Recursos Humanos

Por vezes, o melhor candidato para um lugar já integra a organização.

A visão tradicional dos Recursos Humanos defende uma orientação do trabalho de acordo com as capacidades existentes nos colaboradores. Defende que cada colaborador trabalhe na área em que é mais forte e que esta orientação fortalece o sentimento de pertença à empresa e potencia os bons resultados.

Uma abordagem no sentido oposto argumenta que, se trabalharmos excessivamente na base dos pontos fortes dos trabalhadores, estes acabam por não desenvolver plenamente todas as suas capacidades.

Um desenvolvimento pleno.

A longo prazo, apostar apenas nos pontos fortes resulta na inibição do desenvolvimento dos trabalhadores, dificultando o atingir do seu potencial pleno. Insistir em áreas menos fortes e numa aprendizagem contínua favorece o desabrochar de capacidades de liderança.

Empresas como a Apple e a Microsoft são exemplos desta abordagem, ao escolherem internamente colaboradores para o lugar de Chefe dos Recursos Humanos. Estes funcionários não tinham um percurso na área. As referidas empresas preferiram transferir executivos de topo com experiência em outros departamentos, confiando na sua capacidade para continuarem a aprender e assumirem diferentes responsabilidades.

Benefícios desta abordagem.

 A integração numa nova área obriga ao desenvolvimento de competências que, de outra forma, nunca se apurariam. Outro benefício passa pelo ganho de uma maior diversidade de perspetivas que é trazida pelo facto de ser um outsider no departamento. Ao colocarem questões inesperadas, podem ajudar a criar novas soluções.

A quebra de áreas estanques dentro da empresa permite uma visão transversal e mais abrangente. A experiência em diferentes setores dentro de uma organização permite uma maior rede de contactos, o que facilita a concretização de projetos.

Ao fazerem circular os melhores funcionários em diferentes funções, as empresas alcançam uma maior retenção de talentos. O aborrecimento causado pela repetição de tarefas leva alguns funcionários a procurar trabalho em empresas que proporcionem desafios mais estimulantes.

Falhar na contratação de um alto quadro tem custos elevados para a organização, sendo por isso mais um motivo para reutilizar talento “da casa”. São colaboradores que já deram provas de conhecimento institucional e de adequação à cultura da empresa.

Se os colaboradores são incentivados a desenvolverem novas capacidades e são bem-sucedidos, os resultados para as organizações serão igualmente positivos. No decorrer da expansão individual destes altos quadros, a organização ganha capacidade para ultrapassar novos desafios.

Um software de Recursos Humanos.

É essencial recorrer a um software de Recursos Humanos que permita avaliar, valorizar e fidelizar colaboradores. O software de Recursos Humanos Sage permite identificar o perfil ideal para cada cargo ou missão e torna mais fácil conhecer perfeitamente o potencial de cada colaborador.

 

 

 

 

 

 

 

 

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