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Mulheres empreendedoras: mudar de vida, mudar o mundo

Para alguns profissionais a dada altura coloca-se a questão de seguir num mesmo caminho profissional, bem sucedido mas previsível ou embarcar numa aventura, numa mudança de carreira.

Existem estudos que demonstram claramente que mesmo que seja uma diferença cultural, as mulheres doam mais o seu tempo para voluntariado e são também mais generosas nas doações financeiras. Neste artigo vamos falar brevemente de mulheres que deixaram carreiras de sucesso para se dedicarem a trabalhar em organizações não governamentais, conduzidas por um espirito de missão.

Trabalhar numa Organização Não Governamental.

Wendy Foster tornou-se Ceo da Big Brothers Big Sister of Massachusetts, depois de uma carreira no mundo da edição. cedo se apercebeu que trabalhar numa ONG era batalhar de forma mais dura por recursos. A competição entre ONGs é elevada e os recursos mais escassos do que quando se procura financiamento para um projeto puramente comercial.

É uma grande oportunidade ao se competir por uma marca, evidenciando o impacto que ela tem na sociedade para conseguir atrair apoio. neste caso, uma organização que procurava fazer um trabalho de acompanhamento de jovens, através de mentores que os aconselhavam.

Recordar o motivo da mudança nos momentos difíceis.

Perante as dificuldades é fundamental não perder de vista os motivos que levaram a uma mudança de carreira, o desejo de ser parte de uma mudança no mundo e ter um impacto real na vida das comunidades. De certa forma procurar devolver á sociedade com gratidão, toda a boa sorte e sucesso.

Continuar a aplicar o conhecimento empresarial.

As diferenças entre uma ONG e uma empresa são pequenas, mas o envolvimento emocional leva que seja mais difícil manter um equilíbrio. É fundamental não deixar que o lado emocional ocupe todo o espaço, procurando aplicar a aprendizagem realizada ao longo da carreira e não esquecendo o papel da tecnologia no sucesso de qualquer empreendimento.

Gerir com apoio de software adaptado.

Na maioria dos casos uma ONG tem uma escala entre a pequena e média empresa, existindo alguns casos como a UNICEF em que são apenas comparáveis a grandes empresas. Como em qualquer empreendimento comercial é fundamental contar com o apoio da tecnologia para bem gerir.

Convêm lembrar que há uma equipa de colaboradores para gerir, faturação de produtos para angariar financiamento e outras tarefas, pelo que um software integrado pode ser a melhor opção.

 

 

 

 

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