Gestão de Empresas Sage Faturação

O gestor e o risco no retalho

Um gestor, entre outras coisas, deve sempre ser um excelente identificador e avaliador de riscos.

Será aquele que, antes de acontecer,  antecipa e toma decisões que minimizem o impacto de condições adversas.  Deste modo, poder-se-á preparar e, atempadamente, reunir os requisitos que evitem ou reduzam de forma significativa quaisquer acontecimentos que possam por em causa a performance do negócio ou a sua viabilidade.

De entre os riscos possíveis, em diferentes tipos de negócio, alguns são facilmente identificáveis:

  •  Se dependem apenas de um recurso para fazer uma tarefa fulcral para o vosso negócio, têm de formar mais pessoas na mesma tarefa, de modo a que se esse recurso  ficar indisponível, a empresa não pare.
  • Se dependem apenas de um fornecedor, devem diversificar as compras ou podem acabar se o vosso fornecedor tiver problemas. Podem também ficar com preços de custo insustentáveis, já que o vosso fornecedor pode praticar os preço que quiser.

Existem ainda riscos mais amplos, como por exemplo de conjuntura:

  • Vendem 50% para a Inglaterra mas o que acontecerá com o Brexit? Será melhor começarem a procurar outros mercados semelhantes?
  • Vendem apenas hambúrgueres de vaca mas, com a comunicação da doença das vacas loucas, não será melhor ter alternativas?

Todos os gestores têm estes e outros riscos presentes e tomam as suas decisões de forma a reduzir a insignificante o seu impacto, continuando o crescimento.  Há, no entanto,  riscos associados à tecnologia,  pois cada vez mais os negócios estão dependentes dela e os gestores tradicionais tendem a minimizar esses tipos de risco. Não há uma explicação para isto: pode ser associado ao facto dos gestores mais tradicionais não terem aprendido a lidar com a tecnologia nas suas formações ou por puro desconhecimento.

Com as noticias atuais, não há desculpa para o desconhecimento:

  • Pela segunda vez na história deste país, uma software house ficou impedida de vender um software de faturação e os seus clientes têm um prazo para trocarem de sistema de faturação. Esta notícia está em todos os meios de comunicação social.

Ora, no retalho e na restauração, com a legislação atual,  um gestor de uma rede de lojas tem no seu sistema de faturação um fator de risco elevado, se não for tratado com a importância devida.  Uma rede de lojas poderá, de um dia para o outro, ser impedida de faturar apenas porque o seu fornecedor de software de ponto de venda tem funcionalidades que permitem subtrair vendas para pagar menos impostos ao fisco.  Ou seja,  não existe apenas o risco dos funcionários poderem usar essas funcionalidades para retirarem faturação para si próprios: o próprio negócio pode parar por um facto alheio à empresa.

Assim, será altura dos gestores destas áreas terem noção real da importância do seu sistema de faturação, nomeadamente no que diz respeito à segurança e fiabilidade oferecida pelo seu fornecedor de software.  Devem pedir auditorias de risco a esses sistemas e, consequentemente, auditorias aos seus fabricantes.

As escolhas têm de ser feitas não apenas pelas funcionalidades ou pela quota de mercado que detém mas,  sobretudo,  pela segurança que oferecem e pela capacidade de garantir que o vosso negocio não pára de crescer!

Sérgio Rodrigues
Head of Product Development, Sage

software SAGE traz muitas vantagens ao vosso negócio: assegura uma gestão efetiva de recursos e do negócio, o tratamento e transmissão de informação em matérias legais e, por último, a confiança de que o vosso negócio está inserido numa rede certificada e credível. A solução para a restauração da Sage é o exemplo desta cadeia de valor: simplifica os processos de faturação e gestão do vosso restaurante, cumpre as obrigações legais e fiscais e tem o apoio de uma rede certificada.

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