a comprar?

As vendas em e-commerce não param de crescer, no ano passado ultrapassaram os 2 triliões de dólares e pensa-se que este valor irá duplicar em 2021.

Apesar deste crescimento impressionante, as taxas de conversão continuam relativamente baixas, rondam menos 4% dos utilizadores enquanto a compras por retalho atingem taxas entre 20% a 40%.

O que leva os utilizadores a não comprar?

Pesquizas na área do comportamento dos consumidores, dão especial importância à sensação de confiança numa relação de compra. Num ambiente de comercio tradicional, o contacto com outras pessoas gera a confiança necessária para realizar a compra.

Confiança: elemento chave no processo de compra.

A resposta a esta questão não é simples. Parece existir uma tendência natural, maior ou menor em cada individuo para confiar. Sabemos que o consumidor parece ser afetado mais por fontes de letras e cores, que por informações sobre privacidade e segurança. Esta observação levou investigadores a acreditarem que a confiança que conduz a uma compra, pertença aos processos instintivos.

Dois sistemas paralelos na tomada de decisão.

Steven Sloman, psicólogo cognitivo defende que as pessoas têm dois sistemas de decisão em paralelo. O sistema deliberativo assenta em regras e padrões de lógica, enquanto o associativo toma decisões baseadas na experiência pessoal e intuição.

Por estranho que pareça, quanto maior o risco ( preço mais elevado, distância), maior é dependência da sensação de confiança, e a decisão é realizada tendo por base o sistema associativo.

Apostar no sistema associativo.

Quanto melhor for a estética do site, o profissionalismo e outros valores implícitos, maior a confiança. Perante uma situação de risco, não bastam garantias escritas, politicas de devolução e outros dados concretos.

Simplificar toda a experiência do consumidor, com pagamentos mais simples e uma estética atraente, são elementos mais importante do que pensámos inicialmente.

Um software intuitivo.

É importante que tecnologia seja simples de adotar, e um software de faturação como Sage One permite emitir faturas, enviar orçamentos ou aceder a documentos de venda, em qualquer lugar. Um software completamente online, vocacionado para pequenas empresas  com os olhos postos no futuro. Saibam mais sobre este software aqui.

 

 

 

 

 

BMS Gestão de Empresas

Novas tendências nas compras online

As compras online ocupam cada vez um espaço maior no consumo, o retalho tradicional não consegue contrariar esta tendência e até certo ponto começou a incorporar na sua estratégia a existência de lojas online como um complemento ao retalho.

Num mercado de mudanças rápidas, podemos detetar 3 tendências importantes que todos os empresários devem acompanhar.

Personalização.

Criar produtos ou serviços personalizados para os clientes é uma das tendências mais importantes. Esta tendência reflete-se em produtos adaptados perfeitamente ao gosto,  tamanho, ou até em edições especiais assinalando momento importantes.

O mobile torna-se a referência.

65% das compras durante a Black Friday foram feitas através do acesso móvel e pensa-se que irá continuar a aumentar. Sites adaptados à experiência móvel e telefones mais evoluídos contribuem para este crescimento imparável. Outra tendência a acompanhar, o Voice Commerce, promete trazer uma revolução com softwares como Siri, Alexa ou Google Now, a possibilitarem compras através de comandos de voz.

Comprar sem deixar a App.

Até há pouco tempo comprar enquanto se estava numa App social era complicado. Acabávamos por ter uma experiência semelhante a quando se passeia numa zona com lojas encerradas, onde olhamos para os produtos em montras, mas as lojas estão encerradas e não podemos comprar.

As aplicações perceberam o problema e evoluíram, Facebook, Instagram ou Pinterest encontraram soluções para que se possa comprar sem necessidade de abandonar a App. O objetivo é sempre incentivar à compra por impulso, não dando tempo aos utilizadores de pensarem longamente sobre a compra.

Software integrado para acompanhar todos os processos.

SageX3 disponibiliza uma vasta gama de funcionalidades integradas, permitindo a integração de aplicações especializadas Sage e de parceiros certificados.

Acompanhem todos os processos da empresa, da compra online ao stock em armazém, da gestão financeira à produção e distribuição.

Cada vez é mais importante conseguir ter uma visão completa da empresa, respondendo aos impulsos de compra dos consumidores e adaptando a resposta da empresa às necessidades do momento.

Contabilidade Fiscalidade

Publicado regime de conversão de ações ao portador

Foi publicado em Diário da República o diploma que estabelece o regime de conversão dos valores mobiliários ao portador em valores mobiliários nominativos, tendo entrando em vigor no passado dia 26 de setembro – Regime de conversão dos valores mobiliários ao portador em valores mobiliários nominativos, em execução da Lei n.º 15/2017, de 3 de maio – Decreto-Lei n.º 123/2017 – Diário da República n.º 185/2017, Série I de 2017-09-25

1 – Conversão obrigatória dos valores mobiliários ao portador em nominativos

  • Prazo 6 meses (termina em Novembro);
  • Alterações do contrato e demais documentos podem ser feitos pela Administração sem necessidade da Assembleia Geral;

2 – Procedimento para a conversão dos valores mobiliários ao portador em nominativos 

  • Publicar um anúncio;
    • Identifica os valores;
    • Fonte normativa;
    • Data de deliberação das alterações e quem deliberou;
    • Data prevista para a publicação das alterações no registo comercial;
    • Consequências de não conversão dos valores mobiliários no período transitório;
    • Para os valores mobiliários não integrados em sistema centralizado os títulos devem ser apresentados ao emitente ou ao intermediário financeiro indicado;
    • A publicação de ocorrer no site da sociedade, no Portal do Ministério da Justiça ou no Sistema de Difusão de Informação da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM);
    • Os intermediários financeiros devem comunicar ao cliente da necessidade de apresentarem os títulos ao emitente para serem convertidos e as consequências da sua não apresentação.

3- Modos de conversão dos valores mobiliários ao portador em nominativos

  • Por anotação na conta de registo individualizado ou dos valores mobiliários titulados ao portador;
  • Por substituição dos títulos ou por alteração das menções neles existentes. Devem ser inutilizados os anteriores se a opção for por substituição dos títulos antigos.

4 -Conversão dos valores mobiliários ao portador em nominativos no final do período transitório

  • Os valores mobiliários integrados em sistema normalizado não convertidos pelo emitente serão convertidos pela entidade gestora de sistema centralizado / intermediário financeiro no ultimo dia do período transitório.

5 – Atualização de registos

  • A entidade gestora do sistema centralizado, as entidades registadoras e a entidade emitente actualizam os respectivos registos;
  • Requerer no registo comercial as alterações ao contrato da sociedade e demais documentos;

6 – Valores mobiliários ao portador não convertidos em nominativos

  • Apenas conferem legitimidade para solicitação do registo a favor dos respectivos titulares;
  • aos dividendos, juros ou quaisquer outros rendimentos cujo pagamento se encontre suspenso é depositado junto de uma única entidade legalmente habilitada para o efeito, em conta aberta em nome do emitente, e será entregue, com base em instruções do emitente, aos titulares dos valores mobiliários aquando da respetiva conversão.

7 – Isenções

  • Os registos destas operações estão dispensados do pagamento de emolumentos.

 

Setembro de 2017

Dr. Bruno Lagos – Licenciado em Organização e Gestão de Empresas; Mestre em Auditoria Contabilística; Nos últimos 25 anos técnico superior na Administração Fiscal Portuguesa.

BMS Gestão de Empresas Sage Enterprise Management

Saber oferecer: presentes para parceiros internacionais

À medida que que o mundo se torna cada vez mais conectado, vários executivos ponderam a internacionalização das suas empresas. Embora a internacionalização implique sempre riscos, vivemos um momento pleno de oportunidades.

Uma das maiores dificuldades reside nas grandes diferenças culturais, que podem gerar mal entendidos. É importante ter algum conhecimento sobre a cultura dos países para onde desejam levar os vossos negócios, nomeadamente sobre toda a etiqueta em redor do ato de oferecer.

Com o aproximar da época festiva do Natal, não é tarde para os empresários que adoptaram uma estratégia internacional, e usam o software Sage X3 planearem as ofertas para os seus clientes.

O significado de um presente.

Uma oferta errada pode significar uma situação de embaraço ou a perda de um negócio. No ocidente, um presente é algo trocado numa ocasião festiva, mas para os empresários japoneses existe alguma formalidade na forma como entregam um cartão pessoal, como se fosse um presente.

Na Europa ou nos Estados-Unidos a troca de presentes é algo de inesperado, excepto quando inserida numa ocasião especial, enquanto na Asia é esperado que exista uma troca de presentes numa relação comercial. A oferta é analisada atentamente, e os líderes japoneses esperam que o presente reflita o valor do relacionamento.

O presente perfeito.

É importante pesquisar antes de escolher o presente certo ao contexto cultural e para o executivo, saber oferecer é uma soft skill. Procurem saber o que é comum ser oferecido, e procurem conhecer a cultura local. Se necessário procurem aconselhamento junto de pessoas com ligação a esse país.

Presentes com origem local.

É mais interessante oferecer um presente com origem na vossa terra natal, especialmente se for algo difícil de arranjar em outros países.

Procurem criar um momento especial, se possível satisfazendo algum desejo manifestado pelo parceiro comercial, ou procurando oferecer algo personalizado. Juntem uma nota manuscrita e um embrulho cuidado, uma oferta também é feita de pormenores. Uma forma de impressionar passa por ligar a oferta aos valores que a empresa personifica.

É essencial lembrar que o objetivo passa por criar ou aprofundar um relacionamento, e que presentes cuidadosamente pensados, são um passo importante na construção de um negócio internacional.